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Com recuo na inflação, Bitcoin testa novamente os US$ 24 mil

A bolsa de valores brasileira acompanhou o clima positivo com indicadores econômicos no exterior e encerrou a quarta-feira (10) com ganhos. O Bitcoin se beneficiou de uma inflação aparentemente mais controlada nos Estados Unidos para retomar a luta pelos US$ 24 mil.

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 0,23%. Hoje, o índice manteve a tendência, com subida de 1,46%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,08.

Pelo Brasil, a agenda econômica é fraca, com os investidores ainda observando o risco fiscal. O indicador mais relevante do dia foi a atividade do comércio que recuou 1,4% em junho. Lá fora, a crise energética pode ficar ainda mais grave na Europa. O rio Reno, um dos pilares das principais economias da região, está com seus níveis mais baixos, impedindo o trânsito de navios que transportam diesel e carvão. Na China, a inflação ao consumidor aponta alta anual de 2,7%, com o governo admitindo que pode ultrapassar os 3%, mas mantendo a meta. Nos Estados Unidos, o mesmo indicador, o CPI, mostrou uma inflação estável, com avanço de 0,3%, contra um consenso de 0,5%.

Com os investidores respirando aliviados por conta da inflação reduzida, as ações de risco e o Bitcoin tiveram um dia de operações mistas. A falha em romper os US$ 24 mil no início da semana deu espaço para um viés corretivo, que levou a criptomoeda de referência a US$ 22,6 mil na última noite. Entretanto, os bulls compraram a queda e colocaram o ativo acima dos US$ 24 mil. Agora, em ajuste, a moeda digital é comercializada a US$ 23,6 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 119 mil.

Assim que os dados do CPI nos Estados Unidos vieram abaixo do esperado, os investidores se voltaram para as ações de risco e, consequentemente, as criptomoedas. Segundo os analistas da Cryptal Digital, a forte alta na geração de emprego recentemente levou temor ao mercado, que passou a visualizar a inflação como um termômetro para a elevação de juros no país. Com um possível controle sobre a taxa, o Bitcoin e ações tradicionais se beneficiaram do bom humor.

Já nos dados on-chain, é possível observar o movimento das baleias da criptomoeda de referência. Nossa equipe aponta que em níveis próximos a US$ 22 mil há uma concentração considerável de grandes detentores posicionados para mais compras. Em contrapartida, a atual resistência dos US$ 24 mil tem sido sustentada também por baleias, estas, porém, vendedoras. Os gráficos de acumulação, entretanto, apontam que os HODLERs estão mais ativos.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 23,1 mil, e a resistência em US$ 23,7 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 54%, com o mercado mais comprado, e o MACD cruza suas linhas para cima.

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Em teste dos US$ 24 mil, BTC mantém tendência de alta técnica

A bolsa de valores brasileira acompanhou o sentimento no exterior e fechou a segunda-feira (8) com ganhos. O Bitcoin também manteve seu avanço de preços, em nova disputa pelo rompimento dos US$ 24 mil.

Na última sexta-feira, o IBOVESPA teve alta de 0,55%. Hoje, o índice manteve a tendência, com subida de 1,81%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,11.

Pelo Brasil, o risco fiscal segue em pauta, com o IGBE divulgando, amanhã, os dados de inflação. O mercado avalia que o ciclo de aumento da taxa SELIC já pode ter sido encerrado. Lá fora, a China elevou seu nível de exportação no último mês. Nos Estados Unidos, serão divulgados, quarta-feira, os índices inflacionários. A expectativa do indicador para os consumidores caiu de 6,8% para 6,2%, segundo pesquisa do Federal Reserve de Nova Iorque. O Senado também aprovou o projeto de lei que destina um pacote de estímulos financeiros para o combate às mudanças climáticas.

Enquanto os mercados aguardam os dados de inflação nos Estados Unidos, o Bitcoin mantém sua tendência de alta técnica, com um novo teste dos US$ 24 mil. Após um final de semana tipicamente lateral, a criptomoeda de referência viu uma disparada de preços nesta madrugada, com topo em US$ 24,2 mil. A volatilidade foi reduzida nesta tarde, com o ativo flutuando próximo de sua resistência. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 23,9 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 122 mil.

