Mês: julho 2022

#753 – Ainda com ganhos, Bitcoin tenta superar os US$ 24 mil

Com humor ainda positivo no exterior, a bolsa de valores brasileira encerrou a sexta-feira (29) com ganhos. O Bitcoin manteve sua perspectiva de alta, enquanto ainda tenta romper os US$ 24 mil

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 1,14%. Hoje, o índice manteve a tendência, com subida de 0,55%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,17.

Pelo Brasil, a Petrobras registrou lucro acima de R$ 54 bilhões, uma alta de 26,8% na base anual. Na contramão, a Vale apontou lucro de R$ 30 bilhões, cerca de 25% abaixo na comparação anual. Nos indicadores, a taxa de desemprego vai a 9,3% em junho. Lá fora, o PIB da zona do Euro cresceu 0,7%, no segundo trimestre, de acordo com a primeira estimativa. Nos Estados Unidos, o PMI recuo para 52,1 pontos, em julho, contra previsão de 55 pontos. Já o núcleo da inflação avançou 0,6%, acima do esperado, e acumulando alta de 4,8% na base anual.

Com um dia menos agressivo nos mercados tradicionais, o Bitcoin continua lutando para sustentar seu avanço acima dos US$ 24 mil. Mesmo com um salto rápido aos US$ 24,4 mil, na última noite, o mercado asiático manteve a lateralização da criptomoeda de referência. Pela manhã, o ativo recuou para US$ 23,5 mil, mas os bulls impediram novas descidas. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 23,8 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 124 mil.

O recente aumento de juros pelo Banco Central norte-americano, aliado à recessão técnica e inflação acima do esperado nos Estados Unidos, não parece ter colocado muita pressão nos ativos esta semana. Segundo os analistas da Cryptal Digital, o cenário atual da maior economia do mundo basicamente posiciona o governo de modo a segurar o aumento dos juros para evitar uma piora local. Desta forma, pode haver um pouco mais de previsibilidade por parte dos investidores.

Enquanto isso, nossa equipe destaca, mais uma vez, os dados on-chain ainda sugerindo que a correção pode ter chegado ao fim. A métrica HODL Waves divide a oferta de acordo com a última movimentação de cada Bitcoin. O movimento atual é semelhante aos comportamentos observados em outros fundos macros. Em consonância, o saldo da criptomoeda em carteiras de câmbio representa, agora, apenas 12,6% da oferta geral, uma queda de 4,6% em comparação com o coronacrash, em março de 2020. Este é o menor número desde julho de 2018.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin 22,9 mil, e a resistência em US$ 24,4 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 61%, com o mercado mais comprado, e o MACD continua com suas linhas cruzadas para cima.

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#752 – Bitcoin tenta os US$ 24 mil com aumento de receita dos mineradores

O bom humor internacional foi bem recebido pela bolsa de valores brasileira que encerrou a quinta-feira (28) com ganhos. O Bitcoin manteve o avanço de preços de ontem, em meio a uma elevação das receitas dos mineradores.

Ontem, o IBOVESPA teve ganhos de 1,67%. Hoje, o índice manteve a tendência, com subida de 1,14%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,16.

Pelo Brasil, pouco mudou entre os investidores sobre o risco fiscal, que segue sendo monitorado de perto. Nos indicadores, o Índice de Preços ao Produtor marcou 1%, em junho, enquanto a confiança do setor de serviços subiu 2,2 pontos, mas a do comércio recuou 2,8 em julho. Lá fora, o minério de ferro na China continua acumulando ganhos esta semana, com uma melhora sobre o sentimento da economia na China. Nos Estados Unidos, o PIB caiu 0,9%, no segundo trimestre, ante uma expectativa de alta de 0,5%. Neste cenário, o país entra na chamada recessão técnica. A secretária do tesouro, hoje, manteve o discurso de que o mercado de trabalho forte tem fortalecido as finanças das famílias, assim como seus gastos, sendo contraditório a uma recessão.

Ao contrário dos últimos aumentos de juros nos Estados Unidos, o Bitcoin manteve os ganhos no dia seguinte pós-anúncio, flertando, agora, com os US$ 24 mil. Ainda na última tarde, a criptomoeda de referência já havia realizado um salto aos US$ 23 mil. O nível encontrou resistência na sessão asiática, mas houve pouca pressão de venda no período. À tarde, o ativo apontou novo avanço, acima dos US$ 24 mil. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 23,8 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 124 mil.

