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Baixa volatilidade de preços marca meio de semana do Bitcoin

Ainda operando sob os olhos do risco fiscal, a bolsa de valores brasileira apontou para queda nesta quarta-feira (29). O Bitcoin também seguiu a fraqueza das ações internacionais e manteve sua volatilidade baixa.

Ontem, o IBOVESPA teve queda de 0,17%. Hoje, o índice manteve a tendência, com descida de 0,98%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,19.

Pelo Brasil, a PEC dos Combustíveis segue sendo o foco do mercado, com o reaquecimento dos temores fiscais. Nos indicadores, o IGP-M subiu 0,59%, abaixo do esperado. A confiança do comércio também avançou. Lá fora, a inflação da Espanha disparou para 10%, bem acima dos 8% estimados. Na Zona do Euro, a confiança do consumidor ficou em -23,6, dentro da expectativa. Por lá, a presidente do Banco Central Europeu destacou que a estimativa da inflação está muito maior do que antes, mas ainda vê amplo espaço para aumentos de juros após setembro. Já o presidente do Banco Central norte-americano disse que há caminhos para a inflação voltar aos 2%, com um mercado de trabalho forte. Enquanto isso, outros representantes mantém a perspectiva de avanço de juros em 75 pontos-base. O PIB dos Estados Unidos recuou 1,6% no primeiro trimestre, contra expectativa de baixa de 1,5%.

Em meio à fraqueza das ações, o Bitcoin também sentiu os efeitos da baixa, mas seguindo com a volatilidade bastante restrita. Após a queda da última tarde, o nível dos US$ 20,3 mil foi mantido pelo mercado asiático. Entretanto, a madrugada reservou uma nova descida, mas pouco intensa, para os US$ 19,8 mil. A partir daí, o ativo lateralizou, com poucas oscilações de preços. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 20,1 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 105 mil.

Há tantos fundamentos para o mercado lidar no atual momento, que mesmo um posicionamento mais ameno dos representantes dos Bancos Centrais não está surtindo um efeito muito positivo entre os investidores. Segundo os analistas da Cryptal Digital, o encerramento do trimestre e também do

semestre, na próxima quinta-feira, está empurrando o ânimo do mercado para um território de ainda maior cautela, já que os balanços corporativos a serem divulgados em breve vão dar novas pistas sobre como a economia, principalmente a norte-americana, está no momento.

Enquanto isso, a perspectiva das criptomoedas segue dividida com o noticiário alarmista. As recentes quebras da Terra e de alguns gestores de fundos deixaram os investidores em atenção para possíveis movimentações bruscas de preços entre os ativos. Entretanto, nossa equipe destaca que a MicroStrategy mantém sua postura compradora, mesmo no atual momento de baixa. Foram adicionados mais 480 Bitcoins ao fundo gerido pela empresa de software. Ao mesmo tempo, a Rússia pode ver um aumento de utilização de criptomoedas, com a isenção de impostos para emissores de ativos digitais.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 17,6 mil, e a resistência em US$ 21,1 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 31%, com o mercado mais vendido, e o MACD segue com as linhas cruzadas para cima.

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Mercado esfria, e Bitcoin volta a corrigir preço

Com humor mais negativo no exterior, a bolsa de valores brasileira apontou para queda nesta terça-feira (28). O Bitcoin perdeu o nível dos US$ 21 mil, acompanhando o panorama vendedor do mercado acionário.

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 2,12%. Hoje, o índice reverteu, com descida de 0,17%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,26.

Pelo Brasil, o risco fiscal segue em pauta, com olhos na PEC dos Combustíveis e o possível aumento de R$ 200 no Auxílio Brasil. Nos indicadores, o país criou 277 mil empregos, acima das expectativas. A confiança da indústria também subiu em junho. Lá fora, o presidente da Ucrânia disse ao G-7 que a guerra precisa acabar até o final do ano. Os países seguem buscando artifícios para retirar o embargo do petróleo russo, mas colocar um teto de preços de compra. Essa possibilidade tem ajudado a reduzir as perspectivas inflacionárias. Na China, o mercado operou de forma positiva, com maior flexibilização do governo contra a COVID-19. Nos Estados Unidos, o humor dos investidores virou, com dados o índice de confiança do consumidor recuando 4,5 pontos.

