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Em recuperação, Bitcoin se descola das bolsas

Com recuperação das ações da Petrobras, a bolsa de valores brasileira apontou para ganhos nesta terça-feira (31). O Bitcoin testa um novo avanço de preços, descolado dos índices tradicionais.

Ontem, o IBOVESPA teve queda de 0,81%. Hoje, o índice reverteu, com subida de 0,29%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 4,75.

Pelo Brasil, o Ministério de Minas e Energia pediu ao Ministério da Economia a inclusão da Eletrobras na lista de estudos para uma possível privatização. Nos indicadores, a taxa de desemprego ficou em 10,5% no trimestre encerrado em abril. Lá fora, a China segue anunciando medidas para sustentar a economia local. Os índices gerentes de compras (PMI), melhoraram no país em maio, mas ainda indicam contração. Nos Estados Unidos, a confiança do consumidor, em maio, recuou, por conta da alta inflação. O presidente Joe Biden e Jerome Powell se reuniram para conversar sobre o avanço de preços. Na Europa, a inflação da zona do Euro bateu novo recorde, com uma taxa de 8,1%, no ano.

Enquanto os índices tradicionais apontaram, em sua maioria, para baixo, o Bitcoin testou um novo salto de preços. Ainda no final da última tarde, a criptomoeda de referência foi em busca dos US$ 32,1 mil. A partir daí, o nível foi arrefecido, com o mercado operando de forma bastante lateral e com pouca volatilidade. Pela tarde, o ativo tentou um novo avanço à resistência. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 31,7 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 150 mil.

O movimento dos últimos dias do Bitcoin parece ser um primeiro, embora pequeno, sinal de que a criptomoeda de referência poderia estar começando a se descolar dos mercados tradicionais. Segundo os analistas da Cryptal Digital, as bolsas norte-americanas, principalmente a Nasdaq, tiveram baixas em suas sessões. Enquanto isso, o índice dólar (DXY) avançou. Esses dois eventos, juntos, seriam o suficiente para empurrar o preço do Bitcoin para baixo. Entretanto, não foi isso o que aconteceu hoje. Nossa equipe, porém, destaca que afirmar a existência dessa “descorrelação” ainda é muito cedo, já que pode haver uma espécie de atraso entre os comportamentos dos ativos.

A recuperação de preços do Bitcoin mostra um certo otimismo dos bulls. Entretanto, nossos especialistas observam que o volume negociado ainda não é expressivo o suficiente, abrindo possibilidades de novas quedas. Só na Binance, há uma parede de US$ 65 milhões para vendas, em US$ 33,5 mil. Por outro lado, os dados on-chain mostram que há pouco pânico entre os mineradores e holders, que continuam acumulando a criptomoeda, mesmo com a baixa de preços.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 30,2 mil, e a resistência em US$ 34 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI sobe para 51%, com o mercado equilibrado, e o MACD continua com as linhas cruzadas para cima.

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Em dia calmo, o Bitcoin mira recuperação de preços

A bolsa de valores brasileira encerrou a segunda-feira (30) com queda, em meio às intervenções na Petrobras. Já o Bitcoin apontou uma recuperação de preços, com dia de fundamentos menos turbulentos.

Na última sexta-feira, o IBOVESPA teve leve alta de 0,05%. Hoje, o índice reverteu, com descida de 0,81%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 4,75.

Pelo Brasil, apesar do avanço no preço do petróleo, as ações da Petrobras seguem em baixa, após novos rumores sobre a interferência política na estatal. Nos indicadores, o IGP-M desacelerou a alta para 0,52%, em maio, atingindo 10,72%, em 12 meses. Lá fora, é feriado nos Estados Unidos, o que costuma levar pouca liquidez aos mercados. Na Europa, um representante do Banco Central disse que um avanço de 25 pontos-base nos juros nas reuniões de julho e setembro é bastante possível. Na Ásia, a China flexibilizou o lockdown, com fábricas, principalmente, retomando as atividades. O governo também se comprometeu novamente em acelerar a recuperação econômica, facilitando a aprovação de obras do setor imobiliário.

Com uma pequena melhora no humor dos investidores, o Bitcoin também seguiu em recuperação na abertura da semana. Após um típico final de semana lateral, a criptomoeda de referência vivenciou uma alta durante a sessão asiática, nesta madrugada, que parou nos US$ 30,9 mil. O ativo, então, reduziu a volatilidade ao longo do dia. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 30,5 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 145 mil.

O dia menos turbulento, por conta do feriado nos Estados Unidos, e com doses de otimismo, após a flexibilização do lockdown na China, levou um certo alívio ao Bitcoin. Segundo os analistas da Cryptal

Digital, as ações tradicionais seguem em alta, após o bom desempenho na última sexta-feira. Ao mesmo tempo, o índice dólar (DXY) continua em queda. Porém, de acordo com nossa equipe, esse recuo está mais relacionado ao provável aumento de juros na Europa, do que a um enfraquecimento da moeda norte-americana.