Desde o início do aumento de juros pelo Federal Reserve, o mercado apresentava um padrão de comprar o fato para, em seguida, vender os lucros de suas posições. Segundo os analistas da Cryptal Digital, o comportamento foi diferente hoje, com um segundo dia consecutivo de ganhos não só para o Bitcoin, mas também para as ações tradicionais. Até mesmo a recessão técnica da maior economia

do mundo não foi o suficiente para empurrar o apetite para baixo. Pode ter ajudado no humor mais positivos dos investidores, a mudança em um projeto de lei, que pelo menos adia o aumento de impostos sobre os norte-americanos mais ricos. Em contrapartida, o texto, que passará por votação ainda, deve incidir a tarifa sobre os gestores de fundos da bolsa de valores.

Para o Bitcoin, o final de semana vai se desenhando com tons otimistas. O recente avanço para a casa dos US$ 23 mil colocou a receita dos mineradores em alta novamente, após um sell-off do grupo para manter suas economias preservadas. Ao mesmo tempo, o vencimento de opções, amanhã, volta a mostrar uma vantagem considerável dos bulls. Com o Bitcoin acima dos US$ 22 mil, o volume de opções de compra na expiração de amanhã já são maiores do que os contratos de venda.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 23 mil, e a resistência em US$ 24,3 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI sobe para 61%, com o mercado mais comprado, e o MACD mantém suas linhas cruzadas para cima.

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#751 – Bitcoin sobe com apoio de dados das big techs

A bolsa de valores brasileira acompanhou a direção do mercado internacional e encerrou a quarta-feira (27) com ganhos. O Bitcoin avançou seu preço, apoiado pelos resultados corporativos positivos das big techs e tom otimista do Banco Central norte-americano.

Ontem, o IBOVESPA teve queda de 0,5%. Hoje, o índice reverteu a tendência, com subida de 1,67%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,25.

Pelo Brasil, permanecem a confiança abalada dos investidores nas contas fiscais. Nos indicadores, a confiança da indústria recuou 1,7 em julho. Lá fora, empresas de tecnologia, como Alphabet e Microsoft apresentaram crescimento expressivo. Na China, o lucro industrial apontou alta anual de 0,8%, em junho. Nos Estados Unidos, o presidente Joe Biden abandonou o isolamento, após seu último teste de COVID-19 retornar negativo. A autoridade deve conversar com o presidente chinês esta semana para compreender a situação sobre Taiwan. O Banco Central norte-americano também decidiu por aumentar a taxa de juros em 75 pontos-base. Em coletiva, Jerome Powell disse que o aumento de juros pode ser desacelerado na reunião de setembro, a depender da inflação, a qual confia que está voltando para sua meta de 2%. A autoridade destacou ainda que a demanda continua ativa, e o crescimento do emprego e salários fortes não são consistentes com uma recessão.

Enquanto os mercados se beneficiam dos balanços corporativos, o Bitcoin demonstrou um movimento tímido de recuperação de preços até as falas de Powell. Ainda no início da última noite, a criptomoeda de referência recuperou o nível dos US$ 21 mil, onde permaneceu ao longo de toda a manhã e começo da tarde. O topo em US$ 21,4 mil foi quebrado para cima, após o anúncio do FED, até atingir os US$ 23 mil. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 22,7 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 119 mil.

Ao contrário de ontem, as empresas de tecnologia nos Estados Unidos anunciaram balanços corporativos positivos, alimentando o apetite ao risco dos investidores hoje. Segundo os analistas da Cryptal Digital, com as big techs superando o desempenho dos varejistas, o Bitcoin também se beneficia por sua atual correlação com o S&P 500 e Nasdaq. Não à toa, o movimento de ganhos desde a última noite aconteceu mesmo antes da definição do Banco Central norte-americano sobre sua taxa de juros. O ativo intensificou os ganhos, com o tom otimista do FED e a possibilidade de uma redução no aumento de juros na próxima reunião. Resta saber, porém, se a quinta-feira irá repetir os eventos pós-anúncio do Banco Central, quando muitos investidores optaram por vender os ganhos do ativo.