O ímpeto positivo da Ásia não se manteve no mercado nesta terça-feira, que viu as ações tradicionais e o Bitcoin entrarem em correção. Após um período de leve baixa ontem, a criptomoeda de referência esboçou um avanço para os US$ 21,2 mil nesta madrugada. A força, porém, não estava do lado dos bulls, que viram o ativo recuar na abertura norte-americana e fechamento europeu. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 20,2 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 107 mil.

A perspectiva de um teto para o preço do petróleo russo e as falas de alguns representantes do Banco Central dos Estados Unidos que aliviaram aumentos de juros mais expressivos sugeriram que os fundamentos estavam menos caóticos para os traders. Entretanto, como explicam os analistas da Cryptal Digital, os dados econômicos conflitantes jogam um banho de água fria nas perspectivas de maior prazo, fazendo com que as operações do mercado financeiro sejam menos abruptas, limitadas e rápidas.

Pesou para a criptografia ainda hoje rumores de que fundos tradicionais estariam apostando em uma queda no valor do Tether (USDT). O USDT é uma stablecoin lastreada no dólar e muito utilizada, principalmente, no mercado de derivativos. A empresa responsável pela criptomoeda já se manifestou, apontando, via auditoria externa, os documentos e comprovações de valores que sustentam o token. Embora a oscilação de preços por conta deste evento não tenha sido considerável, é um comportamento importante a ser observado entre os investidores.

Em uma visão técnica, nossa equipe destaca que o mercado de derivativos, seja em futuros ou opções, segue ainda com uma perspectiva baixista. Entretanto, muito menos intensa do que a observada em meados deste mês. Os dados on-chain continuam indicando que a capitulação dos mineradores já pode ter ocorrido na visita do Bitcoin aos US$ 17 mil. Enquanto isso, o saldo das 21 principais exchanges de criptomoedas do mundo continua seu declínio.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 17,6 mil, e a resistência em US$ 21,1 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 32%, com o mercado mais vendido, e o MACD segue com as linhas cruzadas para cima.

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Dados sugerem que há baixa intenção de vendas de Bitcoin

Com novo presidente na Petrobras, a bolsa de valores brasileira apontou para ganhos nesta segunda-feira (27). O Bitcoin enfrenta pressão em suporte de preços, com dados indicando baixa intenção de vendas.

Na última sexta-feira, o IBOVESPA teve alta de 0,6%. Hoje, o índice manteve a tendência, com subida de 2,12%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,23.

Pelo Brasil, o mercado continua de olho na PEC dos Combustíveis, que deve aumentar consideravelmente o risco fiscal. A Petrobras também definiu, esta tarde, a nomeação de Caios Paes de Andrade como novo presidente da estatal. Lá fora, Xangai deve flexibilizar as restrições contra a COVID-19, após injetar US$ 15 bilhões no sistema financeiro. A Rússia deu seu primeiro calote não forçado em dívida, pela falta de acesso a moedas estrangeiras. Países tentam agora estipular um limite de preço a ser pago pelo petróleo e ouro russos, o que deve reduzir o temor da inflação. Nos Estados Unidos, as taxas de juros altas ainda estão apertando os mercados imobiliários e reduzindo o fluxo de crédito. Entretanto, as encomendas de bens duráveis e compra de resistências cresceram no último mês.

Mesmo com uma reabertura mais calma para os mercados, o Bitcoin enfrentou uma venda expressiva nesta segunda-feira, revertendo os ganhos do final de semana. Entre sábado e domingo, a criptomoeda de referência operou de forma bastante lateral, majoritariamente na faixa dos US$ 21 mil. A abertura da sessão norte-americana, entretanto, pressionou o ativo para baixo, que buscou uma mínima de US$ 20,5 mil, em apenas duas horas. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 20,9 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 109 mil.

Embora o movimento de baixa tenha sido relativamente mais intenso para o Bitcoin, a correlação da criptomoeda de referência com ações de risco ainda segue no radar. Segundo os analistas da Cryptal Digital, os mercados até esboçaram uma melhora no humor nesta segunda-feira, já que houve sinais de esperança de que a queda no preço do petróleo poderia frear a alta da inflação e, consequentemente, impedir avanços de juros mais agressivos. Mesmo assim, a força otimista durou pouco tempo, com os principais índices norte-americanos apontando movimentação bastante limitada.

