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#741 – Inflação nos EUA acentua volatilidade do Bitcoin e ações

Em meio ao risco fiscal, a bolsa de valores brasileira encerrou a quarta-feira (13) com perdas. O Bitcoin tentou recuperar os US$ 20 mil, mas inflação nos Estados Unidos acentuou a volatilidade do ativo.

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 0,06%. Hoje, o índice reverteu, com descida de 0,4%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,40.

Pelo Brasil, a Câmara dos Deputados tenta concluir rapidamente a aprovação da PEC Kamikaze, que reacendeu os temores do descontrole fiscal. Nos indicadores, as vendas no varejo avançaram 0,1% em maio. Lá fora, a China segue lutando conta a COVID-19, enquanto reafirmou sua posição de reduzir taxas de empréstimo reais e custos de financiamento para conter a desaceleração da economia. Entre os países da OCDE, a taxa de desemprego ficou em 5%, em maio. Nos Estados Unidos, o presidente Joe Biden viajou para o Oriente Médio para tentar colocar mais barris de petróleo no mercado. Pela manhã, o CPI, que mede a inflação ao consumidor no país, avançou mais uma vez, acumulando 9,1%, em 12 meses, acima dos 8,8% esperados.

Lado a lado com o mercado acionário, o Bitcoin acentuou sua volatilidade antes dos dados inflacionários nos Estados Unidos e manteve suas operações dentro do nível de US$ 19 mil. A sessão asiática foi controlada pelos bulls na última noite, que colocaram a criptomoeda de referência em rota de alta. Minutos antes do CPI, o ativo disparou rapidamente para os US$ 20,1 mil antes de rapidamente anular os ganhos da noite ao visitar os US$ 18,9 mil. A oscilação se manteve com um novo salto aos US$ 19,8 mil, antes de estabilizar. Agora, a moeda digital quase zera as perdas de ontem, e é comercializada a US$ 19,7 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 106 mil.

O mercado todo estava se preparando para os dados inflacionários dos Estados Unidos. Embora muitos apostassem que o indicador apontaria os 8,8% esperados, havia bons sinais de que a inflação viria acima deste nível. Segundo os analistas da Cryptal Digital, o avanço de juros tem sido a ferramenta principal do governo para conter a subida de preços. O CPI de hoje aumenta a expectativa de que o Federal Reserve deve subir seus juros em 75 pontos-base. Entretanto, os rendimentos do Tesouro acabam avançando com a curva de juros, dificultando o governo a sanar suas dívidas. Especialistas já destacam que o país está no limite dos juros, e a retomada de uma política monetária mais flexível pode acontecer.

Em meio ao cenário macroeconômico conturbado, nossa equipe destaca que o apetite institucional pelas criptomoedas permanece aquecido. Esta semana, a GrayScale anunciou a adição de mais três ativos digitais a sua lista de consideração. Embora não necessariamente esses tokens sejam listados para compra, mostra que a empresa está buscando outras opções para as demandas de seus investidores. Isso ocorre com a redução de venda de Bitcoin pelos mineradores e a continuidade de retirada da moeda digital das exchanges.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 18,6 mil, e a resistência em US$ 20 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 38%, com o mercado mais vendido, e o MACD sustenta suas linhas cruzadas para cima.

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#740 – Bitcoin mantém tendência de alta técnica

Na contramão do mercado internacional, a bolsa de valores brasileira apontou para ganhos nesta terça-feira (12). O Bitcoin opera em território mais baixista, em espera dos dados de inflação nos Estados Unidos.

Ontem, o IBOVESPA teve queda de 2,07%. Hoje, o índice reverteu, com subida leve de 0,06%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,43.

Pelo Brasil, o risco fiscal continua sendo o ponto de maior interesse dos investidores. A Câmara dos Deputados deve votar a PEC Kamikaze ainda hoje, mas já aprovou a LDO de 2023. Nos indicadores, o volume de serviços teve alta de 0,9% em maio, acima do esperado. Lá fora, a queda do Euro levou a moeda, pela primeira vez depois de 20 anos, a alcançar a paridade com o dólar. Por lá, seguem as preocupações com a inflação e energia. Na França, algumas usinas nucleares estão sendo desligadas, por conta do baixo nível dos rios que resfriam os reatores. Nos Estados Unidos, serão divulgados os dados de inflação amanhã. Um representante do Banco Central norte-americano disse que espera um recuo da inflação, mas não imediato.