Entretanto, as discussões seguem apertadas em relação ao fundo macro da criptomoeda de referência. Nossa equipe destaca que dados técnicos ainda sugerem que possíveis quedas podem acontecer no curto prazo. Por outro lado, os dados on-chain, como mencionados no boletim de ontem, continuam apontando que boa parte da capitulação já ocorreu, e novas descidas abruptas talvez não estejam mais no radar. Ao mesmo tempo, o RSI continua indicando um mercado sobrevendido.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 22,2 mil, e a resistência em US$ 23 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI aponta os 55%, com o mercado de novo sob controle dos bulls, e o MACD mantém suas linhas cruzadas para cima.

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#750 – Em cautela pré-FED, Bitcoin reduz volatilidade

A bolsa de valores brasileira acompanhou o mercado internacional e encerrou a terça-feira (26) com queda. O Bitcoin também operou em baixa, em meio a cautela intensificada pelo anúncio dos juros, amanhã, pelo Banco Central norte-americano.

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 1,36%. Hoje, o índice reverteu, com descida de 0,5b%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,34.

Pelo Brasil, o mercado continua discutindo os riscos fiscais e a possibilidade de a PEC Kamikaze reduzir a credibilidade do país para novos investimentos. Nos indicadores, o IPCA-15, prévia oficial da inflação, subiu 0,13%, em julho. Lá fora, o Fundo Monetário Internacional (FMI) cortou a previsão de crescimento do PIB global para 3,2% este ano, ante 3,6% do relatório de abril. Na Europa, o gás ofertado pela Rússia, agora cortado para 20%, preocupa os países. Nos Estados Unidos, os balanços corporativos de hoje foram abaixo do esperado, com o Walmart cortando projeções de lucro. O índice de confiança do consumidor recuou pelo terceiro mês seguido, para 95,7, ante previsão de 97,2.

Na espera do anúncio da nova taxa de juros pelo Federal Reserve, o Bitcoin desceu um degrau de seu preço, antes de reduzir a volatilidade. Poucas horas antes da abertura do mercado asiático, a criptomoeda de referência recuou de US$ 22,2 mil para US$ 20,8 mil. A partir daí, a variação de preços foi amenizada, com o ativo flutuando próximo dos US# 21 mil. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 20,9 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 112 mil.

Assim como as ações tradicionais, o Bitcoin opera com bastante cautela nesta terça-feira, um dia antes do anúncio do Banco Central norte-americano sobre seu novo aumento de juros. Investidores ainda apostam em um avanço de 75 pontos-base. Ao mesmo tempo, segundo os analistas da Cryptal Digital, conflitos regulatórios e tratamentos diferentes entre as exchanges pela Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC), colocou pressão e caos nas perspectivas de uma possível regulamentação no futuro. A entidade, agora, investiga a Coinbase sobre possível negociação indevida de ativos digitais.

Enquanto os fundamentos mais próximos não se concluem, nossa equipe analisa os dados on-chain e técnicos. Embora o Bitcoin tenha perdido o suporte da mediana da banda de Bollinger, que sugere novas quedas a caminho, o RSI diário e semanal continua apontando um mercado bastante sobrevendido. O indicador de lucro e perda líquida não realizado sugere também um ponto de reversão para uma possível nova subida de preços. Da mesma forma, os mineradores se desfizeram de parte de suas reservas para manter uma receita alta. O nível atual deste indicador está no mesmo patamar baixo dos registrados no corona crash, em março de 2020, e nos bear-markets de 2015 e 2018.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 20,9 mil, e a resistência em US$ 21,6 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI aponta os 43%, com o mercado novamente mais vendido, e o MACD continua com suas linhas cruzadas para cima.

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#749 – Bitcoin reduz fôlego em semana de alta de juros nos EUA

Mesmo sob o olhar fiscal, a bolsa de valores brasileira encerrou a segunda-feira (25) com ganhos. O Bitcoin reduziu o fôlego de sua alta, com semana volátil, em aguardo da definição dos juros pelo Banco Central norte-americano.

Na última sexta-feira, o IBOVESPA teve queda de 0,11%. Hoje o índice reverteu, com subida de 1,36%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,36.

