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735 – Acumulação histórica aumenta volatilidade do Bitcoin

Na reabertura do mercado norte-americano, a bolsa de valores brasileira apontou para queda nesta terça-feira (5). O Bitcoin intensificou sua volatilidade de preços, em meio a um dos maiores ritmos de acumulação da história do ativo.

Ontem, o IBOVESPA teve queda de 0,35%. Hoje, o índice manteve a tendência, com descida de 0,32%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,38.

Pelo Brasil, a chamada PEC Kamikaze continua sendo o principal ponto de interesse dos investidores. Há preocupações com a manobra para furar o teto de gastos a apenas três meses das eleições. Nos indicadores, a produção indústrial avançou 0,3%, contra uma expectativa de expansão de 0,7%. Lá fora, Finlândia e Suécia assinaram suas adesões à OTAN, o que pode elevar as tensões com a Rússia. No Reino Unido, o PMI de serviços avançou de forma inesperada em junho, enquanto a taxa anual do CPI dos países da OCDE atingiu 9,6%, o maior nível desde 1988. Nos Estados Unidos, os mercados reabrem após o feriado, com os investidores aguardando a divulgação, amanhã, da ata da última reunião do Federal Reserve.

Já o Bitcoin se voltou para um aumento de volatilidade, conforme os mercados tentam antecipar as mudanças na política monetária norte-americana. Após uma tendência de alta expressiva na última tarde, a criptomoeda de referência deu sequência em busca dos US$ 20,4 mil durante a noite. O nível, porém, foi rejeitado, colocando o ativo em correção, com mínima em US$ 19,2 mil. No final da tarde, um novo avanço se formalizou. Agora, moeda digital é comercializada a US$ 20,6 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 110 mil.

Como comentado no último boletim, a expectativa é de que o mercado opere com volatilidade considerável esta semana. Segundo os analistas da Cryptal Digital, há muitos eventos macroeconômicos importantes para acontecer, como a ata da última reunião do Banco Central norte-americano, amanhã, assim como os dados de empregos na sexta-feira. Além disso, nossa equipe destaca que, no final do mês, novas informações sobre a inflação por lá vão ser apresentadas, além da nova reunião do FED, no dia 27 de julho, que deve anunciar um novo aumento de juros. Em meio a este cenário, o índice dólar (DXY) está em pleno avanço contra as ações tradicionais e também o ouro.

Em contrapartida, os fundamentos do próprio Bitcoin continuam sinalizando a possibilidade, mas não a confirmação, de o mercado já ter visto o fundo macro da correção atual. Nossos especialistas apontam que especuladores e investidores menos acostumados com este tipo de mercado abandonaram suas posições. Enquanto isso, camarões e baleias estão acumulando mais de 60 mil unidades do ativo por mês, no que é considerado o ritmo mais agressivo da história.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 17,6 mil, e a resistência em US$ 21,1 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 40%, com o mercado mais vendido, e o MACD mantém suas linhas cruzadas para cima.

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https://anchor.fm/cryptal-digital/episodes/734—Acumulao-histrica-aumenta-volatilidade-do-Bitcoin-e1krsv8

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734 – Apetite de baleias cresce, com Bitcoin em busca dos US$ 20 mil

Com feriado nos Estados Unidos, a bolsa de valores brasileira apontou para queda nesta segunda-feira (4). O Bitcoin viu o apetite das baleias crescer ao mirar uma nova briga pelos US$ 20 mil.

Na última sexta-feira, o IBOVESPA teve alta de 1,42%. Hoje, o índice reverteu, com descida de 0,35%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,32.

Pelo Brasil, os temores fiscais continuam em alta, com o andamento da chamada PEC Kamikaze, que deve liberar R$ 41 bilhões e furar o teto de gastos. Lá fora, é feriado nos Estados Unidos, em comemoração ao Dia da Independência. Mesmo assim, pessoas próximas ao presidente Joe Biden indicaram que o mandatário pode reverter algumas tarifas sobre as importações chinesas. Na Europa, o vice-presidente do Banco Central Europeu disse que uma alta acima de 25 pontos-base nos juros pode ser apropriada a partir de setembro. Na China, cidades do leste apertam as restrições contra a COVID-19, enquanto uma incorporadora imobiliária de luxo perdeu o prazo para o pagamento de suas dívidas.

