Mês: junho 2022

Bitcoin opera misto em dia de anúncio do FED

Com perspectiva de aumento da SELIC, a bolsa de valores brasileira apontou para ganhos nesta quarta-feira (15), após oito dias seguidos de quedas. O Bitcoin seguiu o movimento misto dos índices norte-americanos, na véspera de anúncio do FED.

Ontem, o IBOVESPA teve queda de 0,52%. Hoje, o índice reverteu, com subida de 1,47%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,03.

Pelo Brasil, após a sessão, o Banco Central vai divulgar a nova SELIC, que deve subir 0,5%, levando a taxa para 13,25%. Em novo estudo, o preço do diesel aponta defasagem de 18% nas bombas. Lá fora, a produção industrial da China avançou 0,7%, contra expectativa de queda de 1%. Na Europa, o Banco Central fez uma reunião de emergência para discutir as condições atuais do mercado. A instituição disse que desenvolverá uma ferramenta para ajudar membros endividados do bloco. À tarde, foi divulgado, pelo Federal Reserva, um aumento de 0,75 pontos-base nos juros, seguindo a perspectiva mais agressiva da instituição. O presidente Jerome Powell disse ainda que a inflação preocupa bastante e espera uma demanda mais moderada, e um mercado de trabalho mais balanceado. A autoridade ainda destacou a possibilidade de 0,50 a 0,75 pontos de elevação nos juros na próxima reunião.

Em meio aos conflitos dentro dos mercados, o Bitcoin também manteve as perdas, com alguns movimentos de recuperação. A sessão asiática, na última noite, empurrou a criptomoeda de referência para um novo fundo, agora, em US$ 20 mil. Neste nível, uma barreira de compras impediu novas descidas e promoveu uma recuperação acima dos US$ 22 mil. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 21,6 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 109 mil.

Essa volatilidade do Bitcoin desde a última noite não era necessariamente esperada, pois esperava-se um mercado mais cauteloso no dia do anúncio do Banco Central norte-americano sobre sua taxa de juros. Entretanto, como lembram os analistas da Cryptal Digital, a queda expressiva de domingo e segunda-feira já indicavam que o evento estava precificado pelos investidores. À tarde, o anúncio oficial do FED até esboçou uma recuperação de preços, mas não fora forte o suficiente.

As métricas on-chain continuam piscando um forte nível de cautela, principalmente em relação ao volume de Bitcoin nas bolsas. Nossos especialistas apontam que, ontem, mais de 59 mil unidades da criptomoeda foram enviadas para as exchanges. Este número só fica atrás da entrada de 83 mil Bitcoins, em 30 de novembro de 2018. Pode-se observar, portanto, que há uma pressão de vendas se preparando no horizonte. Ao mesmo, a comparação sugere que alguns holders ainda não estão dispostos a desistir de seus ativos.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 21,1 mil, e a resistência em US$ 25,4 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 22%, com o mercado em território de sobrevenda, e o MACD mantém as linhas cruzadas para baixo.

Este foi o boletim Cryptal News desta quarta-feira. Veja essa e outras análises em nosso WhatsApp e nos canais de áudio oficiais. Siga a gente também nas redes sociais para acompanhar o dia a dia de nossa equipe!

Read More

Com preço do Bitcoin estável, mercado aguarda anúncio do FED

A bolsa de valores brasileira acompanhou o mercado internacional e seguiu com as perdas nesta terça-feira (14). O Bitcoin tenta se estabilizar, após a forte pressão de vendas de ontem, pré-anúncio do Banco Central norte-americano sobre a taxa de juros.

Ontem, o IBOVESPA teve queda acentuada de 2,73%. Hoje, o índice manteve a tendência, com descida de 0,52%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,13.