As perspectivas para o decorrer da semana ainda são bastante incertezas, gerando, portanto, um sentimento de cautela. Segundo os analistas da Cryptal Digital, os dados de inflação, na quarta-feira, vão ser um termômetro para capturar pistas sobre o próximo aumento de juros nos Estados Unidos. A estimativa passou a ser uma alta de 75 pontos-base, por conta do forte aumento de empregos no país. Para o Bitcoin e ações de maior risco, essa subida nos juros pode ser prejudicial no curto prazo, com a elevação dos rendimentos dos títulos do tesouro local.

Até que o evento se consolide, nossa equipe se vira novamente aos dados on-chain. Dentro dos gráficos, a oferta ativa de Bitcoin está diminuindo consideravelmente nos curto e médio prazos. Ou seja, mesmo com o recente aumento de preços, os compradores não estão se desfazendo de suas moedas. Ao mesmo tempo, o volume médio de transações segue baixo, indicando também que não há tantos compradores ativos no momento. Desta forma, o HODL parece ser a opção principal dos investidores, com a porção inativa da criptomoeda em carteiras por três anos ou mais aumentando, rapidamente, atingindo novos máximos históricos.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 23,7 mil, e a resistência em US$ 24,7 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI avança para 60%, com o mercado mais comprado, e o MACD retoma suas linhas cruzadas para cima.

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#758 – Bitcoin sustenta briga pelos US$ 23 mil

Em dia misto no exterior, a bolsa de valores brasileira registrou ganhos nesta sexta-feira (5). O Bitcoin reduziu sua volatilidade com os dados do payroll nos Estados Unidos, mas ainda em busca dos US$ 23 mil.

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 2,04%. Hoje, o índice manteve a tendência, com subida de 0,55%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,16.

Pelo Brasil, o mercado avalia que o ciclo de aumentos da SELIC pode já ter sido encerrado, embora o COPOM tenha deixado a porta aberta para novas subidas. Lá fora, a desaceleração nas vendas de semicondutores é mais um sinal da piora da economia global, já que os chips se tornaram uma boa referência da demanda global. Nos Estados Unidos, os dados do payroll vieram o dobro acima do esperado pelos analistas, retomando níveis pré-pandemia. A taxa de desemprego atingiu 3,5%, abaixo do consenso.

Com um dia de análise de dados econômicos, o Bitcoin operou com pouca volatilidade, mas ainda em busca dos US$ 23 mil. Pouco antes da abertura do mercado asiático, a criptomoeda de referência saltou de 22,3 mil para US$ 24,4 mil nesta manhã. Por duas vezes, os bulls tentaram romper o nível, mas sem sucesso. Agora, em ajuste, a moeda digital é comercializada a US$ 22,9 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 118 mil.

Embora os dados do payroll tenham vindo consideravelmente acima do esperado, os mercados operaram de forma mista e com certo viés de baixa nesta sexta-feira. Segundo os analistas da Cryptal Digital, com cada vez mais consumo, graças ao volume alto de emprego, o mercado precifica que a inflação pode continuar intensa, pelo maior montante de moeda circulante. Consequentemente, um novo aumento de 75 pontos-base dos juros nos Estados Unidos volta ao radar.

Com o Bitcoin também pressionado hoje, a criptomoeda passou relativamente ilesa pelo vencimento de opções nesta madrugada. Nossa equipe lembra que com o ativo acima dos US$ 23 mil, os contratos de compra apontavam vantagem considerável na expiração. Já em US$ 22 mil, a data levaria equilíbrio às operações. A falta de movimentação mais brusca do Bitcoin hoje é observada ainda na taxa de financiamento neutra dos contratos futuros, que aponta 0,01% em diversas corretoras.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 22,6 mil, e a resistência em US$ 23,1 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 53%, com o mercado mais comprado, e o MACD faz o cruzamento para baixo de suas linhas.

