Autor: Cryptal Digital

Com recuo na inflação, Bitcoin testa novamente os US$ 24 mil

A bolsa de valores brasileira acompanhou o clima positivo com indicadores econômicos no exterior e encerrou a quarta-feira (10) com ganhos. O Bitcoin se beneficiou de uma inflação aparentemente mais controlada nos Estados Unidos para retomar a luta pelos US$ 24 mil.

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 0,23%. Hoje, o índice manteve a tendência, com subida de 1,46%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,08.

Pelo Brasil, a agenda econômica é fraca, com os investidores ainda observando o risco fiscal. O indicador mais relevante do dia foi a atividade do comércio que recuou 1,4% em junho. Lá fora, a crise energética pode ficar ainda mais grave na Europa. O rio Reno, um dos pilares das principais economias da região, está com seus níveis mais baixos, impedindo o trânsito de navios que transportam diesel e carvão. Na China, a inflação ao consumidor aponta alta anual de 2,7%, com o governo admitindo que pode ultrapassar os 3%, mas mantendo a meta. Nos Estados Unidos, o mesmo indicador, o CPI, mostrou uma inflação estável, com avanço de 0,3%, contra um consenso de 0,5%.

Com os investidores respirando aliviados por conta da inflação reduzida, as ações de risco e o Bitcoin tiveram um dia de operações mistas. A falha em romper os US$ 24 mil no início da semana deu espaço para um viés corretivo, que levou a criptomoeda de referência a US$ 22,6 mil na última noite. Entretanto, os bulls compraram a queda e colocaram o ativo acima dos US$ 24 mil. Agora, em ajuste, a moeda digital é comercializada a US$ 23,6 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 119 mil.

Assim que os dados do CPI nos Estados Unidos vieram abaixo do esperado, os investidores se voltaram para as ações de risco e, consequentemente, as criptomoedas. Segundo os analistas da Cryptal Digital, a forte alta na geração de emprego recentemente levou temor ao mercado, que passou a visualizar a inflação como um termômetro para a elevação de juros no país. Com um possível controle sobre a taxa, o Bitcoin e ações tradicionais se beneficiaram do bom humor.

Já nos dados on-chain, é possível observar o movimento das baleias da criptomoeda de referência. Nossa equipe aponta que em níveis próximos a US$ 22 mil há uma concentração considerável de grandes detentores posicionados para mais compras. Em contrapartida, a atual resistência dos US$ 24 mil tem sido sustentada também por baleias, estas, porém, vendedoras. Os gráficos de acumulação, entretanto, apontam que os HODLERs estão mais ativos.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 23,1 mil, e a resistência em US$ 23,7 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 54%, com o mercado mais comprado, e o MACD cruza suas linhas para cima.

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Inflação nos EUA recua preço do Bitcoin

Diante de uma queda na inflação, a bolsa de valores brasileira apontou para ganhos nesta terça-feira (9). O Bitcoin perdeu a luta pelos US$ 24 mil, com as baleias forçando a resistência.

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 1,81% o índice manteve a tendência, com subida de 0,23%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,12.

Pelo Brasil, o IPCA veio negativo em 0,68% em julho, apoiado pela redução no preço dos combustíveis. Entretanto, a taxa aponta 10%, em 12 meses. Lá fora, a OCDE destacou que indicadores antecedentes miram uma piora na perspectiva de crescimento global. Nos Estados Unidos, o presidente Joe Biden sancionou a lei que destina US$ 280 bilhões ao setor de alta tecnologia, principalmente para a fabricação de semicondutores. Amanhã. serão divulgados os dados da inflação no país.

Os receios diante da divulgação do CPI norte-americano colocaram pressão no Bitcoin. Após a falha no rompimento dos US$ 24 mil na última tarde, a criptomoeda de referência entrou em baixa nesta manhã. Na abertura da sessão de Nova Iorque, o ativo buscou uma mínima de US$ 22,8 mil. A partir daí, o mercado reduziu consideravelmente a volatilidade e lateralizou. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 23,1 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 118 mil.

