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Estímulos chineses sustentam Bitcoin acima dos US$ 21 mil

Em dia de agenda fraca, a bolsa de valores brasileira encerrou a quinta-feira (25) com alta. O Bitcoin aponta ainda cautela, com o mercado chinês sustentando seu preço acima dos US$ 21 mil.

Ontem, o IBOVESPA teve leve alta de 0,04%. Hoje, o índice manteve a tendência, com subida de 0,56%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,11.

Pelo Brasil, a agenda econômica é fraca, com os investidores analisando cada passo dos candidatos à presidência. Lá fora, o Banco Central Europeu divulgou a ata de sua última reunião, demonstrando receios de que a inflação possa estar se enraizando. Na China, o governo anunciou mais um pacote de US$ 44 bilhões para estimular a economia do país. Nos Estados Unidos, o PIB do segundo trimestre teve queda de 0,6%, ante consenso de -0,8%. O número de pedidos de auxílio-desemprego também ficou abaixo do esperado. Por lá, começou hoje o simpósio de Jackson Hole. Autoridades monetárias do país disseram esperar novos dados de inflação, ainda mesclando possibilidades de aumentos de 50 a 75 pontos-base nos juros. Entretanto, há divergências sobre uma possível recessão.

Com muitos eventos no radar dos investidores, o Bitcoin permanece em certa cautela, sem forças para romper os US$ 22 mil. Após buscar os US$ 21,9 mil na última tarde, a criptomoeda de referência viu seu preço recuar logo em seguida. Entretanto, o mercado asiático comprou a queda, levando a um novo teste da resistência. A força foi arrefecida, e o ativo se ajustou. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 21,5 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 110 mil.

O mercado asiático foi um dos grandes responsáveis por sustentar o preço do Bitcoin acima dos US$ 21 mil. Segundo os analistas da Cryptal Digital, o governo chinês vem anunciando medidas constantes de estímulos à economia. O país vive não só o aumento de inflação, mas apontou uma queda em sua balança comercial, ao mesmo tempo em que enfrenta uma crise climática severa com o baixo índice de chuvas. O simpósio de Jackson Hole, hoje, é apenas uma prévia do aguardado pronunciamento do presidente do FED, Jerome Powell.

Com o clima bastante indefinido e com a possível volatilidade para amanhã, o vencimento de opções e futuros semanais e mensais se tornam uma incógnita. Nossa equipe lembra que, só nas opções, são mais de US$ 1 bilhão para expirar. Com o preço do Bitcoin acima dos US$ 22 mil, os bulls conseguem equilibrar o jogo. Abaixo disso, a vantagem é dos bears. Os dados, entretanto, são analisados de forma bruta, desconsiderando possíveis estratégias mais elaboradas.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 20,8 mil, e a resistência em US$ 21,9 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI aponta os 40%, com o mercado mais vendido, e o MACD continua com suas linhas cruzadas para baixo.

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Cautela persiste nas ações do Bitcoin

Apoiada por commodities, a bolsa de valores brasileira encerrou a terça-feira (23) com alta. O Bitcoin manteve o clima de cautela em mais um dia de pouca movimentação de preço.

Ontem, o IBOVESPA teve queda de 0,89%. Hoje, o índice reverteu, com subida de 2,13%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,09.

Pelo Brasil, os investidores seguem de olho nas campanhas e pronunciamentos dos candidatos à presidência da república. Lá fora, dados econômicos pressionaram o mercado. O comércio do G-20 desacelerou no segundo trimestre, acompanhando os PMIs de Reino Unido e Alemanha. Por lá, o índice de confiança do consumidor subiu a -24,9 pontos. Nos Estados Unidos, os PMIs industrial e composto também recuaram. Olhos e ouvidos atentos ao simpósio de Jackson Hole no final da semana. Na China, o yuan atingiu o menor nível em dois anos, com o corte de juros pelo governo.

Com o mercado ainda pisando em ovos, o Bitcoin segue sentindo os efeitos da cautela ao mostrar pouca oscilação de preços. Ainda nesta madrugada, a criptomoeda de referência fez uma nova visita aos US$ 20,8 mil, repetindo sábado e segunda-feira. O fundo mais uma vez foi comprado, com o ativo caminhando em direção aos US$ 21,7 mil. Agora, em ajuste, a moeda digital é comercializada a US$ 21,5 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 110 mil.