Mesmo com o final de semana prolongado nos Estados Unidos, o apetite dos bulls sustentaram o suporte do Bitcoin e o empurraram para um teste dos US$ 20 mil. O final de semana tradicionalmente lento colocou a criptomoeda de referência entre US$ 18,7 mil e US$ 19,4 mil. As sessões asiática e europeia, entretanto, encontraram força para levar o ativo ao topo de US$ 20,1 mil. Agora, em ajuste, a moeda digital é comercializada a US$ 19,7 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 105 mil.

O avanço de preços desta segunda-feira coloca o Bitcoin de novo em rota à retomada dos US$ 20 mil. Porém, segundo os analistas da Cryptal Digital, fundamentos macroeconômicos podem trazer volatilidade ao mercado nesta semana. Nossa equipe destaca que, na próxima quarta-feira, será divulgada a ata da última reunião do Federal Reserve. Esse evento tem sido um grande “empurra e puxa” para o preço da criptomoeda. Na sexta-feira, também serão apresentados os dados do payroll, que podem interferir em como o Banco Central norte-americano irá lidar com sua política monetária na próxima reunião.

Enquanto isso, os dados on-chain seguem a perspectiva de que o atual preço do Bitcoin em US$ 19 mil é um ponto atraente para os compradores. Em uma olhada nos dados da WhaleMap, nossos especialistas destacam que, no final de semana, os US$ 19,2 mil foram um nível de grande interesse e compra entre os grandes detentores do ativo. Em contrapartida, a descida para os US$ 18 mil colocou um volume considerável de carteiras no prejuízo. Historicamente, os fundos macros foram marcados por cerca de 55% a 60% dos endereços em baixa.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 17,6 mil, e a resistência em US$ 21,1 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 34%, com o mercado ainda mais vendido, e o MACD continua com suas linhas cruzadas para cima.

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733 – Bitcoin abre o semestre com alta volatilidade

Já para o Bitcoin, o início do segundo semestre intensificou a volatilidade, colocando o ativo em movimentação bastante mista. Ainda no início da última noite, a criptomoeda de referência, em poucas horas, saltou de US$ 18,9 mil para US$ 20,8 mil. O nível, claro, passou por ajuste e realização de lucros, antes de buscar uma estabilidade. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 19,3 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 103 mil.

Com o pontapé inicial para a segunda metade do ano, o mercado aguarda, agora, os dados corporativos das grandes empresas, principalmente as norte-americanas. Segundo os analistas da Cryptal Digital, há uma perspectiva de que a situação empresarial não esteja tão caótica quanto os fundamentos macroeconômicos. Isso poderia dar novo fôlego aos investidores nos próximos meses. Entretanto, o risco de recessão e aumento de juros intenso pelo Federal Reserve continua piscando para os traders.

Fora da linha macroeconômica, o Bitcoin continua acumulando fundamentos de compra. Nossa equipe destaca o prêmio do ativo na plataforma Coinbase Premium, que está em tendência de alta. O avanço deste prêmio, embora não seja capaz, sozinho, de indicar uma retomada expressiva de alta, aponta a perspectiva de que os investidores institucionais estão comprando nos atuais níveis de preço.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 17,6 mil, e a resistência em US$ 21,1 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 29%, com o mercado mais vendido, e o MACD segue com as linhas cruzadas para cima.

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Bitcoin aponta baixa, mas dados sugerem acumulação

Com risco fiscal ainda em pauta, a bolsa de valores brasileira apontou para queda nesta quinta-feira (30). O Bitcoin seguiu a baixa do mercado tradicional, mas dados on-chain continuam sugerindo forte acumulação.

Ontem, o IBOVESPA teve queda de 0,96%. Hoje, o índice manteve a tendência, com descida de 1,08%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,23.

Pelo Brasil, o risco fiscal segue em pauta, com o possível rompimento do teto de gastos, em meio à PEC dos combustíveis e aumento do Auxílio Brasil. O Banco Central admitiu que a meta da inflação será descumprida pelo segundo ano consecutivo. Nos indicadores, a taxa de desemprego caiu para 9,8%. Lá fora, o desemprego na zona do euro também recuou para 6,6%, em maio, enquanto as vendas no varejo da Alemanha e o PIB do Reino Unido avançaram. Os níveis de PMIs, na China. retomaram expansão no último mês. Nos Estados Unidos, a inflação do núcleo PCE avançou 0,3%, abaixo do esperado, e os pedidos de auxílio-desemprego foi de 231 mil, acima do previsto.

