Doações em Bitcoin podem salvar pessoas do coronavírus

Na última semana, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que o coronavírus, que foi responsável por isolar cidades na China e abalar o mercado financeiro, estava em estágio de pandemia. A doença avançou rapidamente pelo continente até chegar à Itália e outros países da Europa, tornando a região o epicentro da contaminação agora.

Com a velocidade e alcance do Covid-19, os hospitais estão ficando lotados com pessoas apresentando suspeita do vírus e até outras sendo diagnosticadas e precisando de tratamento.

Para dar vazão a essa demanda, há muitas instituições que ajudam nesse trabalho. A Cruz Vermelha, fundada em 1859, é uma dessas. Com unidades na Itália e Holanda, a organização está ajudando nos atendimentos.

Por ser uma entidade sem fins lucrativos, a Cruz Vermelha possui milhões de apoiadores que fazem doações regularmente para manter suas atividades. Mas com a expansão do coronavírus, a instituição precisou recorrer a novas modalidades de recolhimento financeiro para aumentar a assistência.

A partir de agora, o Bitcoin, principal criptomoeda o mundo, estará disponível no método de doação da Cruz Vermelha. A vantagem neste cenário é que a moeda digital é global, portanto, consegue alcançar áreas de difícil acesso, e também funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, diminuindo a dificuldade de angariar fundos.

Vale lembrar que o coronavírus é uma doença de fácil e rápido contágio, levando pessoas, inclusive, à morte. Mesmo não fazendo parte do grupo de risco, é importante se prevenir, seguindo as medidas adotadas pelas autoridades em saúde, para que outros não sejam prejudicados.

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