Investidores começam com Bitcoin, mas desbravam altcoins

Com o forte “bum” das criptomoedas em 2016, principalmente com as altas incríveis que o Bitcoin conquistou, chegando a bater os US$ 20 mil, muitos investidores passaram a comprar a criptomoeda. Porém, não só o BTC trouxe ótimos retornos, mas as outras milhares de altcoins espalhadas pelo mundo criaram oportunidades excelentes para quem se aprofundou nesse mundo.

 

O Bitcoin foi a primeira moeda digital a ser criada. Isso, claro, dá um status de “manda-chuva” da parada. É possível até mesmo ver isso nos números divulgados pela Binance, uma das maiores exchanges de criptomoedas do mundo. Por lá, 60% dos usuários que realizam a primeira compra na plataforma optam pelo Bitcoin, enquanto 40% escolhem alguma outra criptomoeda.

 

Mesmo com essa forte dominância da moeda, que também se repete em outras exchanges, a empresa destaca que o BTC funciona como uma porta de entrada para outras altcoins disponíveis na plataforma. De acordo com os dados, apenas 24% dos usuários da exchange mantém suas aplicações apenas nesse ativo e não exploram as outras opções.

 

Uma das explicações para esse movimento ocorreu em 2017, quando o Bitcoin passou a valorizar muito rapidamente e isso trouxe à tona uma tonelada de outras criptomoedas só esperando que alguém as escolhessem ou até as financiassem, por meio de uma ICO (Oferta Inicial de Moeda). Com resultados bons já em mãos, gerados pelo Bitcoin, investidores passaram a desbravar o mundo cripto em busca de outras opções tão interessantes quanto. Nesse período, o volume de negociações com as altcoins chegou a bater os 70% na Binance, enquanto o Bitcoin caiu para 30%. Com o passar dos anos, o trono de líder nas transações voltou a ser do BTC.

 

O relatório da exchange aponta também que, em dezembro de 2019 e começo de 2020, o número de negociações envolvendo Ethereum, Tezos, BAT e Stellar – moedas digitais também bastante conhecidas – dispararam no período.

 

Mesmo com esse movimento para as altcoins, a exchange acredita que o Bitcoin manterá sua dominância por um longo tempo. Porém, destaca que o os volumes de varejo na plataforma mostram uma forte propensão a ativos alternativos.

 

No Brasil, a exchange CashCode também aposta na diversificação do portfólio de seus usuários. Lá, existem oito criptomoedas, além do Bitcoin, disponíveis para negociação, como: Ethereum; Ripple; Bitcoin Cash; Litecoin; Cardano; Monero; Neo; ZCash; e Dogecoin!

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