Não só o Bitcoin, mas até mesmo o mercado acionário tradicional está experimentando um dia de cautela nesta terça-feira. Segundo os analistas da Cryptal Digital, os dados de inflação, amanhã, devem dar pistas sobre como o Federal Reverse deverá agir com relação a sua taxa de juros. Os recentes dados fortes na geração de emprego aumentaram o temor dos investidores para uma política ainda bastante hawkish pelas autoridades monetárias. Com mais dinheiro circulando, os dados do CPI serão o termômetro da semana para o apetite ao risco.

Ao mesmo tempo em que o mercado opera de forma cautelosa, os dados on-chain mostram que algumas baleias estão formalizando uma espécie de barreira na região dos US$ 24,5 mil. Por outro lado, nossa equipe lembra que o volume de carteiras com moedas, com idade acima de 3 anos, está em seu pico máximo. Isso sugere que a pressão vendedora pode durar pouco tempo e pender para os detentores de longo prazo e compradores.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 22,7 mil, e a resistência em US$ 23,2 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI aponta os 51%, com o mercado novamente equilibrado, e o MACD cruza suas linhas para baixo novamente.

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Em teste dos US$ 24 mil, BTC mantém tendência de alta técnica

A bolsa de valores brasileira acompanhou o sentimento no exterior e fechou a segunda-feira (8) com ganhos. O Bitcoin também manteve seu avanço de preços, em nova disputa pelo rompimento dos US$ 24 mil.

Na última sexta-feira, o IBOVESPA teve alta de 0,55%. Hoje, o índice manteve a tendência, com subida de 1,81%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,11.

Pelo Brasil, o risco fiscal segue em pauta, com o IGBE divulgando, amanhã, os dados de inflação. O mercado avalia que o ciclo de aumento da taxa SELIC já pode ter sido encerrado. Lá fora, a China elevou seu nível de exportação no último mês. Nos Estados Unidos, serão divulgados, quarta-feira, os índices inflacionários. A expectativa do indicador para os consumidores caiu de 6,8% para 6,2%, segundo pesquisa do Federal Reserve de Nova Iorque. O Senado também aprovou o projeto de lei que destina um pacote de estímulos financeiros para o combate às mudanças climáticas.

Enquanto os mercados aguardam os dados de inflação nos Estados Unidos, o Bitcoin mantém sua tendência de alta técnica, com um novo teste dos US$ 24 mil. Após um final de semana tipicamente lateral, a criptomoeda de referência viu uma disparada de preços nesta madrugada, com topo em US$ 24,2 mil. A volatilidade foi reduzida nesta tarde, com o ativo flutuando próximo de sua resistência. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 23,9 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 122 mil.

As perspectivas para o decorrer da semana ainda são bastante incertezas, gerando, portanto, um sentimento de cautela. Segundo os analistas da Cryptal Digital, os dados de inflação, na quarta-feira, vão ser um termômetro para capturar pistas sobre o próximo aumento de juros nos Estados Unidos. A estimativa passou a ser uma alta de 75 pontos-base, por conta do forte aumento de empregos no país. Para o Bitcoin e ações de maior risco, essa subida nos juros pode ser prejudicial no curto prazo, com a elevação dos rendimentos dos títulos do tesouro local.

Até que o evento se consolide, nossa equipe se vira novamente aos dados on-chain. Dentro dos gráficos, a oferta ativa de Bitcoin está diminuindo consideravelmente nos curto e médio prazos. Ou seja, mesmo com o recente aumento de preços, os compradores não estão se desfazendo de suas moedas. Ao mesmo tempo, o volume médio de transações segue baixo, indicando também que não há tantos compradores ativos no momento. Desta forma, o HODL parece ser a opção principal dos investidores, com a porção inativa da criptomoeda em carteiras por três anos ou mais aumentando, rapidamente, atingindo novos máximos históricos.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 23,7 mil, e a resistência em US$ 24,7 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI avança para 60%, com o mercado mais comprado, e o MACD retoma suas linhas cruzadas para cima.

