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Falas de Powell derrubam preço de ações e Bitcoin

A bolsa de valores brasileira acompanhou os índices internacionais e encerrou a sexta-feira (26) com queda. O Bitcoin esboçou um novo salto aos US$ 22 mil, mas posicionamento do Federal Reserve reverteu o ativo em correção.

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 0,56%. Hoje, o índice reverteu, com descida de 1,09%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,07.

Pelo Brasil, o foco dos investidores estava voltado para o cenário internacional, mas ainda repercutindo as entrevistas dos candidatos à presidência esta semana. Lá fora, as famílias do Reino Unido terão de pagar o triplo do preço para aquecer suas casas no próximo inverno, em comparação com o ano passado. Nos Estados Unidos, o núcleo do PCE avançou 0,1%, contra consenso de alta de 0,3%. A confiança do consumidor também subiu em agosto. Hoje, Jerome Powell falou no simpósio de Jackson Hole. A autoridade disse que a política monetária apertada deverá ser mantida por algum tempo até que a inflação esteja de fato sob controle. Porém, a intensidade da alta de juros pouco foi perceptiva no discurso.

Com os mercados mais receosos do que cautelosos, o Bitcoin seguiu o mercado tradicional e também corrigiu. As sessões asiática e europeia colocaram uma certa pressão de vendas na criptomoeda de referência. Pela manhã, porém, o ativo avançou rapidamente para próximo dos US$ 22 mil mais uma vez. Logo depois, entretanto, o ativo entrou em correção mais intensa. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 20,7 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 106 mil.

Os ventos mudaram rapidamente nos mercados nesta sexta-feira. Pela manhã, os índices econômicos mais uma vez positivos nos Estados Unidos animaram os investidores, que colocaram o Bitcoin novamente em rota para os US$ 22 mil. Mas segundo os analistas da Cryptal Digital, a euforia durou pouco tempo, com o discurso de Jerome Powell minando qualquer ímpeto de compra de ações e da

criptomoeda. Sem uma perspectiva de intensidade do aumento dos juros, os investidores optaram por encerrar parte de suas posições de risco.

Nesta cautela intensa que marcou a semana, os fundamentos do Bitcoin estão bastante apagados, se não, inexistentes. Os dados on-chain continuam mostrando que os compradores mais recentes estão retirando suas moedas das corretoras. Ao mesmo tempo, o grande volume aberto de posições compradas foi arrefecido nesta manhã, após o pronunciamento da autoridade monetária máxima dos Estados Unidos.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 20,7 mil, e a resistência em US$ 21,9 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI aponta os 35%, com o mercado mais vendido, e o MACD continua com suas linhas cruzadas para baixo.

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Estímulos chineses sustentam Bitcoin acima dos US$ 21 mil

Em dia de agenda fraca, a bolsa de valores brasileira encerrou a quinta-feira (25) com alta. O Bitcoin aponta ainda cautela, com o mercado chinês sustentando seu preço acima dos US$ 21 mil.

Ontem, o IBOVESPA teve leve alta de 0,04%. Hoje, o índice manteve a tendência, com subida de 0,56%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,11.

Pelo Brasil, a agenda econômica é fraca, com os investidores analisando cada passo dos candidatos à presidência. Lá fora, o Banco Central Europeu divulgou a ata de sua última reunião, demonstrando receios de que a inflação possa estar se enraizando. Na China, o governo anunciou mais um pacote de US$ 44 bilhões para estimular a economia do país. Nos Estados Unidos, o PIB do segundo trimestre teve queda de 0,6%, ante consenso de -0,8%. O número de pedidos de auxílio-desemprego também ficou abaixo do esperado. Por lá, começou hoje o simpósio de Jackson Hole. Autoridades monetárias do país disseram esperar novos dados de inflação, ainda mesclando possibilidades de aumentos de 50 a 75 pontos-base nos juros. Entretanto, há divergências sobre uma possível recessão.