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#754 – Após semana de alta, Bitcoin corrige o preço

Em dia de ajuste, a bolsa de valores brasileira encerrou a segunda-feira (1º) com queda. O Bitcoin também mirou em correção natural, após dias de avanço, acompanhando o clima misto nos mercados internacionais.

Na última sexta-feira, o IBOVESPA teve alta de 0,55%. Hoje, o índice reverteu, com descida de 0,91%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,17.

Pelo Brasil, o risco fiscal segue em pauta, enquanto o Banco Central se reúne para definir a SELIC. A expectativa é que ela suba 0,5%. Nos indicadores, a confiança empresarial recuou 0,3 pontos em julho, após quatro altas seguidas, e a produtividade na indústria recuou 1,5% no primeiro trimestre. Lá fora, os dados de produção na Europa despencaram, enquanto, na Ásia, o índice manteve sua desaceleração. Todos os índices gestores de compras para os quatro maiores membros da zona do Euro indicaram contração. Nos Estados Unidos, o PMI industrial recuou 52,8 pontos, em julho, melhor do que o esperado.

Com as ações tradicionais operando de forma mista, o Bitcoin perdeu um pouco do ritmo de alta acumulado no final da última semana. Ainda no sábado, a criptomoeda de referência fez um salto rápido para os US$ 24,5 mil, antes de perder força no domingo. A luta na resistência foi arrefecida nesta segunda-feira, com os mercados ainda mirando correção. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 22,9 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 113 mil.

Os mercados globais vinham de altas consideráveis na última semana, após uma perspectiva mais positiva no discurso dos representantes do Banco Central norte-americano sobre sua economia. Segundo os analistas da Cryptal Digital, a perspectiva técnica, de fato, aponta para uma correção saudável e natural para os índices e o Bitcoin. Entretanto, os dados de emprego nos Estados Unidos passarão a ser o grande foco dos investidores, já que as autoridades norte-americanas apontam eles para justificar a inexistência de uma recessão.

Mais uma vez, os dados on-chain seguem demonstrando que o pior do Bitcoin já fora vivido em maio deste ano. Nossa equipe destaca que a alta de preços recente diminuiu a capitulação dos mineradores. Este processo de vendas pode se perdurar por mais algum tempo, mas com menor intensidade. Até a dificuldade de mineração deve ter seu primeiro aumento em dois meses, após três ajustes consecutivos para baixo. Ao mesmo tempo, os dados de derivativos mostram que o apetite institucional continua aquecido. Só o ETF de Bitcoin do Canadá adicionou 2,6 mil unidades da criptomoeda na última semana.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 22,9 mil, e a resistência em US$ 23,5 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 54%, com o mercado perto de um equilíbrio, e o MACD sustenta suas linhas cruzadas para cima.

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#753 – Ainda com ganhos, Bitcoin tenta superar os US$ 24 mil

Com humor ainda positivo no exterior, a bolsa de valores brasileira encerrou a sexta-feira (29) com ganhos. O Bitcoin manteve sua perspectiva de alta, enquanto ainda tenta romper os US$ 24 mil

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 1,14%. Hoje, o índice manteve a tendência, com subida de 0,55%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,17.

Pelo Brasil, a Petrobras registrou lucro acima de R$ 54 bilhões, uma alta de 26,8% na base anual. Na contramão, a Vale apontou lucro de R$ 30 bilhões, cerca de 25% abaixo na comparação anual. Nos indicadores, a taxa de desemprego vai a 9,3% em junho. Lá fora, o PIB da zona do Euro cresceu 0,7%, no segundo trimestre, de acordo com a primeira estimativa. Nos Estados Unidos, o PMI recuo para 52,1 pontos, em julho, contra previsão de 55 pontos. Já o núcleo da inflação avançou 0,6%, acima do esperado, e acumulando alta de 4,8% na base anual.

Com um dia menos agressivo nos mercados tradicionais, o Bitcoin continua lutando para sustentar seu avanço acima dos US$ 24 mil. Mesmo com um salto rápido aos US$ 24,4 mil, na última noite, o mercado asiático manteve a lateralização da criptomoeda de referência. Pela manhã, o ativo recuou para US$ 23,5 mil, mas os bulls impediram novas descidas. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 23,8 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 124 mil.

