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Cautela dos mercados tradicionais segura preço do BTC

Com expectativa alta para simpósio monetário nos Estados Unidos, a bolsa de valores brasileira apontou para queda nesta segunda-feira (22). O Bitcoin, também em meio a cautela, manteve os níveis da correção do final de semana.

Na última sexta-feira, o IBOVESPA teve alta de 0,09%. Hoje, o índice reverteu, com descida de 0,89%. O dólar recuou levemente, ficando cotado a R$ 5,16.

Pelo Brasil, o cenário político se intensifica com os candidatos à presidência participando de sabatinas. Nos indicadores, os economistas estimam que a inflação ficará em 7% este ano, enquanto o PIB avançará 2,02%. Lá fora, o Banco Central da China decidiu por reduzir os juros para empréstimos de 1 e 5 anos. Na Europa, o preço da energia disparou, com a possibilidade de que a oferta russa se torne ainda mais restrita. Nos Estados Unidos, o índice de atividade nacional subiu para 0,27 em julho. Quinta e sexta-feira acontece o simpósio de Jackson Hole entre as autoridades monetárias norte-americanas.

Com a cautela marcando todos os mercados, o Bitcoin manteve seu nível estável após a queda de sexta-feira. Depois de beliscar os US$ 20,8 mil no final da última semana e neste domingo, a criptomoeda de referência ficou estagnada nos níveis mais baixos dos US$ 21 mil até esta segunda-feira. Com pouca oscilação de preços, a moeda digital é comercializada, agora, a US$ 21,1 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 109 mil.

O simpósio em Jackson Hole, no final desta semana, está sendo o grande foco dos investidores, o que deve intensificar a cautela. Segundo os analistas da Cryptal Digital, o mercado está em busca de qualquer pista que possa sinalizar a intensidade do aumento de juros pelo Federal Reserve na próxima reunião. Há uma grande ala de economistas que esperam um avanço de 50 pontos-base, após os dados de inflação mais favoráveis. No outro lado, há os que defendem mais um aumento de 75 pontos.

Com os fundamentos macroeconômicos fervilhando, nossa equipe se volta para os dados do Bitcoin. Mesmo com o mercado de baixa, o número de posições abertas compradas da criptomoeda de referência é o mais alto dos últimos 12 meses. Ao mesmo tempo, a retirada do ativo das corretoras é intensa, com a saída de 30 mil unidades em apenas quatro dias, marcando o menor saldo dos últimos quatro anos nas corretoras.

Na análise técnica, o suporte do Bitcoin fica em US$ 20,7 mil, e a resistência em US$ 21,6 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. As hash ribbons cruzaram para cima, indicando que os mineradores pararam de vender. Entretanto, a média móvel de 200 semanas foi perdida no fechamento de domingo. O RSI aponta os 37%, com o mercado mais vendido, e o MACD mantém suas linhas cruzadas para baixo.

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Dólar avança, enquanto Bitcoin vê liquidação de futuros

A bolsa de valores brasileira acompanhou o mercado internacional e encerrou a sexta-feira (19) com queda. O Bitcoin também corrigiu, após a liquidação de US$ 600 milhões em futuros e elevação do índice dólar (DXY).

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 0,09%. Hoje, o índice reverteu um com descida de 2,05%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,16.

Pelo Brasil, a agenda econômica é fraca, com o foco dos investidores ainda voltado para as contas públicas e à campanha eleitoral. Lá fora, o índice de preço ao produtor disparou para 37,2%, na Alemanha, na base anual. Já as vendas no varejo do Reino Unido subiram 0,3% em julho. Pressionam os países da Europa uma manutenção não programada do principal gasoduto russo, em meio a aproximação do inverno. Nos Estados Unidos, representantes do Federal Reserve falaram novamente. Mais uma vez, o discurso dos formuladores monetários ainda é vago, com poucas pistas claras sobre como a instituição está avaliando a recente queda na inflação.

Seguindo a baixa no mercado tradicional, o Bitcoin passa por correção esperada pela análise técnica da equipe Cryptal Digital. Após uma lateralização intensa na última sessão, a criptomoeda de referência apontou uma queda rápida durante a madrugada, apoiada por liquidações de futuros. Agora, a moeda digital lateraliza mais uma vez, e é comercializada a US$ 21,3 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 111 mil.