Assim como os mercados tradicionais em baixa, o Bitcoin também opera em um campo mais negativo, em espera dos dados de inflação nos Estados Unidos. A pressão de vendas na última tarde levou a criptomoeda de referência dos US$ 20,7 mil até os US$ 19,5 mil nesta manhã. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 19,4 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 106 mil.

Nos últimos meses, é praticamente impossível falar de Bitcoin sem o correlacionar com os movimentos do mercado financeiro tradicional. Segundo os analistas da Cryptal Digital, os movimentos do Federal Reserve têm retirado boa parte do dinheiro adicionado durante a pandemia, pressionando as ações de risco e criptomoedas. Os dados de inflação dos Estados Unidos amanhã é só mais um elemento que leva cautela aos investidores e impedem movimentos mais agressivos.

Ontem, a secretária de imprensa da Casa Branca colocou fogo nas expectativas ao declarar que espera um índice “altamente elevado”.

Já especificamente sobre o Bitcoin, mais indicadores vão apontando que o fundo da correção está próximo. Nossa equipe destaca que os detentores de longo prazo continuam bastante pressionados pela queda de preços da criptomoeda, mas ainda se segurando. As mãos fracas continuam distribuindo as moedas para as mãos fortes, durante o processo de capitulação. Os mineradores também reduziram drasticamente suas vendas de 7,9 mil Bitcoins por mês para 1,350 unidades. Em mercados de baixa anteriores, porém, o ciclo de vendas deste grupo durou quatro meses, contra quase dois até o momento. Pesa ainda neste setor, que mineradores do Texas precisaram desligar suas máquinas, por conta da forte onda de calor, que está limitando o fornecimento de energia.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 17,6 mil, e a resistência em US$ 21,1 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI aponta os 35%, com o mercado mais vendido, e o MACD continua com as linhas cruzadas para cima.

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Bitcoin mantém os US$ 20 mil, mas pressionado pelo DXY

Com cautela no mercado internacional, a bolsa de valores brasileira apontou para queda nesta segunda-feira (11). O Bitcoin manteve o nível dos US$ 20 mil, mas teve início de semana pressionado pelo índice dólar (DXY).

Na última sexta-feira, o IBOVESPA teve queda de 0,44%. Hoje, o índice manteve a tendência, com descida de 2,07%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,37.

Pelo Brasil, a Câmara dos Deputados deve votar a chamada PEC Kamikaze amanhã. A medida preocupa os investidores, que veem o furo do teto de gastos e aumento do risco fiscal. O Banco Central retomou o boletim Focus, com expectativa de recuo da inflação para 7,67%, e avanço do PIB para 1,59% este ano. O IGP-M desacelerou a 0,28% na prévia de julho. Lá fora, os Estados Unidos anunciam, na quarta-feira, seu indicador de inflação, enquanto empresas divulgam seus balanços corporativos. Este último deve dar pistas sobre a possibilidade de uma recessão. Na China, um novo avanço da COVID-19 preocupa o mercado para possíveis restrições sociais e novos impactos na cadeia global. Na Europa, um gasoduto russo passará por manutenção de dez dias. Países ao redor temem que Vladmir Putin aproveite o evento para cortar o fornecimento de gás.

Enquanto isso, o Bitcoin iniciou a semana pressionado, com o índice dólar em disparada. Após um sábado lateral, domingo já sinalizava que os investidores estavam avessos ao risco, ao levar a criptomoeda de referência aos US$ 20,6 mil. A abertura do mercado asiático empurrou ainda mais o ativo, que seguiu em baixa até esta manhã. Com breve recuperação das mínimas, a moeda digital é comercializada a US$ 20,5 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 109 mil.

