Coreia do Sul segue China e inicia projeto de criptomoeda própria

Ações de determinados países tem bastante influência em como outras nações vão se comportar. Principalmente se quem “cria tendências” possui um forte poder econômico e político, como China e Estados Unidos.

Os dois, embora não oficialmente e até com algumas rusgas, são bem receptivos às criptomoedas. O presidente chinês, Xi Jinping, inclusive, já declarou, no final do ano passado, que o país deverá se tornar a liderança no desenvolvimento da tecnologia blockchain. Com a diminuição da pandemia do coronavírus no país, a China mais uma vez tomou a frente no assunto. Seu Banco Central (BC) comunicou que está retomando a elaboração de sua criptomoeda própria.

Com a corrida já iniciada, outros países estão correndo atrás. A Coreia do sul é uma delas. Por meio de seu BC, foi divulgado um projeto piloto, de 22 meses – começando agora em abril –, para analisar as questões legais, técnicas e de equivalência para a substituição do dinheiro físico para o digital.

“EUA e Japão não tinham planos de emitir uma CBDC em um futuro próximo, mas mudaram de posição recentemente para aprimorar a pesquisa na área emergente”, explicou uma autoridade ao jornal Korea Times.

“O BOK também decidiu permanecer proativo na rápida mudança nos ambientes de pagamento aqui e no exterior, por isso vamos configurar o sistema piloto da CBDC e verificar questões técnicas e legais em torno de sua introdução aqui”, complementou.

A China é a segunda maior economia do mundo e, claro, influencia as ações de outros países. Assim como houve uma onda regulatória dos ativos digitais, uma nova onda, de criação de criptomoedas estatais, também parece estar se formando.

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