Pelo Brasil, o risco fiscal ainda é o principal ponto de atenção dos investidores, assim como os novos ataques do presidente ao sistema eleitoral. Nas previsões, os economistas esperam uma inflação em 7,3%, e uma subida do PIB para 1,93% este ano. Lá fora, Os Estados Unidos devem anunciar uma subida de juros de 75 ou 100 pontos-base na próxima quarta-feira. A Secretária do Tesouro disse não ver nenhuma fraqueza ampla na economia norte-americana e que ainda acredita no sucesso do Banco Central para conter a inflação. Esta semana saem também dados corporativos e do PIB do segundo trimestre, que podem indicar ou não o início de uma recessão. Na Europa, a Rússia vai reduzir o fluxo de gás para outros países para 20%. Nas indústrias, há um grande movimento de protestos e greves pelos trabalhadores, que exigem salários mais altos.

Com a semana cheia e intensa, o Bitcoin perde um pouco do fôlego de alta da última semana. Durante sábado e domingo, a criptomoeda de referência oscilou entre US$ 22 mil e US$ 23 mil. A abertura do mercado asiático, porém, colocou pressão de vendas, levando o ativo para os níveis mais altos dos US$ 21 mil, conforme a expectativa dos fundamentos crescia. Agora, a moeda digital faz breve recuperação, é comercializada a US$ 22,1 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 119 mil.

Conforme a reunião do Federal Reserve se aproxima, a volatilidade dos mercados tende a se intensificar. Segundo os analistas da Cryptal Digital, os investidores ainda discutem sobre qual será a intensidade do aumento de juros. A maioria boaposta em uma alta de 75 pontos-base, mas os dados da inflação acima do esperado no último mês colocaram pressão para um possível acréscimo de 100

pontos. No caso do Bitcoin, nossa equipe destaca que os eventos do FOMC têm servido para elevar o preço das ações e da criptomoeda para serem vendidas no dia seguinte.

Os dados on-chain, observados por nossos especialistas, seguem indicando que o fundo macro pode estar próximo. A redistribuição de Bitcoin entre as carteiras de maior posse para as de pequeno volume continuam subindo em velocidade nunca antes vista pelo ativo. Entretanto, a dificuldade de mineração deve recuar em 5%, seu menor nível desde março. Já os mineradores acentuaram suas vendas e enviaram 909 Bitcoins às corretoras em apenas um dia.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 21,6 mil, e a resistência em US$ 22,3 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI vai para 50%, com o mercado equilibrado, e o MACD continua com suas linhas cruzadas para cima.

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#748 – Balanço negativo das big techs pressiona o Bitcoin

A bolsa de valores brasileira acompanhou o mercado internacional e encerrou a sexta-feira (22) com queda. O Bitcoin tenta se manter próximo dos US$ 23 mil, após impactos negativos dos balanços das big techs.

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 0,76%. Hoje, o índice reverteu, com descida de 0,11%. O dólar ficou estável, cotado a R$ 5,49.

Pelo Brasil, o risco fiscal segue em pauta, com a equipe do ministério da Economia trabalhando para realizar cortes de até R$ 5 bilhões no orçamento para bancar a PEC Kamikaze. Lá fora, o Banco Central da Rússia cortou seus juros em 150 pontos-base. Na próxima quarta-feira, são os Estados Unidos que vão decidir sua política monetária, com um provável aumento de 75 pontos-base na taxa básica. Por lá, os PMIs vieram abaixo dos 50 pontos, indicando retração, enquanto os resultados corporativos das empresas de tecnologia apontaram recuo forte. Na Europa, os mesmos PMIs também ficaram abaixo da mediana.

Mesmo com a queda das empresas de tecnologia, o Bitcoin tenta sustentar sua luta para se segurar nos US$ 23 mil. Com certa pressão vendedora na abertura do mercado asiático, a Europa colocou os bulls no controle das ações, elevando a criptomoeda de referência para uma máxima de US$ 23,7 mil. À tarde, porém, o ativo foi pressionado pelos fundamentos macroeconômicos. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 22,6 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 125 mil.

A manhã desta sexta-feira trouxe receio a boa parte do mercado, com as empresas de tecnologia vendo suas ações caírem, após os balanços coorporativos negativos no segundo trimestre. De acordo com os analistas da Cryptal Digital, o Bitcoin tem apresentado uma correlação com as ações das big techs. Ao mesmo tempo, a criptomoeda de referência viu a continuação da correção, depois dos dados de PMI nos Estados Unidos indicarem retração da economia.