O recente aumento de juros pelo Banco Central norte-americano, aliado à recessão técnica e inflação acima do esperado nos Estados Unidos, não parece ter colocado muita pressão nos ativos esta semana. Segundo os analistas da Cryptal Digital, o cenário atual da maior economia do mundo basicamente posiciona o governo de modo a segurar o aumento dos juros para evitar uma piora local. Desta forma, pode haver um pouco mais de previsibilidade por parte dos investidores.

Enquanto isso, nossa equipe destaca, mais uma vez, os dados on-chain ainda sugerindo que a correção pode ter chegado ao fim. A métrica HODL Waves divide a oferta de acordo com a última movimentação de cada Bitcoin. O movimento atual é semelhante aos comportamentos observados em outros fundos macros. Em consonância, o saldo da criptomoeda em carteiras de câmbio representa, agora, apenas 12,6% da oferta geral, uma queda de 4,6% em comparação com o coronacrash, em março de 2020. Este é o menor número desde julho de 2018.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin 22,9 mil, e a resistência em US$ 24,4 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 61%, com o mercado mais comprado, e o MACD continua com suas linhas cruzadas para cima.

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#752 – Bitcoin tenta os US$ 24 mil com aumento de receita dos mineradores

O bom humor internacional foi bem recebido pela bolsa de valores brasileira que encerrou a quinta-feira (28) com ganhos. O Bitcoin manteve o avanço de preços de ontem, em meio a uma elevação das receitas dos mineradores.

Ontem, o IBOVESPA teve ganhos de 1,67%. Hoje, o índice manteve a tendência, com subida de 1,14%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,16.

Pelo Brasil, pouco mudou entre os investidores sobre o risco fiscal, que segue sendo monitorado de perto. Nos indicadores, o Índice de Preços ao Produtor marcou 1%, em junho, enquanto a confiança do setor de serviços subiu 2,2 pontos, mas a do comércio recuou 2,8 em julho. Lá fora, o minério de ferro na China continua acumulando ganhos esta semana, com uma melhora sobre o sentimento da economia na China. Nos Estados Unidos, o PIB caiu 0,9%, no segundo trimestre, ante uma expectativa de alta de 0,5%. Neste cenário, o país entra na chamada recessão técnica. A secretária do tesouro, hoje, manteve o discurso de que o mercado de trabalho forte tem fortalecido as finanças das famílias, assim como seus gastos, sendo contraditório a uma recessão.

Ao contrário dos últimos aumentos de juros nos Estados Unidos, o Bitcoin manteve os ganhos no dia seguinte pós-anúncio, flertando, agora, com os US$ 24 mil. Ainda na última tarde, a criptomoeda de referência já havia realizado um salto aos US$ 23 mil. O nível encontrou resistência na sessão asiática, mas houve pouca pressão de venda no período. À tarde, o ativo apontou novo avanço, acima dos US$ 24 mil. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 23,8 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 124 mil.

Desde o início do aumento de juros pelo Federal Reserve, o mercado apresentava um padrão de comprar o fato para, em seguida, vender os lucros de suas posições. Segundo os analistas da Cryptal Digital, o comportamento foi diferente hoje, com um segundo dia consecutivo de ganhos não só para o Bitcoin, mas também para as ações tradicionais. Até mesmo a recessão técnica da maior economia

do mundo não foi o suficiente para empurrar o apetite para baixo. Pode ter ajudado no humor mais positivos dos investidores, a mudança em um projeto de lei, que pelo menos adia o aumento de impostos sobre os norte-americanos mais ricos. Em contrapartida, o texto, que passará por votação ainda, deve incidir a tarifa sobre os gestores de fundos da bolsa de valores.