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#758 – Bitcoin sustenta briga pelos US$ 23 mil

Em dia misto no exterior, a bolsa de valores brasileira registrou ganhos nesta sexta-feira (5). O Bitcoin reduziu sua volatilidade com os dados do payroll nos Estados Unidos, mas ainda em busca dos US$ 23 mil.

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 2,04%. Hoje, o índice manteve a tendência, com subida de 0,55%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,16.

Pelo Brasil, o mercado avalia que o ciclo de aumentos da SELIC pode já ter sido encerrado, embora o COPOM tenha deixado a porta aberta para novas subidas. Lá fora, a desaceleração nas vendas de semicondutores é mais um sinal da piora da economia global, já que os chips se tornaram uma boa referência da demanda global. Nos Estados Unidos, os dados do payroll vieram o dobro acima do esperado pelos analistas, retomando níveis pré-pandemia. A taxa de desemprego atingiu 3,5%, abaixo do consenso.

Com um dia de análise de dados econômicos, o Bitcoin operou com pouca volatilidade, mas ainda em busca dos US$ 23 mil. Pouco antes da abertura do mercado asiático, a criptomoeda de referência saltou de 22,3 mil para US$ 24,4 mil nesta manhã. Por duas vezes, os bulls tentaram romper o nível, mas sem sucesso. Agora, em ajuste, a moeda digital é comercializada a US$ 22,9 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 118 mil.

Embora os dados do payroll tenham vindo consideravelmente acima do esperado, os mercados operaram de forma mista e com certo viés de baixa nesta sexta-feira. Segundo os analistas da Cryptal Digital, com cada vez mais consumo, graças ao volume alto de emprego, o mercado precifica que a inflação pode continuar intensa, pelo maior montante de moeda circulante. Consequentemente, um novo aumento de 75 pontos-base dos juros nos Estados Unidos volta ao radar.

Com o Bitcoin também pressionado hoje, a criptomoeda passou relativamente ilesa pelo vencimento de opções nesta madrugada. Nossa equipe lembra que com o ativo acima dos US$ 23 mil, os contratos de compra apontavam vantagem considerável na expiração. Já em US$ 22 mil, a data levaria equilíbrio às operações. A falta de movimentação mais brusca do Bitcoin hoje é observada ainda na taxa de financiamento neutra dos contratos futuros, que aponta 0,01% em diversas corretoras.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 22,6 mil, e a resistência em US$ 23,1 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 53%, com o mercado mais comprado, e o MACD faz o cruzamento para baixo de suas linhas.

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#757 – Incertezas sobre recessão pressionam o Bitcoin

A bolsa de valores repercutiu o aumento da SELIC e encerrou a quinta-feira (4) com ganhos. O Bitcoin seguiu o mercado internacional e corrigiu, em meio às incertezas sobre a recessão nos Estados Unidos.

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 0,4%. Hoje, o índice manteve a tendência, com subida de 2%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,22.

Pelo Brasil, o COPOM confirmou o aumento de 0,5% na SELIC que, agora, vai para 13,75% ao ano. Uma porta foi deixada aberta para uma nova elevação na próxima reunião. Lá fora, a China faz um dos exercícios militares mais intensos nas águas de Taiwan. O movimento não só pressiona os Estados Unidos, como interrompe um canal importante de navios, podendo impactar ainda mais a já frágil cadeia de suprimentos. Nos Estados Unidos, os pedidos de seguro-desemprego foram de 260 mil, em linha com o esperado. A representante do Banco Central de Cleveland deu nova entrevista, afirmando que o país não está em recessão agora, mas os riscos aumentaram. A autoridade destacou que há um caminho para se conseguir uma aterrissagem suave, porém, as restrições de oferta podem permanecer por algum tempo, mantendo seus impactos na inflação.