Embora muitos dados on-chain e até mesmo de mercado sinalizem que o fundo macro da recente queda da criptomoeda já tenha sido alcançado, há ainda muito receio entre os investidores para possíveis novos saltos. Os dados de derivativos mostram que os compradores ainda não estão confortáveis em manter suas posições abertas por muito tempo. Esse comportamento pode ser visto, em partes, na praticamente zero diferença entre os preços do Bitcoin em spot, ou seja, à vista, e os de futuros.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 22,4 mil, e a resistência em US$ 24,6 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI aponta os 56%, com o mercado mais comprado, e o MACD mantém suas linhas cruzadas pra cima.

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#747 – Bitcoin recupera os US$ 23 mil, mesmo com venda da Tesla

Em dia de agenda econômica fraca, a bolsa de valores brasileira encerrou a quinta-feira (21) com ganhos. O Bitcoin recuperou os US$ 23 mil, mesmo com a venda do ativo pela Tesla.

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 0,04%. Hoje, o índice manteve a tendência, com subida de 0,76%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,49.

Pelo Brasil, o risco fiscal e as tensões políticas continuam sendo o foco dos investidores, em dia de agenda econômica mais fraca. Lá fora, o Banco Central Europeu elevou os juros em 50 pontos-base, em linha com as expectativas. A representante monetária, Christine Lagarde, disse que as perspectivas são “nubladas” no segundo semestre, enquanto indicadores sugerem que o preço da energia deve continuar alto no curto prazo. Entretanto, o mercado de trabalho segue forte. Nos Estados Unidos os pedidos de auxílio-desemprego foram de 251 mil, acima do esperado. Já a Rússia retomou o envio de gás para a Europa.

Assim como os mercados tradicionais, o Bitcoin recuperou os US$ 23 mil, mesmo com o aumento de juros na Europa e venda do ativo pela Tesla. Logo na abertura do mercado asiático, a criptomoeda de referência vivenciou uma correção, que perdurou até esta manhã, com uma mínima de US$ 22,3 mil. Entretanto, os bulls voltaram ao comando das ações à tarde, colocando o ativo de volta aos US$ 23 mil. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 23,1 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 127 mil.

A expectativa em cima do aumento de juros na Europa levou praticamente todos os mercados, inclusive o Bitcoin, a recuarem no início de suas sessões. Segundo os analistas da Cryptal Digital, o mecanismo de conter a inflação, ao mesmo tempo, também é responsável por dificultar empréstimos e financiamentos, o que pode levar a uma recessão econômica.

Pesou ainda negativamente para o Bitcoin hoje, relatos de que a Tesla vendeu cerca de 75% de suas participações na criptomoeda, em junho. Nossa equipe destaca que a venda do ativo pela fabricante de carros elétricos adicionou um volume considerável da moeda no mercado e intensificou a pressão vendedora no período. Hoje, a notícia acrescentou uma dose de volatilidade especulativa considerável.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 22,4 mil, e a resistência em US$ 24,6 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 58%, com o mercado mais comprado, e o MACD sustenta suas linhas cruzadas para cima.

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#748 – Em dia de mercados mistos, Bitcoin sustenta alta

De olho nas contas fiscais e tensões políticas, a bolsa de valores brasileira encerrou a quarta-feira (20) com ganhos. O Bitcoin manteve sua tendência de alta em busca dos US$ 24 mil, em dia de mercado misto no exterior.

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 1,37%. Hoje, o índice manteve a tendência com leve subida de 0,04%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,46.

Pelo Brasil, crescem as preocupações sobre a credibilidade do país, após a aprovação da chamada PEC Kamikaze, poucos meses antes das eleições. As tensões políticas também se mantêm aquecidas, com novos ataques do presidente da república ao sistema de votação. Nos indicadores, o IGP-M desacelerou a 0,52% na segunda prévia de julho. Lá fora, Vladimir Putin garantiu que irá religar, amanhã, o gasoduto que abastece a Europa. Entretanto, será preciso cortar em 60% o gás, pois a turbina em manutenção está no Canadá. Por conta das sanções, o país é impedido de devolver o equipamento. Ainda pela Europa, o Banco Central se reúne amanhã para aumentar sua taxa de juros. Nos Estados Unidos, os resultados coorporativos estão vindo melhores do que o esperado no segundo trimestre.