Os fundamentos macroeconômicos pouco se movimentaram em relação ao meio de semana. Ao contrário, as dúvidas seguem ainda mais fortalecidas. Segundo os analistas da Cryptal Digital, não só a inflação norte-americana é uma incógnita para o mercado, mas as possíveis restrições do gás russo ao restante da Europa podam não só aumentar a tensão entre os países, mas ainda elevar a já alta inflação por lá. Em meio a este cenário, o DXY avançou.

Afetado por todos esses eventos, o Bitcoin ainda precisou encarar o vencimento semanal de opções nesta madrugada. Apenas um preço acima dos US$ 23 mil daria vantagem ao bulls. Porém, com o fechamento abaixo disso, os bears tiveram vantagem. Junto com a expiração veio a liquidação de contratos futuros, justificando a forte queda na madrugada. Só nas últimas 24 horas, foram mais de US$ 600 milhões em posições encerradas, a grande maioria de contratos comprados.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 20,7 mil, e a resistência em US$ 21,6 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI desce para 35%, com o mercado mais vendido, e o MACD mantém suas linhas cruzadas para baixo.

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Inflação pressiona, mas baleias seguram preço do BTC

Instável, a bolsa de valores brasileira encerrou a quinta-feira (18) com ganhos. O Bitcoin seguiu o cenário macroeconômico inflacionado, apontando cautela na movimentação de preços.

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 0,17%. Hoje, o índice manteve a tendência com leve subida de 0,09%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,17.

Pelo Brasil, inicia-se o processo de leilão de Congonhas e mais 14 aeroportos nacionais. Lá fora, a inflação na zona do euro subiu para 8,9% na base anual. Embora seja um recorde, o indicador veio em linha com o esperado pelos economistas. Após a ata da última reunião do Banco Central norte-americano, alguns representantes da instituição deram entrevista hoje. Foi consenso entre os formuladores de que ainda é cedo para dizer que a inflação está arrefecendo e que aumentos entre 50 e 75 pontos-base podem continuar sendo adequados nos próximos encontros. Entretanto, essa intensidade ainda deverá ser debatida.

Com o mercado em cautela, o Bitcoin também manteve sua oscilação de preços pouco volátil. Durante a madrugada, a criptomoeda de referência ficou estagnada até, pela manhã, avançar aos US$ 23,5 mil. Sem força, porém, o ativo voltou ao seu suporte. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 23,4 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 120 mil.

Os breves ganhos do Bitcoin nesta manhã acompanham um clima um pouco mais positivo no mercado, após os dados de inflação na zona do euro estarem dentro das expectativas. Segundo os analistas da Cryptal Digital, entretanto, adivinhar o comportamento do Banco Central norte-americano é uma tarefa difícil. Conforme os juros aumentam, as empresas tendem a sofrer com financiamentos e investimentos, o que impacta diretamente nas ações de risco. Com paridade alta com Nasdaq e S&P500, o Bitcoin também é afetado pela decisão do Federal Reserve.

Enquanto o macroeconômico não se resolve, nossa equipe destaca que os fundamentos do próprio Bitcoin apresentam um possível suporte de preços. Dados do WhaleMap indicam que há um canal entre US$ 22,8 mil e US$ 23,3 mil onde há um grande acumulado de baleias realizando HODL. Este nível pode indicar uma barreira para novas descidas. Pelo lado dos derivativos, amanhã ocorre o vencimento semanal de opções. Os bulls terão vantagem, caso a criptomoeda se posicione acima dos US$ 23,5 mil. Caso contrário, a expiração favorece os bears.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 23,1 mil, e a resistência em US$ 23,7 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 51%, com o mercado equilibrado, e o MACD mantém suas linhas cruzadas para baixo.

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Macroeconômica coloca pressão no preço do Bitcoin

Mesmo em dia de cautela pré-ata do Banco central norte-americano, a bolsa de valores brasileira encerrou a quarta-feira (17) com alta. O Bitcoin perdeu os US$ 24 mil, com o peso dos fundamentos macroeconômicos.

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 0,43%. Hoje, o índice manteve a tendência, com subida de 0,17%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,16.

Pelo Brasil, os candidatos a presidência da república começam suas campanhas, com o mercado de olho nas contas fiscais. Lá fora, o Reino Unido registrou uma inflação em 10,1%, em julho – a maior dos últimos 40 anos. O PIB da zona do Euro avançou 0,6% no segundo trimestre. Nos Estados Unidos, foi assinado o pacote de US$ 437 bilhões para programas de preservação climática, energia e créditos para veículos elétricos. À tarde, o Banco central norte-americano divulgou a ata de sua última reunião. O documento aponta que o mercado de trabalho sugere que a atividade econômica deverá ser revisada para cima, sendo este o setor que mais teve impacto na redução da inflação. Ainda em julho, as autoridades monetárias já observavam que a inflação estava reduzindo, portanto, concordaram que o aumento de 75 bps nos juros foi adequado, e que, em algum momento, será apropriado retirar o ritmo dos aumentos.

