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Falas do FED acentuam volatilidade do Bitcoin

Ainda de olho na Petrobras, a bolsa de valores brasileira apontou para queda nesta quarta-feira (28). O Bitcoin acentuou sua volatilidade de preços, em meio aos fundamentos confusos e falas do presidente do Banco Central norte-americano.

Ontem, o IBOVESPA teve queda de 0,17%. Hoje, o índice manteve a tendência, com descida de 0,16%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,17,

Pelo Brasil, os conflitos políticos em cima da Petrobras seguem sendo o foco dos investidores. Já a Aneel reajustou em até 63% os valores das bandeiras tarifárias na energia elétrica. Lá fora, o Vice-presidente do Banco Central Europeu disse que a inflação tende a desacelerar após o verão no continente, enquanto o presidente chinês prometeu fortalecer políticas para cumprir metas econômicas e sociais. Nos Estados Unidos, o representando do Federal Reserve, Jerome Powell, disse que indicadores recentes de inflação mostraram que o governo precisava acelerar o ritmo da alta de juros e que novos avanços são apropriados, a depender da rapidez com que os preços caem. Cada possível elevação será discutida reunião a reunião, sem descartar um avanço acima do patamar considerado neutro, que é 2,5%. Entretanto, a autoridade não acredita que a elevação da taxa conseguirá reduzir os preços de gás e alimentos, mas afastou a possibilidade de uma recessão. A demanda pelo trabalho continua forte, enquanto a oferta segue apertada. Joe Biden pediu ainda ao Congresso que suspendessem os impostos federais sobre os combustíveis, por 90 dias.

Em meio a tantos fundamentos contraditórios e pouco conclusivos, o Bitcoin acentuou sua volatilidade nesta quarta-feira. Após a rejeição dos US$ 21,7 mil na última manhã, uma tendência de baixa de curto prazo se formou, até buscar uma mínima de US$ 19,9 mil. O mercado, então, amanheceu comprado, devolvendo o ativo para próximo dos US$ 21 mil, mas sem forças para se sustentar. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 20 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 104 mil.

A quantidade de fundamentos que envolveram o mercado tradicional foi a grande responsável pelo aumento da volatilidade do Bitcoin, hoje. Segundo os analistas da Cryptal Digital, a fala de Jerome Powell não só sinaliza que os aumentos de juros continuarão, mas indica que, em alguns setores, como o de energia, a medida não será o suficiente para reduzir a inflação: grande foco do governo no atual momento.

Desta forma, a liquidez nos mercados se acentuou. No caso específico do Bitcoin, trouxe oscilação brusca de preços em um curto período de tempo. Mesmo assim, os dados on-chain apontam que os mineradores públicos venderam 100% das unidades obtidas pela tarefa em maio, após triplicarem o número de moedas mineradas. Entretanto, esse número totaliza 46 mil Bitcoins vendidos. Assim, não é um volume necessariamente significante aos 800 mil que todo esse grupo possui. Mesmo assim, indica um certo sentimento dos operadores da rede. Ao mesmo tempo, as baleias também andaram um pouco mais participativas no processo de vendas, depositando 50 mil unidades da criptomoeda de referência nas bolsas entre 20 e 21 de junho. Assim, nossa equipe acredita que pavios de preços mais agressivos podem ser observados nos próximos dias.

Nas métricas desta quarta-feira, o suporte do Bitcoin fica em US$ 17 mil, e a resistência em US$ 22,9 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI desce para 28%, com o mercado mais vendido, e o MACD continua com as linhas cruzadas para baixo.

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Cauteloso, Bitcoin mantém recuperação de preços

A bolsa de valores brasileira não acompanhou o humor positivo do mercado internacional e fechou a terça-feira (21) em queda. O Bitcoin aproveita também os fundamentos mais controlados para manter a recuperação de preços, mas ainda na presença de cautela.

Ontem, o IBOVESPA teve leve subida de 0,03%. Hoje, o índice reverteu, com descida de 0,17%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,15.