Enquanto o mercado opera de forma mista, o Bitcoin mantém mais um dia de ganhos nesta quarta-feira. A subida, ontem à tarde, para os US$ 23,8 mil, colocou a criptomoeda de referência em uma zona de resistência. Entretanto, a força vendedora não foi o suficiente para arrefecer o ímpeto dos bulls, que buscaram os US$ 24,3 mil. Agora, em ajuste, a moeda digital é comercializada a US$ 23,7 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 129 mil.

A volatilidade no comportamento dos investidores é notável nesta semana, com a queda do índice dólar (DXY), valorização do euro e subida de ações de risco. Segundo os analistas da Cryptal Digital, o aumento de juros pelo Banco Central Europeu fortalece a moeda local e enfraquece o dólar. Porém, este será o primeiro aumento em mais de dez anos. Assim, é preciso acompanhar a confirmação da aceleração e a repercussão dentro dos mercados para compreender os reais impactos da ação nas ações, criptomoedas e inflação.

Em uma perspectiva técnica, nossa equipe observa que o preço atual coloca o Bitcoin relativamente acima da média móvel de 200 semanas. Entretanto, a vela semanal é encerrada apenas na noite de domingo, e os riscos de um rompimento falso seguem no radar. Dados o WhaleMap sugerem ainda que o a criptomoeda de referência deve encontrar resistência nos US$ 27 mil, já que, até lá, falta demanda de compra mais substancial pelas baleias. Por outro lado, há ainda muitos contratos futuros de venda abertos, e novas liquidações podem ajudar em uma possível subida de preços.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 22,4 mil, e a resistência em US$ 24,6 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI aponta os 63%, com o mercado mais comprado, e o MACD sustenta suas linhas cruzadas para cima.

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https://anchor.fm/cryptal-digital/episodes/746—Em-dia-de-mercados-mistos–Bitcoin-sustenta-alta-e1lg1kf

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#745 – Dólar em baixa segue empurrando Bitcoin para cima

Apoiada pelo desempenho dos bancos, a bolsa de valores brasileira encerrou a terça-feira (19) com ganhos. O Bitcoin aproveitou o momento de baixa do dólar para seguir em sua tendência de alta.

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 0,38%. Hoje, o índice manteve a direção com subida de 1,37%. O dólar apresentou leve recuo, mantendo a cotação em R$ 5,42.

Pelo Brasil, a Petrobras anunciou uma redução de R$ 0,20 no preço dos combustíveis para as distribuidoras, enquanto os os bancos brasileiros registraram fortes ganhos. Entretanto, o risco fiscal segue em pauta pelos investidores. Lá fora, a Apple, Amazon, Alphabet e Microsoft anunciaram a redução nos planos de expansão e na contratação de novos funcionários. Na Europa, o preço do gás sobe, com o calor extremo e redução do nível dos rios na França. A zona do Euro ainda registrou um CPI recorde de 8,6%, em junho, segundo revisão. O Banco Central do país, agora, está olhando a possibilidade de subir 50 pontos, em vez de 25bps, a taxa de juros na próxima reunião.

O Bitcoin segue sua tendência de alta, se beneficiando da queda do índice dólar (DXY). Após um dia já positivo para a criptomoeda de referência ontem, as sessões europeia e norte-americana levaram o ativo para a casa dos US$ 23 mil onde não apresenta topo definido. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 23,3 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 126 mil.

Com a possibilidade de um aumento mais agressivo na taxa de juros na Europa, o euro voltou a subir, com um leve descolamento da paridade com o dólar norte-americano. Segundo os analistas da Cryptal Digital, o DXY encontrou uma forte resistência após dias de avanço, colocando o mercado de risco e as criptomoedas de volta ao foco dos investidores. Com um volume de compra mais agressivo, uma nova leva de liquidações atingiu os contratos futuros de Bitcoin nesta terça-feira. Foram quase US$ 600 milhões em posições fechadas, no acumulado das últimas 24 horas. Mais uma vez, a grande maioria foi de contratos shorts.