Para o Bitcoin, o final de semana vai se desenhando com tons otimistas. O recente avanço para a casa dos US$ 23 mil colocou a receita dos mineradores em alta novamente, após um sell-off do grupo para manter suas economias preservadas. Ao mesmo tempo, o vencimento de opções, amanhã, volta a mostrar uma vantagem considerável dos bulls. Com o Bitcoin acima dos US$ 22 mil, o volume de opções de compra na expiração de amanhã já são maiores do que os contratos de venda.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 23 mil, e a resistência em US$ 24,3 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI sobe para 61%, com o mercado mais comprado, e o MACD mantém suas linhas cruzadas para cima.

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#751 – Bitcoin sobe com apoio de dados das big techs

A bolsa de valores brasileira acompanhou a direção do mercado internacional e encerrou a quarta-feira (27) com ganhos. O Bitcoin avançou seu preço, apoiado pelos resultados corporativos positivos das big techs e tom otimista do Banco Central norte-americano.

Ontem, o IBOVESPA teve queda de 0,5%. Hoje, o índice reverteu a tendência, com subida de 1,67%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,25.

Pelo Brasil, permanecem a confiança abalada dos investidores nas contas fiscais. Nos indicadores, a confiança da indústria recuou 1,7 em julho. Lá fora, empresas de tecnologia, como Alphabet e Microsoft apresentaram crescimento expressivo. Na China, o lucro industrial apontou alta anual de 0,8%, em junho. Nos Estados Unidos, o presidente Joe Biden abandonou o isolamento, após seu último teste de COVID-19 retornar negativo. A autoridade deve conversar com o presidente chinês esta semana para compreender a situação sobre Taiwan. O Banco Central norte-americano também decidiu por aumentar a taxa de juros em 75 pontos-base. Em coletiva, Jerome Powell disse que o aumento de juros pode ser desacelerado na reunião de setembro, a depender da inflação, a qual confia que está voltando para sua meta de 2%. A autoridade destacou ainda que a demanda continua ativa, e o crescimento do emprego e salários fortes não são consistentes com uma recessão.

Enquanto os mercados se beneficiam dos balanços corporativos, o Bitcoin demonstrou um movimento tímido de recuperação de preços até as falas de Powell. Ainda no início da última noite, a criptomoeda de referência recuperou o nível dos US$ 21 mil, onde permaneceu ao longo de toda a manhã e começo da tarde. O topo em US$ 21,4 mil foi quebrado para cima, após o anúncio do FED, até atingir os US$ 23 mil. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 22,7 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 119 mil.

Ao contrário de ontem, as empresas de tecnologia nos Estados Unidos anunciaram balanços corporativos positivos, alimentando o apetite ao risco dos investidores hoje. Segundo os analistas da Cryptal Digital, com as big techs superando o desempenho dos varejistas, o Bitcoin também se beneficia por sua atual correlação com o S&P 500 e Nasdaq. Não à toa, o movimento de ganhos desde a última noite aconteceu mesmo antes da definição do Banco Central norte-americano sobre sua taxa de juros. O ativo intensificou os ganhos, com o tom otimista do FED e a possibilidade de uma redução no aumento de juros na próxima reunião. Resta saber, porém, se a quinta-feira irá repetir os eventos pós-anúncio do Banco Central, quando muitos investidores optaram por vender os ganhos do ativo.

Entretanto, as discussões seguem apertadas em relação ao fundo macro da criptomoeda de referência. Nossa equipe destaca que dados técnicos ainda sugerem que possíveis quedas podem acontecer no curto prazo. Por outro lado, os dados on-chain, como mencionados no boletim de ontem, continuam apontando que boa parte da capitulação já ocorreu, e novas descidas abruptas talvez não estejam mais no radar. Ao mesmo tempo, o RSI continua indicando um mercado sobrevendido.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 22,2 mil, e a resistência em US$ 23 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI aponta os 55%, com o mercado de novo sob controle dos bulls, e o MACD mantém suas linhas cruzadas para cima.

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https://anchor.fm/cryptal-digital/episodes/751—Bitcoin-sobe-com-apoio-de-dados-das-big-techs-e1lp9n3

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#750 – Em cautela pré-FED, Bitcoin reduz volatilidade

A bolsa de valores brasileira acompanhou o mercado internacional e encerrou a terça-feira (26) com queda. O Bitcoin também operou em baixa, em meio a cautela intensificada pelo anúncio dos juros, amanhã, pelo Banco Central norte-americano.