Como já vem sendo comentado pelos analistas da Cryptal Digital há algumas semanas, o mês de julho promete ser, no mínimo, bagunçado. Nossa equipe destaca que muitos dados e ações importantes serão divulgados e tomadas no período. Já na quarta-feira, será divulgada a inflação norte-americana, e, no final do mês, o Banco Central se reúne para definir um novo avanço na taxa de juros. Ao mesmo tempo, os dados corporativos serão usados como pistas para medir a possibilidade de recessão na maior economia do mundo.

Com o risco sendo aversivo aos investidores, o DXY manteve sua disparada neste início de semana, colocando, naturalmente, pressão sobre ações tradicionais e também no Bitcoin e reafirmando a narrativa de correlação inversa em seus desempenhos. Entretanto, os dados on-chain continuam sinalizando que o fundo macro pode já ter sido atingido na descida aos US$ 17 mil. O risco de reserva, que indica o sentimento dos detentores de longo prazo, está dentro de seus níveis mais baixos, o que, historicamente, aponta para fundos e, consequentemente, oportunidades de compra.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 19,6 mil, e a resistência em US$ 21,1 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. A mediana da banda de Bollinger também vai servindo de apoio para o preço atual de negociação. O RSI mira os 41%, com o mercado mais vendido, e o MACD mantém suas linhas cruzadas para cima.

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BTC sobe com possível regulamentação nos EUA

Com humor misto entre os investidores internacionais, a bolsa de valores brasileira apontou para queda nesta sexta-feira (8). O Bitcoin manteve sua tendência de alta, com perspectiva de uma regulamentação do setor nos Estados Unidos.

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 2,04%. Hoje, o índice reverteu, com descida de 0,44%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,26.

Pelo Brasil, a chamada PEC Kamikaze foi adiada para a próxima terça-feira. A mudança foi vista como uma derrota do governo a poucos meses da eleição. Nos indicadores, o IPCA acelerou 0,67%, em junho. Lá fora, membros do conselho do Banco Central Europeu defendem um aperto gradual na política monetária. Nos Estados Unidos, foram gerados mais de 300 mil empregos, bem acima das expectativas, enquanto o desemprego ficou em 3,6% pelo quarto mês consecutivo. O indicador aumenta as apostas de que o Banco Central irá manter o avanço de 75 pontos-base nos juros.

Em dia misto nos mercados tradicionais, o Bitcoin mantém sua força de subida, embora reduzida. Ainda na última noite, a criptomoeda de referência buscou um topo em US$ 22,4 mil, antes de passar por uma correção natural. Os bulls, entretanto, mostraram força para manter o ativo próximo de suas máximas. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 21,7 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 115 mil.

Os dados do payroll, nesta sexta-feira, deram uma boa perspectiva ao mercado sobre o que aguardar na próxima reunião do Banco Central norte-americano, em 27 de julho. Segundo os analistas da Cryptal Digital, os dados fortes de emprego indicam que o poder de compra ainda está nas mãos das pessoas, o que pode intensificar a inflação não mais apenas pelo alto preço de commodities e combustíveis, mas também pela circulação de dinheiro nos estabelecimentos. Com isso, cresceram as expectativas de que as autoridades monetárias vão apontar um avanço de 75 pontos-base nos juros.

Especificamente sobre o Bitcoin, o governo norte-americano, por meio da secretária do tesouro, enfim, enviou a ordem executiva com possíveis diretrizes para a regulamentação das criptomoedas. No documento, Jannet Yellen destaca que as moedas digitais seriam um benefício para o sistema financeiro do país. Ela aborda a possibilidade da criação de CBDCs – moedas digitais emitidas pelo Banco Central – como forma de proteger os investidores do setor e mitigar possíveis atos ilícitos com ativos digitais. Ao mesmo tempo, a autoridade aponta que a participação do governo na tecnologia das criptomoedas colocaria o país em concorrência com outras potências que já estão emitindo CBDCs, como a China.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 21,1 mil, e a resistência em US$ 23,3 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI vai para 48%, com o mercado próximo do equilíbrio, e o MACD mantém suas linhas cruzadas para cima.

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737 – Bom humor do mercado mantém alta do Bitcoin

Mesmo com a pressão fiscal, a bolsa de valores brasileira conseguiu encerrar a quinta-feira (7) com ganhos. O Bitcoin seguiu o bom humor do mercado e dos on-chain para manter sua tendência de alta.