Pelo Brasil, o Senado aprovou o projeto que limita a cobrança de ICMS sobre combustíveis, gás e energia elétrica. A medida preocupa os cofres estaduais e traz riscos ao ambiente fiscal. Nos indicadores, o setor de serviços cresceu 0,2%, em abril, operando acima do patamar pré-pandemia. Lá fora, o PIB do G20 avançou 0,7%, no primeiro trimestre deste ano, segundo a OCDE. Já a inflação ao produtor nos Estados Unidos subiu 0,8%, em maio, em linha com o esperado. Mesmo assim, o Banco Central norte-americano segue observando a inflação ao consumidor, que disparou na última semana. O mercado não descarta um avanço de 0,75 na taxa de juros, na próxima quarta-feira.

Enquanto os mercados desaceleram as perdas, o Bitcoin tenta se posicionar em um nível de estabilidade, no que parece ser um comportamento em uma possível pós-precificação do próximo aumento de juros no Federal Reserve. A queda de ontem de estendeu até a abertura do mercado asiático, quando o ativo chegou a uma baixa de US$ 20,8 mil. Ali, o nível pareceu atraente aos bulls, que compraram e arremessaram o preço próximo dos US$ 23 mil nesta manhã. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 22,2 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 115 mil.

Embora apontando muitas dificuldades e menor volatilidade, houve certo alívio de preços para o Bitcoin nesta terça-feira. Segundo os analistas da Cryptal Digital, a venda intensa não só da criptomoeda de referência, mas de outras ações ontem, parece ter sido um movimento de pânico e de antecipação ao anúncio do Banco Central norte-americano sobre sua taxa de juros. Em outras palavras, os investidores, embora não tenham certeza de um aumento de 0,75 pontos-base, não quiseram se arriscar e esperar por um posicionamento mais agressivo da instituição.

Os problemas sofridos ontem pela Celsius, plataforma de empréstimos lastreados em criptomoedas, ajudaram na pressão de vendas. Nossa equipe destaca, porém, que o risco de congelamento de saques está na própria plataforma, não na criptomoeda. Mesmo assim, o cenário já caótico para o mercado, aumentou ainda mais o noticiário pessimista, também conhecido como FUD. Em contrapartida, nossos especialistas observam alguns indicadores on-chain que sinalizam compra. Entre eles, a atividade baixa dos mineradores. Em ciclos de quedas passados, uma rede subutilizada foi de encontro aos fundos das correções. Ao mesmo tempo, camarões e baleias seguem absorvendo parte da demanda vendedora.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 21,1 mil, e a resistência em US$ 25,4 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 23%, com o mercado colado em território de sobrevenda, e o MACD mantém as linhas cruzadas para baixo.

Este foi o boletim Cryptal News desta terça-feira. Veja essa e outras análises em nosso WhatsApp e nos canais de áudio oficiais. Siga a gente também nas redes sociais para acompanhar o dia a dia de nossa equipe!

Read More

Ao lado das bolsas, Bitcoin corrige e quebra canal de negociação

A inflação global voltou a azedar o humor dos investidores, que viram os mercados internacionais e a bolsa de valores brasileira cair forte nesta segunda-feira (13). O Bitcoin também seguiu o sentimento negativo das ações de risco e quebrou o estreito canal de negociação para baixo.

Na última sexta-feira, o IBOVESPA teve queda de 1,51%. Hoje, o índice manteve a tendência, com descida de 2,73%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,11.

Pelo Brasil, o mercado aguarda, na próxima quarta-feira, a elevação de 50 pontos-base, levando a SELIC para 13,25%, em uma tentativa de conter a inflação. O preço dos combustíveis também pode voltar a subir, com dados indicando que há uma defasagem entre 17% e 18% na gasolina. Lá fora, o PIB do Reino Unido encolheu 0,3%, em abril, ante previsão de alta de 0,1%. A produção industrial do país recuou 0,6% no período. Nos Estados Unidos, o Banco Central, também na quarta-feira, deve anunciar uma subida de 50 pontos-base na taxa de juros. Entretanto, os dados fortes da inflação na última sexta-feira aumentam as perspectivas de que o governo eleve o indicador em 0,75, em meio aos receios de recessão. A China voltou a colocar milhões de pessoas em lockdown, por conta da COVID-19.