Enquanto isso, o Bitcoin segue pressionado pelo sentimento vendedor, mas a força também não se faz tão presente, assim como no mercado tradicional. Nossa equipe destaca que o momento de queda recente da moeda digital é, historicamente, compatível com outras correções, pós-máximos históricos. A grande diferença, neste evento, é que o volume de vendas de Bitcoin com prejuízo superou todos os episódios anteriores, com os usuários despejando 22,5% a mais de dólares em único dia. Em contrapartida, o ativo continua sendo drenado das exchanges. Como apontam os dados on-chain, a média de 30 dias nas ofertas mantidas nas bolsas caiu em quase 154 mil unidades, indicando uma baixa intenção de vendas.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 17,6 mil, e a resistência em US$ 21,1 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 34%, com o mercado mais vendido, e o MACD, agora, mostra suas linhas cruzadas para cima.

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Na última sexta-feira, o IBOVESPA teve alta de 0,6%. Hoje, o índice manteve a tendência, com subida de 2,12%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,23.

Pelo Brasil, o mercado continua de olho na PEC dos Combustíveis, que deve aumentar consideravelmente o risco fiscal. A Petrobras também definiu, esta tarde, a nomeação de Caios Paes de Andrade como novo presidente da estatal. Lá fora, Xangai deve flexibilizar as restrições contra a COVID-19, após injetar US$ 15 bilhões no sistema financeiro. A Rússia deu seu primeiro calote não forçado em dívida, pela falta de acesso a moedas estrangeiras. Países tentam agora estipular um limite de preço a ser pago pelo petróleo e ouro russos, o que deve reduzir o temor da inflação. Nos Estados Unidos, as taxas de juros altas ainda estão apertando os mercados imobiliários e reduzindo o fluxo de crédito. Entretanto, as encomendas de bens duráveis e compra de resistências cresceram no último mês.

Mesmo com uma reabertura mais calma para os mercados, o Bitcoin enfrentou uma venda expressiva nesta segunda-feira, revertendo os ganhos do final de semana. Entre sábado e domingo, a criptomoeda de referência operou de forma bastante lateral, majoritariamente na faixa dos US$ 21 mil. A abertura da sessão norte-americana, entretanto, pressionou o ativo para baixo, que buscou uma mínima de US$ 20,5 mil, em apenas duas horas. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 20,9 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 109 mil.

Embora o movimento de baixa tenha sido relativamente mais intenso para o Bitcoin, a correlação da criptomoeda de referência com ações de risco ainda segue no radar. Segundo os analistas da Cryptal Digital, os mercados até esboçaram uma melhora no humor nesta segunda-feira, já que houve sinais de esperança de que a queda no preço do petróleo poderia frear a alta da inflação e, consequentemente, impedir avanços de juros mais agressivos. Mesmo assim, a força otimista durou pouco tempo, com os principais índices norte-americanos apontando movimentação bastante limitada.

Enquanto isso, o Bitcoin segue pressionado pelo sentimento vendedor, mas a força também não se faz tão presente, assim como no mercado tradicional. Nossa equipe destaca que o momento de queda recente da moeda digital é, historicamente, compatível com outras correções, pós-máximos históricos. A grande diferença, neste evento, é que o volume de vendas de Bitcoin com prejuízo superou todos os episódios anteriores, com os usuários despejando 22,5% a mais de dólares em único dia. Em contrapartida, o ativo continua sendo drenado das exchanges. Como apontam os dados on-chain, a média de 30 dias nas ofertas mantidas nas bolsas caiu em quase 154 mil unidades, indicando uma baixa intenção de vendas.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 17,6 mil, e a resistência em US$ 21,1 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 34%, com o mercado mais vendido, e o MACD, agora, mostra suas linhas cruzadas para cima.

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Com commodities em baixa, Bitcoin tenta ficar dos US$ 21 mil

Com avanço do petróleo, a bolsa de valores brasileira voltou a apontar ganhos nesta sexta-feira (24). O Bitcoin seguiu o humor positivo no mercado acionário e queda em algumas commodities para continuar sua luta acima dos US$ 21 mil.

Ontem, o IBOVESPA teve queda de 1,75%. Hoje, o índice reverteu, com subida de 0,61%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,25.

