Diplomatas brasileiros vão ter que saber de blockchain e criptomoedas

Desde 2008, quando foi lançado, o Bitcoin mostrou ao mundo o que eram as criptomoedas. De lá para cá, a tecnologia passou a desempenhar um papel super importante em todo o mundo, trazendo novas perspectivas financeiras e também políticas.

 

Um bom exemplo do uso das moedas digitais nesses setores é o Irã. O país sofre com sanções financeiros dos Estados Unidos, que passa por dificuldades econômicas bastante intensas, levando problemas ao dia a dia de sua população. Para reverter esse quadro, além do uso permitido das moedas digitais no território, o governo também oficializou a mineração do Bitcoin. Hoje, o país já é responsável por 3,82% da atividade mundial.

 

Com essa importância nas relações internacionais que as criptomoedas estão apresentando, e Bancos Centrais desenvolvendo seus próprios ativos digitais, a edital do Concurso de Admissão à Carreira de Diplomatas do Brasil está exigindo conhecimentos sobre “Criptomoedas, blockchain e os impactos na economia mundial”. O programa disponibiliza 24 vagas para a classe de terceiro-secretário, pagando um salário de quase R$ 19,2 mil.

 

Essa mudança no paradigma dos órgãos governamentais comprovam as mudanças que a tecnologia blockchain e das criptomoedas estão promovendo em todo o mundo, exigindo ferramentas para lidar com essa revolução do sistema financeiro.

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