O Bitcoin, por sua vez, acompanhou a intensa queda dos mercados tradicionais, quebrando o estreito canal de negociação. Ainda nas primeiras horas do domingo, a criptomoeda de referência já havia iniciado seu processo de flerte com os US$ 27 mil. A abertura do mercado asiático, ontem, completou a descida, que se seguiu até esta manhã, com uma mínima de US$ 22,6 mil. Tímidos, os bulls tentam recuperar parte das perdas. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 23,2 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 120 mil.

Os mercados globais amanheceram completamente avessos ao risco. Os índices europeus e norte-americanos registraram perdas acima de 3% na sessão de hoje. Segundo os analistas da Cryptal Digital, o impacto disso foi visto nos rendimentos dos títulos dos Estados Unidos de dois anos, que subiram para 3,2%, maior patamar desde outubro de 2007. Enquanto isso, os papéis de dez anos se estabilizavam, em um sinal bastante intenso de recessão para o país. Isso ajudou, claro, na queda desta segunda-feira do Bitcoin, que viu seu canal estreito entre US$ 28 mil e US$ 32 mil ser quebrado.

Nossa equipe aponta que, só hoje, mais de US$ 1 bilhão foram liquidados em contratos futuros, intensificando ainda mais a descida de preços. O índice dólar (DXY) voltou a acumular quase 1% de valorização, mostrando mais uma vez a aversão ao risco. A Binance chegou a interromper saques de Bitcoin da corretora, garantindo as moedas por meio de um fundo de segurança, mas, mesmo assim, azedando ainda mais o humor dos investidores.

Alguns sinais técnicos observados por nossos analistas sugerem que a bola da vez é a média móvel de 200 semanas, que marca os US$ 22,3 mil. Este nível, historicamente, fora quebrado para baixo apenas uma vez, em agosto de 2015. O índice de força relativa (RSI) também está em seus níveis mais baixos de bear-markets anteriores, enquanto uma atividade consistente e a banda de Bollinger indicam um

suporte secundário e possível fundo macro em US$ 19,3 mil. A acumulação também segue contínua entre os camarões (carteiras com menos de 1 BTC), e baleias (wallets com mais de 10 BTCs).

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 21 mil, e a resistência em US$ 25,4 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI vai para 25%, com o mercado já beirando o território de sobrevenda, enquanto o MACD cruza suas linhas, agora, para baixo.

Este foi o boletim Cryptal News desta segunda-feira. Veja essa e outras análises em nosso WhatsApp e nos canais de áudio oficiais. Siga a gente também nas redes sociais para acompanhar o dia a dia de nossa equipe!

Read More

Inflação norte-americana leva pressão de baixa ao Bitcoin

Lado a lado com o mercado internacional, a bolsa de valores brasileira apontou para queda nesta sexta-feira (10). O Bitcoin também mirou uma descida de preços, após os dados sobre a inflação nos Estados Unidos.

Ontem, o IBOVESPA teve queda de 1,18%. Hoje, o índice manteve a tendência, com descida de 1,51%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 4,98.

Pelo Brasil, além do risco fiscal, os investidores analisam os dados econômicos. O IGP-M, por exemplo, acelerou a 0,39%, enquanto as vendas no varejo, em abril, cresceram 0,9%, acima do esperado. Lá fora, os novos casos de COVID-19 em Xangai preocupam o mercado, que espera um agravamento dos gargalos logísticos. Nos Estados Unidos, o sentimento do consumidor caiu para uma mínima histórica, no levantamento preliminar. Já o Índice de Preços ao Consumidor (CPI) avançou 1%, bastante acima do esperado. Isso fez com que os rendimentos dos títulos do tesouro norte-americano disparassem para mais de 3%.

