Sem bancos e desvalorização de moedas, sul-americanos vão atrás do Bitcoin

O mundo todo está bastante preocupado com a pandemia do novo coronavírus. O contato entre pessoas está cada vez mais restrito e autoridades sanitárias estão pedindo para que a população não saia de casa para, então, conter a crise da saúde.

Esse movimento levou a empresas liberarem seus profissionais para trabalharem em casa ou até mesmo paralisaram suas operações até que tudo volte ao normal. A circulação de pessoas na rua está até fechando comércios, já que não tem para quem vender produtos.

Na Venezuela, a atitude chegou aos bancos. Por perdido do presidente Nicolás Maduro, o chefe do SUDEBAN – órgão regulador do sistema bancário –, Antonio Morales Rodriguez, pediu para que as instituições parassem com os atendimentos.

“Estou escrevendo esta carta para instruí-lo que, a partir de segunda-feira, 16 de março de 2020, todas as atividades que envolvam atenção direta a clientes, usuários e público em geral por meio de agências, filiais, escritórios e sedes administrativas em todo o país serão encerradas indefinidamente”, dizia o texto.

Isso deixou o povo venezuelano sem acesso ao dinheiro. Por sorte, eles já são grandes adeptos das criptomoedas e começaram uma busca intensa pela criptomoeda. Segundo dados da LocalBitcoin, um novo recorde foi atingido essa semana, saltando de 491 BTCs negociados para 540 BTCs.

Mesmo com dificuldades de compra de moedas digitais, os Argentinos também tiveram alta no volume negociado. Já a Colômbia, que tinha um pico de 289 Bitcoins transacionados, se destacou, com, agora, 403 moedas.

O mercado financeiro está agitado, e as moedas locais se desvalorizam a cada dia. Porém, o Bitcoin encontrou sua estabilidade e está sendo um porto-seguro para muitas pessoas.

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