A perspectiva pouco clara sobre a inflação e recessão nos Estados Unidos e o vencimento de opções pressionaram o Bitcoin hoje. Após uma insistência nos US$ 23 mil, a criptomoeda de referência entrou em baixa na última tarde, se seguindo até o momento. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 22,4 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 117 mil.

Conforme as autoridades monetárias dos Estados Unidos se pronunciam, os investidores ficam cada vez mais cautelosos, já que há um discurso confuso sobre como a economia norte-americana está reagindo à inflação e recessão. Segundo os analistas da Cryptal Digital, neste cenário, boa parte do mercado continua buscando proteção em títulos do Tesouro, commodities e ações de menor risco. Nem mesmo o índice dólar (DXY) escapou do dia negativo.

Amanhã, o mercado ainda se depara com o primeiro vencimento de opções de agosto. Nossa equipe destaca que com o Bitcoin acima dos US$ 23 mil, os bulls tem vantagem na data. Em US$ 22 mil, os contratos estão equilibrados. Abaixo deste nível, os bears se acumulam. Mesmo assim, o volume de ordens ainda é baixo, já que há pouca margem para posições de venda, após a liquidação de US$ 140 milhões entre 26 e 27 de julho. Ainda sobre os derivativos a gigante bolsa de Chicago, a CME, planeja lançar futuros de Bitcoin e Ethereum com base em euro, ampliando ainda mais a possibilidade de participação institucional.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 22,2 mil, e a resistência em US$ 22,7 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. A média móvel de 200 semanas mira os US$ 20,8 mil, nível importante para os bulls. O RSI desce para 49%, com o mercado ligeiramente mais vendido, e o MACD está próximo de cruzar suas linhas para baixo.

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#756 – Com apetite ao risco, Bitcoin se sustenta nos US$ 23 mil

O apetite ao risco no exterior atingiu a bolsa de valores brasileira, que encerrou a quarta-feira (3) com alta. O Bitcoin também se beneficiou do clima ameno para sustentar seu preço acima dos US$ 23 mil.

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 1,11%. Hoje, o índice manteve a tendência, com subida de 0,4%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,27.

Pelo Brasil, o COPOM anuncia hoje, ao término da sessão, a definição da SELIC. O mercado aguarda um avanço de 0,5%. Nos indicadores, o PMI de serviços recuou para 55,8, em julho. Lá fora, a presidente da Câmara norte-americana retornou de Taiwan, afirmando seu apoio ao governo local. A China, por enquanto, respondeu com medidas brandas à visita, apesar de novas ameaças políticas e militares. Ainda nos Estados Unidos, representantes do Federal Reserve seguem com discurso dúbio, com pelo menos quatro autoridades ainda entendendo que a luta contra a inflação estava longe do fim. Nos países da OCDE, a taxa anual do CPI acelerou a 10,3%, em junho, maior nível desde 1988. A OPEP+ também concordou em aumentar em 100 mil barris por dia sua produção de petróleo.

Com os ânimos mais calmos nesta quarta-feira, o Bitcoin mostra força para sustentar seu preço acima dos US$ 23 mil. Ainda na última tarde, a criptomoeda de referência entrou em baixa, com uma visita aos US$ 22,7 mil logo na abertura do mercado asiático. Os bulls, entretanto, não deixaram o ativo descer mais do que isso, colocando-o novamente em rota de alta. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 23,4 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 124 mil.

Embora ainda sob forte ameaça, os chineses pouco fizeram para punir os Estados Unidos pela visita de sua terceira maior autoridade política. Segundo os analistas da Cryptal Digital, isso resfriou os ânimos dos investidores, que se voltaram para o risco novamente. No caso do Bitcoin, entretanto, há ainda uma neutralidade no mercado de derivativos, com os investidores ainda cautelosos para qualquer movimento mais arrojado. Porém, com a melhora na perspectiva econômica global, os bears podem ser pegos de surpresa no processo.