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 1,36%. Hoje, o índice reverteu, com descida de 0,5b%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,34.

Pelo Brasil, o mercado continua discutindo os riscos fiscais e a possibilidade de a PEC Kamikaze reduzir a credibilidade do país para novos investimentos. Nos indicadores, o IPCA-15, prévia oficial da inflação, subiu 0,13%, em julho. Lá fora, o Fundo Monetário Internacional (FMI) cortou a previsão de crescimento do PIB global para 3,2% este ano, ante 3,6% do relatório de abril. Na Europa, o gás ofertado pela Rússia, agora cortado para 20%, preocupa os países. Nos Estados Unidos, os balanços corporativos de hoje foram abaixo do esperado, com o Walmart cortando projeções de lucro. O índice de confiança do consumidor recuou pelo terceiro mês seguido, para 95,7, ante previsão de 97,2.

Na espera do anúncio da nova taxa de juros pelo Federal Reserve, o Bitcoin desceu um degrau de seu preço, antes de reduzir a volatilidade. Poucas horas antes da abertura do mercado asiático, a criptomoeda de referência recuou de US$ 22,2 mil para US$ 20,8 mil. A partir daí, a variação de preços foi amenizada, com o ativo flutuando próximo dos US# 21 mil. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 20,9 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 112 mil.

Assim como as ações tradicionais, o Bitcoin opera com bastante cautela nesta terça-feira, um dia antes do anúncio do Banco Central norte-americano sobre seu novo aumento de juros. Investidores ainda apostam em um avanço de 75 pontos-base. Ao mesmo tempo, segundo os analistas da Cryptal Digital, conflitos regulatórios e tratamentos diferentes entre as exchanges pela Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC), colocou pressão e caos nas perspectivas de uma possível regulamentação no futuro. A entidade, agora, investiga a Coinbase sobre possível negociação indevida de ativos digitais.

Enquanto os fundamentos mais próximos não se concluem, nossa equipe analisa os dados on-chain e técnicos. Embora o Bitcoin tenha perdido o suporte da mediana da banda de Bollinger, que sugere novas quedas a caminho, o RSI diário e semanal continua apontando um mercado bastante sobrevendido. O indicador de lucro e perda líquida não realizado sugere também um ponto de reversão para uma possível nova subida de preços. Da mesma forma, os mineradores se desfizeram de parte de suas reservas para manter uma receita alta. O nível atual deste indicador está no mesmo patamar baixo dos registrados no corona crash, em março de 2020, e nos bear-markets de 2015 e 2018.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 20,9 mil, e a resistência em US$ 21,6 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI aponta os 43%, com o mercado novamente mais vendido, e o MACD continua com suas linhas cruzadas para cima.

Este foi o boletim Cryptal News desta terça-feira. Veja essa e outras análises em nosso WhatsApp e nos canais de áudio oficiais. Siga a gente também nas redes sociais para acompanhar o dia a dia de nossa equipe!

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#748 – Balanço negativo das big techs pressiona o Bitcoin

A bolsa de valores brasileira acompanhou o mercado internacional e encerrou a sexta-feira (22) com queda. O Bitcoin tenta se manter próximo dos US$ 23 mil, após impactos negativos dos balanços das big techs.

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 0,76%. Hoje, o índice reverteu, com descida de 0,11%. O dólar ficou estável, cotado a R$ 5,49.

Pelo Brasil, o risco fiscal segue em pauta, com a equipe do ministério da Economia trabalhando para realizar cortes de até R$ 5 bilhões no orçamento para bancar a PEC Kamikaze. Lá fora, o Banco Central da Rússia cortou seus juros em 150 pontos-base. Na próxima quarta-feira, são os Estados Unidos que vão decidir sua política monetária, com um provável aumento de 75 pontos-base na taxa básica. Por lá, os PMIs vieram abaixo dos 50 pontos, indicando retração, enquanto os resultados corporativos das empresas de tecnologia apontaram recuo forte. Na Europa, os mesmos PMIs também ficaram abaixo da mediana.