Os dados econômicos nos Estados Unidos pegaram os investidores de supressa, que viram o mercado acionário e o Bitcoin recuarem. Durante a última tarde e madrugada, a criptomoeda de referência lutou para segurar o nível dos US$ 30 mil. Entretanto, a força de vendas, pós-divulgação da inflação norte-americana, empurrou o ativo para baixo. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 28,9 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 145 mil.

Após uma semana de certos ganhos e manutenção dos US$ 30 mil, o Bitcoin perdeu a força do suporte, com os investidores cada vez mais preocupados com a inflação global. Segundo os analistas da Cryptal Digital, não só os problemas da cadeia de suprimentos acertam em cheio as ações, mas a alta do índice de preços ao consumidor, nos Estados Unidos, sugere que as próximas reuniões do Banco Central norte-americano apresentem um tom bem mais agressivo sobre o aumento de juros. Neste caso, os títulos do tesouro acabam se valorizando, forçando os investidores a migrarem suas participações.

Outro ponto negativo para o Bitcoin, nesta sexta-feira, foi o avanço do índice dólar (DXY). Com quase 1% de ganho, hoje, a moeda norte-americana costuma ter uma correlação inversa ao desempenho da criptomoeda de referência. Ao mesmo tempo, a paridade do Bitcoin com o mercado acionário, principalmente S&P500 e Nasdaq continua bastante fortalecida. Em contrapartida, a descida de hoje não foi o suficiente para tirar o ativo digital de seu estreito canal de negociação entre US$ 28 mil e US$ 32 mil.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 28,8 mil, e a resistência em US$ 29,7 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI desce para 41%, com o mercado mais vendido, e o MACD continua com as linhas cruzadas para cima.

Este foi o boletim Cryptal News desta sexta-feira. Veja essa e outras análises em nosso WhatsApp e nos canais de áudio oficiais. Siga a gente também nas redes sociais para acompanhar o dia a dia de nossa equipe!

Read More

Com pouca volatilidade, Bitcoin aguarda vencimento de opções

Com aumento de juros na Europa, a bolsa de valores brasileira apontou para queda nesta quinta-feira (9). O Bitcoin manteve seu preço estável ao longo do dia, na véspera do vencimento de opções.

Ontem, o IBOVESPA teve queda de 1,55%. Hoje, o índice manteve a tendência, com descida de 1,18%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 4,91.

Pelo Brasil, as tentativas do governo em reduzir o preço dos combustíveis continuam pressionando as contas públicas. Nos indicadores, a inflação perdeu força, com subida de 0,47%, em maio, mas ainda acima dos dois dígitos, no acumulado de 12 meses. Lá fora, o Banco Central Europeu anunciou que vai subir os juros em 25 pontos-base nas reuniões de julho e setembro. Nos Estados Unidos, o número de pedidos de auxílio-desemprego subiu para 229 mil, pouco acima do esperado.

Já o Bitcoin apresentou um dia com poucas emoções, com um preço relativamente estável. Se ontem a criptomoeda de referência acentuou a volatilidade em busca dos US$ 31 mil, hoje o ativo pouco oscilou. Desde o fechamento do mercado norte-americano, na última tarde, o ativo flutuou entre US$ 29,8 mil e US$ 30,6 mil. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 30,1 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 148 mi.

A falta de movimentos bruscos para o Bitcoin, hoje, faz com que a moeda digital se mantenha na estreita faixa de negociação entre US$ 28 mil e US$ 32 mil, persistente desde meados de maio. Segundo os analistas da Cryptal Digital, os índices acionários até apresentaram uma movimentação um pouco mais intensa, mas a nova perspectiva sobre os juros, pelo Banco Central Europeu, manteve o ímpeto cauteloso dos investidores nesta quinta-feira.

