Investidor que comprou Bitcoin em 2011 vê ativo valorizar mais de 350.000%

Quando foi lançado em 2009, o Bitcoin era considerado uma moeda “sem valor”. O primeiro registro mais alto aconteceu em 2010, quando cada ativo digital passou a valer US$0,39. Já em 2011, seu preço variava entre US$1 e US$3. Se nessa época você tivesse a oportunidade de investir todo seu dinheiro na criptomoeda, você o faria? Com o conhecimento que tem hoje, a resposta provavelmente seria sim, mas muita gente perdeu a chance.

Apesar da pouca popularidade, teve quem acreditasse no potencial da moeda digital, e Rick Falkvinge foi um deles. Mesmo sendo criticado e chamado de louco, Falkvinge não duvidou do futuro do Bitcoin quando investiu tudo que tinha na poupança no ativo.

Segundo o entusiasta, a opção de transferir todo seu dinheiro veio por três motivos: performance; utilidade e fatores técnicos. O investidor analisou, naquele período, que além da criptomoeda ter valorizado 1.000 vezes em apenas 14 meses, em comparação com o dólar, o fato do BTC também suprimir a burocracia, as taxas de transação e os atraso dos intermediários do sistema financeiro tradicional, parecia vantajoso. Também, segundo cálculos feitos por ele em 2011, a moeda digital seria valorizada mais de mil vezes nos anos seguintes.

Agora em 2020, podemos confirmar que o investidor estava certo. Com o Bitcoin batendo níveis altíssimos, a valorização desde a compra, em 2011, passou dos 350.000%. Se antes o preço não batia os US$4, hoje em dia, chega a números como US$ 12 mil por unidade. 

Se comparado a empresas que começaram no mesmo ano, o crescimento torna-se ainda mais impressionante. Segundo uma matéria divulgada em 2019 pelo site Valor Investe, da rede Globo, a Magazine Luiza, por exemplo, uma das companhias mais importantes do Brasil, teve um salto de 1.000% em suas ações desde o mesmo ano até abril do ano passado.

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