O Bitcoin seguiu a tendência de baixa do mercado tradicional, perdendo o suporte dos US$ 20 mil. A baixa volatilidade de ontem deu espaço para uma correção rápida, na madrugada, para os níveis mais baixos dos US$ 19 mil. Pela manhã, uma nova descida colocou a criptomoeda de referência em uma mínima de US$ 18,7 mil. A partir daí, o ativo esboçou uma recuperação. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 18,9 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 99 mil.

Há poucas mudanças no sentimento dos investidores desta quinta-feira ao observar os principais fundamentos do mercado tradicional. Segundo os analistas da Cryptal Digital, embora a inflação nos Estados Unidos tenha vindo abaixo do esperado, a perspectiva de mais juros pela frente, mesmo que arrefecida, ainda assombra boa parte do mercado. Ao mesmo, o índice dólar (DXY) que poderia demonstrar grande aversão a risco também pouco se movimentou ao longo da sessão.

Estes fundamentos mais negativos, entretanto, são o oposto dos tópicos observados dentro do próprio mercado cripto. Nossa equipe destaca que o primeiro ETF de Bitcoin em spot foi aprovado na Europa, com início de negociação já no próximo mês. A desalavancagem do mercado também é vista em seu estágio final pelo gigante banco JP Morgan. Ao mesmo tempo, um compilado de dados on-chain sinaliza uma forte acumulação do ativo por diferentes tipos de carteira, em níveis não vistos desde o all-time-high de 2017. A retirada da moeda das exchanges continua sua tendência de alta, assim como as reservas de stablecoins, que são bastante utilizadas em plataformas de DeFi e para negociação de derivativos.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin mira os US$ 17,6 mil e a resistência os US$ 21,1 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI desce para os 28%, com o mercado mais vendido, e o MACD continua com as linhas cruzadas para cima.

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Baixa volatilidade de preços marca meio de semana do Bitcoin

Ainda operando sob os olhos do risco fiscal, a bolsa de valores brasileira apontou para queda nesta quarta-feira (29). O Bitcoin também seguiu a fraqueza das ações internacionais e manteve sua volatilidade baixa.

Ontem, o IBOVESPA teve queda de 0,17%. Hoje, o índice manteve a tendência, com descida de 0,98%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,19.

Pelo Brasil, a PEC dos Combustíveis segue sendo o foco do mercado, com o reaquecimento dos temores fiscais. Nos indicadores, o IGP-M subiu 0,59%, abaixo do esperado. A confiança do comércio também avançou. Lá fora, a inflação da Espanha disparou para 10%, bem acima dos 8% estimados. Na Zona do Euro, a confiança do consumidor ficou em -23,6, dentro da expectativa. Por lá, a presidente do Banco Central Europeu destacou que a estimativa da inflação está muito maior do que antes, mas ainda vê amplo espaço para aumentos de juros após setembro. Já o presidente do Banco Central norte-americano disse que há caminhos para a inflação voltar aos 2%, com um mercado de trabalho forte. Enquanto isso, outros representantes mantém a perspectiva de avanço de juros em 75 pontos-base. O PIB dos Estados Unidos recuou 1,6% no primeiro trimestre, contra expectativa de baixa de 1,5%.

Em meio à fraqueza das ações, o Bitcoin também sentiu os efeitos da baixa, mas seguindo com a volatilidade bastante restrita. Após a queda da última tarde, o nível dos US$ 20,3 mil foi mantido pelo mercado asiático. Entretanto, a madrugada reservou uma nova descida, mas pouco intensa, para os US$ 19,8 mil. A partir daí, o ativo lateralizou, com poucas oscilações de preços. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 20,1 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 105 mil.

Há tantos fundamentos para o mercado lidar no atual momento, que mesmo um posicionamento mais ameno dos representantes dos Bancos Centrais não está surtindo um efeito muito positivo entre os investidores. Segundo os analistas da Cryptal Digital, o encerramento do trimestre e também do

semestre, na próxima quinta-feira, está empurrando o ânimo do mercado para um território de ainda maior cautela, já que os balanços corporativos a serem divulgados em breve vão dar novas pistas sobre como a economia, principalmente a norte-americana, está no momento.