Com muitos eventos no radar dos investidores, o Bitcoin permanece em certa cautela, sem forças para romper os US$ 22 mil. Após buscar os US$ 21,9 mil na última tarde, a criptomoeda de referência viu seu preço recuar logo em seguida. Entretanto, o mercado asiático comprou a queda, levando a um novo teste da resistência. A força foi arrefecida, e o ativo se ajustou. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 21,5 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 110 mil.

O mercado asiático foi um dos grandes responsáveis por sustentar o preço do Bitcoin acima dos US$ 21 mil. Segundo os analistas da Cryptal Digital, o governo chinês vem anunciando medidas constantes de estímulos à economia. O país vive não só o aumento de inflação, mas apontou uma queda em sua balança comercial, ao mesmo tempo em que enfrenta uma crise climática severa com o baixo índice de chuvas. O simpósio de Jackson Hole, hoje, é apenas uma prévia do aguardado pronunciamento do presidente do FED, Jerome Powell.

Com o clima bastante indefinido e com a possível volatilidade para amanhã, o vencimento de opções e futuros semanais e mensais se tornam uma incógnita. Nossa equipe lembra que, só nas opções, são mais de US$ 1 bilhão para expirar. Com o preço do Bitcoin acima dos US$ 22 mil, os bulls conseguem equilibrar o jogo. Abaixo disso, a vantagem é dos bears. Os dados, entretanto, são analisados de forma bruta, desconsiderando possíveis estratégias mais elaboradas.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 20,8 mil, e a resistência em US$ 21,9 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI aponta os 40%, com o mercado mais vendido, e o MACD continua com suas linhas cruzadas para baixo.

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Cautela persiste nas ações do Bitcoin

Apoiada por commodities, a bolsa de valores brasileira encerrou a terça-feira (23) com alta. O Bitcoin manteve o clima de cautela em mais um dia de pouca movimentação de preço.

Ontem, o IBOVESPA teve queda de 0,89%. Hoje, o índice reverteu, com subida de 2,13%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,09.

Pelo Brasil, os investidores seguem de olho nas campanhas e pronunciamentos dos candidatos à presidência da república. Lá fora, dados econômicos pressionaram o mercado. O comércio do G-20 desacelerou no segundo trimestre, acompanhando os PMIs de Reino Unido e Alemanha. Por lá, o índice de confiança do consumidor subiu a -24,9 pontos. Nos Estados Unidos, os PMIs industrial e composto também recuaram. Olhos e ouvidos atentos ao simpósio de Jackson Hole no final da semana. Na China, o yuan atingiu o menor nível em dois anos, com o corte de juros pelo governo.

Com o mercado ainda pisando em ovos, o Bitcoin segue sentindo os efeitos da cautela ao mostrar pouca oscilação de preços. Ainda nesta madrugada, a criptomoeda de referência fez uma nova visita aos US$ 20,8 mil, repetindo sábado e segunda-feira. O fundo mais uma vez foi comprado, com o ativo caminhando em direção aos US$ 21,7 mil. Agora, em ajuste, a moeda digital é comercializada a US$ 21,5 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 110 mil.

As perspectivas para os próximos dias seguem nubladas, mesmo diante de um certo “alívio” entre os investidores na sessão de hoje. Segundo os analistas da Cryptal Digital, os PMIs globais recuaram acentuadamente e em um nível mais rápido desde maio de 2020. Especificamente sobre os Estados Unidos, o movimento aumenta a possibilidade de uma elevação mais expressiva na taxa de juros, mesmo contra um consenso de que a subida será de 50 pontos-base. Por isso, o simpósio do final de semana será um evento importante para que o mercado possa fisgar qualquer pista sobre o tema.