Pelo Brasil, o presidente da república sancionou o projeto de lei que limita a cobrança de ICMS sobre os combustíveis por estados e municípios, mas vetou alguns mecanismos de compensação, colocando ainda mais pressão nas contas públicas. Nos indicadores, o IPCA-15 de junho subiu 0,69%, pouco acima do 0,62% esperado. Lá fora, um representante do Banco Central norte-americano disse que a instituição deve agir agressivamente contra a inflação, abrindo a possibilidade para aumentos mais expressivos dos juros. A confiança do consumidor por lá caiu a 50 pontos, mas em linha com as expectativas. No Reino Unido, as vendas no varejo recuaram em 0,5%, em maio, enquanto o vice-presidente do Banco Central Europeu disse que a sinalização sobre uma alta de 25 pontos-base nos juros por lá, no próximo mês, é bastante “firme”.

Enquanto isso, o Bitcoin aproveitou o bom humor nas ações tradicionais para tentar sustentar sua luta pelos US$ 21 mil. Embora tenha passado por uma pressão de vendas durante o mercado asiático, a força não foi o suficiente para empurrar a criptomoeda de referência para abaixo dos US$ 20,7 mil. Para cima, a volatilidade também não foi alta, com o ativo atingindo um topo em US$ 21,4 mil. Em ajuste, a moeda digital é comercializada, no momento, a US$ 21,2 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 111 mil.

As falas mais agressivas sobre os juros nesta sexta-feira dos representantes de Bancos Centrais importantes, como o norte-americano e o europeu, poderiam ter colocado uma pressão maior nas ações tradicionais e no Bitcoin, aumentando a aversão ao risco. Entretanto, como comentam os

analistas da Cryptal Digital, a confusão do mercado sobre a inflação global e o aumento de juros pouco mudou o comportamento dos investidores, que focaram na queda de algumas commodities e mantiveram os ganhos das principais bolsas estrangeiras, assim como levaram um dia de baixa para o índice dólar (DXY).

Ao mesmo tempo, algumas compilações de dados on-chain sugerem que a capitulação de Bitcoin pelos mineradores já ocorreu ou, então, estaria em processo final. Esse evento se baseia em uma venda considerável de moedas de grandes detentores, em um preço próximo do valor de compra ou de mineração. O encerramento das capitulações, geralmente, coincide com os fundos dos mercados. Há, inclusive, um grande movimento de retirada da criptomoeda das exchanges, principalmente da Coinbase. Entretanto, isso acontece em um momento com mudanças no método de utilização da plataforma, principalmente por operadores mais profissionais, o que abre dúvidas sobre o objetivo real destas movimentações.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 21 mil, e a resistência em US$ 23,2 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI vai para 34%, com o mercado ainda em território de maior venda, e o MACD continua com suas linhas cruzadas para baixo, mas em constante aproximação.

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Correlacionado com ações, Bitcoin aponta baixa volatilidade

Os temores ficais seguiram pautando o desempenho da bolsa de valores brasileira, que fechou a quinta-feira (23) com queda. O Bitcoin manteve sua correlação com mercado de ações, e apontou uma baixa variação de preços.

Ontem, o IBOVESPA teve queda de 0,16%. Hoje, o índice manteve a tendência, com descida de 1,46%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,22.

Pelo Brasil, os temores fiscais seguem em jogo em relação às medidas em cima do preço dos combustíveis e a um possível aumento do Auxílio-Brasil de R$ 400 para R$ 600, em pleno ano eleitoral. O Banco Central projetou um aumento para 1,7% do PIB este ano, mas o presidente da instituição flexibilizou a meta de 3,25% para a inflação, em 2023. Lá fora, os dados econômicos da Zona do Euro vieram abaixo do esperado, mesmo ainda apontando expansão da economia. Nos Estados Unidos, os pedidos de auxílio-desemprego atingiram 229 mil na última semana, apenas dois mil acima do previsto. A aprovação do governo de Joe Biden caiu pela quarta semana consecutiva, o que pode levar a uma perda de força do mandatário no Congresso. Jerome Powell, presidente do Banco Central norte-americano, falou novamente ao Senado hoje, pontuando as dificuldades em manter o crescimento econômico e empregos simultaneamente e destacando a caótica dívida do país. Em contrapartida, ele disse acreditar que o PIB do segundo semestre deve ser bastante forte.

Com o mercado em cautela e pouco volátil, o Bitcoin seguiu a mesma perspectiva de baixa oscilação de preços. Uma correção no final da última tarde, colocou a criptomoeda de referência de volta na casa dos US$ 19 mil. Os bulls impediram novas descidas, e devolveram o ativo para a casa dos US$ 20,8 mil. O nível, porém, não foi sustentado, e um novo ajuste se consolidou ao longo da tarde. Entretanto, a moeda digital testa um novo avanço, no momento, sendo comercializada a US$ 20,8 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 108 mil.