As perspectivas para os próximos dias seguem nubladas, mesmo diante de um certo “alívio” entre os investidores na sessão de hoje. Segundo os analistas da Cryptal Digital, os PMIs globais recuaram acentuadamente e em um nível mais rápido desde maio de 2020. Especificamente sobre os Estados Unidos, o movimento aumenta a possibilidade de uma elevação mais expressiva na taxa de juros, mesmo contra um consenso de que a subida será de 50 pontos-base. Por isso, o simpósio do final de semana será um evento importante para que o mercado possa fisgar qualquer pista sobre o tema.

Até mesmo os fundamentos do Bitcoin estão pressionados e pouco parecem sugerir dados confiáveis sobre a movimentação de preços. Nossa equipe destaca que a recente queda está focada praticamente no cenário macroeconômico, com os investidores preferindo produtos de renda-fixa nos últimos dias. O retorno, entretanto, colocou muitas carteiras da criptomoeda novamente em prejuízo. Geralmente, esses níveis mais altos de perdas não realizadas apontam possíveis fundos de correção.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 20,7 mil, e a resistência em US$ 21,6 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 39%, com o mercado mais vendido, e o MACD continua com suas linhas cruzadas para baixo.

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Flexibilização na China ajuda na subida do Bitcoin

Com projeções negativas para a inflação, a bolsa de valores brasileira apontou para queda nesta segunda-feira (6). O Bitcoin avançou em busca dos US$ 32 mil, apoiado pela flexibilização das restrições sociais na China.

Na última sexta-feira, o IBOVESPA teve queda de 1,15%. Hoje, o índice manteve a tendência, com descida de 0,82%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 4,79.

Pelo Brasil, o mercado observa o risco de atraso na privatização da Eletrobras. O boletim Focus voltou a ser divulgado, com a projeção de 9% para a inflação deste ano, e avanço de 1,5% para o PIB. Já a geração de empregos formais atingiu quase 197 mil, em abril. Lá fora, a agenda econômica é bastante fraca no início desta semana. O foco maior fica para os chineses, que retiraram boa parte das restrições, por conta da COVID-19, registrando um aumento significativo nas bolsas. O PMI composto do país avançou de 37,2 para 42,2, em maio, mas ainda aponta contração. Nos Estados Unidos, os investidores aguardam os dados de inflação, na próxima sexta-feira, enquanto a Rússia ameaça países que enviarem mísseis à Ucrânia.

Os ventos positivos na China foram reverberados nos mercados tradicionais, mas também no Bitcoin. Logo na abertura da sessão asiática, na última noite, a criptomoeda de referência saiu de US$ 29,8 mil para US$ 31,2 mil, em apenas quatro horas. Com menos fôlego, Europa e Estados Unidos também entraram comprando, o suficiente para avançar o preço aos US$ 31,7 mil e, depois, encontrar uma estabilidade. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 31,3 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 150 mil.

A queda de várias restrições sociais, por conta da COVID-19, na China, levou ânimo aos investidores asiáticos, que vislumbraram a possibilidade de que o pior da última onda ficou para trás. Segundo os analistas da Cryptal Digital, a ação também coloca as cadeias de suprimentos e importação de combustíveis em alta novamente, o que deve ajudar na recuperação financeira da segunda maior economia do mundo. Hoje, praticamente todos os mercados internacionais absorveram esse otimismo e encerram em alta, assim como Bitcoin.

Entretanto, há alguns pontos para a criptomoeda de referência que merecem destaque, hoje. O avanço forte de preços deixou um gap nos futuros da CME, em US$ 29,5 mil, que pode ser preenchido em algum momento. Ao mesmo tempo, indicadores técnicos mostram uma possível venda mais expressiva por parte dos mineradores. A faixa de negociação entre US$ 28 mil e US$ 32 mil também segue intacta. Por outro lado, o Bitcoin se mantém forte entre os investidores institucionais, que estão trocando suas participações de Ethereum pela moeda digital de referência. A saída do ativo das bolsas segue em sua tendência de queda, em níveis semelhantes ao bear market de 2018. Isso sinaliza que há pouca intenção de vendas no curto prazo.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 30,7 mil, e a resistência em US$ 32,4 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI sobe para 51%, com o mercado equilibrado, e o MACD continua com as linhas cruzadas para cima.