Com a expectativa sobre a ata do Federal Reserve, o Bitcoin enfraqueceu perante os US$ 24 mil. Pela madrugada, a criptomoeda de referência esboçou um salto para perto dos US$ 24,5 mil. Logo em seguida, a pressão de vendas e os receios com a política monetária norte-americana empurraram rapidamente o ativo para os níveis mais baixos dos US$ 23 mil. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 23,3 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 121 mil.

Os fundamentos macroeconômicos nesta quarta-feira levaram, se não pessimismo, pelo menos cautela aos mercados. Segundo os analistas da Cryptal Digital, a inflação alta no Reino Unido deve levar a um aumento agressivo da taxa de juros na sétima maior economia do mundo. A ata da última reunião do FED também ligou o alerta, mesmo que as perspectivas possam estar defasadas, já que o encontro ocorreu antes dos recentes dados positivos sobre inflação nos Estados Unidos. O documento deixou em aberto o posicionamento da instituição a depender dos próximos indicadores econômicos.

Mesmo com os recentes eventos macroeconômicos, os investidores de criptomoedas parecem permanecer ainda em cautela. Nossa equipe destaca que, pelo menos no campo de derivativos, tanto nas recentes baixas e subidas de preços, a taxa de empréstimos de margem dos traders na OKX apontou estabilidade. O mesmo movimento é visto no mercado de opções. Desta forma, há pouca alavancagem e, consequentemente, movimentos abruptos de preços para cima ou para baixo se tornam menos frequentes. Ao mesmo tempo, pouco indica uma tendência clara, com subidas ou descidas fortes ainda no radar.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 23,1 mil, e a resistência em US$ 23,7 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 50%, com o mercado equilibrado, e o MACD mantém suas linhas cruzadas para baixo.

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Dados divergentes da indústria nos EUA colocam pressão do BTC

Na véspera da ata da última reunião do Banco Central norte-americano, a bolsa de valores brasileira apontou para alta nesta terça-feira (16). O Bitcoin teve um dia de pressão de vendas, com dados divergentes sobre a indústria dos Estados Unidos.

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 0,24%. Hoje, o índice manteve a tendência, com subida de 0,43%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,14.

Pelo Brasil, o mercado começa a analisar o início oficial da campanha eleitoral para presidência. Os economistas do Banco Central estimam que a inflação, este ano, terminará em 7,02%, enquanto o PIB deve subir 2%. Lá fora, os Estados Unidos divulgaram, ontem, seus dados de manufatura. O indicador veio baixo, acima apenas do coronacrash, em março de 2020. Isso indica que os pedidos da indústria estão caindo. Em contrapartida, a produção industrial subiu 3,9%, em julho, enquanto as vendas da indústria avançaram 0,7% no mesmo período. Amanhã será divulgada ainda a ata da última reunião do Banco Central norte-americano.

Com o mercado operando de forma mista, o Bitcoin também segue o movimento conflituoso hoje. Ainda ontem, a criptomoeda de referência fez um novo teste dos US$ 25 mil, antes de entrar em correção. Pela manhã, o ativo estancou a descida e apresentou uma forte lateralização. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 23,9 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 122 mil.

Enquanto a segunda-feira foi marcada pela cautela dos dados de manufatura nos Estados Unidos, hoje os investidores estão precisando de horas extras para entender os dados da indústria. Segundo os analistas da Cryptal Digital, há uma certa divergência entre os indicadores, colocando novamente dúvidas sobre como o Federal Reserve irá lidar com suas taxas de juros. Uma das pistas pode sair amanhã, na ata da última reunião realizada pelas autoridades monetárias.

Nos fundamentos próprios do Bitcoin, a receita dos mineradores saltou quase 70%, em agosto, com a dificuldade de mineração estimada para avançar na próxima semana. Entretanto, dados on-chain mostram que ainda há uma forte pressão de vendas por parte deste grupo. Já os detentores de curto prazo estão expandindo suas participações em 330 mil Bitcoins desde maio deste ano. Este pode ser o apetite varejista que indicaria o fim do mercado de baixa.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 23,7 mil, e a resistência em US$ 24,7 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI aponta os 53%, com o mercado ligeiramente mais comprado, e o MACD faz o cruzamento para baixo de suas linhas.

