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Cautela dos mercados tradicionais segura preço do BTC

Com expectativa alta para simpósio monetário nos Estados Unidos, a bolsa de valores brasileira apontou para queda nesta segunda-feira (22). O Bitcoin, também em meio a cautela, manteve os níveis da correção do final de semana.

Na última sexta-feira, o IBOVESPA teve alta de 0,09%. Hoje, o índice reverteu, com descida de 0,89%. O dólar recuou levemente, ficando cotado a R$ 5,16.

Pelo Brasil, o cenário político se intensifica com os candidatos à presidência participando de sabatinas. Nos indicadores, os economistas estimam que a inflação ficará em 7% este ano, enquanto o PIB avançará 2,02%. Lá fora, o Banco Central da China decidiu por reduzir os juros para empréstimos de 1 e 5 anos. Na Europa, o preço da energia disparou, com a possibilidade de que a oferta russa se torne ainda mais restrita. Nos Estados Unidos, o índice de atividade nacional subiu para 0,27 em julho. Quinta e sexta-feira acontece o simpósio de Jackson Hole entre as autoridades monetárias norte-americanas.

Com a cautela marcando todos os mercados, o Bitcoin manteve seu nível estável após a queda de sexta-feira. Depois de beliscar os US$ 20,8 mil no final da última semana e neste domingo, a criptomoeda de referência ficou estagnada nos níveis mais baixos dos US$ 21 mil até esta segunda-feira. Com pouca oscilação de preços, a moeda digital é comercializada, agora, a US$ 21,1 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 109 mil.

O simpósio em Jackson Hole, no final desta semana, está sendo o grande foco dos investidores, o que deve intensificar a cautela. Segundo os analistas da Cryptal Digital, o mercado está em busca de qualquer pista que possa sinalizar a intensidade do aumento de juros pelo Federal Reserve na próxima reunião. Há uma grande ala de economistas que esperam um avanço de 50 pontos-base, após os dados de inflação mais favoráveis. No outro lado, há os que defendem mais um aumento de 75 pontos.

Com os fundamentos macroeconômicos fervilhando, nossa equipe se volta para os dados do Bitcoin. Mesmo com o mercado de baixa, o número de posições abertas compradas da criptomoeda de referência é o mais alto dos últimos 12 meses. Ao mesmo tempo, a retirada do ativo das corretoras é intensa, com a saída de 30 mil unidades em apenas quatro dias, marcando o menor saldo dos últimos quatro anos nas corretoras.

Na análise técnica, o suporte do Bitcoin fica em US$ 20,7 mil, e a resistência em US$ 21,6 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. As hash ribbons cruzaram para cima, indicando que os mineradores pararam de vender. Entretanto, a média móvel de 200 semanas foi perdida no fechamento de domingo. O RSI aponta os 37%, com o mercado mais vendido, e o MACD mantém suas linhas cruzadas para baixo.

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Com commodities em baixa, Bitcoin tenta ficar dos US$ 21 mil

Com avanço do petróleo, a bolsa de valores brasileira voltou a apontar ganhos nesta sexta-feira (24). O Bitcoin seguiu o humor positivo no mercado acionário e queda em algumas commodities para continuar sua luta acima dos US$ 21 mil.

Ontem, o IBOVESPA teve queda de 1,75%. Hoje, o índice reverteu, com subida de 0,61%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,25.

Pelo Brasil, o presidente da república sancionou o projeto de lei que limita a cobrança de ICMS sobre os combustíveis por estados e municípios, mas vetou alguns mecanismos de compensação, colocando ainda mais pressão nas contas públicas. Nos indicadores, o IPCA-15 de junho subiu 0,69%, pouco acima do 0,62% esperado. Lá fora, um representante do Banco Central norte-americano disse que a instituição deve agir agressivamente contra a inflação, abrindo a possibilidade para aumentos mais expressivos dos juros. A confiança do consumidor por lá caiu a 50 pontos, mas em linha com as expectativas. No Reino Unido, as vendas no varejo recuaram em 0,5%, em maio, enquanto o vice-presidente do Banco Central Europeu disse que a sinalização sobre uma alta de 25 pontos-base nos juros por lá, no próximo mês, é bastante “firme”.

Enquanto isso, o Bitcoin aproveitou o bom humor nas ações tradicionais para tentar sustentar sua luta pelos US$ 21 mil. Embora tenha passado por uma pressão de vendas durante o mercado asiático, a força não foi o suficiente para empurrar a criptomoeda de referência para abaixo dos US$ 20,7 mil. Para cima, a volatilidade também não foi alta, com o ativo atingindo um topo em US$ 21,4 mil. Em ajuste, a moeda digital é comercializada, no momento, a US$ 21,2 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 111 mil.

As falas mais agressivas sobre os juros nesta sexta-feira dos representantes de Bancos Centrais importantes, como o norte-americano e o europeu, poderiam ter colocado uma pressão maior nas ações tradicionais e no Bitcoin, aumentando a aversão ao risco. Entretanto, como comentam os

analistas da Cryptal Digital, a confusão do mercado sobre a inflação global e o aumento de juros pouco mudou o comportamento dos investidores, que focaram na queda de algumas commodities e mantiveram os ganhos das principais bolsas estrangeiras, assim como levaram um dia de baixa para o índice dólar (DXY).

