Bitcoin retoma status de reserva de valor

Com a chegada do novo coronavírus e seus impactos na sociedade e sistema de saúde trouxe danos muito fortes também ao sistema financeiro global. Pessoas das mais diferentes classes sociais que tinham algum tipo de investimento ou reservas de valor viram suas economias perderem força.

 

O Bitcoin, que até então era visto como uma reserva de valor bastante interessante, foi atingido pelo COVID-19. Porém, em comparação com mercados tradicionais, como bolsas de valores, ouro e até mesmo o petróleo, seu desempenho foi muito acima. Em pouco menos de dois meses após o início da pandemia, a criptomoeda está muito próxima de recuperar seu valor total pré-fechamento dos mercados.

 

Essa rápida recuperação fez com que muitos especialistas que desacreditaram a criptomoeda, mudassem de opiniões e colocassem o Bitcoin novamente como uma reserva de valor consistente.

 

Um dos defensores desse status é o chefe do fundo de hedge de criptomoeda Ikigai, Travis Kling. Em seu Twitter, o analista destacou que, mesmo com as quedas, o ativo digital teve rendimentos estáveis aos hodlers. “O preço do #Bitcoin aumentou 0,60% entre o final de fevereiro e o final de abril, em meio a um dos eventos econômicos mais catastróficos da história”.

 

O CEO da Pantera Capital, Dan Morehead, relembrou que a motivação para a criação do Bitcoin foi durante a crise financeira de 2008, nos Estados Unidos. “O Bitcoin nasceu em uma crise financeira. Chegará a maioridade neste ano”.

 

A moeda digital continua sua recuperação de valor e a aproximação do halving está sendo uma ótima alavanca para o desempenho superior do ativo em comparação a outros índices.

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