Enquanto isso, a perspectiva das criptomoedas segue dividida com o noticiário alarmista. As recentes quebras da Terra e de alguns gestores de fundos deixaram os investidores em atenção para possíveis movimentações bruscas de preços entre os ativos. Entretanto, nossa equipe destaca que a MicroStrategy mantém sua postura compradora, mesmo no atual momento de baixa. Foram adicionados mais 480 Bitcoins ao fundo gerido pela empresa de software. Ao mesmo tempo, a Rússia pode ver um aumento de utilização de criptomoedas, com a isenção de impostos para emissores de ativos digitais.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 17,6 mil, e a resistência em US$ 21,1 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 31%, com o mercado mais vendido, e o MACD segue com as linhas cruzadas para cima.

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Mercado esfria, e Bitcoin volta a corrigir preço

Com humor mais negativo no exterior, a bolsa de valores brasileira apontou para queda nesta terça-feira (28). O Bitcoin perdeu o nível dos US$ 21 mil, acompanhando o panorama vendedor do mercado acionário.

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 2,12%. Hoje, o índice reverteu, com descida de 0,17%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,26.

Pelo Brasil, o risco fiscal segue em pauta, com olhos na PEC dos Combustíveis e o possível aumento de R$ 200 no Auxílio Brasil. Nos indicadores, o país criou 277 mil empregos, acima das expectativas. A confiança da indústria também subiu em junho. Lá fora, o presidente da Ucrânia disse ao G-7 que a guerra precisa acabar até o final do ano. Os países seguem buscando artifícios para retirar o embargo do petróleo russo, mas colocar um teto de preços de compra. Essa possibilidade tem ajudado a reduzir as perspectivas inflacionárias. Na China, o mercado operou de forma positiva, com maior flexibilização do governo contra a COVID-19. Nos Estados Unidos, o humor dos investidores virou, com dados o índice de confiança do consumidor recuando 4,5 pontos.

O ímpeto positivo da Ásia não se manteve no mercado nesta terça-feira, que viu as ações tradicionais e o Bitcoin entrarem em correção. Após um período de leve baixa ontem, a criptomoeda de referência esboçou um avanço para os US$ 21,2 mil nesta madrugada. A força, porém, não estava do lado dos bulls, que viram o ativo recuar na abertura norte-americana e fechamento europeu. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 20,2 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 107 mil.

A perspectiva de um teto para o preço do petróleo russo e as falas de alguns representantes do Banco Central dos Estados Unidos que aliviaram aumentos de juros mais expressivos sugeriram que os fundamentos estavam menos caóticos para os traders. Entretanto, como explicam os analistas da Cryptal Digital, os dados econômicos conflitantes jogam um banho de água fria nas perspectivas de maior prazo, fazendo com que as operações do mercado financeiro sejam menos abruptas, limitadas e rápidas.

Pesou para a criptografia ainda hoje rumores de que fundos tradicionais estariam apostando em uma queda no valor do Tether (USDT). O USDT é uma stablecoin lastreada no dólar e muito utilizada, principalmente, no mercado de derivativos. A empresa responsável pela criptomoeda já se manifestou, apontando, via auditoria externa, os documentos e comprovações de valores que sustentam o token. Embora a oscilação de preços por conta deste evento não tenha sido considerável, é um comportamento importante a ser observado entre os investidores.

Em uma visão técnica, nossa equipe destaca que o mercado de derivativos, seja em futuros ou opções, segue ainda com uma perspectiva baixista. Entretanto, muito menos intensa do que a observada em meados deste mês. Os dados on-chain continuam indicando que a capitulação dos mineradores já pode ter ocorrido na visita do Bitcoin aos US$ 17 mil. Enquanto isso, o saldo das 21 principais exchanges de criptomoedas do mundo continua seu declínio.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 17,6 mil, e a resistência em US$ 21,1 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 32%, com o mercado mais vendido, e o MACD segue com as linhas cruzadas para cima.