As falas de Jerome Powell ao Senado hoje trouxeram mais morosidade do que qualquer outro tipo de sentimento ao mercado. Segundo os analistas da Cryptal Digital, o discurso do presidente do FED apenas sinalizou que o movimento hawkish deverá ser mantido nas próximas reuniões, por conta das dificuldades econômicas locais e globais. Nada muito diferente do que fora dito ontem pela autoridade. Mesmo assim, foi o suficiente para o mercado não se interessasse por movimentos abruptos. As ações tradicionais operaram entre leves baixas e altas, enquanto o índice dólar (DXY) avançou, mas também de forma moderada, mostrando que o risco não estava no cardápio dos investidores.

Para o Bitcoin, a correlação com as ações de tecnologia coloca a criptomoeda de referência em um cenário relativamente semelhante ao de pouca emoção nesta quinta-feira. Nossa equipe destaca, porém, que o vencimento de opções, na próxima sexta-feira, coloca uma vantagem considerável aos bears em vários níveis de preços. Entretanto, dados on-chain mostram que o valor realizado pelos detentores de curto prazo de Bitcoin foi de US$ 31,7 mil, enquanto os de longo prazo US$ 22,2 mil. Essa aproximação e já precificação podem dar sinais de que o fundo da correção pode ter sido atingido ou está relativamente próximo.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 17,6 mil, e a resistência em US$ 22,9 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 33%, com o mercado mais vendido, e o MACD continua com as linhas cruzadas para baixo.

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Falas do FED acentuam volatilidade do Bitcoin

Ainda de olho na Petrobras, a bolsa de valores brasileira apontou para queda nesta quarta-feira (28). O Bitcoin acentuou sua volatilidade de preços, em meio aos fundamentos confusos e falas do presidente do Banco Central norte-americano.

Ontem, o IBOVESPA teve queda de 0,17%. Hoje, o índice manteve a tendência, com descida de 0,16%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,17,

Pelo Brasil, os conflitos políticos em cima da Petrobras seguem sendo o foco dos investidores. Já a Aneel reajustou em até 63% os valores das bandeiras tarifárias na energia elétrica. Lá fora, o Vice-presidente do Banco Central Europeu disse que a inflação tende a desacelerar após o verão no continente, enquanto o presidente chinês prometeu fortalecer políticas para cumprir metas econômicas e sociais. Nos Estados Unidos, o representando do Federal Reserve, Jerome Powell, disse que indicadores recentes de inflação mostraram que o governo precisava acelerar o ritmo da alta de juros e que novos avanços são apropriados, a depender da rapidez com que os preços caem. Cada possível elevação será discutida reunião a reunião, sem descartar um avanço acima do patamar considerado neutro, que é 2,5%. Entretanto, a autoridade não acredita que a elevação da taxa conseguirá reduzir os preços de gás e alimentos, mas afastou a possibilidade de uma recessão. A demanda pelo trabalho continua forte, enquanto a oferta segue apertada. Joe Biden pediu ainda ao Congresso que suspendessem os impostos federais sobre os combustíveis, por 90 dias.

Em meio a tantos fundamentos contraditórios e pouco conclusivos, o Bitcoin acentuou sua volatilidade nesta quarta-feira. Após a rejeição dos US$ 21,7 mil na última manhã, uma tendência de baixa de curto prazo se formou, até buscar uma mínima de US$ 19,9 mil. O mercado, então, amanheceu comprado, devolvendo o ativo para próximo dos US$ 21 mil, mas sem forças para se sustentar. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 20 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 104 mil.

A quantidade de fundamentos que envolveram o mercado tradicional foi a grande responsável pelo aumento da volatilidade do Bitcoin, hoje. Segundo os analistas da Cryptal Digital, a fala de Jerome Powell não só sinaliza que os aumentos de juros continuarão, mas indica que, em alguns setores, como o de energia, a medida não será o suficiente para reduzir a inflação: grande foco do governo no atual momento.