Mesmo com a queda das empresas de tecnologia, o Bitcoin tenta sustentar sua luta para se segurar nos US$ 23 mil. Com certa pressão vendedora na abertura do mercado asiático, a Europa colocou os bulls no controle das ações, elevando a criptomoeda de referência para uma máxima de US$ 23,7 mil. À tarde, porém, o ativo foi pressionado pelos fundamentos macroeconômicos. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 22,6 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 125 mil.

A manhã desta sexta-feira trouxe receio a boa parte do mercado, com as empresas de tecnologia vendo suas ações caírem, após os balanços coorporativos negativos no segundo trimestre. De acordo com os analistas da Cryptal Digital, o Bitcoin tem apresentado uma correlação com as ações das big techs. Ao mesmo tempo, a criptomoeda de referência viu a continuação da correção, depois dos dados de PMI nos Estados Unidos indicarem retração da economia.

Embora muitos dados on-chain e até mesmo de mercado sinalizem que o fundo macro da recente queda da criptomoeda já tenha sido alcançado, há ainda muito receio entre os investidores para possíveis novos saltos. Os dados de derivativos mostram que os compradores ainda não estão confortáveis em manter suas posições abertas por muito tempo. Esse comportamento pode ser visto, em partes, na praticamente zero diferença entre os preços do Bitcoin em spot, ou seja, à vista, e os de futuros.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 22,4 mil, e a resistência em US$ 24,6 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI aponta os 56%, com o mercado mais comprado, e o MACD mantém suas linhas cruzadas pra cima.

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#747 – Bitcoin recupera os US$ 23 mil, mesmo com venda da Tesla

Em dia de agenda econômica fraca, a bolsa de valores brasileira encerrou a quinta-feira (21) com ganhos. O Bitcoin recuperou os US$ 23 mil, mesmo com a venda do ativo pela Tesla.

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 0,04%. Hoje, o índice manteve a tendência, com subida de 0,76%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,49.

Pelo Brasil, o risco fiscal e as tensões políticas continuam sendo o foco dos investidores, em dia de agenda econômica mais fraca. Lá fora, o Banco Central Europeu elevou os juros em 50 pontos-base, em linha com as expectativas. A representante monetária, Christine Lagarde, disse que as perspectivas são “nubladas” no segundo semestre, enquanto indicadores sugerem que o preço da energia deve continuar alto no curto prazo. Entretanto, o mercado de trabalho segue forte. Nos Estados Unidos os pedidos de auxílio-desemprego foram de 251 mil, acima do esperado. Já a Rússia retomou o envio de gás para a Europa.

Assim como os mercados tradicionais, o Bitcoin recuperou os US$ 23 mil, mesmo com o aumento de juros na Europa e venda do ativo pela Tesla. Logo na abertura do mercado asiático, a criptomoeda de referência vivenciou uma correção, que perdurou até esta manhã, com uma mínima de US$ 22,3 mil. Entretanto, os bulls voltaram ao comando das ações à tarde, colocando o ativo de volta aos US$ 23 mil. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 23,1 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 127 mil.

A expectativa em cima do aumento de juros na Europa levou praticamente todos os mercados, inclusive o Bitcoin, a recuarem no início de suas sessões. Segundo os analistas da Cryptal Digital, o mecanismo de conter a inflação, ao mesmo tempo, também é responsável por dificultar empréstimos e financiamentos, o que pode levar a uma recessão econômica.

Pesou ainda negativamente para o Bitcoin hoje, relatos de que a Tesla vendeu cerca de 75% de suas participações na criptomoeda, em junho. Nossa equipe destaca que a venda do ativo pela fabricante de carros elétricos adicionou um volume considerável da moeda no mercado e intensificou a pressão vendedora no período. Hoje, a notícia acrescentou uma dose de volatilidade especulativa considerável.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 22,4 mil, e a resistência em US$ 24,6 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 58%, com o mercado mais comprado, e o MACD sustenta suas linhas cruzadas para cima.

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