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 0,43%. Hoje, o índice manteve a tendência, com subida de 2,04%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,34.

Pelo Brasil, a Câmara dos Deputados pode votar ainda hoje a chamada PEC Kamikaze. A proposta leva temor aos investidores, pela quebra do teto de gastos e aumento do risco fiscal. Lá fora, a China planeja vender US4 220 bilhões em títulos para fortalecer sua economia. Na Europa, a produção industrial da Alemanha avançou 0,2% em maio. O Banco Central Europeu debateu a possibilidade de um aumento maior de juros já em julho. Nos Estados Unidos, o número de pedidos de auxílio-desemprego ficou em 235 mil, acima do esperado. Autoridades monetárias do país reafirmaram a intenção de aumentar os juros em 75 pontos-base na reunião do final do mês.

Mesmo com as preocupações macroeconômicas, o Bitcoin seguiu o mercado acionário e manteve sua tendência de alta. Durante a noite, o Bitcoin realizou duas tentativas de romper os US$ 20,6 mil. Na segunda, os bulls foram bem-sucedidos e colocaram a criptomoeda de referência em US$ 21,2 mil. O avanço rápido levou a um ajuste natural de preços, mas logo a subida foi retomada. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 21,6 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 115 mil.

A ata da última reunião do Banco Central norte-americano parece ter repercutido com menos intensidade desta vez entre os mercados. Segundo os analistas da Cryptal Digital, o posicionamento de que os juros devem subir entre 50 e 75 pontos-base na reunião de 27 de julho levou uma sensação de controle aos investidores. Ao mesmo tempo, o início do segundo semestre, como comentado por nossa equipe, traria pressão aos fundos de gestão, que precisam voltar a apresentar resultados. A mesma perspectiva é apresentada por analistas da Bloomberg.

Esse sentimento mais positivo também influenciou no preço do Bitcoin hoje, que seguiu com sua alta, ainda apoiada pelos dados on-chain. Os endereços, com pelo menos um Bitcoin, atingiram um novo all-time-high, com 877.501 carteiras. A análise técnica também sinaliza a possibilidade de continuar os ganhos, com o índice de força relativa (RSI) tentando buscar níveis mais altos.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin sobe para US$ 21,1 mil, e a resistência para US$ 23,2 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI sobe paa 42%, com o mercado ainda mais vendido, e o MACD mantém suas linhas cruzadas para cima.

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https://anchor.fm/cryptal-digital/episodes/737—Bom-humor-do-mercado-mantm-alta-do-Bitcoin-e1kuqln

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736 – Dados on-chain continuam indicando crescimento do Bitcoin

Em dia de ata da reunião do Banco Central norte-americano, a bolsa de valores brasileira apontou para ganhos nesta quarta-feira (6). O Bitcoin amenizou a volatilidade, com dados on-chain ainda indicando forte acumulação.

Ontem, o IBOVESPA teve queda de 0,32% Hoje, o índice reverteu, com subida de 0,43%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,42.

Pelo Brasil, o risco fiscal segue sendo o foco dos investidores, que observam os próximos passos da chamada PEC Kamikaze. Lá fora, o número de casos de COVID-19 em Xangai elevou as preocupações de que a região aumente suas restrições sociais mais uma vez. Na zona do euro, as vendas no varejo subiram 0,2% em maio. Nos Estados Unidos, o PMI composto caiu para 52,3, em junho, o de serviços para 52,7. Hoje foi divulgada a ata da última reunião do Banco Central norte-americano. No documento, as autoridades monetárias disseram que um aumento de 50 ou 75 pontos-base é adequado na próxima reunião. Foi confirmada também que a redução do balanço patrimonial da instituição começou em junho. Entretanto, não houve menção à recessão, mas, sim, uma crença de que os dados vão mostrar uma elevação do PIB no segundo trimestre.

Com cautela intensificada nesta semana, o Bitcoin amenizou a volatilidade, operando de forma relativamente indefinida nesta quarta-feira. Ainda na última tarde, a criptomoeda de referência testou um avanço para perto dos US$ 21 mil, antes de corrigir de volta aos US$ 19,9 mil. Entretanto os bulls compraram a queda novamente, empurrando o ativo de novo para a casa dos US 20 mil, onde permaneceu ao longo de todo o dia. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 20,3 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 110 mil.