Até mesmo os fundamentos do Bitcoin estão pressionados e pouco parecem sugerir dados confiáveis sobre a movimentação de preços. Nossa equipe destaca que a recente queda está focada praticamente no cenário macroeconômico, com os investidores preferindo produtos de renda-fixa nos últimos dias. O retorno, entretanto, colocou muitas carteiras da criptomoeda novamente em prejuízo. Geralmente, esses níveis mais altos de perdas não realizadas apontam possíveis fundos de correção.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 20,7 mil, e a resistência em US$ 21,6 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 39%, com o mercado mais vendido, e o MACD continua com suas linhas cruzadas para baixo.

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Cautela dos mercados tradicionais segura preço do BTC

Com expectativa alta para simpósio monetário nos Estados Unidos, a bolsa de valores brasileira apontou para queda nesta segunda-feira (22). O Bitcoin, também em meio a cautela, manteve os níveis da correção do final de semana.

Na última sexta-feira, o IBOVESPA teve alta de 0,09%. Hoje, o índice reverteu, com descida de 0,89%. O dólar recuou levemente, ficando cotado a R$ 5,16.

Pelo Brasil, o cenário político se intensifica com os candidatos à presidência participando de sabatinas. Nos indicadores, os economistas estimam que a inflação ficará em 7% este ano, enquanto o PIB avançará 2,02%. Lá fora, o Banco Central da China decidiu por reduzir os juros para empréstimos de 1 e 5 anos. Na Europa, o preço da energia disparou, com a possibilidade de que a oferta russa se torne ainda mais restrita. Nos Estados Unidos, o índice de atividade nacional subiu para 0,27 em julho. Quinta e sexta-feira acontece o simpósio de Jackson Hole entre as autoridades monetárias norte-americanas.

Com a cautela marcando todos os mercados, o Bitcoin manteve seu nível estável após a queda de sexta-feira. Depois de beliscar os US$ 20,8 mil no final da última semana e neste domingo, a criptomoeda de referência ficou estagnada nos níveis mais baixos dos US$ 21 mil até esta segunda-feira. Com pouca oscilação de preços, a moeda digital é comercializada, agora, a US$ 21,1 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 109 mil.

O simpósio em Jackson Hole, no final desta semana, está sendo o grande foco dos investidores, o que deve intensificar a cautela. Segundo os analistas da Cryptal Digital, o mercado está em busca de qualquer pista que possa sinalizar a intensidade do aumento de juros pelo Federal Reserve na próxima reunião. Há uma grande ala de economistas que esperam um avanço de 50 pontos-base, após os dados de inflação mais favoráveis. No outro lado, há os que defendem mais um aumento de 75 pontos.

Com os fundamentos macroeconômicos fervilhando, nossa equipe se volta para os dados do Bitcoin. Mesmo com o mercado de baixa, o número de posições abertas compradas da criptomoeda de referência é o mais alto dos últimos 12 meses. Ao mesmo tempo, a retirada do ativo das corretoras é intensa, com a saída de 30 mil unidades em apenas quatro dias, marcando o menor saldo dos últimos quatro anos nas corretoras.

Na análise técnica, o suporte do Bitcoin fica em US$ 20,7 mil, e a resistência em US$ 21,6 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. As hash ribbons cruzaram para cima, indicando que os mineradores pararam de vender. Entretanto, a média móvel de 200 semanas foi perdida no fechamento de domingo. O RSI aponta os 37%, com o mercado mais vendido, e o MACD mantém suas linhas cruzadas para baixo.

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Dólar avança, enquanto Bitcoin vê liquidação de futuros

A bolsa de valores brasileira acompanhou o mercado internacional e encerrou a sexta-feira (19) com queda. O Bitcoin também corrigiu, após a liquidação de US$ 600 milhões em futuros e elevação do índice dólar (DXY).

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 0,09%. Hoje, o índice reverteu um com descida de 2,05%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,16.

