Bitcoin começa a se expandir em vários países

Os Bancos Centrais de muitos países estão se desdobrando para tentar equacionar as perdas e proteger seus cidadãos e, principalmente, a economia local dos efeitos que a pandemia do novo coronavírus trouxe ao mundo. Ao contrário do que ocorreu na crise financeira de 2008, nos Estados Unidos, dessa vez há um aliado bastante poderoso na luta: o Bitcoin.

Mesmo com dez anos de criação, muitos governos ainda olham bem torto para as criptomoedas. Isso fez com que quase nenhum trabalhasse diretamente com o Bitcoin, apenas com dólar norte-americano.

O problema é que com essa turbulência toda no mercado financeiro, a injeção de dinheiro, principalmente nos Estados Unidos, está desenfreada. Os Bancos Centrais estão torrando todas as balas do cartucho. O Federal Reserve, por exemplo, já desembolsou mais de US$ 1 trilhão e mais ainda está por vir. Essa ação irá, em um curto prazo de tempo, criar uma hiperinflação na economia local, na qual o mundo todo se baseia, levando a uma desvalorização do dólar.

Essa insegurança instalada nas economias está levando o Bitcoin ser altamente procurado, principalmente em países que não estavam no mainstream da criptomoeda, como Índia e Filipinas. Segundo dados da Local Bitcoin, Japão, Argentina e Egito também trocaram bastante suas moedas locais pela digital.

Para a diretora de marketing da Exchange BTSE, Lina Seiche, o pior da crise econômica ainda está por vir, e as características de liquidez e possibilidades de negociação do Bitcoin podem levar o ativo à uma posição ainda mais importante no mundo.

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