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China declara que não é ilegal possuir Bitcoin

A visão do governo chinês em relação ao blockchain e moedas digitais emitidas por um Banco Central é bastante positiva. Porém, ao olhar para o Bitcoin em si, o país quer distância, tanto que proíbe, desde 2017, a comercialização da criptomoeda de referência em seu território. (mais…)

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Saques em bancos pode causar colapso na economia chinesa

Após passar meses lutando contra a pandemia do novo coronavírus, os chineses se veem de frente com a possibilidade de uma segunda onda da doença, que gerou muitas mortes e problemas financeiros em todo o mundo. Esse medo de uma nova paralisação está fazendo a população do país a correr para os Bancos e sacarem uma grande quantia de dinheiro. O objetivo é que, caso uma nova quarentena seja estipulada pelas autoridades, as pessoas conseguiriam continuar tendo acesso ao seu dinheiro. (mais…)

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‘Uber’ chinês vai testar criptomoeda em larga escala para o governo

No final do ano passado, o discurso do presidente da China, Xi Jinping, era de liderar uma corrida no desenvolvimento da tecnologia blockchain no país e ainda lançar uma criptomoeda emitida pelo próprio Banco Central (CBDC). Menos de um ano depois, a palavra da autoridade virou ordem e, mesmo com os problemas da pandemia do novo coronavírus, o Yuan digital parece cada dia mais próximo de ser aberto à população. (mais…)

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Autoridade chinesa diz que desenvolvimento de criptomoeda estatal está concluído

No final do ano passado, a China tomou a liderança mundial no desenvolvimento da tecnologia blockchain em todo o mundo e também na elaboração de uma criptomoeda emitida pelo próprio Banco Central (CBDC). Poucos meses depois, o desejo do presidente local parece estar se tornando realidade. (mais…)

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China reconhece Bitcoin como ativo digital

Um roubo presencial ocorrido em 2018 pode ser responsável por acelerar a regulamentação do Bitcoin na China. A decisão judicial destacou a criptomoeda como ativo digital, abrindo um precedente no país.

 

O reconhecimento aconteceu durante um julgamento, pela corte do Tribunal Popular de Intermediação Nº1 de Xangai, de um roubo de criptomoedas no país.

Um casal estrangeiro, morando na China, teve seu apartamento invadido por quatro assaltantes, que além de renderem, ameaçarem e impedir a comunicação externa das vítimas, ainda exigiu a transferência de todo o saldo de Bitcoin e Skycoins que eles tinham.

 

Com o grupo preso, a pena foi enviada à corte jurídica do país para sentenciar o tempo de reclusão. A decisão exigia que eles devolvessem as criptomoedas ou pagassem, em moeda fiduciária, o valor total dos ativos, referente a cotação da data do roubo, que seria 12 de junho de 2018.

 

Os advogados do grupo declaram que as leis chinesas atuais não reconhecem os atributos de propriedade das moedas digitais. Assim, não seria preciso “devolver” as criptomoedas ou o valor, apenas cumprir a sentença de prisão.

 

Embora não exista mesmo uma lei específica, a corte optou por manter sua decisão anterior, abrindo um precedente para o reconhecimento das criptomoedas também como propriedade.

 

Essa ação, agora, pode fazer com que os reguladores acelerem o processo de normatização das criptomoedas no país, dando maior segurança aos envolvidos nesse setor!

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Comunidade cripto ajuda chineses contra o coronavírus

O mundo inteiro está acompanhando, em tempo real, a terrível situação que atinge os moradores da pequena cidade de Wuhan, na China. Até o momento, a epidemia do coronavírus já matou quase 60 pessoas. Há ainda relatos de três mortes nos Estados Unidos, por conta da infecção. (mais…)

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