Pelo Brasil, a agenda econômica é fraca, com o foco dos investidores ainda voltado para as contas públicas e à campanha eleitoral. Lá fora, o índice de preço ao produtor disparou para 37,2%, na Alemanha, na base anual. Já as vendas no varejo do Reino Unido subiram 0,3% em julho. Pressionam os países da Europa uma manutenção não programada do principal gasoduto russo, em meio a aproximação do inverno. Nos Estados Unidos, representantes do Federal Reserve falaram novamente. Mais uma vez, o discurso dos formuladores monetários ainda é vago, com poucas pistas claras sobre como a instituição está avaliando a recente queda na inflação.

Seguindo a baixa no mercado tradicional, o Bitcoin passa por correção esperada pela análise técnica da equipe Cryptal Digital. Após uma lateralização intensa na última sessão, a criptomoeda de referência apontou uma queda rápida durante a madrugada, apoiada por liquidações de futuros. Agora, a moeda digital lateraliza mais uma vez, e é comercializada a US$ 21,3 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 111 mil.

Os fundamentos macroeconômicos pouco se movimentaram em relação ao meio de semana. Ao contrário, as dúvidas seguem ainda mais fortalecidas. Segundo os analistas da Cryptal Digital, não só a inflação norte-americana é uma incógnita para o mercado, mas as possíveis restrições do gás russo ao restante da Europa podam não só aumentar a tensão entre os países, mas ainda elevar a já alta inflação por lá. Em meio a este cenário, o DXY avançou.

Afetado por todos esses eventos, o Bitcoin ainda precisou encarar o vencimento semanal de opções nesta madrugada. Apenas um preço acima dos US$ 23 mil daria vantagem ao bulls. Porém, com o fechamento abaixo disso, os bears tiveram vantagem. Junto com a expiração veio a liquidação de contratos futuros, justificando a forte queda na madrugada. Só nas últimas 24 horas, foram mais de US$ 600 milhões em posições encerradas, a grande maioria de contratos comprados.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 20,7 mil, e a resistência em US$ 21,6 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI desce para 35%, com o mercado mais vendido, e o MACD mantém suas linhas cruzadas para baixo.

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Inflação pressiona, mas baleias seguram preço do BTC

Instável, a bolsa de valores brasileira encerrou a quinta-feira (18) com ganhos. O Bitcoin seguiu o cenário macroeconômico inflacionado, apontando cautela na movimentação de preços.

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 0,17%. Hoje, o índice manteve a tendência com leve subida de 0,09%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,17.

Pelo Brasil, inicia-se o processo de leilão de Congonhas e mais 14 aeroportos nacionais. Lá fora, a inflação na zona do euro subiu para 8,9% na base anual. Embora seja um recorde, o indicador veio em linha com o esperado pelos economistas. Após a ata da última reunião do Banco Central norte-americano, alguns representantes da instituição deram entrevista hoje. Foi consenso entre os formuladores de que ainda é cedo para dizer que a inflação está arrefecendo e que aumentos entre 50 e 75 pontos-base podem continuar sendo adequados nos próximos encontros. Entretanto, essa intensidade ainda deverá ser debatida.

Com o mercado em cautela, o Bitcoin também manteve sua oscilação de preços pouco volátil. Durante a madrugada, a criptomoeda de referência ficou estagnada até, pela manhã, avançar aos US$ 23,5 mil. Sem força, porém, o ativo voltou ao seu suporte. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 23,4 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 120 mil.

Os breves ganhos do Bitcoin nesta manhã acompanham um clima um pouco mais positivo no mercado, após os dados de inflação na zona do euro estarem dentro das expectativas. Segundo os analistas da Cryptal Digital, entretanto, adivinhar o comportamento do Banco Central norte-americano é uma tarefa difícil. Conforme os juros aumentam, as empresas tendem a sofrer com financiamentos e investimentos, o que impacta diretamente nas ações de risco. Com paridade alta com Nasdaq e S&P500, o Bitcoin também é afetado pela decisão do Federal Reserve.