Esse cenário mais moroso é observado, inclusive, no mercado de derivativo. Nossa equipe destaca que, amanhã, ocorrerá um dos vencimentos de opções de Bitcoin mais volumosos da semana. Com um preço em US$ 30 mil para a criptomoeda de referência, há certa vantagem para os bears. Entretanto, apenas US$ 500 acima deste preço, a vitória é revertida para os bulls.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 29,7 mil, e a resistência em US$ 30,7 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 46%, com o mercado mais vendido, e o MACD segue com as linhas cruzadas para cima.

Este foi o boletim Cryptal News desta quinta-feira. Veja essa e outras análises em nosso WhatsApp e nos canais de áudio oficiais. Siga a gente também nas redes sociais para acompanhar o dia a dia de nossa equipe!

Read More

Relativamente volátil, Bitcoin tenta segurar os US$ 30 mil

Com a intensificação do risco fiscal no país, a bolsa de valores brasileira seguiu em baixa nesta quarta-feira (8). O Bitcoin ainda mostra volatilidade relativa, mas tenta segurar os US$ 30 mil.

Ontem, o IBOVESPA teve queda de 0,11%. Hoje, o índice manteve a tendência, com descida de 1,55%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 4,88.

Pelo Brasil, os analistas tentam mensurar o risco fiscal, em meio às medidas de controle do preço dos combustíveis. Estados e municípios falam em perda de até R$ 115 bilhões com cortes no ICMS. Lá fora, os dados econômicos são fracos. O Banco Mundial reduziu sua previsão de crescimento para a economia global para 2,9% este ano. A produção industrial da Alemanha avançou apenas 0,7%, abaixo do esperado, enquanto o PIB do Japão encolheu 0,5% no primeiro trimestre. Amanhã, ocorre ainda a reunião do Banco Central europeu, que deve manter a taxa de juros negativa, mas sinalizar a redução na compra de títulos.

Enquanto os mercados tradicionais empacam e mostram baixa volatilidade, o Bitcoin segue com uma relativa variação de preços, tentando manter a casa dos US$ 30 mil. No final da última tarde, a criptomoeda de referência apagou as perdas da manhã, quando atingiu uma máxima de US$ 31,5 mil. O mercado asiático, mais uma vez, entrou vendido, corrigindo o ativo para os US$ 29,8 mil. Agora, a moeda digital se ajusta e é comercializada a US$ 30,1 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 148 mil.

Com o Bitcoin aumentando sua volatilidade, mas ainda negociando dentro do canal entre US$ 28 mil e US$ 32 mil, o cenário de uma quebra para cima ou para baixo ainda segue incerto. Segundo os analistas da Cryptal Digital, conforme os dados inflacionários surgem e Bancos Centrais se posicionam em direção ao aumento de juros, os investidores se sentem ainda mais pressionados a não fazer movimentos bruscos, que possam, então, indicar uma tendência mais clara de preços para as ações tradicionais e também para as criptomoedas.

Os próprios fundamentos do Bitcoin também causam esse tipo de conflito. Nossa equipe destaca que, embora os dados on-chain sejam positivos, a SEC, equivalente à Comissão de Valores Mobiliários nos Estados Unidos, está investigando algumas transações ocorridas na Binance. A alegação é que essas movimentações não estariam de acordo com as regulamentações da instituição. Entretanto, o órgão fiscalizador já deu sinais de que nenhum investidor fora prejudicado e as operações estariam dentro do esperado. Essa notícia levou uma dose de alívio ao mercado e permitiu o avanço de preços, ontem, aos US$ 31 mil.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 29,7 mil, e a resistência em US$ 30,7 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI vai para 47%, com o mercado ligeiramente mais vendido, e o MACD mantém suas linhas cruzadas para cima.

Este foi o boletim Cryptal News desta quarta-feira. Veja essa e outras análises em nosso WhatsApp e nos canais de áudio oficiais. Siga a gente também nas redes sociais para acompanhar o dia a dia de nossa equipe!

