#753 – Ainda com ganhos, Bitcoin tenta superar os US$ 24 mil

Com humor ainda positivo no exterior, a bolsa de valores brasileira encerrou a sexta-feira (29) com ganhos. O Bitcoin manteve sua perspectiva de alta, enquanto ainda tenta romper os US$ 24 mil

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 1,14%. Hoje, o índice manteve a tendência, com subida de 0,55%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,17.

Pelo Brasil, a Petrobras registrou lucro acima de R$ 54 bilhões, uma alta de 26,8% na base anual. Na contramão, a Vale apontou lucro de R$ 30 bilhões, cerca de 25% abaixo na comparação anual. Nos indicadores, a taxa de desemprego vai a 9,3% em junho. Lá fora, o PIB da zona do Euro cresceu 0,7%, no segundo trimestre, de acordo com a primeira estimativa. Nos Estados Unidos, o PMI recuo para 52,1 pontos, em julho, contra previsão de 55 pontos. Já o núcleo da inflação avançou 0,6%, acima do esperado, e acumulando alta de 4,8% na base anual.

Com um dia menos agressivo nos mercados tradicionais, o Bitcoin continua lutando para sustentar seu avanço acima dos US$ 24 mil. Mesmo com um salto rápido aos US$ 24,4 mil, na última noite, o mercado asiático manteve a lateralização da criptomoeda de referência. Pela manhã, o ativo recuou para US$ 23,5 mil, mas os bulls impediram novas descidas. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 23,8 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 124 mil.

O recente aumento de juros pelo Banco Central norte-americano, aliado à recessão técnica e inflação acima do esperado nos Estados Unidos, não parece ter colocado muita pressão nos ativos esta semana. Segundo os analistas da Cryptal Digital, o cenário atual da maior economia do mundo basicamente posiciona o governo de modo a segurar o aumento dos juros para evitar uma piora local. Desta forma, pode haver um pouco mais de previsibilidade por parte dos investidores.

Enquanto isso, nossa equipe destaca, mais uma vez, os dados on-chain ainda sugerindo que a correção pode ter chegado ao fim. A métrica HODL Waves divide a oferta de acordo com a última movimentação de cada Bitcoin. O movimento atual é semelhante aos comportamentos observados em outros fundos macros. Em consonância, o saldo da criptomoeda em carteiras de câmbio representa, agora, apenas 12,6% da oferta geral, uma queda de 4,6% em comparação com o coronacrash, em março de 2020. Este é o menor número desde julho de 2018.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin 22,9 mil, e a resistência em US$ 24,4 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 61%, com o mercado mais comprado, e o MACD continua com suas linhas cruzadas para cima.

Este foi o boletim Cryptal News desta sexta-feira. Veja essa e outras análises em nosso WhatsApp e nos canais de áudio oficiais. Siga a gente também nas redes sociais para acompanhar o dia a dia de nossa equipe!

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