Se por um lado o mercado de derivativos se mostra preocupado, os produtos de investimentos institucionais seguem aquecidos. Só no último mês, foram adicionados mais de US$ 470 milhões, o mais alto de qualquer mês de 2022. Esse montante, inclusive, igualou as saídas de US$ 480 milhões de junho. Esse acúmulo passa também pelos mineradores, que estão se recuperando da recente queda de preços e sinalizando mais uma vez o fim de sua capitulação. A quantidade de Bitcoins em suas carteiras, agora, atingiu um novo recorde histórico.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 22,9 mil, e a resistência em US$ 23,5 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 56%, com o mercado mais comprado, e o MACD continua com suas linhas cruzadas para cima.

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#755 – Tensão entre China e EUA movimenta o mercado

Mesmo com aversão ao risco no exterior, a bolsa de valores brasileira encerrou a terça-feira (2) com ganhos. O Bitcoin seguiu o clima macroeconômico conturbado, enquanto luta para manter os US$ 23 mil.

Ontem, o IBOVESPA teve queda de 0,91%. Hoje, o índice reverteu, com subida de 1,11%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,27.

Pelo Brasil, o COPOM define, amanhã, o futuro da SELIC. O mercado espera que a taxa básica suba de 13,25% para 13,75%. Nos indicadores, a produção industrial voltou a recuar em junho. Lá fora, a tensão entre Estados Unidos e China aumenta com a ida da líder da Câmara norte-americana a Taiwan. Os chineses disseram que a visita é uma ameaça a sua soberania, indicando que haverá não só consequências políticas, mas também militares. Sobre economia, o representante do Federal Reserve de Chicago disse que aumentos de 50 bps e 25 bps nos juros são possíveis nas próximas reuniões, já que a inflação deve retroceder em breve, mesmo com pressões. A autoridade ainda disse que um pouso suave é possível, mas difícil. Já o FED de Cleveland declarou um posicionamento contrário, indicando que não vê sinais de que a inflação está retrocedendo.

Em meio ao clima macroeconômico tenso, o Bitcoin encontrou dificuldades para sustentar os US$ 23 mil. A abertura do mercado asiático pressionou a criptomoeda de referência, que viu seu preço escorregar aos US$ 22,6 mil nesta manhã. Entretanto, os bulls compraram a queda. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 23 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 120 mil.

O dia está sendo marcado por oscilações bruscas nos mercados tradicionais e cripto. Segundo os analistas da Cryptal Digital, a recente tensão entre China e Estados Unidos voltou a colocar muitas dúvidas sobre o futuro da economia global, já que é impossível medir os impactos políticos, mercadológicos e até mesmo militares da visita da líder da Câmara norte-americana a Taiwan. Em contrapartida, houve alívio momentâneo entre os investidores, com as falas do representante do FED

de Chicago, que levou um clima mais ameno sobre a inflação e aumento de juros, na contramão de seu colega de Cleveland.

Esse mesmo sentimento misto é visto nos dados de operações das exchanges. Nossa equipe destaca que boa parte das baleias estão tentando manter o Bitcoin acima dos US$ 22,8 mil, onde marca a média móvel de 200 semanas. Porém, este não parece ser um consenso entre outros investidores, que ainda esperam uma baixa de preços no curto prazo. De qualquer forma, a criptomoeda continua sendo comercializada em uma faixa relativamente estreita, entre US$ 22 mil e US$ 24 mil.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 22,9 mil, e a resistência em US$ 23,5 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI vai para 54%, com o mercado mais comprado, e o MACD sustenta suas linhas cruzadas para cima.

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#754 – Após semana de alta, Bitcoin corrige o preço

Em dia de ajuste, a bolsa de valores brasileira encerrou a segunda-feira (1º) com queda. O Bitcoin também mirou em correção natural, após dias de avanço, acompanhando o clima misto nos mercados internacionais.

Na última sexta-feira, o IBOVESPA teve alta de 0,55%. Hoje, o índice reverteu, com descida de 0,91%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,17.