Read More

Bitcoin preenche gap da CME, antes de voltar a subir

Em dia de operação instável, a bolsa de valores voltou a fechar em queda nesta terça-feira (7). O Bitcoin intensificou a volatilidade, após um processo de forte correção, e retomada dos níveis dos US$ 31 mil.

Ontem, o IBOVESPA teve queda de 0,82%. Hoje, o índice manteve a tendência, com descida de 0,11%. O dólar avançou. Ficando cotado a R$ 4,87.

Pelo brasil, o presidente da república voltou a sinalizar interferência na Petrobras para uma redução no preço dos combustíveis, enquanto disse que não haverá reajuste aos servidores federais, para não atrapalhar o funcionamento do país. Lá fora, a China voltou a registrar um forte avanço nas infecções pelo coronavírus, aumentando os receios de que ocorram novas restrições sociais. Na Alemanha, as encomendas à indústria caíram 2,7%, em abril. Já o Banco Central australiano surpreendeu o mercado com uma elevação maior do que a esperada na taxa de juros. Esta é mais uma autoridade monetária que está tentando conter a inflação global.

Enquanto os mercados se ajustam da alta de ontem, o Bitcoin acentuou a volatilidade, em meio ao preenchimento do gap de futuros da CME e recuperação de preços. Se ontem o mercado asiático entrou comprando a criptomoeda de referência em bons volumes, na última noite, os mesmos investidores empurraram rapidamente o preço do ativo para uma mínima de US$ 29,1 mil. À tarde, a sessão norte-americana indicou uma recuperação dos US$ 30 mil. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 31,3 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 153 mil.

O desempenho do Bitcoin nesta terça-feira mostra o quão forte está a faixa de negociação entre US$ 28 mil e US$ 32 mil. Segundo os analistas da Cryptal Digital, o mercado também não demonstra muita alavancagem. Nas últimas 24 horas, pouco mais de US$ 200 milhões de contratos futuros comprados foram liquidados, considerado um valor relativamente pequeno para o histórico do ativo. A queda também aproveitou para fechar o último gap de futuros da CME, em US$ 29,5 mil.

Por outro lado, o volume de saída de Bitcoin das exchanges, em destaque a Coinbase, corrobora com a perspectiva de que os investidores, principalmente os institucionais, não estão interessados em vender suas moedas no curto prazo. Neste cenário, a dominância do Bitcoin no mercado, em relação às altcoins, voltou a atingir máximas de 8 meses, visitando os 47%. Entretanto, dados on-chain mostram que os mineradores podem, em breve, realizar uma venda em massa, pressionando mais uma vez o preço do ativo.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 30,7 mil, e a resistência em US$ 32,4 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 51%, com o mercado equilibrado, e o MACD continua com as linhas cruzadas para cima.

Este foi o boletim Cryptal News desta terça-feira. Veja essa e outras análises em nosso WhatsApp e nos canais de áudio oficiais. Siga a gente também nas redes sociais para acompanhar o dia a dia de nossa equipe!

Read More

Flexibilização na China ajuda na subida do Bitcoin

Com projeções negativas para a inflação, a bolsa de valores brasileira apontou para queda nesta segunda-feira (6). O Bitcoin avançou em busca dos US$ 32 mil, apoiado pela flexibilização das restrições sociais na China.

Na última sexta-feira, o IBOVESPA teve queda de 1,15%. Hoje, o índice manteve a tendência, com descida de 0,82%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 4,79.

Pelo Brasil, o mercado observa o risco de atraso na privatização da Eletrobras. O boletim Focus voltou a ser divulgado, com a projeção de 9% para a inflação deste ano, e avanço de 1,5% para o PIB. Já a geração de empregos formais atingiu quase 197 mil, em abril. Lá fora, a agenda econômica é bastante fraca no início desta semana. O foco maior fica para os chineses, que retiraram boa parte das restrições, por conta da COVID-19, registrando um aumento significativo nas bolsas. O PMI composto do país avançou de 37,2 para 42,2, em maio, mas ainda aponta contração. Nos Estados Unidos, os investidores aguardam os dados de inflação, na próxima sexta-feira, enquanto a Rússia ameaça países que enviarem mísseis à Ucrânia.