Enquanto o macroeconômico não se resolve, nossa equipe destaca que os fundamentos do próprio Bitcoin apresentam um possível suporte de preços. Dados do WhaleMap indicam que há um canal entre US$ 22,8 mil e US$ 23,3 mil onde há um grande acumulado de baleias realizando HODL. Este nível pode indicar uma barreira para novas descidas. Pelo lado dos derivativos, amanhã ocorre o vencimento semanal de opções. Os bulls terão vantagem, caso a criptomoeda se posicione acima dos US$ 23,5 mil. Caso contrário, a expiração favorece os bears.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 23,1 mil, e a resistência em US$ 23,7 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 51%, com o mercado equilibrado, e o MACD mantém suas linhas cruzadas para baixo.

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Macroeconômica coloca pressão no preço do Bitcoin

Mesmo em dia de cautela pré-ata do Banco central norte-americano, a bolsa de valores brasileira encerrou a quarta-feira (17) com alta. O Bitcoin perdeu os US$ 24 mil, com o peso dos fundamentos macroeconômicos.

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 0,43%. Hoje, o índice manteve a tendência, com subida de 0,17%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,16.

Pelo Brasil, os candidatos a presidência da república começam suas campanhas, com o mercado de olho nas contas fiscais. Lá fora, o Reino Unido registrou uma inflação em 10,1%, em julho – a maior dos últimos 40 anos. O PIB da zona do Euro avançou 0,6% no segundo trimestre. Nos Estados Unidos, foi assinado o pacote de US$ 437 bilhões para programas de preservação climática, energia e créditos para veículos elétricos. À tarde, o Banco central norte-americano divulgou a ata de sua última reunião. O documento aponta que o mercado de trabalho sugere que a atividade econômica deverá ser revisada para cima, sendo este o setor que mais teve impacto na redução da inflação. Ainda em julho, as autoridades monetárias já observavam que a inflação estava reduzindo, portanto, concordaram que o aumento de 75 bps nos juros foi adequado, e que, em algum momento, será apropriado retirar o ritmo dos aumentos.

Com a expectativa sobre a ata do Federal Reserve, o Bitcoin enfraqueceu perante os US$ 24 mil. Pela madrugada, a criptomoeda de referência esboçou um salto para perto dos US$ 24,5 mil. Logo em seguida, a pressão de vendas e os receios com a política monetária norte-americana empurraram rapidamente o ativo para os níveis mais baixos dos US$ 23 mil. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 23,3 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 121 mil.

Os fundamentos macroeconômicos nesta quarta-feira levaram, se não pessimismo, pelo menos cautela aos mercados. Segundo os analistas da Cryptal Digital, a inflação alta no Reino Unido deve levar a um aumento agressivo da taxa de juros na sétima maior economia do mundo. A ata da última reunião do FED também ligou o alerta, mesmo que as perspectivas possam estar defasadas, já que o encontro ocorreu antes dos recentes dados positivos sobre inflação nos Estados Unidos. O documento deixou em aberto o posicionamento da instituição a depender dos próximos indicadores econômicos.

Mesmo com os recentes eventos macroeconômicos, os investidores de criptomoedas parecem permanecer ainda em cautela. Nossa equipe destaca que, pelo menos no campo de derivativos, tanto nas recentes baixas e subidas de preços, a taxa de empréstimos de margem dos traders na OKX apontou estabilidade. O mesmo movimento é visto no mercado de opções. Desta forma, há pouca alavancagem e, consequentemente, movimentos abruptos de preços para cima ou para baixo se tornam menos frequentes. Ao mesmo tempo, pouco indica uma tendência clara, com subidas ou descidas fortes ainda no radar.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 23,1 mil, e a resistência em US$ 23,7 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 50%, com o mercado equilibrado, e o MACD mantém suas linhas cruzadas para baixo.