Pelo Brasil, o risco fiscal segue em pauta, enquanto o Banco Central se reúne para definir a SELIC. A expectativa é que ela suba 0,5%. Nos indicadores, a confiança empresarial recuou 0,3 pontos em julho, após quatro altas seguidas, e a produtividade na indústria recuou 1,5% no primeiro trimestre. Lá fora, os dados de produção na Europa despencaram, enquanto, na Ásia, o índice manteve sua desaceleração. Todos os índices gestores de compras para os quatro maiores membros da zona do Euro indicaram contração. Nos Estados Unidos, o PMI industrial recuou 52,8 pontos, em julho, melhor do que o esperado.

Com as ações tradicionais operando de forma mista, o Bitcoin perdeu um pouco do ritmo de alta acumulado no final da última semana. Ainda no sábado, a criptomoeda de referência fez um salto rápido para os US$ 24,5 mil, antes de perder força no domingo. A luta na resistência foi arrefecida nesta segunda-feira, com os mercados ainda mirando correção. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 22,9 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 113 mil.

Os mercados globais vinham de altas consideráveis na última semana, após uma perspectiva mais positiva no discurso dos representantes do Banco Central norte-americano sobre sua economia. Segundo os analistas da Cryptal Digital, a perspectiva técnica, de fato, aponta para uma correção saudável e natural para os índices e o Bitcoin. Entretanto, os dados de emprego nos Estados Unidos passarão a ser o grande foco dos investidores, já que as autoridades norte-americanas apontam eles para justificar a inexistência de uma recessão.

Mais uma vez, os dados on-chain seguem demonstrando que o pior do Bitcoin já fora vivido em maio deste ano. Nossa equipe destaca que a alta de preços recente diminuiu a capitulação dos mineradores. Este processo de vendas pode se perdurar por mais algum tempo, mas com menor intensidade. Até a dificuldade de mineração deve ter seu primeiro aumento em dois meses, após três ajustes consecutivos para baixo. Ao mesmo tempo, os dados de derivativos mostram que o apetite institucional continua aquecido. Só o ETF de Bitcoin do Canadá adicionou 2,6 mil unidades da criptomoeda na última semana.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 22,9 mil, e a resistência em US$ 23,5 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 54%, com o mercado perto de um equilíbrio, e o MACD sustenta suas linhas cruzadas para cima.

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#753 – Ainda com ganhos, Bitcoin tenta superar os US$ 24 mil

Com humor ainda positivo no exterior, a bolsa de valores brasileira encerrou a sexta-feira (29) com ganhos. O Bitcoin manteve sua perspectiva de alta, enquanto ainda tenta romper os US$ 24 mil

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 1,14%. Hoje, o índice manteve a tendência, com subida de 0,55%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,17.

Pelo Brasil, a Petrobras registrou lucro acima de R$ 54 bilhões, uma alta de 26,8% na base anual. Na contramão, a Vale apontou lucro de R$ 30 bilhões, cerca de 25% abaixo na comparação anual. Nos indicadores, a taxa de desemprego vai a 9,3% em junho. Lá fora, o PIB da zona do Euro cresceu 0,7%, no segundo trimestre, de acordo com a primeira estimativa. Nos Estados Unidos, o PMI recuo para 52,1 pontos, em julho, contra previsão de 55 pontos. Já o núcleo da inflação avançou 0,6%, acima do esperado, e acumulando alta de 4,8% na base anual.

Com um dia menos agressivo nos mercados tradicionais, o Bitcoin continua lutando para sustentar seu avanço acima dos US$ 24 mil. Mesmo com um salto rápido aos US$ 24,4 mil, na última noite, o mercado asiático manteve a lateralização da criptomoeda de referência. Pela manhã, o ativo recuou para US$ 23,5 mil, mas os bulls impediram novas descidas. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 23,8 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 124 mil.

O recente aumento de juros pelo Banco Central norte-americano, aliado à recessão técnica e inflação acima do esperado nos Estados Unidos, não parece ter colocado muita pressão nos ativos esta semana. Segundo os analistas da Cryptal Digital, o cenário atual da maior economia do mundo basicamente posiciona o governo de modo a segurar o aumento dos juros para evitar uma piora local. Desta forma, pode haver um pouco mais de previsibilidade por parte dos investidores.