Os ventos positivos na China foram reverberados nos mercados tradicionais, mas também no Bitcoin. Logo na abertura da sessão asiática, na última noite, a criptomoeda de referência saiu de US$ 29,8 mil para US$ 31,2 mil, em apenas quatro horas. Com menos fôlego, Europa e Estados Unidos também entraram comprando, o suficiente para avançar o preço aos US$ 31,7 mil e, depois, encontrar uma estabilidade. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 31,3 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 150 mil.

A queda de várias restrições sociais, por conta da COVID-19, na China, levou ânimo aos investidores asiáticos, que vislumbraram a possibilidade de que o pior da última onda ficou para trás. Segundo os analistas da Cryptal Digital, a ação também coloca as cadeias de suprimentos e importação de combustíveis em alta novamente, o que deve ajudar na recuperação financeira da segunda maior economia do mundo. Hoje, praticamente todos os mercados internacionais absorveram esse otimismo e encerram em alta, assim como Bitcoin.

Entretanto, há alguns pontos para a criptomoeda de referência que merecem destaque, hoje. O avanço forte de preços deixou um gap nos futuros da CME, em US$ 29,5 mil, que pode ser preenchido em algum momento. Ao mesmo tempo, indicadores técnicos mostram uma possível venda mais expressiva por parte dos mineradores. A faixa de negociação entre US$ 28 mil e US$ 32 mil também segue intacta. Por outro lado, o Bitcoin se mantém forte entre os investidores institucionais, que estão trocando suas participações de Ethereum pela moeda digital de referência. A saída do ativo das bolsas segue em sua tendência de queda, em níveis semelhantes ao bear market de 2018. Isso sinaliza que há pouca intenção de vendas no curto prazo.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 30,7 mil, e a resistência em US$ 32,4 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI sobe para 51%, com o mercado equilibrado, e o MACD continua com as linhas cruzadas para cima.

Este foi o boletim Cryptal News desta segunda-feira. Veja essa e outras análises em nosso WhatsApp e nos canais de áudio oficiais. Siga a gente também nas redes sociais para acompanhar o dia a dia de nossa equipe!

Read More

Perspectiva de mais juros corrige Bitcoin

Lado a lado com o mercado internacional, a bolsa de valores brasileira apontou para queda nesta sexta-feira (3). O Bitcoin entrou em correção, com a perspectiva de mais juros nos Estados Unidos.

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 0,98%. Hoje, o índice reverteu, com descida de 1,15%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 4,77.

Pelo Brasil, o IBGE divulgou que a produção industrial subiu apenas 0,1%, em abril, mas em linha com o esperado. Lá fora, os dados do payroll mostraram que os Estados Unidos criaram 390 mil vagas de emprego, contra uma expectativa de 325 mil. A taxa de desemprego se manteve em 3,6%. Já o PMI composto aponta 53,6, em maio, ante consenso de 53,8. Na Zona do Euro, o PMI de serviços, em maio, ficou abaixo da prévia, em 56,1.

Com um dia mais negativo nas ações tradicionais, o Bitcoin também reverteu em correção. Após um teste dos US$ 31 mil, na última noite, a criptomoeda de referência entrou em queda de curto prazo no início desta manhã. A pressão de vendas levou o ativo para os US$ 29,2 mil, antes de estabilizar. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 29,5 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 141 mil.

O Bitcoin segue operando dentro do canal de negociação entre US$ 28 mil e US$ 32 mil com os avanços sendo interrompidos, assim como acontece no mercado tradicional. Segundo os analistas da Cryptal Digital, embora os dados de emprego nos Estados Unidos tenham sido positivos, isso aumenta a perspectiva do mercado de que a inflação persista e, portanto, exija mais aumentos de juros pelo Banco Central. A medida, embora controle o avanço de preços momentaneamente, dificulta o empréstimo e financiamento para empresas.

