Apenas 2% de Bitcoin são movimentados para atividades ilícitas, aponta estudo

Uma das grandes “justificativas” de governos, bancos e até mesmo algumas pessoas é que o Bitcoin e outras criptomoedas não são seguras, já que sua característica descentralizada seria uma ótima alternativa para a lavagem de dinheiro de criminosos.

Uma pesquisa realizada pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e a empresa de análise blockchain Elliptic decidiu procurar evidências estatísticas sobre essa ideia e, consequentemente, ajudar nos procedimentos atuais de combate à lavagem de dinheiro.

Para o levantamento, os pesquisadores do Laboratório de Inteligência Artificial MIT-IBM Watson utilizaram o software de machine learning para realizar a análise de 203.769 transações envolvendo Bitcoin.

De todas as movimentações observadas, apenas 2% correspondiam a atividades que foram consideradas ilícitas aos pesquisadores. Na mesma linha, um estudo da Chainalysis também encontrou indícios de lavagem de dinheiro em apenas 1% das transações realizadas este ano.

A Elliptic é frequentemente chamada por unidades policiais para auxiliar no combate a crimes envolvendo Bitcoins. Com o levantamento, é possível encontrar alguns padrões para identificar esse tipo de atividade.

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