Negociações de contratos em Bitcoin crescem 1000%

Com a pandemia do novo coronavírus, muitos investimentos perderam bastante força não apenas no Brasil, mas em todos os mercados globais. Até mesmo o petróleo norte-americano e seus contratos quase viraram água para as pessoas que apostaram no óleo.

 

O Bitcoin, principal criptomoeda do mundo, sofreu bem nesse período também. O ativo despencou mais de 50% em apenas dois dias. Porém, ao contrário do mercado tradicional, que pede socorro até agora, a moeda digital, em menos de dois meses, recuperou seu valor, apoiada por sua comunidade e ainda pelo halving, em 11 de maio.

 

Com o forte desempenho da criptomoeda nesse momento de pandemia e oscilações financeiras, atraiu os investidores da bolsa de valores de Chicago (CME). Em 15 de maio, o volume de dinheiro fiduciário sendo alocado em opções de Bitcoin disparou para US$ 142 milhões. Esse número, segundo a empresa de análise de mercado Skew, representa um aumento de 1000% em relação ao final de abril, quando foram negociados “apenas” US$ 12 milhões.

 

Esse crescimento começou já nos primeiros dias de maio. Entre 05 e 06, a CME acumulou US$ 10 milhões de entrada em contratos da criptomoeda. No dia 8, porém, houve um queda de 90% nas aplicações, sendo este o último dia de negociações antes do halving. Após o evento que cortou a recompensa aos mineradores pela metade, o volume de investimentos só aumentou desde então.

 

Enquanto muitas pessoas estão diversificando seu portfólio, as empresas também começaram a fazer esse movimento. Na própria bolsa de Chicago, os contratos futuros baseados em Bitcoin bateram recordes de US$ 2 bilhões, no dia 7 de maio.

 

A forte alavancada do Bitcoin e principalmente sua reação diante à queda de preços durante a pandemia se mostrou como uma característica bastante animadora aos investidores que viam suas aplicações caírem diariamente.

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