Sensação do momento, Cardano quer ser usada também como moeda física

Embora o Bitcoin seja o rei do mundo cripto, e o Ethereum tenha o papel de um “príncipe”, talvez, a criptomoeda Cardano tem ganhado bastante a atenção do mercado cripto recentemente, apresentando valorizações bastante interessante aos investidores e um desenvolvimento no médio e longo prazo de aplaudir de pé.

 

Entre as novidades que a moeda digital traz ao setor tecnológico e financeiro, o fundador da Cardano (ADA), Charles Hoskinson, em entrevista ao portal Cointelegraph, apresentou o recente trabalho em que sua equipe está debruçada para colocar em prática no futuro. A ideia se baseia em um chip que permite seus usuários a utilizar a moeda digital para diversos fins, sem precisar estar conectados à internet, imitando uma moeda física.

 

Com essa novidade, a empresa quer levar inovação à toda comunidade das moedas digitais e também apoiar setores tradicionais, como autenticação e gerenciamento de produtos de luxo e agricultura, por exemplo. “Você sabe, o objetivo principal do Bitcoin era ir do dinheiro para algo que é como dinheiro online. Mas e se você quiser ir na direção oposta? E se você quisesse passar de uma criptomoeda nativa para algo que tenha um cache como a experiência do usuário? É muito difícil ficar sem um componente de hardware”.

 

Sobre o uso da moeda digital sem acesso à internet, Hoskinson observa a situação dos agricultores na África. Por lá, apenas 2%, dos 6 milhões de profissionais dessa área, possuem smartphones. Isso quer dizer que “98% dessas pessoas estão na maior parte offline e desbancarizados ou digitais. Se eu estivesse construindo um sistema monetário para eles, provavelmente seria uma má ideia dizer: ‘ah, você precisa usar uma moeda sempre on-line e puramente digital’. Você precisa de outra coisa”.

 

Para a implementação desse chip, Hoskinson diz que deverá levar alguns anos até ser totalmente aperfeiçoado. Segundo ele, o sistema emite uma chave privada, que será transferida para outro chip, movendo o valor e fornecendo a prova de apagamento. Essa última fase certifica de que a chave exista apenas no novo dispositivo. Como não precisaria de internet, o chip poderia ser acoplado em uma capa de telefone. “O que é legal na solução é que ela é infinitamente escalável, porque essas transações realmente não ocorrem na blockchain. Para a blockchain, nada aconteceu”m finaliza o empresário.

 

As novidades podem ajudar a levar a criptomoeda a um outro patamar e apostar nela para uma rentabilidade futura pode ser uma alternativa bastante viável.

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