Desta forma, a liquidez nos mercados se acentuou. No caso específico do Bitcoin, trouxe oscilação brusca de preços em um curto período de tempo. Mesmo assim, os dados on-chain apontam que os mineradores públicos venderam 100% das unidades obtidas pela tarefa em maio, após triplicarem o número de moedas mineradas. Entretanto, esse número totaliza 46 mil Bitcoins vendidos. Assim, não é um volume necessariamente significante aos 800 mil que todo esse grupo possui. Mesmo assim, indica um certo sentimento dos operadores da rede. Ao mesmo tempo, as baleias também andaram um pouco mais participativas no processo de vendas, depositando 50 mil unidades da criptomoeda de referência nas bolsas entre 20 e 21 de junho. Assim, nossa equipe acredita que pavios de preços mais agressivos podem ser observados nos próximos dias.

Nas métricas desta quarta-feira, o suporte do Bitcoin fica em US$ 17 mil, e a resistência em US$ 22,9 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI desce para 28%, com o mercado mais vendido, e o MACD continua com as linhas cruzadas para baixo.

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Cauteloso, Bitcoin mantém recuperação de preços

A bolsa de valores brasileira não acompanhou o humor positivo do mercado internacional e fechou a terça-feira (21) em queda. O Bitcoin aproveita também os fundamentos mais controlados para manter a recuperação de preços, mas ainda na presença de cautela.

Ontem, o IBOVESPA teve leve subida de 0,03%. Hoje, o índice reverteu, com descida de 0,17%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,15.

Pelo Brasil, as atenções continuam voltadas para o futuro da Petrobras, que recentemente viu a renúncia de seu terceiro presidente. O risco fiscal, na tentativa de controlar o preço dos combustíveis e gás de cozinha também pesam. O ministro da Economia disse ainda que os servidores devem ter um aumento salarial apenas no próximo ano, enquanto a ata da última reunião do Copom mira a manutenção da elevação da taxa de juros. Lá fora, a agenda econômica é fraca nos Estados Unidos, na retomada das atividades pós-feriado. Na China, a incorporadora Evergrande espera anunciar um plano de reestruturação financeira até o fim de julho, após o calote de dívidas no último ano.

Enquanto os mercados tradicionais operam de forma positiva nesta terça-feira, o Bitcoin segue a recuperação de preços, mas ainda em território de cautela. Após perder brevemente os US$ 20 mil na última manhã, a criptomoeda de referência voltou ao suporte e, durante a sessão asiática, empurrou ainda mais o preço para cima, buscando uma máxima de US$ 21,7 mil. Agora, em ajuste, a moeda digital é comercializada a US$ 20,7 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 107 mil.

Com os fundamentos macroeconômicos mais calmos neste início de semana, principalmente por conta do feriado de segunda-feira nos Estados Unidos, os investidores encontraram um respiro para se arriscar um pouco mais nos mercados acionário e cripto. Segundo os analistas da Cryptal Digital, o apetite ao risco oscila, por conta das dificuldades em prever quais medidas serão adotadas pelos Bancos Centrais sobre a inflação global, ao mesmo tempo em que há grande possibilidade de recessão em grandes economias, como a norte-americana.

Em uma olhada nos dados on-chain, nossa equipe observa que, até ontem, pouco mais de 56% das carteiras de Bitcoin ainda estavam no lucro, mesmo com a baixa recente. Historicamente, o gráfico da Glassnode sugere fundos macros com este indicador abaixo deste nível, sugerindo uma possível continuação da queda. Os derivativos, entretanto, contam uma história um pouquinho diferente. O volume de contratos vendidos, ou seja, aqueles que esperam a queda do Bitcoin, segue em alta. Isso aponta para a possibilidade de um short-squeezy, quando muitos contratos shorts são eliminados, os obrigando a comprar o ativo e, assim, elevando rapidamente o preço da moeda. Algo semelhante aconteceu ao token da plataforma Celsius, que subiu 60% neste processo, após as polêmicas de falta de liquidez da última semana.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 17 mil, e a resistência em US$ 22,9 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI sobe para 32%, com o mercado ainda mais vendido, e o MACD continua com as linhas cruzadas para baixo.

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Bitcoin tenta segurar os US$ 20 mil, após final de semana de baixa

Mesmo com problemas nas ações da Petrobras, a bolsa de valores brasileira apontou para pequenos ganhos nesta segunda-feira (20). O Bitcoin recuperou os US$ 20 mil, após um final de semana marcado por volatilidade e sentimento de baixa.

Na última sexta-feira, o IBOVESPA teve queda de 2,84%. Hoje, o índice reverteu, com leve subida de 0,03%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,18.