Mesmo com a queda das ações tradicionais e do próprio Bitcoin, os investidores institucionais continuam acumulando a criptomoeda em fundos regulados em bolsa, os chamados ETFs. Nossa equipe destaca que, juntos, esses fundos registram um recorde de 205 mil Bitcoins sob controle. Boa parte deste volume foi comprada em maio, indicando que nem todos os investidores institucionais sentem a moeda digital como um grande risco.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 25,3 mil, e a resistência em US$ 30,2 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 43%, com o mercado mais vendido, e o MACD continua com as linhas cruzadas para cima.

Este foi o boletim Cryptal News desta sexta-feira. Veja essa e outras análises em nosso WhatsApp e nos canais de áudio oficiais. Siga a gente também nas redes sociais para acompanhar o dia a dia de nossa equipe!

Read More

Apetite institucional tenta recuperar preço do Bitcoin

A melhora no humor dos investidores manteve a bolsa de valores brasileira em alta nesta quinta-feira (2). O Bitcoin também esboça a retomada da recuperação, com intensificação do apetite institucional.

Ontem, o IBOVESPA encerrou na neutralidade, com leve subida de 0,01%. Hoje, o índice intensificou os ganhos, com avanço de 0,98%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 4,78.

Pelo Brasil, o IGBE divulgou que o PIB do primeiro trimestre deste ano subiu 1,7%, na comparação anual, com a retomada do setor de serviços. Lá fora, o número de pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos caiu para 200 mil na última semana, enquanto o país criou 128 mil empregos no setor privado, em maio. A inflação, porém, continua sendo o foco dos investidores. O CPI nos países da OCDE acelerou 9,2%, em abril. Já os preços do petróleo seguem em alta, após a Arábia Saudita e outros países da Opep+ concordarem em antecipar o aumento na produção do óleo.

Enquanto os mercados tradicionais revertiam as perdas de ontem, o Bitcoin também seguiu a tendência de alta, com apoio dos investidores institucionais. A baixa de preços de ontem levou a criptomoeda de referência a uma mínima de US$ 29,2 mil. As sessões asiática e europeia, entretanto, compraram o fundo, colocando o ativo novamente na briga pelos US$ 30 mil. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 30,2 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 145 mil.

Após quatro dias consecutivos de ganhos, o Bitcoin registrou uma vela vermelha expressiva na última quinta-feira. Segundo os analistas da Cryptal Digital, o mercado segue reagindo de forma abrupta e pessimista a qualquer novo fundamento ou dado inflacionário. As ações e as criptomoedas encontram certo alívio hoje, com uma melhora no humor dos investidores. Porém, a permanência deste sentimento pode não ser duradoura, o que mantém a moeda digital sendo negociada ainda dentro do canal entre US$ 28 mil e US 32 mil.

Mesmo no atual momento de baixa, entretanto, há sinais de favorecimento aos touros, pelo menos no curto prazo. O ETF de Bitcoin canadense, por exemplo, segue comprando o mergulho. O fundo registrado em bolsa avançou de 42 mil unidades da criptomoeda para quase 44 mil, em apenas duas semanas. O vencimento de opções semanais também pode dar vitória aos bulls, após semanas de perdas. Os dados de derivativos mostram que há mais contratos de compra do que venda acima dos US$ 30 mil, valor muito próximo do operado hoje.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 25,3 mil, e a resistência em US$ 30,2 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI aponta os 45%, com o mercado ligeiramente mais vendido, e o MACD continua com as linhas cruzadas para cima.

Este foi o boletim Cryptal News desta quinta-feira. Veja essa e outras análises em nosso WhatsApp e nos canais de áudio oficiais. Siga a gente também nas redes sociais para acompanhar o dia a dia de nossa equipe!

Read More
arrow_upward
pt_BRPortuguês do Brasil