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Dados divergentes da indústria nos EUA colocam pressão do BTC

Na véspera da ata da última reunião do Banco Central norte-americano, a bolsa de valores brasileira apontou para alta nesta terça-feira (16). O Bitcoin teve um dia de pressão de vendas, com dados divergentes sobre a indústria dos Estados Unidos.

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 0,24%. Hoje, o índice manteve a tendência, com subida de 0,43%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,14.

Pelo Brasil, o mercado começa a analisar o início oficial da campanha eleitoral para presidência. Os economistas do Banco Central estimam que a inflação, este ano, terminará em 7,02%, enquanto o PIB deve subir 2%. Lá fora, os Estados Unidos divulgaram, ontem, seus dados de manufatura. O indicador veio baixo, acima apenas do coronacrash, em março de 2020. Isso indica que os pedidos da indústria estão caindo. Em contrapartida, a produção industrial subiu 3,9%, em julho, enquanto as vendas da indústria avançaram 0,7% no mesmo período. Amanhã será divulgada ainda a ata da última reunião do Banco Central norte-americano.

Com o mercado operando de forma mista, o Bitcoin também segue o movimento conflituoso hoje. Ainda ontem, a criptomoeda de referência fez um novo teste dos US$ 25 mil, antes de entrar em correção. Pela manhã, o ativo estancou a descida e apresentou uma forte lateralização. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 23,9 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 122 mil.

Enquanto a segunda-feira foi marcada pela cautela dos dados de manufatura nos Estados Unidos, hoje os investidores estão precisando de horas extras para entender os dados da indústria. Segundo os analistas da Cryptal Digital, há uma certa divergência entre os indicadores, colocando novamente dúvidas sobre como o Federal Reserve irá lidar com suas taxas de juros. Uma das pistas pode sair amanhã, na ata da última reunião realizada pelas autoridades monetárias.

Nos fundamentos próprios do Bitcoin, a receita dos mineradores saltou quase 70%, em agosto, com a dificuldade de mineração estimada para avançar na próxima semana. Entretanto, dados on-chain mostram que ainda há uma forte pressão de vendas por parte deste grupo. Já os detentores de curto prazo estão expandindo suas participações em 330 mil Bitcoins desde maio deste ano. Este pode ser o apetite varejista que indicaria o fim do mercado de baixa.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 23,7 mil, e a resistência em US$ 24,7 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI aponta os 53%, com o mercado ligeiramente mais comprado, e o MACD faz o cruzamento para baixo de suas linhas.

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Com cautela de volta, o Bitcoin mantém disputa nos US$ 24 mil

A bolsa de valores brasileira acompanhou o clima positivo no exterior e encerrou a sexta-feira (12) com alta. O Bitcoin reduziu sua força, mas segue ainda lutando pela consolidação dos US$ 24 mil.

Ontem, o IBOVESPA teve queda de 0,47%. Hoje, o índice reverteu, com subida de 2,78%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,07.

Pelo Brasil, a taxa de desocupação foi para 9,3%, no segundo trimestre. Mesmo assim, o cenário atual, com juros altos, desemprego ainda elevado e preocupações com a dívida pública seguem pautando as decisões do mercado. Lá fora, o FMI afirmou que o PIB global deve cair nos próximos 12 meses, com chances de recessão. No Reino Unido, o PIB recuou 0,1% em relação ao ano anterior, mas ainda melhor do que as expectativas. Nos Estados Unidos, os investidores ainda tentam analisar e prever os próximos passos do Banco Central sobre seus juros.

Com a aproximação do final de semana, o Bitcoin reduz sua força, mas ainda segue os mercados tradicionais. A subida rápida para os US$ 25 mil, ontem, deu espaço para um movimento corretivo, que levou a criptomoeda de referência a uma mínima de US$ 23,6 mil nesta manhã. Os bulls compraram a baixa, mas ainda seguem lutando para recolocar e manter o ativo acima dos US$ 24 mil. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 24,1 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 123 mil.