Este foi o boletim Cryptal News desta terça-feira. Veja essa e outras análises em nosso WhatsApp e nos canais de áudio oficiais. Siga a gente também nas redes sociais para acompanhar o dia a dia de nossa equipe!

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Dados sugerem que há baixa intenção de vendas de Bitcoin

Com novo presidente na Petrobras, a bolsa de valores brasileira apontou para ganhos nesta segunda-feira (27). O Bitcoin enfrenta pressão em suporte de preços, com dados indicando baixa intenção de vendas.

Na última sexta-feira, o IBOVESPA teve alta de 0,6%. Hoje, o índice manteve a tendência, com subida de 2,12%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,23.

Pelo Brasil, o mercado continua de olho na PEC dos Combustíveis, que deve aumentar consideravelmente o risco fiscal. A Petrobras também definiu, esta tarde, a nomeação de Caios Paes de Andrade como novo presidente da estatal. Lá fora, Xangai deve flexibilizar as restrições contra a COVID-19, após injetar US$ 15 bilhões no sistema financeiro. A Rússia deu seu primeiro calote não forçado em dívida, pela falta de acesso a moedas estrangeiras. Países tentam agora estipular um limite de preço a ser pago pelo petróleo e ouro russos, o que deve reduzir o temor da inflação. Nos Estados Unidos, as taxas de juros altas ainda estão apertando os mercados imobiliários e reduzindo o fluxo de crédito. Entretanto, as encomendas de bens duráveis e compra de resistências cresceram no último mês.

Mesmo com uma reabertura mais calma para os mercados, o Bitcoin enfrentou uma venda expressiva nesta segunda-feira, revertendo os ganhos do final de semana. Entre sábado e domingo, a criptomoeda de referência operou de forma bastante lateral, majoritariamente na faixa dos US$ 21 mil. A abertura da sessão norte-americana, entretanto, pressionou o ativo para baixo, que buscou uma mínima de US$ 20,5 mil, em apenas duas horas. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 20,9 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 109 mil.

Embora o movimento de baixa tenha sido relativamente mais intenso para o Bitcoin, a correlação da criptomoeda de referência com ações de risco ainda segue no radar. Segundo os analistas da Cryptal Digital, os mercados até esboçaram uma melhora no humor nesta segunda-feira, já que houve sinais de esperança de que a queda no preço do petróleo poderia frear a alta da inflação e, consequentemente, impedir avanços de juros mais agressivos. Mesmo assim, a força otimista durou pouco tempo, com os principais índices norte-americanos apontando movimentação bastante limitada.

Enquanto isso, o Bitcoin segue pressionado pelo sentimento vendedor, mas a força também não se faz tão presente, assim como no mercado tradicional. Nossa equipe destaca que o momento de queda recente da moeda digital é, historicamente, compatível com outras correções, pós-máximos históricos. A grande diferença, neste evento, é que o volume de vendas de Bitcoin com prejuízo superou todos os episódios anteriores, com os usuários despejando 22,5% a mais de dólares em único dia. Em contrapartida, o ativo continua sendo drenado das exchanges. Como apontam os dados on-chain, a média de 30 dias nas ofertas mantidas nas bolsas caiu em quase 154 mil unidades, indicando uma baixa intenção de vendas.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 17,6 mil, e a resistência em US$ 21,1 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 34%, com o mercado mais vendido, e o MACD, agora, mostra suas linhas cruzadas para cima.

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Na última sexta-feira, o IBOVESPA teve alta de 0,6%. Hoje, o índice manteve a tendência, com subida de 2,12%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,23.

Pelo Brasil, o mercado continua de olho na PEC dos Combustíveis, que deve aumentar consideravelmente o risco fiscal. A Petrobras também definiu, esta tarde, a nomeação de Caios Paes de Andrade como novo presidente da estatal. Lá fora, Xangai deve flexibilizar as restrições contra a COVID-19, após injetar US$ 15 bilhões no sistema financeiro. A Rússia deu seu primeiro calote não forçado em dívida, pela falta de acesso a moedas estrangeiras. Países tentam agora estipular um limite de preço a ser pago pelo petróleo e ouro russos, o que deve reduzir o temor da inflação. Nos Estados Unidos, as taxas de juros altas ainda estão apertando os mercados imobiliários e reduzindo o fluxo de crédito. Entretanto, as encomendas de bens duráveis e compra de resistências cresceram no último mês.