Enquanto o mercado esperava pela ata da última reunião do Banco Central norte-americano, os analistas da Cryptal Digital focaram sua atenção aos dados on-chain do Bitcoin. Embora exista uma queda nas carteiras ativas da criptomoeda, o mercado de baixa atual está sendo menos agressivo que

os anteriores. Os endereços que eliminaram totalmente seus saldos é de apenas 1%, contra 2,8% entra abril e maio de 2021, e 24%, entre janeiro e março de 2018. Ou seja, mesmo vendedores, os investidores não querem abandonar totalmente seus ativos. O fluxo de saída de Bitcoin das exchanges também permanece alto, o que pode ser um sinal de receio dos detentores a possíveis congelamentos de saques das corretoras.

Em meio a essa perspectiva de acumulação e HODL, o mercado de varejo também está posicionado para compra. As carteiras com menos de 1 Bitcoin, chamadas de camarões, estão comprando em grande volume do ativo na casa dos US$ 20 mil, em um ritmo de 60,5 mil unidades por mês. As baleias também adquiriram o ativo neste nível, criando um possível suporte de preços no valor atual. Na análise técnica, nossa equipe observa a formação de um fundo duplo no gráfico diário do Bitcoin, o que pode indicar uma reversão para a tendência de alta. Ao mesmo tempo, o preço em queda entra em conflito com o RSI em alta. Essa divergência costuma indicar também um movimento de alta.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 17,6 mil, e a resistência em US$ 21,1 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 38%, com o mercado mais vendido, e o MACD continua com as linhas cruzadas para cima.

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735 – Acumulação histórica aumenta volatilidade do Bitcoin

Na reabertura do mercado norte-americano, a bolsa de valores brasileira apontou para queda nesta terça-feira (5). O Bitcoin intensificou sua volatilidade de preços, em meio a um dos maiores ritmos de acumulação da história do ativo.

Ontem, o IBOVESPA teve queda de 0,35%. Hoje, o índice manteve a tendência, com descida de 0,32%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,38.

Pelo Brasil, a chamada PEC Kamikaze continua sendo o principal ponto de interesse dos investidores. Há preocupações com a manobra para furar o teto de gastos a apenas três meses das eleições. Nos indicadores, a produção indústrial avançou 0,3%, contra uma expectativa de expansão de 0,7%. Lá fora, Finlândia e Suécia assinaram suas adesões à OTAN, o que pode elevar as tensões com a Rússia. No Reino Unido, o PMI de serviços avançou de forma inesperada em junho, enquanto a taxa anual do CPI dos países da OCDE atingiu 9,6%, o maior nível desde 1988. Nos Estados Unidos, os mercados reabrem após o feriado, com os investidores aguardando a divulgação, amanhã, da ata da última reunião do Federal Reserve.

Já o Bitcoin se voltou para um aumento de volatilidade, conforme os mercados tentam antecipar as mudanças na política monetária norte-americana. Após uma tendência de alta expressiva na última tarde, a criptomoeda de referência deu sequência em busca dos US$ 20,4 mil durante a noite. O nível, porém, foi rejeitado, colocando o ativo em correção, com mínima em US$ 19,2 mil. No final da tarde, um novo avanço se formalizou. Agora, moeda digital é comercializada a US$ 20,6 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 110 mil.

Como comentado no último boletim, a expectativa é de que o mercado opere com volatilidade considerável esta semana. Segundo os analistas da Cryptal Digital, há muitos eventos macroeconômicos importantes para acontecer, como a ata da última reunião do Banco Central norte-americano, amanhã, assim como os dados de empregos na sexta-feira. Além disso, nossa equipe destaca que, no final do mês, novas informações sobre a inflação por lá vão ser apresentadas, além da nova reunião do FED, no dia 27 de julho, que deve anunciar um novo aumento de juros. Em meio a este cenário, o índice dólar (DXY) está em pleno avanço contra as ações tradicionais e também o ouro.

