Mineração de Bitcoin vai ajudar a aquecer casas da Ucrânia

Para os mineradores de criptomoedas, um dos maiores desafios é encontrar o salto de rentabilidade entre o alto gasto de energia elétrica e o número de Bitcoins ou outras moedas digitais mineradas. Para isso, muitas empresas – ou fazendas – vão para regiões em que a eletricidade é barata, como muitos vilarejos chineses, Venezuela – onde boa parte é subsidiada pelo governo – e em antigas minas do leste europeu.

Essa atividade, com o alto consumo de eletricidade, fez com que empresas pensassem em maneiras mais baratas de se conseguir energia. Mas a Hotmine pensou um pouco diferente e preferiu oferecer um processo adicional.

Com o equipamento Hotmine CM-1, vendido a US$ 800 no site, a empresa afirma ser possível minerar Bitcoins e, com o calor gerado pela máquina, aquecer um cômodo de até 10 m². Outra vantagem é que o produto não tem ruídos, sendo uma opção bastante interessante para a parte interna das residências.

A empresa destaca também que, além do aquecimento, é uma oportunidade para os proprietários de rentabilizar, mesmo em momentos em que o Bitcoin estiver em uma curva decrescente.

Ao contrário do que a maioria das mineradoras tenta, em resfriar seus equipamentos, a Hotmine quer o calor gerado por essas máquinas!

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