Mesmo com uma reabertura mais calma para os mercados, o Bitcoin enfrentou uma venda expressiva nesta segunda-feira, revertendo os ganhos do final de semana. Entre sábado e domingo, a criptomoeda de referência operou de forma bastante lateral, majoritariamente na faixa dos US$ 21 mil. A abertura da sessão norte-americana, entretanto, pressionou o ativo para baixo, que buscou uma mínima de US$ 20,5 mil, em apenas duas horas. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 20,9 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 109 mil.

Embora o movimento de baixa tenha sido relativamente mais intenso para o Bitcoin, a correlação da criptomoeda de referência com ações de risco ainda segue no radar. Segundo os analistas da Cryptal Digital, os mercados até esboçaram uma melhora no humor nesta segunda-feira, já que houve sinais de esperança de que a queda no preço do petróleo poderia frear a alta da inflação e, consequentemente, impedir avanços de juros mais agressivos. Mesmo assim, a força otimista durou pouco tempo, com os principais índices norte-americanos apontando movimentação bastante limitada.

Enquanto isso, o Bitcoin segue pressionado pelo sentimento vendedor, mas a força também não se faz tão presente, assim como no mercado tradicional. Nossa equipe destaca que o momento de queda recente da moeda digital é, historicamente, compatível com outras correções, pós-máximos históricos. A grande diferença, neste evento, é que o volume de vendas de Bitcoin com prejuízo superou todos os episódios anteriores, com os usuários despejando 22,5% a mais de dólares em único dia. Em contrapartida, o ativo continua sendo drenado das exchanges. Como apontam os dados on-chain, a média de 30 dias nas ofertas mantidas nas bolsas caiu em quase 154 mil unidades, indicando uma baixa intenção de vendas.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 17,6 mil, e a resistência em US$ 21,1 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 34%, com o mercado mais vendido, e o MACD, agora, mostra suas linhas cruzadas para cima.

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Com commodities em baixa, Bitcoin tenta ficar dos US$ 21 mil

Com avanço do petróleo, a bolsa de valores brasileira voltou a apontar ganhos nesta sexta-feira (24). O Bitcoin seguiu o humor positivo no mercado acionário e queda em algumas commodities para continuar sua luta acima dos US$ 21 mil.

Ontem, o IBOVESPA teve queda de 1,75%. Hoje, o índice reverteu, com subida de 0,61%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,25.

Pelo Brasil, o presidente da república sancionou o projeto de lei que limita a cobrança de ICMS sobre os combustíveis por estados e municípios, mas vetou alguns mecanismos de compensação, colocando ainda mais pressão nas contas públicas. Nos indicadores, o IPCA-15 de junho subiu 0,69%, pouco acima do 0,62% esperado. Lá fora, um representante do Banco Central norte-americano disse que a instituição deve agir agressivamente contra a inflação, abrindo a possibilidade para aumentos mais expressivos dos juros. A confiança do consumidor por lá caiu a 50 pontos, mas em linha com as expectativas. No Reino Unido, as vendas no varejo recuaram em 0,5%, em maio, enquanto o vice-presidente do Banco Central Europeu disse que a sinalização sobre uma alta de 25 pontos-base nos juros por lá, no próximo mês, é bastante “firme”.

Enquanto isso, o Bitcoin aproveitou o bom humor nas ações tradicionais para tentar sustentar sua luta pelos US$ 21 mil. Embora tenha passado por uma pressão de vendas durante o mercado asiático, a força não foi o suficiente para empurrar a criptomoeda de referência para abaixo dos US$ 20,7 mil. Para cima, a volatilidade também não foi alta, com o ativo atingindo um topo em US$ 21,4 mil. Em ajuste, a moeda digital é comercializada, no momento, a US$ 21,2 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 111 mil.

As falas mais agressivas sobre os juros nesta sexta-feira dos representantes de Bancos Centrais importantes, como o norte-americano e o europeu, poderiam ter colocado uma pressão maior nas ações tradicionais e no Bitcoin, aumentando a aversão ao risco. Entretanto, como comentam os

analistas da Cryptal Digital, a confusão do mercado sobre a inflação global e o aumento de juros pouco mudou o comportamento dos investidores, que focaram na queda de algumas commodities e mantiveram os ganhos das principais bolsas estrangeiras, assim como levaram um dia de baixa para o índice dólar (DXY).