Pelo Brasil, as atenções continuam voltadas para o futuro da Petrobras, que recentemente viu a renúncia de seu terceiro presidente. O risco fiscal, na tentativa de controlar o preço dos combustíveis e gás de cozinha também pesam. O ministro da Economia disse ainda que os servidores devem ter um aumento salarial apenas no próximo ano, enquanto a ata da última reunião do Copom mira a manutenção da elevação da taxa de juros. Lá fora, a agenda econômica é fraca nos Estados Unidos, na retomada das atividades pós-feriado. Na China, a incorporadora Evergrande espera anunciar um plano de reestruturação financeira até o fim de julho, após o calote de dívidas no último ano.

Enquanto os mercados tradicionais operam de forma positiva nesta terça-feira, o Bitcoin segue a recuperação de preços, mas ainda em território de cautela. Após perder brevemente os US$ 20 mil na última manhã, a criptomoeda de referência voltou ao suporte e, durante a sessão asiática, empurrou ainda mais o preço para cima, buscando uma máxima de US$ 21,7 mil. Agora, em ajuste, a moeda digital é comercializada a US$ 20,7 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 107 mil.

Com os fundamentos macroeconômicos mais calmos neste início de semana, principalmente por conta do feriado de segunda-feira nos Estados Unidos, os investidores encontraram um respiro para se arriscar um pouco mais nos mercados acionário e cripto. Segundo os analistas da Cryptal Digital, o apetite ao risco oscila, por conta das dificuldades em prever quais medidas serão adotadas pelos Bancos Centrais sobre a inflação global, ao mesmo tempo em que há grande possibilidade de recessão em grandes economias, como a norte-americana.

Em uma olhada nos dados on-chain, nossa equipe observa que, até ontem, pouco mais de 56% das carteiras de Bitcoin ainda estavam no lucro, mesmo com a baixa recente. Historicamente, o gráfico da Glassnode sugere fundos macros com este indicador abaixo deste nível, sugerindo uma possível continuação da queda. Os derivativos, entretanto, contam uma história um pouquinho diferente. O volume de contratos vendidos, ou seja, aqueles que esperam a queda do Bitcoin, segue em alta. Isso aponta para a possibilidade de um short-squeezy, quando muitos contratos shorts são eliminados, os obrigando a comprar o ativo e, assim, elevando rapidamente o preço da moeda. Algo semelhante aconteceu ao token da plataforma Celsius, que subiu 60% neste processo, após as polêmicas de falta de liquidez da última semana.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 17 mil, e a resistência em US$ 22,9 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI sobe para 32%, com o mercado ainda mais vendido, e o MACD continua com as linhas cruzadas para baixo.

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Bitcoin tenta segurar os US$ 20 mil, após final de semana de baixa

Mesmo com problemas nas ações da Petrobras, a bolsa de valores brasileira apontou para pequenos ganhos nesta segunda-feira (20). O Bitcoin recuperou os US$ 20 mil, após um final de semana marcado por volatilidade e sentimento de baixa.

Na última sexta-feira, o IBOVESPA teve queda de 2,84%. Hoje, o índice reverteu, com leve subida de 0,03%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,18.

Pelo Brasil, o presidente da Petrobras renunciou ao cargo nesta manhã, levando a paralisação das negociações dos papéis da estatal na bolsa. A pressão pré-eleitoral para a redução dos preços dos combustíveis e gás de cozinha deve elevar o teto da dívida em R$ 50 bilhões. A recente alta do diesel ainda deve puxar um aumento de pelo menos 5% no freto. O IGP-M acelerou a 0,55, na prévia de junho. Já a demanda pelo Auxílio Brasil disparou o número de pessoas esperando na fila, com quase 3 milhões de famílias. Lá fora, os preços do minério de ferro despencaram na China, com o avanço da COVID-19 por lá. No Japão, o governo mantém a perspectiva de crescimento econômico, mas alerta para uma desaceleração da indústria. A presidente do Banco Central Europeu reafirmou a intenção de aumentar em 25 pontos-base a taxa de juros nas próximas duas reuniões. Nos Estados Unidos, é feriado, portanto, a agenda econômica foi fraca.