Em contrapartida, os fundamentos do próprio Bitcoin continuam sinalizando a possibilidade, mas não a confirmação, de o mercado já ter visto o fundo macro da correção atual. Nossos especialistas apontam que especuladores e investidores menos acostumados com este tipo de mercado abandonaram suas posições. Enquanto isso, camarões e baleias estão acumulando mais de 60 mil unidades do ativo por mês, no que é considerado o ritmo mais agressivo da história.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 17,6 mil, e a resistência em US$ 21,1 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 40%, com o mercado mais vendido, e o MACD mantém suas linhas cruzadas para cima.

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734 – Apetite de baleias cresce, com Bitcoin em busca dos US$ 20 mil

Com feriado nos Estados Unidos, a bolsa de valores brasileira apontou para queda nesta segunda-feira (4). O Bitcoin viu o apetite das baleias crescer ao mirar uma nova briga pelos US$ 20 mil.

Na última sexta-feira, o IBOVESPA teve alta de 1,42%. Hoje, o índice reverteu, com descida de 0,35%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,32.

Pelo Brasil, os temores fiscais continuam em alta, com o andamento da chamada PEC Kamikaze, que deve liberar R$ 41 bilhões e furar o teto de gastos. Lá fora, é feriado nos Estados Unidos, em comemoração ao Dia da Independência. Mesmo assim, pessoas próximas ao presidente Joe Biden indicaram que o mandatário pode reverter algumas tarifas sobre as importações chinesas. Na Europa, o vice-presidente do Banco Central Europeu disse que uma alta acima de 25 pontos-base nos juros pode ser apropriada a partir de setembro. Na China, cidades do leste apertam as restrições contra a COVID-19, enquanto uma incorporadora imobiliária de luxo perdeu o prazo para o pagamento de suas dívidas.

Mesmo com o final de semana prolongado nos Estados Unidos, o apetite dos bulls sustentaram o suporte do Bitcoin e o empurraram para um teste dos US$ 20 mil. O final de semana tradicionalmente lento colocou a criptomoeda de referência entre US$ 18,7 mil e US$ 19,4 mil. As sessões asiática e europeia, entretanto, encontraram força para levar o ativo ao topo de US$ 20,1 mil. Agora, em ajuste, a moeda digital é comercializada a US$ 19,7 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 105 mil.

O avanço de preços desta segunda-feira coloca o Bitcoin de novo em rota à retomada dos US$ 20 mil. Porém, segundo os analistas da Cryptal Digital, fundamentos macroeconômicos podem trazer volatilidade ao mercado nesta semana. Nossa equipe destaca que, na próxima quarta-feira, será divulgada a ata da última reunião do Federal Reserve. Esse evento tem sido um grande “empurra e puxa” para o preço da criptomoeda. Na sexta-feira, também serão apresentados os dados do payroll, que podem interferir em como o Banco Central norte-americano irá lidar com sua política monetária na próxima reunião.

Enquanto isso, os dados on-chain seguem a perspectiva de que o atual preço do Bitcoin em US$ 19 mil é um ponto atraente para os compradores. Em uma olhada nos dados da WhaleMap, nossos especialistas destacam que, no final de semana, os US$ 19,2 mil foram um nível de grande interesse e compra entre os grandes detentores do ativo. Em contrapartida, a descida para os US$ 18 mil colocou um volume considerável de carteiras no prejuízo. Historicamente, os fundos macros foram marcados por cerca de 55% a 60% dos endereços em baixa.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 17,6 mil, e a resistência em US$ 21,1 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 34%, com o mercado ainda mais vendido, e o MACD continua com suas linhas cruzadas para cima.

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733 – Bitcoin abre o semestre com alta volatilidade

Já para o Bitcoin, o início do segundo semestre intensificou a volatilidade, colocando o ativo em movimentação bastante mista. Ainda no início da última noite, a criptomoeda de referência, em poucas horas, saltou de US$ 18,9 mil para US$ 20,8 mil. O nível, claro, passou por ajuste e realização de lucros, antes de buscar uma estabilidade. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 19,3 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 103 mil.