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Com cautela de volta, o Bitcoin mantém disputa nos US$ 24 mil

A bolsa de valores brasileira acompanhou o clima positivo no exterior e encerrou a sexta-feira (12) com alta. O Bitcoin reduziu sua força, mas segue ainda lutando pela consolidação dos US$ 24 mil.

Ontem, o IBOVESPA teve queda de 0,47%. Hoje, o índice reverteu, com subida de 2,78%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,07.

Pelo Brasil, a taxa de desocupação foi para 9,3%, no segundo trimestre. Mesmo assim, o cenário atual, com juros altos, desemprego ainda elevado e preocupações com a dívida pública seguem pautando as decisões do mercado. Lá fora, o FMI afirmou que o PIB global deve cair nos próximos 12 meses, com chances de recessão. No Reino Unido, o PIB recuou 0,1% em relação ao ano anterior, mas ainda melhor do que as expectativas. Nos Estados Unidos, os investidores ainda tentam analisar e prever os próximos passos do Banco Central sobre seus juros.

Com a aproximação do final de semana, o Bitcoin reduz sua força, mas ainda segue os mercados tradicionais. A subida rápida para os US$ 25 mil, ontem, deu espaço para um movimento corretivo, que levou a criptomoeda de referência a uma mínima de US$ 23,6 mil nesta manhã. Os bulls compraram a baixa, mas ainda seguem lutando para recolocar e manter o ativo acima dos US$ 24 mil. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 24,1 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 123 mil.

As indefinições macroeconômicas têm colocado pressão sobre os ativos de risco, inclusive, nas criptomoedas. Segundo os analistas da Cryptal Digital, os traders estão na esperança de que os Bancos Centrais sinalizem que o aperto monetário acabou para, então, se voltarem com maior certeza a ativos mais voláteis. No atual momento, mesmo que os retornos não compensem a inflação, os títulos do tesouro norte-americano ainda continuam sendo atraentes para boa parte do mercado.

Esse cenário é observado nos fundamentos do próprio Bitcoin, que ainda indicam cautela dos investidores. O prêmio Okex Tether (USDT), por exemplo, indica a demanda do comerciante de criptomoedas chinês. Atualmente, o prêmio está com desconto de 2%, sugerindo uma neutralidade, com uma pequena dose de pressão de vendas ainda. Ao mesmo tempo, o índice Fear and Greed entrou na área neutra ontem, após uma tendência de baixa de quatro meses. O nível também aponta a cautela prevalecendo no mercado.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 23,7 mil, e a resistência em US$ 24,7 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 55% com o mercado ligeiramente mais comprado, e o MACD continua com suas linhas cruzadas para cima.

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Bitcoin avança e tenta se consolidar acima dos US$ 24 mil

Mesmo com indicadores de inflação mais baixos no exterior, a bolsa de valores brasileira encerrou a quinta-feira (11) com queda. O Bitcoin manteve a subida de preços, com a entrada da BlackRock no mercado de criptomoedas.

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 1,46%. Hoje, o índice reverteu, com descida de 0,47%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,15.

Pelo Brasil, as notícias internacionais predominaram na sessão, em meio à alta de 0,7%, em junho, do volume de serviços no país. Lá fora, a China afirmou que está adotando cautela para evitar grandes impressões de moeda e intensificar a inflação. Nos Estados Unidos, o número de pedidos de auxílio-desemprego foi de 262 mil, em linha com o esperado. O índice de preços ao produtor, outro grande indicador inflacionário, recuou 0,5%, contra a expectativa de alta de 0,2%.

Com mais um dia de alívio em relação à economia norte-americana, o Bitcoin manteve seu viés de ganho e tenta, agora, consolidar os US$ 24 mil. A escalada de preços começou na última tarde, quando uma recuperação intensa e rápida colocou a criptomoeda de referência de volta nos US$ 24 mil. Pela manhã, o ativo atingiu seu pico muito próximo dos US$ 25 mil. Em ajuste, agora, a moeda digital é comercializada a US$ 24,1 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 124 mil.

Mesmo com os níveis de inflação aparentemente mais controlados, representes dos Bancos Centrais ainda não estão confiantes para reduzir o tom sobre o aumento da taxa de juros nos Estados Unidos. Segundo os analistas da Cryptal Digital, entretanto, novos dados sobre a elevação de preços devem sair antes da próxima reunião do Federal Reserve. Caso os indicadores apontem um arrefecimento da inflação, é possível que as autoridades monetárias repensem suas posições e pisem no freio na hora de decidir o próximo passo dos juros.