Mesmo sob a cautela dos mercados internacionais, o Bitcoin recuperou a casa dos US$ 20 mil, após um final de semana de liquidação intensa. Ainda no sábado, a criptomoeda de referência experimentou uma descida rápida para os US$ 17,6 mil. A queda, entretanto, deu espaço para uma compra do mergulho, que, no domingo, recolocou o ativo de volta no rumo aos US$ 20 mil, e atingiu os US$ 21 mil pela manhã de hoje. Agora, em ajuste, a moeda digital é comercializada próxima dos US$ 20 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 104 mil.

Há poucos sinais, por enquanto, de que o Bitcoin e ações de risco quebrarão sua recente correlação de desempenho. Segundo os analistas da Cryptal Digital, a escalada da inflação global, aumento de

salários nos Estados Unidos e escassez de matéria-prima continuam pressionando a economia dos países e forçando os Bancos Centrais a lutarem contra a inflação, ao mesmo tempo, em que tentam impedir uma recessão. Essa perspectiva, em outras palavras, impede que o mercado se direcione a movimentos mais arrojados e procurem ou por operações de curtíssimo prazo ou a migração para ativos de maior segurança.

Ao mesmo tempo, os recentes problemas de liquidez nas plataformas de finanças descentralizadas (DeFis) levam o famoso noticiário alarmante, conhecido como FUD, ao mercado. Esse cenário intensifica a pressão de venda, mesmo que a situação negativa esteja localizada no modelo de negócios das plataformas, não no Bitcoin ou em outras criptomoedas. Mesmo assim, os HODLErs não estão se deixando abater, como apontam os dados on-chain. Nossa equipe destaca que o número de carteiras com um ou mais Bitcoin aumentou em mais de 13 mil só na última semana. A oportunidade de acumulação é vista também pelos mineradores, que continuam segurando boa parte de suas reservas ao mesmo tempo em que intensificam a taxa de hashes da rede.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 17 mil, e a resistência em US$ 22,9 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 28%, com o mercado mais vendido, e o MACD continua com as linhas cruzadas para baixo.

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Bitcoin tenta alívio, com luta no suporte de US$ 20 mil

A bolsa de valores brasileira voltou do feriado apresentando queda acentuada nesta sexta-feira (17). O Bitcoin tenta um alívio de preços, mas mantém luta intensa no suporte dos US$ 20 mil.

Na última quarta-feira, o IBOVESPA teve alta de 0,73%. Hoje, o índice reverteu, com descida de 2,84%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,14.

Pelo Brasil, a Petrobras anunciou o aumento de R$ 0,20 para a gasolina e R$ 0,70 para o diesel, levando a novas intervenções do governo federal na estatal. O Banco Central confirmou ainda o aumento de 0,5% na SELIC, que agora soma 13,25%. Lá fora, o dia é marcado pelo vencimento de opções e futuros semanais e mensais, o que costuma levar volatilidades às ações. Os Bancos Centrais da Suíça e Inglaterra subiram, ontem seus juros, enquanto o do Japão manteve sua postura monetária flexível. Nos Estados Unidos, o governo destacou o tom preocupado sobre a inflação, com Joe Biden aprovando uma lei para reduzir os preços de frete no exterior.

Com um certo alívio no mercado acionário, o Bitcoin também apresenta um dia mais positivo, mas de intensa briga no suporte dos US$ 20 mil. Ainda ontem, a criptomoeda de referência esboçou um avanço de preços para os US$ 23 mil, conforme a volatilidade retomava ao mercado. Entretanto, a rejeição do nível levou à correção, que parou nos US$ 20,1 mil. Hoje, mais uma subida para os US$ 21,3 mil encontrou resistência. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 20,4 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 105 mil.

Assim como o mercado se comportou de forma mista após as reuniões do Banco Central norte-americano, o aumento de juros da última quarta-feira manteve a dualidade no humor dos investidores. Segundo os analistas da Cryptal Digital, há pouco o que se avaliar até o momento, já que os impactos das mudanças da política monetária nos Estados Unidos na inflação só devem ser observados no médio prazo. Até lá, o avanço de preços no mundo todo parece certo, e o apetite por risco tende a ficar cada vez mais reduzido.