Com o pontapé inicial para a segunda metade do ano, o mercado aguarda, agora, os dados corporativos das grandes empresas, principalmente as norte-americanas. Segundo os analistas da Cryptal Digital, há uma perspectiva de que a situação empresarial não esteja tão caótica quanto os fundamentos macroeconômicos. Isso poderia dar novo fôlego aos investidores nos próximos meses. Entretanto, o risco de recessão e aumento de juros intenso pelo Federal Reserve continua piscando para os traders.

Fora da linha macroeconômica, o Bitcoin continua acumulando fundamentos de compra. Nossa equipe destaca o prêmio do ativo na plataforma Coinbase Premium, que está em tendência de alta. O avanço deste prêmio, embora não seja capaz, sozinho, de indicar uma retomada expressiva de alta, aponta a perspectiva de que os investidores institucionais estão comprando nos atuais níveis de preço.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 17,6 mil, e a resistência em US$ 21,1 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 29%, com o mercado mais vendido, e o MACD segue com as linhas cruzadas para cima.

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https://soundcloud.com/cryptaldigital/bitcoin-abre-o-semestre-com-alta-volatilidade?utm_source=clipboard&utm_medium=text&utm_campaign=social_sharing

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Bitcoin aponta baixa, mas dados sugerem acumulação

Com risco fiscal ainda em pauta, a bolsa de valores brasileira apontou para queda nesta quinta-feira (30). O Bitcoin seguiu a baixa do mercado tradicional, mas dados on-chain continuam sugerindo forte acumulação.

Ontem, o IBOVESPA teve queda de 0,96%. Hoje, o índice manteve a tendência, com descida de 1,08%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,23.

Pelo Brasil, o risco fiscal segue em pauta, com o possível rompimento do teto de gastos, em meio à PEC dos combustíveis e aumento do Auxílio Brasil. O Banco Central admitiu que a meta da inflação será descumprida pelo segundo ano consecutivo. Nos indicadores, a taxa de desemprego caiu para 9,8%. Lá fora, o desemprego na zona do euro também recuou para 6,6%, em maio, enquanto as vendas no varejo da Alemanha e o PIB do Reino Unido avançaram. Os níveis de PMIs, na China. retomaram expansão no último mês. Nos Estados Unidos, a inflação do núcleo PCE avançou 0,3%, abaixo do esperado, e os pedidos de auxílio-desemprego foi de 231 mil, acima do previsto.

O Bitcoin seguiu a tendência de baixa do mercado tradicional, perdendo o suporte dos US$ 20 mil. A baixa volatilidade de ontem deu espaço para uma correção rápida, na madrugada, para os níveis mais baixos dos US$ 19 mil. Pela manhã, uma nova descida colocou a criptomoeda de referência em uma mínima de US$ 18,7 mil. A partir daí, o ativo esboçou uma recuperação. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 18,9 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 99 mil.

Há poucas mudanças no sentimento dos investidores desta quinta-feira ao observar os principais fundamentos do mercado tradicional. Segundo os analistas da Cryptal Digital, embora a inflação nos Estados Unidos tenha vindo abaixo do esperado, a perspectiva de mais juros pela frente, mesmo que arrefecida, ainda assombra boa parte do mercado. Ao mesmo, o índice dólar (DXY) que poderia demonstrar grande aversão a risco também pouco se movimentou ao longo da sessão.

Estes fundamentos mais negativos, entretanto, são o oposto dos tópicos observados dentro do próprio mercado cripto. Nossa equipe destaca que o primeiro ETF de Bitcoin em spot foi aprovado na Europa, com início de negociação já no próximo mês. A desalavancagem do mercado também é vista em seu estágio final pelo gigante banco JP Morgan. Ao mesmo tempo, um compilado de dados on-chain sinaliza uma forte acumulação do ativo por diferentes tipos de carteira, em níveis não vistos desde o all-time-high de 2017. A retirada da moeda das exchanges continua sua tendência de alta, assim como as reservas de stablecoins, que são bastante utilizadas em plataformas de DeFi e para negociação de derivativos.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin mira os US$ 17,6 mil e a resistência os US$ 21,1 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI desce para os 28%, com o mercado mais vendido, e o MACD continua com as linhas cruzadas para cima.

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