Pelo Brasil, o presidente da Petrobras renunciou ao cargo nesta manhã, levando a paralisação das negociações dos papéis da estatal na bolsa. A pressão pré-eleitoral para a redução dos preços dos combustíveis e gás de cozinha deve elevar o teto da dívida em R$ 50 bilhões. A recente alta do diesel ainda deve puxar um aumento de pelo menos 5% no freto. O IGP-M acelerou a 0,55, na prévia de junho. Já a demanda pelo Auxílio Brasil disparou o número de pessoas esperando na fila, com quase 3 milhões de famílias. Lá fora, os preços do minério de ferro despencaram na China, com o avanço da COVID-19 por lá. No Japão, o governo mantém a perspectiva de crescimento econômico, mas alerta para uma desaceleração da indústria. A presidente do Banco Central Europeu reafirmou a intenção de aumentar em 25 pontos-base a taxa de juros nas próximas duas reuniões. Nos Estados Unidos, é feriado, portanto, a agenda econômica foi fraca.

Mesmo sob a cautela dos mercados internacionais, o Bitcoin recuperou a casa dos US$ 20 mil, após um final de semana de liquidação intensa. Ainda no sábado, a criptomoeda de referência experimentou uma descida rápida para os US$ 17,6 mil. A queda, entretanto, deu espaço para uma compra do mergulho, que, no domingo, recolocou o ativo de volta no rumo aos US$ 20 mil, e atingiu os US$ 21 mil pela manhã de hoje. Agora, em ajuste, a moeda digital é comercializada próxima dos US$ 20 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 104 mil.

Há poucos sinais, por enquanto, de que o Bitcoin e ações de risco quebrarão sua recente correlação de desempenho. Segundo os analistas da Cryptal Digital, a escalada da inflação global, aumento de

salários nos Estados Unidos e escassez de matéria-prima continuam pressionando a economia dos países e forçando os Bancos Centrais a lutarem contra a inflação, ao mesmo tempo, em que tentam impedir uma recessão. Essa perspectiva, em outras palavras, impede que o mercado se direcione a movimentos mais arrojados e procurem ou por operações de curtíssimo prazo ou a migração para ativos de maior segurança.

Ao mesmo tempo, os recentes problemas de liquidez nas plataformas de finanças descentralizadas (DeFis) levam o famoso noticiário alarmante, conhecido como FUD, ao mercado. Esse cenário intensifica a pressão de venda, mesmo que a situação negativa esteja localizada no modelo de negócios das plataformas, não no Bitcoin ou em outras criptomoedas. Mesmo assim, os HODLErs não estão se deixando abater, como apontam os dados on-chain. Nossa equipe destaca que o número de carteiras com um ou mais Bitcoin aumentou em mais de 13 mil só na última semana. A oportunidade de acumulação é vista também pelos mineradores, que continuam segurando boa parte de suas reservas ao mesmo tempo em que intensificam a taxa de hashes da rede.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 17 mil, e a resistência em US$ 22,9 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 28%, com o mercado mais vendido, e o MACD continua com as linhas cruzadas para baixo.

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Bitcoin tenta alívio, com luta no suporte de US$ 20 mil

A bolsa de valores brasileira voltou do feriado apresentando queda acentuada nesta sexta-feira (17). O Bitcoin tenta um alívio de preços, mas mantém luta intensa no suporte dos US$ 20 mil.

Na última quarta-feira, o IBOVESPA teve alta de 0,73%. Hoje, o índice reverteu, com descida de 2,84%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,14.

Pelo Brasil, a Petrobras anunciou o aumento de R$ 0,20 para a gasolina e R$ 0,70 para o diesel, levando a novas intervenções do governo federal na estatal. O Banco Central confirmou ainda o aumento de 0,5% na SELIC, que agora soma 13,25%. Lá fora, o dia é marcado pelo vencimento de opções e futuros semanais e mensais, o que costuma levar volatilidades às ações. Os Bancos Centrais da Suíça e Inglaterra subiram, ontem seus juros, enquanto o do Japão manteve sua postura monetária flexível. Nos Estados Unidos, o governo destacou o tom preocupado sobre a inflação, com Joe Biden aprovando uma lei para reduzir os preços de frete no exterior.

Com um certo alívio no mercado acionário, o Bitcoin também apresenta um dia mais positivo, mas de intensa briga no suporte dos US$ 20 mil. Ainda ontem, a criptomoeda de referência esboçou um avanço de preços para os US$ 23 mil, conforme a volatilidade retomava ao mercado. Entretanto, a rejeição do nível levou à correção, que parou nos US$ 20,1 mil. Hoje, mais uma subida para os US$ 21,3 mil encontrou resistência. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 20,4 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 105 mil.

