Dados sugerem que há baixa intenção de vendas de Bitcoin

Com novo presidente na Petrobras, a bolsa de valores brasileira apontou para ganhos nesta segunda-feira (27). O Bitcoin enfrenta pressão em suporte de preços, com dados indicando baixa intenção de vendas.

Na última sexta-feira, o IBOVESPA teve alta de 0,6%. Hoje, o índice manteve a tendência, com subida de 2,12%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,23.

Pelo Brasil, o mercado continua de olho na PEC dos Combustíveis, que deve aumentar consideravelmente o risco fiscal. A Petrobras também definiu, esta tarde, a nomeação de Caios Paes de Andrade como novo presidente da estatal. Lá fora, Xangai deve flexibilizar as restrições contra a COVID-19, após injetar US$ 15 bilhões no sistema financeiro. A Rússia deu seu primeiro calote não forçado em dívida, pela falta de acesso a moedas estrangeiras. Países tentam agora estipular um limite de preço a ser pago pelo petróleo e ouro russos, o que deve reduzir o temor da inflação. Nos Estados Unidos, as taxas de juros altas ainda estão apertando os mercados imobiliários e reduzindo o fluxo de crédito. Entretanto, as encomendas de bens duráveis e compra de resistências cresceram no último mês.

Mesmo com uma reabertura mais calma para os mercados, o Bitcoin enfrentou uma venda expressiva nesta segunda-feira, revertendo os ganhos do final de semana. Entre sábado e domingo, a criptomoeda de referência operou de forma bastante lateral, majoritariamente na faixa dos US$ 21 mil. A abertura da sessão norte-americana, entretanto, pressionou o ativo para baixo, que buscou uma mínima de US$ 20,5 mil, em apenas duas horas. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 20,9 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 109 mil.

Embora o movimento de baixa tenha sido relativamente mais intenso para o Bitcoin, a correlação da criptomoeda de referência com ações de risco ainda segue no radar. Segundo os analistas da Cryptal Digital, os mercados até esboçaram uma melhora no humor nesta segunda-feira, já que houve sinais de esperança de que a queda no preço do petróleo poderia frear a alta da inflação e, consequentemente, impedir avanços de juros mais agressivos. Mesmo assim, a força otimista durou pouco tempo, com os principais índices norte-americanos apontando movimentação bastante limitada.

Enquanto isso, o Bitcoin segue pressionado pelo sentimento vendedor, mas a força também não se faz tão presente, assim como no mercado tradicional. Nossa equipe destaca que o momento de queda recente da moeda digital é, historicamente, compatível com outras correções, pós-máximos históricos. A grande diferença, neste evento, é que o volume de vendas de Bitcoin com prejuízo superou todos os episódios anteriores, com os usuários despejando 22,5% a mais de dólares em único dia. Em contrapartida, o ativo continua sendo drenado das exchanges. Como apontam os dados on-chain, a média de 30 dias nas ofertas mantidas nas bolsas caiu em quase 154 mil unidades, indicando uma baixa intenção de vendas.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 17,6 mil, e a resistência em US$ 21,1 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 34%, com o mercado mais vendido, e o MACD, agora, mostra suas linhas cruzadas para cima.

Este foi o boletim Cryptal News desta segunda-feira. Veja essa e outras análises em nosso WhatsApp e nos canais de áudio oficiais. Siga a gente também nas redes sociais para acompanhar o dia a dia de nossa equipe!

Na última sexta-feira, o IBOVESPA teve alta de 0,6%. Hoje, o índice manteve a tendência, com subida de 2,12%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,23.

Pelo Brasil, o mercado continua de olho na PEC dos Combustíveis, que deve aumentar consideravelmente o risco fiscal. A Petrobras também definiu, esta tarde, a nomeação de Caios Paes de Andrade como novo presidente da estatal. Lá fora, Xangai deve flexibilizar as restrições contra a COVID-19, após injetar US$ 15 bilhões no sistema financeiro. A Rússia deu seu primeiro calote não forçado em dívida, pela falta de acesso a moedas estrangeiras. Países tentam agora estipular um limite de preço a ser pago pelo petróleo e ouro russos, o que deve reduzir o temor da inflação. Nos Estados Unidos, as taxas de juros altas ainda estão apertando os mercados imobiliários e reduzindo o fluxo de crédito. Entretanto, as encomendas de bens duráveis e compra de resistências cresceram no último mês.

Mesmo com uma reabertura mais calma para os mercados, o Bitcoin enfrentou uma venda expressiva nesta segunda-feira, revertendo os ganhos do final de semana. Entre sábado e domingo, a criptomoeda de referência operou de forma bastante lateral, majoritariamente na faixa dos US$ 21 mil. A abertura da sessão norte-americana, entretanto, pressionou o ativo para baixo, que buscou uma mínima de US$ 20,5 mil, em apenas duas horas. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 20,9 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 109 mil.

Embora o movimento de baixa tenha sido relativamente mais intenso para o Bitcoin, a correlação da criptomoeda de referência com ações de risco ainda segue no radar. Segundo os analistas da Cryptal Digital, os mercados até esboçaram uma melhora no humor nesta segunda-feira, já que houve sinais de esperança de que a queda no preço do petróleo poderia frear a alta da inflação e, consequentemente, impedir avanços de juros mais agressivos. Mesmo assim, a força otimista durou pouco tempo, com os principais índices norte-americanos apontando movimentação bastante limitada.

Enquanto isso, o Bitcoin segue pressionado pelo sentimento vendedor, mas a força também não se faz tão presente, assim como no mercado tradicional. Nossa equipe destaca que o momento de queda recente da moeda digital é, historicamente, compatível com outras correções, pós-máximos históricos. A grande diferença, neste evento, é que o volume de vendas de Bitcoin com prejuízo superou todos os episódios anteriores, com os usuários despejando 22,5% a mais de dólares em único dia. Em contrapartida, o ativo continua sendo drenado das exchanges. Como apontam os dados on-chain, a média de 30 dias nas ofertas mantidas nas bolsas caiu em quase 154 mil unidades, indicando uma baixa intenção de vendas.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 17,6 mil, e a resistência em US$ 21,1 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 34%, com o mercado mais vendido, e o MACD, agora, mostra suas linhas cruzadas para cima.

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