Enquanto isso, nossa equipe destaca, mais uma vez, os dados on-chain ainda sugerindo que a correção pode ter chegado ao fim. A métrica HODL Waves divide a oferta de acordo com a última movimentação de cada Bitcoin. O movimento atual é semelhante aos comportamentos observados em outros fundos macros. Em consonância, o saldo da criptomoeda em carteiras de câmbio representa, agora, apenas 12,6% da oferta geral, uma queda de 4,6% em comparação com o coronacrash, em março de 2020. Este é o menor número desde julho de 2018.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin 22,9 mil, e a resistência em US$ 24,4 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 61%, com o mercado mais comprado, e o MACD continua com suas linhas cruzadas para cima.

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#752 – Bitcoin tenta os US$ 24 mil com aumento de receita dos mineradores

O bom humor internacional foi bem recebido pela bolsa de valores brasileira que encerrou a quinta-feira (28) com ganhos. O Bitcoin manteve o avanço de preços de ontem, em meio a uma elevação das receitas dos mineradores.

Ontem, o IBOVESPA teve ganhos de 1,67%. Hoje, o índice manteve a tendência, com subida de 1,14%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,16.

Pelo Brasil, pouco mudou entre os investidores sobre o risco fiscal, que segue sendo monitorado de perto. Nos indicadores, o Índice de Preços ao Produtor marcou 1%, em junho, enquanto a confiança do setor de serviços subiu 2,2 pontos, mas a do comércio recuou 2,8 em julho. Lá fora, o minério de ferro na China continua acumulando ganhos esta semana, com uma melhora sobre o sentimento da economia na China. Nos Estados Unidos, o PIB caiu 0,9%, no segundo trimestre, ante uma expectativa de alta de 0,5%. Neste cenário, o país entra na chamada recessão técnica. A secretária do tesouro, hoje, manteve o discurso de que o mercado de trabalho forte tem fortalecido as finanças das famílias, assim como seus gastos, sendo contraditório a uma recessão.

Ao contrário dos últimos aumentos de juros nos Estados Unidos, o Bitcoin manteve os ganhos no dia seguinte pós-anúncio, flertando, agora, com os US$ 24 mil. Ainda na última tarde, a criptomoeda de referência já havia realizado um salto aos US$ 23 mil. O nível encontrou resistência na sessão asiática, mas houve pouca pressão de venda no período. À tarde, o ativo apontou novo avanço, acima dos US$ 24 mil. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 23,8 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 124 mil.

Desde o início do aumento de juros pelo Federal Reserve, o mercado apresentava um padrão de comprar o fato para, em seguida, vender os lucros de suas posições. Segundo os analistas da Cryptal Digital, o comportamento foi diferente hoje, com um segundo dia consecutivo de ganhos não só para o Bitcoin, mas também para as ações tradicionais. Até mesmo a recessão técnica da maior economia

do mundo não foi o suficiente para empurrar o apetite para baixo. Pode ter ajudado no humor mais positivos dos investidores, a mudança em um projeto de lei, que pelo menos adia o aumento de impostos sobre os norte-americanos mais ricos. Em contrapartida, o texto, que passará por votação ainda, deve incidir a tarifa sobre os gestores de fundos da bolsa de valores.

Para o Bitcoin, o final de semana vai se desenhando com tons otimistas. O recente avanço para a casa dos US$ 23 mil colocou a receita dos mineradores em alta novamente, após um sell-off do grupo para manter suas economias preservadas. Ao mesmo tempo, o vencimento de opções, amanhã, volta a mostrar uma vantagem considerável dos bulls. Com o Bitcoin acima dos US$ 22 mil, o volume de opções de compra na expiração de amanhã já são maiores do que os contratos de venda.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 23 mil, e a resistência em US$ 24,3 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI sobe para 61%, com o mercado mais comprado, e o MACD mantém suas linhas cruzadas para cima.

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