Nos fundamentos específicos do próprio Bitcoin, a próxima sexta-feira marca o vencimento de um grande volume de opções da criptomoeda. De acordo com nossa equipe, com um fechamento de preço acima dos US$ 23 mil, a expiração dá vantagem aos touros. Abaixo desse valor, os bears saem na frente. Enquanto isso, a gigante de investimento BlackRock anunciou um produto baseado em Bitcoin, apresentando uma nova oportunidade para investidores institucionais.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 23,7 mil, e a resistência em US$ 24,7 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI aponta os 57%, com o mercado mais comprado, e o MACD mantém suas linhas cruzadas pra cima.

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Com recuo na inflação, Bitcoin testa novamente os US$ 24 mil

A bolsa de valores brasileira acompanhou o clima positivo com indicadores econômicos no exterior e encerrou a quarta-feira (10) com ganhos. O Bitcoin se beneficiou de uma inflação aparentemente mais controlada nos Estados Unidos para retomar a luta pelos US$ 24 mil.

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 0,23%. Hoje, o índice manteve a tendência, com subida de 1,46%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,08.

Pelo Brasil, a agenda econômica é fraca, com os investidores ainda observando o risco fiscal. O indicador mais relevante do dia foi a atividade do comércio que recuou 1,4% em junho. Lá fora, a crise energética pode ficar ainda mais grave na Europa. O rio Reno, um dos pilares das principais economias da região, está com seus níveis mais baixos, impedindo o trânsito de navios que transportam diesel e carvão. Na China, a inflação ao consumidor aponta alta anual de 2,7%, com o governo admitindo que pode ultrapassar os 3%, mas mantendo a meta. Nos Estados Unidos, o mesmo indicador, o CPI, mostrou uma inflação estável, com avanço de 0,3%, contra um consenso de 0,5%.

Com os investidores respirando aliviados por conta da inflação reduzida, as ações de risco e o Bitcoin tiveram um dia de operações mistas. A falha em romper os US$ 24 mil no início da semana deu espaço para um viés corretivo, que levou a criptomoeda de referência a US$ 22,6 mil na última noite. Entretanto, os bulls compraram a queda e colocaram o ativo acima dos US$ 24 mil. Agora, em ajuste, a moeda digital é comercializada a US$ 23,6 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 119 mil.

Assim que os dados do CPI nos Estados Unidos vieram abaixo do esperado, os investidores se voltaram para as ações de risco e, consequentemente, as criptomoedas. Segundo os analistas da Cryptal Digital, a forte alta na geração de emprego recentemente levou temor ao mercado, que passou a visualizar a inflação como um termômetro para a elevação de juros no país. Com um possível controle sobre a taxa, o Bitcoin e ações tradicionais se beneficiaram do bom humor.

Já nos dados on-chain, é possível observar o movimento das baleias da criptomoeda de referência. Nossa equipe aponta que em níveis próximos a US$ 22 mil há uma concentração considerável de grandes detentores posicionados para mais compras. Em contrapartida, a atual resistência dos US$ 24 mil tem sido sustentada também por baleias, estas, porém, vendedoras. Os gráficos de acumulação, entretanto, apontam que os HODLERs estão mais ativos.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 23,1 mil, e a resistência em US$ 23,7 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 54%, com o mercado mais comprado, e o MACD cruza suas linhas para cima.

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Em teste dos US$ 24 mil, BTC mantém tendência de alta técnica

A bolsa de valores brasileira acompanhou o sentimento no exterior e fechou a segunda-feira (8) com ganhos. O Bitcoin também manteve seu avanço de preços, em nova disputa pelo rompimento dos US$ 24 mil.

Na última sexta-feira, o IBOVESPA teve alta de 0,55%. Hoje, o índice manteve a tendência, com subida de 1,81%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,11.

Pelo Brasil, o risco fiscal segue em pauta, com o IGBE divulgando, amanhã, os dados de inflação. O mercado avalia que o ciclo de aumento da taxa SELIC já pode ter sido encerrado. Lá fora, a China elevou seu nível de exportação no último mês. Nos Estados Unidos, serão divulgados, quarta-feira, os índices inflacionários. A expectativa do indicador para os consumidores caiu de 6,8% para 6,2%, segundo pesquisa do Federal Reserve de Nova Iorque. O Senado também aprovou o projeto de lei que destina um pacote de estímulos financeiros para o combate às mudanças climáticas.