Ao mesmo tempo, algumas compilações de dados on-chain sugerem que a capitulação de Bitcoin pelos mineradores já ocorreu ou, então, estaria em processo final. Esse evento se baseia em uma venda considerável de moedas de grandes detentores, em um preço próximo do valor de compra ou de mineração. O encerramento das capitulações, geralmente, coincide com os fundos dos mercados. Há, inclusive, um grande movimento de retirada da criptomoeda das exchanges, principalmente da Coinbase. Entretanto, isso acontece em um momento com mudanças no método de utilização da plataforma, principalmente por operadores mais profissionais, o que abre dúvidas sobre o objetivo real destas movimentações.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 21 mil, e a resistência em US$ 23,2 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI vai para 34%, com o mercado ainda em território de maior venda, e o MACD continua com suas linhas cruzadas para baixo, mas em constante aproximação.

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Correlacionado com ações, Bitcoin aponta baixa volatilidade

Os temores ficais seguiram pautando o desempenho da bolsa de valores brasileira, que fechou a quinta-feira (23) com queda. O Bitcoin manteve sua correlação com mercado de ações, e apontou uma baixa variação de preços.

Ontem, o IBOVESPA teve queda de 0,16%. Hoje, o índice manteve a tendência, com descida de 1,46%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,22.

Pelo Brasil, os temores fiscais seguem em jogo em relação às medidas em cima do preço dos combustíveis e a um possível aumento do Auxílio-Brasil de R$ 400 para R$ 600, em pleno ano eleitoral. O Banco Central projetou um aumento para 1,7% do PIB este ano, mas o presidente da instituição flexibilizou a meta de 3,25% para a inflação, em 2023. Lá fora, os dados econômicos da Zona do Euro vieram abaixo do esperado, mesmo ainda apontando expansão da economia. Nos Estados Unidos, os pedidos de auxílio-desemprego atingiram 229 mil na última semana, apenas dois mil acima do previsto. A aprovação do governo de Joe Biden caiu pela quarta semana consecutiva, o que pode levar a uma perda de força do mandatário no Congresso. Jerome Powell, presidente do Banco Central norte-americano, falou novamente ao Senado hoje, pontuando as dificuldades em manter o crescimento econômico e empregos simultaneamente e destacando a caótica dívida do país. Em contrapartida, ele disse acreditar que o PIB do segundo semestre deve ser bastante forte.

Com o mercado em cautela e pouco volátil, o Bitcoin seguiu a mesma perspectiva de baixa oscilação de preços. Uma correção no final da última tarde, colocou a criptomoeda de referência de volta na casa dos US$ 19 mil. Os bulls impediram novas descidas, e devolveram o ativo para a casa dos US$ 20,8 mil. O nível, porém, não foi sustentado, e um novo ajuste se consolidou ao longo da tarde. Entretanto, a moeda digital testa um novo avanço, no momento, sendo comercializada a US$ 20,8 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 108 mil.

As falas de Jerome Powell ao Senado hoje trouxeram mais morosidade do que qualquer outro tipo de sentimento ao mercado. Segundo os analistas da Cryptal Digital, o discurso do presidente do FED apenas sinalizou que o movimento hawkish deverá ser mantido nas próximas reuniões, por conta das dificuldades econômicas locais e globais. Nada muito diferente do que fora dito ontem pela autoridade. Mesmo assim, foi o suficiente para o mercado não se interessasse por movimentos abruptos. As ações tradicionais operaram entre leves baixas e altas, enquanto o índice dólar (DXY) avançou, mas também de forma moderada, mostrando que o risco não estava no cardápio dos investidores.

Para o Bitcoin, a correlação com as ações de tecnologia coloca a criptomoeda de referência em um cenário relativamente semelhante ao de pouca emoção nesta quinta-feira. Nossa equipe destaca, porém, que o vencimento de opções, na próxima sexta-feira, coloca uma vantagem considerável aos bears em vários níveis de preços. Entretanto, dados on-chain mostram que o valor realizado pelos detentores de curto prazo de Bitcoin foi de US$ 31,7 mil, enquanto os de longo prazo US$ 22,2 mil. Essa aproximação e já precificação podem dar sinais de que o fundo da correção pode ter sido atingido ou está relativamente próximo.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 17,6 mil, e a resistência em US$ 22,9 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 33%, com o mercado mais vendido, e o MACD continua com as linhas cruzadas para baixo.

