Capital da Coréia do Sul quer criar própria criptomoeda

Embora as criptomoedas sejam um assunto extremamente polêmico nos governos de diversos países e divida a opinião de seus comandantes, alguns políticos acreditam no poder que a tecnologia das moedas virtuais pode oferecer aos cidadãos.

Recentemente, para tentar iniciar um combate à crise econômica vivida pela Venezuela, o país lançou uma criptomoeda própria, chamada Petro. Agora, é a vez de Seul, capital da Coréia do Sul, também iniciar os trabalhos para criar sua própria moeda.

A “S-Coin” será utilizada, a princípio, em programas de benefícios sociais financiados pela cidade, afirmou o prefeito de Seul, Park Won-soon, em entrevista à CoinDesk Korea. Um fundo de apoio ao avanço desse tipo de tecnologia e startups também deve ser criado.

Assim como a Estônia, que estuda aplicar a tecnologia do Blockchain em todos os processos administrativos do governo, a ideia do chefe do executivo é também expandir o uso desta ferramenta em todos os processos burocráticos da cidade, como o sistema de transporte público.

Outra função da S-Coin, indicada por Won-soon, é utilizar a criptomoeda como um método de pagamento para programas de bem-estar para funcionários públicos, no auxílio à procura de empregos por jovens e como recompensa para cidadãos que preservam o meio ambiente ao economizar água, eletricidade e gás.

Para que tudo isso saia do papel e se torne realidade, Won-soon acredita que é preciso alterar as leis que regem as criptomoedas no país, declarando ser necessário ter um apoio institucional e legal para criar a S-Coin.

Este pode ser um processo demorado, já que os reguladores sul-coreanos ainda não possuem uma posição muito clara sobre como trabalhar com as moedas virtuais.

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