Apesar dos ventos positivos hoje, os investidores ainda miram uma boa dose de cautela nas operações. Nossos especialistas destacam que o índice de força relativa (RSI), que mede se um ativo está sobrecomprado ou sobrevendido segue em alta, deixando os bulls um pouquinho mais no controle do Bitcoin. Em contrapartida, a moeda digital fechou sua nona vela consecutiva vermelha no gráfico semanal, dando continuidade a uma sequência inédita na história do ativo.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin sobe para US$ 30,2 mil, enquanto a resistência avança para US$ 34,1 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI aponta os 46%, com o mercado mais perto de um equilíbrio, e o MACD continua com as linhas cruzadas para cima.

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Dentro de canal, Bitcoin aumenta dominância no mercado

Em dia de vencimentos mensais, a bolsa de valores brasileira encerra a sexta-feira (27) estável. O Bitcoin mantém o canal de negociação, enquanto observa sua dominância crescer no mercado de criptomoedas.

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 1,18%. Hoje, o índice manteve a tendência com leve subida de 0,05%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 4,73.

Pelo Brasil, seguem-se as discussões sobre os preços dos combustíveis, com o governo estudando vales para caminhoneiros e motoristas profissionais. Lá fora, o mercado continua repercutindo a ata da última reunião do Banco Central norte-americano. O índice de preços PCE subiu 0,2%, em abril, enquanto o núcleo PCE avançou 0,3%, ambos em linha com o esperado. O presidente Joe Biden disse que a desaceleração dos preços é um sinal de progresso na redução da inflação. O sentimento do consumidor, entretanto, recuou a 58,4, em maio.

Ao mesmo tempo em que a situação macroeconômica tenta esboçar uma pequena recuperação, o Bitcoin tenta manter seu canal de negociação. Em correção durante a última noite, a criptomoeda de referência fez uma recuperação, em busca dos US$ 29,3 mil. A sessão norte-americana, entretanto, pressionou a perspectiva vendedora, corrigindo o ativo. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 28,7 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 137 mil.

A recente falta de otimismo no mercado cripto segue as perspectivas anteriores de baixa volatilidade e cautela entre os investidores. Segundo os analistas da Cryptal Digital, as vendas pelas baleias, embora arrefecida, segue pressionando o preço do Bitcoin. Ao mesmo tempo, o vencimento de opções e futuros mensais no setor cripto e também tradicional levam pessimismo ao ativo. O feriado, na próxima segunda-feira, nos Estados Unidos, também forçou o período curto de baixa.

Enquanto o preço do Bitcoin fica preso na faixa de negociação entre US$ 28 e US$ 32 mil, nossa equipe observa um movimento expressivo na dominância do Bitcoin. Hoje, a criptomoeda de referência lidera em 46% todo o mercado de criptomoedas. Este nível foi visto, na última vez, em outubro do ano passado, quando o ativo teve sua última corrida aos US 69 mil. Ao contrário da maioria das carteiras, que está apontando prejuízo, 55% das ofertas nas corretoras e bolsas ainda miram lucro. De certa forma, essa perspectiva pode sinalizar um pouco mais de queda no curto prazo.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 25,3 mil, e a resistência em US$ 30,2 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI desce para 35%, com o mercado mais vendido, e o MACD segue com as linhas cruzadas para cima.

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Bitcoin segura correção e mantém canal de negociação

Lado a lado com os mercados internacionais, a bolsa de valores brasileira apontou para ganhos nesta quinta-feira (26). O Bitcoin mostrou força para segurar a correção e continuar operando dentro do canal de preços.

Ontem, o IBOVESPA fechou estável. Hoje, o índice voltou apresentar ganhos, com subida de 1,19%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 4,81.

Pelo Brasil, a Petrobras decidiu por desacelerar a troca no comando da estatal, com assembleia a ser realizada daqui mais de 30 dias. Lá fora, o mercado ainda repercute o tom mais ameno da ata da última reunião do Banco Central norte-americano, que pretende manter o aumento de 50 pontos-base nos juros, mas destacou que a rigidez por ser contida, de acordo com os dados econômicos. O país registrou 210 mil pedidos de auxílio-desemprego, pouco abaixo das expectativas. Em contrapartida, o PIB do primeiro trimestre foi revisado, apontando recuo de 1,5%. Na China, houve uma nova onda de corte de projeções da economia, com a intensificação do lockdown. No Reino Unido, o ministro das Finanças anunciou uma série de medidas para combater a crise do custo de vida no país, incluindo um imposto sobre lucros das gigantes de petróleo e gás.