As indefinições macroeconômicas têm colocado pressão sobre os ativos de risco, inclusive, nas criptomoedas. Segundo os analistas da Cryptal Digital, os traders estão na esperança de que os Bancos Centrais sinalizem que o aperto monetário acabou para, então, se voltarem com maior certeza a ativos mais voláteis. No atual momento, mesmo que os retornos não compensem a inflação, os títulos do tesouro norte-americano ainda continuam sendo atraentes para boa parte do mercado.

Esse cenário é observado nos fundamentos do próprio Bitcoin, que ainda indicam cautela dos investidores. O prêmio Okex Tether (USDT), por exemplo, indica a demanda do comerciante de criptomoedas chinês. Atualmente, o prêmio está com desconto de 2%, sugerindo uma neutralidade, com uma pequena dose de pressão de vendas ainda. Ao mesmo tempo, o índice Fear and Greed entrou na área neutra ontem, após uma tendência de baixa de quatro meses. O nível também aponta a cautela prevalecendo no mercado.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 23,7 mil, e a resistência em US$ 24,7 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 55% com o mercado ligeiramente mais comprado, e o MACD continua com suas linhas cruzadas para cima.

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Bitcoin avança e tenta se consolidar acima dos US$ 24 mil

Mesmo com indicadores de inflação mais baixos no exterior, a bolsa de valores brasileira encerrou a quinta-feira (11) com queda. O Bitcoin manteve a subida de preços, com a entrada da BlackRock no mercado de criptomoedas.

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 1,46%. Hoje, o índice reverteu, com descida de 0,47%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,15.

Pelo Brasil, as notícias internacionais predominaram na sessão, em meio à alta de 0,7%, em junho, do volume de serviços no país. Lá fora, a China afirmou que está adotando cautela para evitar grandes impressões de moeda e intensificar a inflação. Nos Estados Unidos, o número de pedidos de auxílio-desemprego foi de 262 mil, em linha com o esperado. O índice de preços ao produtor, outro grande indicador inflacionário, recuou 0,5%, contra a expectativa de alta de 0,2%.

Com mais um dia de alívio em relação à economia norte-americana, o Bitcoin manteve seu viés de ganho e tenta, agora, consolidar os US$ 24 mil. A escalada de preços começou na última tarde, quando uma recuperação intensa e rápida colocou a criptomoeda de referência de volta nos US$ 24 mil. Pela manhã, o ativo atingiu seu pico muito próximo dos US$ 25 mil. Em ajuste, agora, a moeda digital é comercializada a US$ 24,1 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 124 mil.

Mesmo com os níveis de inflação aparentemente mais controlados, representes dos Bancos Centrais ainda não estão confiantes para reduzir o tom sobre o aumento da taxa de juros nos Estados Unidos. Segundo os analistas da Cryptal Digital, entretanto, novos dados sobre a elevação de preços devem sair antes da próxima reunião do Federal Reserve. Caso os indicadores apontem um arrefecimento da inflação, é possível que as autoridades monetárias repensem suas posições e pisem no freio na hora de decidir o próximo passo dos juros.

Nos fundamentos específicos do próprio Bitcoin, a próxima sexta-feira marca o vencimento de um grande volume de opções da criptomoeda. De acordo com nossa equipe, com um fechamento de preço acima dos US$ 23 mil, a expiração dá vantagem aos touros. Abaixo desse valor, os bears saem na frente. Enquanto isso, a gigante de investimento BlackRock anunciou um produto baseado em Bitcoin, apresentando uma nova oportunidade para investidores institucionais.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 23,7 mil, e a resistência em US$ 24,7 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI aponta os 57%, com o mercado mais comprado, e o MACD mantém suas linhas cruzadas pra cima.

Este foi o boletim Cryptal News desta quinta-feira. Veja essa e outras análises em nosso WhatsApp e nos canais de áudio oficiais. Siga a gente também nas redes sociais para acompanhar o dia a dia de nossa equipe!

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