Mas ao olhar diretamente para o Bitcoin, nossa equipe destaca que o número de endereços que possuem pelo menos uma unidade da criptomoeda de referência atingiram um novo recorde histórico. Pode-se entender, portanto, que o valor atual de US$ 20 mil ou abaixo é uma grande zona de interesse de compra. Essa perspectiva vai de encontro ao indicador de fluxo de dormência da Glassnode, que indica um Bitcoin, tecnicamente, sobrevendido, em níveis não vistos desde 2011.

Uma visão expandida do indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas, coloca o suporte do Bitcoin em US$ 13,8 mil, enquanto a resistência mirando os US$ 21 mil. O RSI aponta os 23%, com o mercado beirando a sobrevenda, e o MACD continua com as linhas cruzadas para baixo.

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Bitcoin opera misto em dia de anúncio do FED

Com perspectiva de aumento da SELIC, a bolsa de valores brasileira apontou para ganhos nesta quarta-feira (15), após oito dias seguidos de quedas. O Bitcoin seguiu o movimento misto dos índices norte-americanos, na véspera de anúncio do FED.

Ontem, o IBOVESPA teve queda de 0,52%. Hoje, o índice reverteu, com subida de 1,47%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,03.

Pelo Brasil, após a sessão, o Banco Central vai divulgar a nova SELIC, que deve subir 0,5%, levando a taxa para 13,25%. Em novo estudo, o preço do diesel aponta defasagem de 18% nas bombas. Lá fora, a produção industrial da China avançou 0,7%, contra expectativa de queda de 1%. Na Europa, o Banco Central fez uma reunião de emergência para discutir as condições atuais do mercado. A instituição disse que desenvolverá uma ferramenta para ajudar membros endividados do bloco. À tarde, foi divulgado, pelo Federal Reserva, um aumento de 0,75 pontos-base nos juros, seguindo a perspectiva mais agressiva da instituição. O presidente Jerome Powell disse ainda que a inflação preocupa bastante e espera uma demanda mais moderada, e um mercado de trabalho mais balanceado. A autoridade ainda destacou a possibilidade de 0,50 a 0,75 pontos de elevação nos juros na próxima reunião.

Em meio aos conflitos dentro dos mercados, o Bitcoin também manteve as perdas, com alguns movimentos de recuperação. A sessão asiática, na última noite, empurrou a criptomoeda de referência para um novo fundo, agora, em US$ 20 mil. Neste nível, uma barreira de compras impediu novas descidas e promoveu uma recuperação acima dos US$ 22 mil. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 21,6 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 109 mil.

Essa volatilidade do Bitcoin desde a última noite não era necessariamente esperada, pois esperava-se um mercado mais cauteloso no dia do anúncio do Banco Central norte-americano sobre sua taxa de juros. Entretanto, como lembram os analistas da Cryptal Digital, a queda expressiva de domingo e segunda-feira já indicavam que o evento estava precificado pelos investidores. À tarde, o anúncio oficial do FED até esboçou uma recuperação de preços, mas não fora forte o suficiente.

As métricas on-chain continuam piscando um forte nível de cautela, principalmente em relação ao volume de Bitcoin nas bolsas. Nossos especialistas apontam que, ontem, mais de 59 mil unidades da criptomoeda foram enviadas para as exchanges. Este número só fica atrás da entrada de 83 mil Bitcoins, em 30 de novembro de 2018. Pode-se observar, portanto, que há uma pressão de vendas se preparando no horizonte. Ao mesmo, a comparação sugere que alguns holders ainda não estão dispostos a desistir de seus ativos.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 21,1 mil, e a resistência em US$ 25,4 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 22%, com o mercado em território de sobrevenda, e o MACD mantém as linhas cruzadas para baixo.

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Com preço do Bitcoin estável, mercado aguarda anúncio do FED

A bolsa de valores brasileira acompanhou o mercado internacional e seguiu com as perdas nesta terça-feira (14). O Bitcoin tenta se estabilizar, após a forte pressão de vendas de ontem, pré-anúncio do Banco Central norte-americano sobre a taxa de juros.

Ontem, o IBOVESPA teve queda acentuada de 2,73%. Hoje, o índice manteve a tendência, com descida de 0,52%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,13.