Assim como o mercado se comportou de forma mista após as reuniões do Banco Central norte-americano, o aumento de juros da última quarta-feira manteve a dualidade no humor dos investidores. Segundo os analistas da Cryptal Digital, há pouco o que se avaliar até o momento, já que os impactos das mudanças da política monetária nos Estados Unidos na inflação só devem ser observados no médio prazo. Até lá, o avanço de preços no mundo todo parece certo, e o apetite por risco tende a ficar cada vez mais reduzido.

Mas ao olhar diretamente para o Bitcoin, nossa equipe destaca que o número de endereços que possuem pelo menos uma unidade da criptomoeda de referência atingiram um novo recorde histórico. Pode-se entender, portanto, que o valor atual de US$ 20 mil ou abaixo é uma grande zona de interesse de compra. Essa perspectiva vai de encontro ao indicador de fluxo de dormência da Glassnode, que indica um Bitcoin, tecnicamente, sobrevendido, em níveis não vistos desde 2011.

Uma visão expandida do indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas, coloca o suporte do Bitcoin em US$ 13,8 mil, enquanto a resistência mirando os US$ 21 mil. O RSI aponta os 23%, com o mercado beirando a sobrevenda, e o MACD continua com as linhas cruzadas para baixo.

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Bitcoin opera misto em dia de anúncio do FED

Com perspectiva de aumento da SELIC, a bolsa de valores brasileira apontou para ganhos nesta quarta-feira (15), após oito dias seguidos de quedas. O Bitcoin seguiu o movimento misto dos índices norte-americanos, na véspera de anúncio do FED.

Ontem, o IBOVESPA teve queda de 0,52%. Hoje, o índice reverteu, com subida de 1,47%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,03.

Pelo Brasil, após a sessão, o Banco Central vai divulgar a nova SELIC, que deve subir 0,5%, levando a taxa para 13,25%. Em novo estudo, o preço do diesel aponta defasagem de 18% nas bombas. Lá fora, a produção industrial da China avançou 0,7%, contra expectativa de queda de 1%. Na Europa, o Banco Central fez uma reunião de emergência para discutir as condições atuais do mercado. A instituição disse que desenvolverá uma ferramenta para ajudar membros endividados do bloco. À tarde, foi divulgado, pelo Federal Reserva, um aumento de 0,75 pontos-base nos juros, seguindo a perspectiva mais agressiva da instituição. O presidente Jerome Powell disse ainda que a inflação preocupa bastante e espera uma demanda mais moderada, e um mercado de trabalho mais balanceado. A autoridade ainda destacou a possibilidade de 0,50 a 0,75 pontos de elevação nos juros na próxima reunião.

Em meio aos conflitos dentro dos mercados, o Bitcoin também manteve as perdas, com alguns movimentos de recuperação. A sessão asiática, na última noite, empurrou a criptomoeda de referência para um novo fundo, agora, em US$ 20 mil. Neste nível, uma barreira de compras impediu novas descidas e promoveu uma recuperação acima dos US$ 22 mil. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 21,6 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 109 mil.

Essa volatilidade do Bitcoin desde a última noite não era necessariamente esperada, pois esperava-se um mercado mais cauteloso no dia do anúncio do Banco Central norte-americano sobre sua taxa de juros. Entretanto, como lembram os analistas da Cryptal Digital, a queda expressiva de domingo e segunda-feira já indicavam que o evento estava precificado pelos investidores. À tarde, o anúncio oficial do FED até esboçou uma recuperação de preços, mas não fora forte o suficiente.

As métricas on-chain continuam piscando um forte nível de cautela, principalmente em relação ao volume de Bitcoin nas bolsas. Nossos especialistas apontam que, ontem, mais de 59 mil unidades da criptomoeda foram enviadas para as exchanges. Este número só fica atrás da entrada de 83 mil Bitcoins, em 30 de novembro de 2018. Pode-se observar, portanto, que há uma pressão de vendas se preparando no horizonte. Ao mesmo, a comparação sugere que alguns holders ainda não estão dispostos a desistir de seus ativos.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 21,1 mil, e a resistência em US$ 25,4 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 22%, com o mercado em território de sobrevenda, e o MACD mantém as linhas cruzadas para baixo.

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