Enquanto os mercados aguardam os dados de inflação nos Estados Unidos, o Bitcoin mantém sua tendência de alta técnica, com um novo teste dos US$ 24 mil. Após um final de semana tipicamente lateral, a criptomoeda de referência viu uma disparada de preços nesta madrugada, com topo em US$ 24,2 mil. A volatilidade foi reduzida nesta tarde, com o ativo flutuando próximo de sua resistência. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 23,9 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 122 mil.

As perspectivas para o decorrer da semana ainda são bastante incertezas, gerando, portanto, um sentimento de cautela. Segundo os analistas da Cryptal Digital, os dados de inflação, na quarta-feira, vão ser um termômetro para capturar pistas sobre o próximo aumento de juros nos Estados Unidos. A estimativa passou a ser uma alta de 75 pontos-base, por conta do forte aumento de empregos no país. Para o Bitcoin e ações de maior risco, essa subida nos juros pode ser prejudicial no curto prazo, com a elevação dos rendimentos dos títulos do tesouro local.

Até que o evento se consolide, nossa equipe se vira novamente aos dados on-chain. Dentro dos gráficos, a oferta ativa de Bitcoin está diminuindo consideravelmente nos curto e médio prazos. Ou seja, mesmo com o recente aumento de preços, os compradores não estão se desfazendo de suas moedas. Ao mesmo tempo, o volume médio de transações segue baixo, indicando também que não há tantos compradores ativos no momento. Desta forma, o HODL parece ser a opção principal dos investidores, com a porção inativa da criptomoeda em carteiras por três anos ou mais aumentando, rapidamente, atingindo novos máximos históricos.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 23,7 mil, e a resistência em US$ 24,7 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI avança para 60%, com o mercado mais comprado, e o MACD retoma suas linhas cruzadas para cima.

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#758 – Bitcoin sustenta briga pelos US$ 23 mil

Em dia misto no exterior, a bolsa de valores brasileira registrou ganhos nesta sexta-feira (5). O Bitcoin reduziu sua volatilidade com os dados do payroll nos Estados Unidos, mas ainda em busca dos US$ 23 mil.

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 2,04%. Hoje, o índice manteve a tendência, com subida de 0,55%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,16.

Pelo Brasil, o mercado avalia que o ciclo de aumentos da SELIC pode já ter sido encerrado, embora o COPOM tenha deixado a porta aberta para novas subidas. Lá fora, a desaceleração nas vendas de semicondutores é mais um sinal da piora da economia global, já que os chips se tornaram uma boa referência da demanda global. Nos Estados Unidos, os dados do payroll vieram o dobro acima do esperado pelos analistas, retomando níveis pré-pandemia. A taxa de desemprego atingiu 3,5%, abaixo do consenso.

Com um dia de análise de dados econômicos, o Bitcoin operou com pouca volatilidade, mas ainda em busca dos US$ 23 mil. Pouco antes da abertura do mercado asiático, a criptomoeda de referência saltou de 22,3 mil para US$ 24,4 mil nesta manhã. Por duas vezes, os bulls tentaram romper o nível, mas sem sucesso. Agora, em ajuste, a moeda digital é comercializada a US$ 22,9 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 118 mil.

Embora os dados do payroll tenham vindo consideravelmente acima do esperado, os mercados operaram de forma mista e com certo viés de baixa nesta sexta-feira. Segundo os analistas da Cryptal Digital, com cada vez mais consumo, graças ao volume alto de emprego, o mercado precifica que a inflação pode continuar intensa, pelo maior montante de moeda circulante. Consequentemente, um novo aumento de 75 pontos-base dos juros nos Estados Unidos volta ao radar.

Com o Bitcoin também pressionado hoje, a criptomoeda passou relativamente ilesa pelo vencimento de opções nesta madrugada. Nossa equipe lembra que com o ativo acima dos US$ 23 mil, os contratos de compra apontavam vantagem considerável na expiração. Já em US$ 22 mil, a data levaria equilíbrio às operações. A falta de movimentação mais brusca do Bitcoin hoje é observada ainda na taxa de financiamento neutra dos contratos futuros, que aponta 0,01% em diversas corretoras.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 22,6 mil, e a resistência em US$ 23,1 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 53%, com o mercado mais comprado, e o MACD faz o cruzamento para baixo de suas linhas.

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