Do limão à limonada : Auxílio vira Bitcoin

Com a chegada do novo coronavírus, muitas empresas tiveram que ser encerradas. Devido a impossibilidade das pessoas saírem às ruas, os comércios e restaurantes fecharam as portas e muitos trabalhadores foram dispensados.

Em meio a essa preocupação no aumento do número de desempregados, o governo brasileiro  disponibilizou um auxílio-emergencial, como uma ajuda para sustentar essas pessoas. Inicialmente foram distribuídas  parcelas de  R$600 e depois de R$300. Os valores foram destinados a pessoas desempregadas e sem renda mínima.

Muitos usaram o dinheiro para compras básicas. Já outros, como o estudante Raimundo Nonato Rodrigues Filho, decidiram investir. Sem renda e habilitado para receber o auxílio, o morador do Maranhão usou as 5 parcelas para comprar a criptomoeda mais famosa do mundo.

Em maio, segundo o Portal do Bitcoin,  Raimundo começou investindo os primeiros R$600 reais e conseguiu um retorno de R$ 40,00, por meio de uma operação de compra e venda de bitcoin.

No decorrer do tempo, após outras transações,  o estudante de enfermagem conseguiu lucrar um valor aproximado de R$ 3 mil reais e usou o dinheiro para pagar contas.

Raimundo, que acredita que o bitcoin é anti-inflação, realizou as transferências através da empresa Alterbank.

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