O avanço para acima dos US$ 23 mil mostra que os bulls estão empenhados em vencer a resistência da média móvel de 200 semanas. Parte do otimismo vem mais uma vez dos dados on-chain. Nossa equipe destaca o período de tempo em que a criptomoeda de referência está operando abaixo de seu preço realizado. Este indicador considera o valor de todos os Bitcoins no preço em que foram comprados dividido pelo número de ativos em circulação. Geralmente, os mercados de baixas encontram seu fundo quando este nível é atingido. Ao mesmo tempo, a capitulação dá mais sinais de que está em fase final. Desde a última queda para os US$ 17 mil, 8% da oferta circulante de Bitcoin mudou de mãos.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 22,4 mil, e a resistência em US$ 24,5 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. A média móvel de 200 semanas está sendo batida até o momento. Porém, a vela semanal só se encerra na noite do próximo domingo. O RSI vai para 61%, com o mercado mais comprado, e o MACD mantém suas linhas cruzadas para cima.

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#744 – Liquidação de bears mantém alta do Bitcoin

Com avanço nas commodities no exterior, a bolsa de valores brasileira apontou para ganhos nesta segunda-feira (18). O Bitcoin manteve sua tendência de alta, acompanhada pela liquidação de contratos futuros vendidos.

Na última sexta-feira, o IBOVESPA teve alta de 0,45%. Hoje, o índice manteve a tendência, com subida de 0,38%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,42.

Pelo Brasil o risco fiscal continua em pauta pelos investidores, em meio a aproximação das eleições presidenciais. No boletim Focus, foi reduzida as projeções da inflação para 7,54%, enquanto as do PIB subiram para 1,75% este ano. Lá fora a inflação continua subindo, agora, não mais pelo alto consumo, mas também pelo dólar fortalecido. O Banco Central norte-americano se reúne, na próxima semana, para definir a provável elevação da taxa de juros. As apostas do mercado seguem entre 75 e 100 pontos-base. A China está vendo uma saída de capital estrangeiro, em meio aos conflitos regulatórios e restrições rígidas para o controle da COVID-19.

Com o apetite ao risco mais intenso no mercado, o Bitcoin manteve seus ganhos neste início de semana e avançou resistências. Após abandonar os US$ 20 mil em um atípico final de semana, a abertura do mercado asiático seguiu com os bulls no controle das ações, levando a criptomoeda de referência aos US$ 22,5 mil. Mais tarde, a sessão norte-americana colocou o ativo em direção aos US$ 22,7 mil, mas a pressão de venda impediu a continuidade dos ganhos. Em ajuste, a moeda digital é comercializada, agora, a US$ 21,5 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 116 mil.

Os investidores estão menos avessos ao risco nesta segunda-feira. Segundo os analistas da Cryptal Digital, essa percepção pode ser observada durante o período positivo das bolsas norte-americanas nesta tarde, principalmente a Nasdaq, em que a maioria das ações de tecnologia está alocada. A correção do mercado, entretanto, ajudou a ajustar o Bitcoin que, mesmo assim, manteve os ganhos no dia. Além disso, o índice dólar (DXY), embora ainda valorizado, parece ter encontrado uma resistência e opera em baixa hoje. Para a criptomoeda, este cenário coloca novamente a narrativa de desempenhos inversos no radar.

Nossa equipe destaca ainda que o mercado de derivativos da criptomoeda de referência passou por uma liquidação relativamente significativa nesta noite, cerca de US$ 400 milhões nas últimas 24 horas. Desta vez, porém, os bears foram a maioria no fechamento das posições. Na perspectiva on-chain, os mineradores reduziram cerca de 14 mil Bitcoins de suas reservas entre 14 e 18 de julho. Isso confirma o processo de capitulação já em andamento por este grupo.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 21,2 mil, e a resistência em US$ 21,8 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O mesmo nível marca também para a média móvel de 200 semanas, que resiste ao avanço de preços. O RSI sobe para 51%, com o mercado equilibrado, e o MACD continua com suas linhas cruzadas para cima.

Este foi o boletim Cryptal News desta segunda-feira. Veja essa e outras análises em nosso WhatsApp e nos canais de áudio oficiais. Siga a gente também nas redes sociais para acompanhar o dia a dia de nossa equipe!

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