Pelo Brasil, o Senado aprovou o projeto que limita a cobrança de ICMS sobre combustíveis, gás e energia elétrica. A medida preocupa os cofres estaduais e traz riscos ao ambiente fiscal. Nos indicadores, o setor de serviços cresceu 0,2%, em abril, operando acima do patamar pré-pandemia. Lá fora, o PIB do G20 avançou 0,7%, no primeiro trimestre deste ano, segundo a OCDE. Já a inflação ao produtor nos Estados Unidos subiu 0,8%, em maio, em linha com o esperado. Mesmo assim, o Banco Central norte-americano segue observando a inflação ao consumidor, que disparou na última semana. O mercado não descarta um avanço de 0,75 na taxa de juros, na próxima quarta-feira.

Enquanto os mercados desaceleram as perdas, o Bitcoin tenta se posicionar em um nível de estabilidade, no que parece ser um comportamento em uma possível pós-precificação do próximo aumento de juros no Federal Reserve. A queda de ontem de estendeu até a abertura do mercado asiático, quando o ativo chegou a uma baixa de US$ 20,8 mil. Ali, o nível pareceu atraente aos bulls, que compraram e arremessaram o preço próximo dos US$ 23 mil nesta manhã. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 22,2 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 115 mil.

Embora apontando muitas dificuldades e menor volatilidade, houve certo alívio de preços para o Bitcoin nesta terça-feira. Segundo os analistas da Cryptal Digital, a venda intensa não só da criptomoeda de referência, mas de outras ações ontem, parece ter sido um movimento de pânico e de antecipação ao anúncio do Banco Central norte-americano sobre sua taxa de juros. Em outras palavras, os investidores, embora não tenham certeza de um aumento de 0,75 pontos-base, não quiseram se arriscar e esperar por um posicionamento mais agressivo da instituição.

Os problemas sofridos ontem pela Celsius, plataforma de empréstimos lastreados em criptomoedas, ajudaram na pressão de vendas. Nossa equipe destaca, porém, que o risco de congelamento de saques está na própria plataforma, não na criptomoeda. Mesmo assim, o cenário já caótico para o mercado, aumentou ainda mais o noticiário pessimista, também conhecido como FUD. Em contrapartida, nossos especialistas observam alguns indicadores on-chain que sinalizam compra. Entre eles, a atividade baixa dos mineradores. Em ciclos de quedas passados, uma rede subutilizada foi de encontro aos fundos das correções. Ao mesmo tempo, camarões e baleias seguem absorvendo parte da demanda vendedora.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 21,1 mil, e a resistência em US$ 25,4 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 23%, com o mercado colado em território de sobrevenda, e o MACD mantém as linhas cruzadas para baixo.

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Bitcoin preenche gap da CME, antes de voltar a subir

Em dia de operação instável, a bolsa de valores voltou a fechar em queda nesta terça-feira (7). O Bitcoin intensificou a volatilidade, após um processo de forte correção, e retomada dos níveis dos US$ 31 mil.

Ontem, o IBOVESPA teve queda de 0,82%. Hoje, o índice manteve a tendência, com descida de 0,11%. O dólar avançou. Ficando cotado a R$ 4,87.

Pelo brasil, o presidente da república voltou a sinalizar interferência na Petrobras para uma redução no preço dos combustíveis, enquanto disse que não haverá reajuste aos servidores federais, para não atrapalhar o funcionamento do país. Lá fora, a China voltou a registrar um forte avanço nas infecções pelo coronavírus, aumentando os receios de que ocorram novas restrições sociais. Na Alemanha, as encomendas à indústria caíram 2,7%, em abril. Já o Banco Central australiano surpreendeu o mercado com uma elevação maior do que a esperada na taxa de juros. Esta é mais uma autoridade monetária que está tentando conter a inflação global.

Enquanto os mercados se ajustam da alta de ontem, o Bitcoin acentuou a volatilidade, em meio ao preenchimento do gap de futuros da CME e recuperação de preços. Se ontem o mercado asiático entrou comprando a criptomoeda de referência em bons volumes, na última noite, os mesmos investidores empurraram rapidamente o preço do ativo para uma mínima de US$ 29,1 mil. À tarde, a sessão norte-americana indicou uma recuperação dos US$ 30 mil. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 31,3 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 153 mil.