Já o Bitcoin mostrou força para segurar seu preço dentro do canal de negociação, mesmo com pressão corretiva. Após o fechamento do mercado europeu e abertura da sessão norte-americana, a criptomoeda de referência entrou em queda, buscando uma mínima de US$ 27,9 mil. O nível, porém, foi rapidamente comprado pelos bulls, que devolveram o ativo para níveis mais altos dos US$ 29 mil. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 29,4 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 141 mil.

O leve aumento de volatilidade, hoje, do Bitcoin, parece apontar para o vencimento de opções e futuros mensais amanhã. Segundo os analistas da Cryptal Digital, embora a expiração esteja marcada para sexta-feira, é comum que investidores desfaçam suas posições antes do fechamento para não ficar à mercê de flutuações inesperadas no preço. Esse movimento explica, em partes, a descida relativamente rápida do Bitcoin, e sua retomada igualmente veloz. Nossa equipe ainda destaca que houve um fork, não intencional, na rede de testes do Ethereum, com duração de sete blocos. Este movimento não foi o suficiente para fazer a queda sozinha, mas pode ter contribuído momentaneamente.

Em contrapartida, nossos especialistas observam alguns dados importantes on-chain. Os detentores de longo prazo, por exemplo, estão reduzindo seu volume de vendas. As ordens nos order books, inclusive, indicam que a falta de liquidez, está permitindo que a pressão vendedora seja amplamente comparada com certa facilidade. O nível do indice de força relativa (RSI), que mede quanto um mercado está sobrecomprado ou sobrevendido, também mira uma tendência de alta desde meados de maio.

Nas métricas do dia o suporte do Bitcoin segue em US$ 25,3 mil, e a resistência em US$ 30,2 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI aponta os 39%, com o mercado mais vendido, e o MACD continua com as linhas cruzadas para cima.

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Lateral, Bitcoin pouco se movimenta com ata do FED

Diante das incertezas monetárias, a bolsa de valores brasileira fechou a quarta-feira (25) estável. O Bitcoin seguiu sua tendência lateral, com poucos abalos sobre a ata do Banco Central norte-americano.

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 0,21%. Hoje, o índice encerrou a sessão sem ganhos ou perdas. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 4,81.

Pelo Brasil, o conselho da Petrobras vai se reunir para discutir a troca no comando da companhia. O ministro da Economia disse ainda ser possível reajustar em até 5% o salário dos servidores públicos federais. Nos indicadores, a Confiança do Consumidor caiu para 75,5, em maio. Lá fora, o Banco Central Europeu ainda não estaria pronto para discutir a redução dos US$ 5 trilhões em títulos, na contramão do que o FED vem fazendo nos Estados Unidos. Hoje, inclusive, foi divulgada a ata da última reunião do Banco Central norte-americano. O documento apontou que a recente alta de 50 pontos-base nos juros foi adequada, mas inflação persistente ainda preocupa, com desequilíbrio de oferta. Ainda por lá, os pedidos de bens duráveis subiram 0,4%, em abril, abaixo das expectativas. Na China, estima-se uma expansão de 4,5% da economia neste ano, 1% abaixo do esperado.

Enquanto isso, o Bitcoin seguiu seu movimento misto e sem definição nesta quarta-feira. Ao longo da última noite, a criptomoeda de referência voltou a uma tendência de alta de curto prazo, buscando uma máxima de US$ 30,2 mil. O nível foi, então, rejeitado, devolvendo o ativo para os níveis mais baixos dos US$ 29 mil. Neste perde e ganha, a moeda digital é comercializada a US$ 29,5 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 144 mil.

Assim como vem acontecendo nos últimos dias, o Bitcoin está estacionado dentro do seu canal de negociação entre US$ 28 mil e US$ 31 mil. Segundo os analistas da Cryptal Digital, se o mercado já estava lento o suficiente para os traders, a ata da última reunião do Banco Central norte-americano só colocou ainda mais a criptomoeda de referência em um estado de baixa volatilidade. Os

investidores aguardavam, até então, identificar o tom utilizado entre os representantes do FED para tentar determinar a intensidade do aumento dos juros e a redução do balanço da instituição.

Mas o que ainda parece ser difícil identificar ser ou não um fundo da correção do Bitcoin, os dados on-chain parecem, por enquanto, indicar que, sim, a queda de preços pode ter encontrado seu fim. Nossa equipe destaca o indicador Z-Score, da Glassnode, em que avalia uma sub ou supervalorização da criptomoeda. O índice está se aproximando de uma zona, em que marcou o fim das baixas e iniciou um rali expressivo de recuperação. O SOPR, que mede a taxa de lucro de todos os participantes do mercado, também sugere que este preço é o fundo atual, pois a maioria das carteiras já estão vendendo suas moedas com prejuízo.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin se mantém em US$ 25,3 mil, e a resistência em US$ 30,2 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI fica em 39%, com o mercado mais vendido, e o MACD segue com suas linhas cruzadas para cima.

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