Bitcoin é solução para “bagunça” das moedas fiduciárias

Há uma névoa no mundo, sobrevoando muitos países e trazendo uma radiação de crises financeiras uma atrás da outra. Mesmo quem está um pouco mais estabilizado economicamente, ainda sente um calafrio com a iminência de uma dessas nuvens chegarem ao seu território.

Essas crises se traduzem, em grande parte, na desvalorização da moeda local, com preços dos produtos no mercado aumentando, a taxa de desemprego crescendo e o poder de compra indo pelo ralo. Tudo isso para atender aos interesses de meia dúzia entre governos, bancos e grandes empresas. Quem sofre com isso, é a maioria da população.

Para o jornalista e entusiasta das criptomoedas, Max Keiser, as moedas tradicionais são um problema, mas estão com os dias contados, graças ao Bitcoin. “A primeira função do Bitcoin é limpar a bagunça deixada no mundo com dinheiro fiduciário. A violência inerente ao dinheiro fiduciário deve ser substituída pela natureza pacífica do Bitcoin”, comentou.

Keiser comentou também sobre governos que se sentem ameaçados pelas criptomoedas, como é o caso das declarações do parlamentar norte-americano Brad Sherman. “O Bitcoin é a moeda de uma revolução global e o pesadelo do dinheiro de confiança. Bitcoin é o dinheiro da resistência”.

O discurso, dado durante sua apresentação “Por que o Bitcoin é importante nos mercados emergentes”, no Labitconf, no Uruguai, usou a vizinha Argentina como um modelo para a adoção em massa da criptomoeda.

Keiser relembrou a crise de anos que o país vive e como a população recorreu ao dólar norte-americano e às criptomoedas – principalmente o Bitcoin – para escapar desse problema. Com as restrições do Banco Central para a compra de dólar, o país iniciou uma corrida ainda maior atrás da moeda digital.

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