Este foi o boletim Cryptal News desta quinta-feira. Veja essa e outras análises em nosso WhatsApp e nos canais de áudio oficiais. Siga a gente também nas redes sociais para acompanhar o dia a dia de nossa equipe!

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Falas do FED acentuam volatilidade do Bitcoin

Ainda de olho na Petrobras, a bolsa de valores brasileira apontou para queda nesta quarta-feira (28). O Bitcoin acentuou sua volatilidade de preços, em meio aos fundamentos confusos e falas do presidente do Banco Central norte-americano.

Ontem, o IBOVESPA teve queda de 0,17%. Hoje, o índice manteve a tendência, com descida de 0,16%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,17,

Pelo Brasil, os conflitos políticos em cima da Petrobras seguem sendo o foco dos investidores. Já a Aneel reajustou em até 63% os valores das bandeiras tarifárias na energia elétrica. Lá fora, o Vice-presidente do Banco Central Europeu disse que a inflação tende a desacelerar após o verão no continente, enquanto o presidente chinês prometeu fortalecer políticas para cumprir metas econômicas e sociais. Nos Estados Unidos, o representando do Federal Reserve, Jerome Powell, disse que indicadores recentes de inflação mostraram que o governo precisava acelerar o ritmo da alta de juros e que novos avanços são apropriados, a depender da rapidez com que os preços caem. Cada possível elevação será discutida reunião a reunião, sem descartar um avanço acima do patamar considerado neutro, que é 2,5%. Entretanto, a autoridade não acredita que a elevação da taxa conseguirá reduzir os preços de gás e alimentos, mas afastou a possibilidade de uma recessão. A demanda pelo trabalho continua forte, enquanto a oferta segue apertada. Joe Biden pediu ainda ao Congresso que suspendessem os impostos federais sobre os combustíveis, por 90 dias.

Em meio a tantos fundamentos contraditórios e pouco conclusivos, o Bitcoin acentuou sua volatilidade nesta quarta-feira. Após a rejeição dos US$ 21,7 mil na última manhã, uma tendência de baixa de curto prazo se formou, até buscar uma mínima de US$ 19,9 mil. O mercado, então, amanheceu comprado, devolvendo o ativo para próximo dos US$ 21 mil, mas sem forças para se sustentar. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 20 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 104 mil.

A quantidade de fundamentos que envolveram o mercado tradicional foi a grande responsável pelo aumento da volatilidade do Bitcoin, hoje. Segundo os analistas da Cryptal Digital, a fala de Jerome Powell não só sinaliza que os aumentos de juros continuarão, mas indica que, em alguns setores, como o de energia, a medida não será o suficiente para reduzir a inflação: grande foco do governo no atual momento.

Desta forma, a liquidez nos mercados se acentuou. No caso específico do Bitcoin, trouxe oscilação brusca de preços em um curto período de tempo. Mesmo assim, os dados on-chain apontam que os mineradores públicos venderam 100% das unidades obtidas pela tarefa em maio, após triplicarem o número de moedas mineradas. Entretanto, esse número totaliza 46 mil Bitcoins vendidos. Assim, não é um volume necessariamente significante aos 800 mil que todo esse grupo possui. Mesmo assim, indica um certo sentimento dos operadores da rede. Ao mesmo tempo, as baleias também andaram um pouco mais participativas no processo de vendas, depositando 50 mil unidades da criptomoeda de referência nas bolsas entre 20 e 21 de junho. Assim, nossa equipe acredita que pavios de preços mais agressivos podem ser observados nos próximos dias.

Nas métricas desta quarta-feira, o suporte do Bitcoin fica em US$ 17 mil, e a resistência em US$ 22,9 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI desce para 28%, com o mercado mais vendido, e o MACD continua com as linhas cruzadas para baixo.

Este foi o boletim Cryptal News desta quarta-feira. Veja essa e outras análises em nosso WhatsApp e nos canais de áudio oficiais. Siga a gente também nas redes sociais para acompanhar o dia a dia de nossa equipe!

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