O desempenho do Bitcoin nesta terça-feira mostra o quão forte está a faixa de negociação entre US$ 28 mil e US$ 32 mil. Segundo os analistas da Cryptal Digital, o mercado também não demonstra muita alavancagem. Nas últimas 24 horas, pouco mais de US$ 200 milhões de contratos futuros comprados foram liquidados, considerado um valor relativamente pequeno para o histórico do ativo. A queda também aproveitou para fechar o último gap de futuros da CME, em US$ 29,5 mil.

Por outro lado, o volume de saída de Bitcoin das exchanges, em destaque a Coinbase, corrobora com a perspectiva de que os investidores, principalmente os institucionais, não estão interessados em vender suas moedas no curto prazo. Neste cenário, a dominância do Bitcoin no mercado, em relação às altcoins, voltou a atingir máximas de 8 meses, visitando os 47%. Entretanto, dados on-chain mostram que os mineradores podem, em breve, realizar uma venda em massa, pressionando mais uma vez o preço do ativo.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 30,7 mil, e a resistência em US$ 32,4 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 51%, com o mercado equilibrado, e o MACD continua com as linhas cruzadas para cima.

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Em recuperação, Bitcoin se descola das bolsas

Com recuperação das ações da Petrobras, a bolsa de valores brasileira apontou para ganhos nesta terça-feira (31). O Bitcoin testa um novo avanço de preços, descolado dos índices tradicionais.

Ontem, o IBOVESPA teve queda de 0,81%. Hoje, o índice reverteu, com subida de 0,29%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 4,75.

Pelo Brasil, o Ministério de Minas e Energia pediu ao Ministério da Economia a inclusão da Eletrobras na lista de estudos para uma possível privatização. Nos indicadores, a taxa de desemprego ficou em 10,5% no trimestre encerrado em abril. Lá fora, a China segue anunciando medidas para sustentar a economia local. Os índices gerentes de compras (PMI), melhoraram no país em maio, mas ainda indicam contração. Nos Estados Unidos, a confiança do consumidor, em maio, recuou, por conta da alta inflação. O presidente Joe Biden e Jerome Powell se reuniram para conversar sobre o avanço de preços. Na Europa, a inflação da zona do Euro bateu novo recorde, com uma taxa de 8,1%, no ano.

Enquanto os índices tradicionais apontaram, em sua maioria, para baixo, o Bitcoin testou um novo salto de preços. Ainda no final da última tarde, a criptomoeda de referência foi em busca dos US$ 32,1 mil. A partir daí, o nível foi arrefecido, com o mercado operando de forma bastante lateral e com pouca volatilidade. Pela tarde, o ativo tentou um novo avanço à resistência. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 31,7 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 150 mil.

O movimento dos últimos dias do Bitcoin parece ser um primeiro, embora pequeno, sinal de que a criptomoeda de referência poderia estar começando a se descolar dos mercados tradicionais. Segundo os analistas da Cryptal Digital, as bolsas norte-americanas, principalmente a Nasdaq, tiveram baixas em suas sessões. Enquanto isso, o índice dólar (DXY) avançou. Esses dois eventos, juntos, seriam o suficiente para empurrar o preço do Bitcoin para baixo. Entretanto, não foi isso o que aconteceu hoje. Nossa equipe, porém, destaca que afirmar a existência dessa “descorrelação” ainda é muito cedo, já que pode haver uma espécie de atraso entre os comportamentos dos ativos.

A recuperação de preços do Bitcoin mostra um certo otimismo dos bulls. Entretanto, nossos especialistas observam que o volume negociado ainda não é expressivo o suficiente, abrindo possibilidades de novas quedas. Só na Binance, há uma parede de US$ 65 milhões para vendas, em US$ 33,5 mil. Por outro lado, os dados on-chain mostram que há pouco pânico entre os mineradores e holders, que continuam acumulando a criptomoeda, mesmo com a baixa de preços.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 30,2 mil, e a resistência em US$ 34 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI sobe para 51%, com o mercado equilibrado, e o MACD continua com as linhas cruzadas para cima.

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