Petro passará a ser negociado internacionalmente

A população da Venezuela vive um monte de extrema dificuldade. Com a crise econômica do país, o acesso à comida, produtos de higiene, entre outros é bastante escasso.

Como uma forma para conter a inflação crescente no país, o presidente Nicolás Maduro anunciou a criação de uma criptomoeda, chamada de Petro, que poderia ser comercializada entre os venezuelanos, mas com planos de abrir para o capital estrangeiro.
Na última semana, o chefe do executivo, então, anunciou que, em 1º de outubro, iniciaram as negociações da moeda virtual Petro com investidores de fora da Venezuela. Além disso, afirmou que ela poderia ser utilizada como base para conversão de valores, compra de produtos e no mercado de commodities.
Porém, a situação do país é tão complicada, que nem mesmo as vantagens da criptomoeda estão sendo capazes de reverter o atual cenário político e econômico.
Segundo uma reportagem da agência Reuters, há uma baixa aderência à nova criptomoeda não apenas em países europeus e asiáticos – no segundo caso, há grande restrição à moedas virtuais –, mas também na própria Venezuela.
A matéria publicada afirma que poucos lojistas aceitam o Petro como forma de pagamento pelos produtos e serviços. As principais corretoras do país também não trabalham com a moeda.
Esse cenário retrata bem a confusão vivida pelos venezuelanos, pois nem mesmo a criptomoeda está sendo capaz de dar conta de reverter a situação. Isso vai na contramão do que outros países, como Irã e Austrália que tem conseguido bons resultados perante à crise e outras sanções, com os Bitcoins e outros ativos.

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