Ao mesmo tempo, algumas compilações de dados on-chain sugerem que a capitulação de Bitcoin pelos mineradores já ocorreu ou, então, estaria em processo final. Esse evento se baseia em uma venda considerável de moedas de grandes detentores, em um preço próximo do valor de compra ou de mineração. O encerramento das capitulações, geralmente, coincide com os fundos dos mercados. Há, inclusive, um grande movimento de retirada da criptomoeda das exchanges, principalmente da Coinbase. Entretanto, isso acontece em um momento com mudanças no método de utilização da plataforma, principalmente por operadores mais profissionais, o que abre dúvidas sobre o objetivo real destas movimentações.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 21 mil, e a resistência em US$ 23,2 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI vai para 34%, com o mercado ainda em território de maior venda, e o MACD continua com suas linhas cruzadas para baixo, mas em constante aproximação.

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Correlacionado com ações, Bitcoin aponta baixa volatilidade

Os temores ficais seguiram pautando o desempenho da bolsa de valores brasileira, que fechou a quinta-feira (23) com queda. O Bitcoin manteve sua correlação com mercado de ações, e apontou uma baixa variação de preços.

Ontem, o IBOVESPA teve queda de 0,16%. Hoje, o índice manteve a tendência, com descida de 1,46%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,22.

Pelo Brasil, os temores fiscais seguem em jogo em relação às medidas em cima do preço dos combustíveis e a um possível aumento do Auxílio-Brasil de R$ 400 para R$ 600, em pleno ano eleitoral. O Banco Central projetou um aumento para 1,7% do PIB este ano, mas o presidente da instituição flexibilizou a meta de 3,25% para a inflação, em 2023. Lá fora, os dados econômicos da Zona do Euro vieram abaixo do esperado, mesmo ainda apontando expansão da economia. Nos Estados Unidos, os pedidos de auxílio-desemprego atingiram 229 mil na última semana, apenas dois mil acima do previsto. A aprovação do governo de Joe Biden caiu pela quarta semana consecutiva, o que pode levar a uma perda de força do mandatário no Congresso. Jerome Powell, presidente do Banco Central norte-americano, falou novamente ao Senado hoje, pontuando as dificuldades em manter o crescimento econômico e empregos simultaneamente e destacando a caótica dívida do país. Em contrapartida, ele disse acreditar que o PIB do segundo semestre deve ser bastante forte.

Com o mercado em cautela e pouco volátil, o Bitcoin seguiu a mesma perspectiva de baixa oscilação de preços. Uma correção no final da última tarde, colocou a criptomoeda de referência de volta na casa dos US$ 19 mil. Os bulls impediram novas descidas, e devolveram o ativo para a casa dos US$ 20,8 mil. O nível, porém, não foi sustentado, e um novo ajuste se consolidou ao longo da tarde. Entretanto, a moeda digital testa um novo avanço, no momento, sendo comercializada a US$ 20,8 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 108 mil.

As falas de Jerome Powell ao Senado hoje trouxeram mais morosidade do que qualquer outro tipo de sentimento ao mercado. Segundo os analistas da Cryptal Digital, o discurso do presidente do FED apenas sinalizou que o movimento hawkish deverá ser mantido nas próximas reuniões, por conta das dificuldades econômicas locais e globais. Nada muito diferente do que fora dito ontem pela autoridade. Mesmo assim, foi o suficiente para o mercado não se interessasse por movimentos abruptos. As ações tradicionais operaram entre leves baixas e altas, enquanto o índice dólar (DXY) avançou, mas também de forma moderada, mostrando que o risco não estava no cardápio dos investidores.

Para o Bitcoin, a correlação com as ações de tecnologia coloca a criptomoeda de referência em um cenário relativamente semelhante ao de pouca emoção nesta quinta-feira. Nossa equipe destaca, porém, que o vencimento de opções, na próxima sexta-feira, coloca uma vantagem considerável aos bears em vários níveis de preços. Entretanto, dados on-chain mostram que o valor realizado pelos detentores de curto prazo de Bitcoin foi de US$ 31,7 mil, enquanto os de longo prazo US$ 22,2 mil. Essa aproximação e já precificação podem dar sinais de que o fundo da correção pode ter sido atingido ou está relativamente próximo.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 17,6 mil, e a resistência em US$ 22,9 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 33%, com o mercado mais vendido, e o MACD continua com as linhas cruzadas para baixo.

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Cauteloso, Bitcoin mantém recuperação de preços

A bolsa de valores brasileira não acompanhou o humor positivo do mercado internacional e fechou a terça-feira (21) em queda. O Bitcoin aproveita também os fundamentos mais controlados para manter a recuperação de preços, mas ainda na presença de cautela.

Ontem, o IBOVESPA teve leve subida de 0,03%. Hoje, o índice reverteu, com descida de 0,17%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,15.

Pelo Brasil, as atenções continuam voltadas para o futuro da Petrobras, que recentemente viu a renúncia de seu terceiro presidente. O risco fiscal, na tentativa de controlar o preço dos combustíveis e gás de cozinha também pesam. O ministro da Economia disse ainda que os servidores devem ter um aumento salarial apenas no próximo ano, enquanto a ata da última reunião do Copom mira a manutenção da elevação da taxa de juros. Lá fora, a agenda econômica é fraca nos Estados Unidos, na retomada das atividades pós-feriado. Na China, a incorporadora Evergrande espera anunciar um plano de reestruturação financeira até o fim de julho, após o calote de dívidas no último ano.

Enquanto os mercados tradicionais operam de forma positiva nesta terça-feira, o Bitcoin segue a recuperação de preços, mas ainda em território de cautela. Após perder brevemente os US$ 20 mil na última manhã, a criptomoeda de referência voltou ao suporte e, durante a sessão asiática, empurrou ainda mais o preço para cima, buscando uma máxima de US$ 21,7 mil. Agora, em ajuste, a moeda digital é comercializada a US$ 20,7 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 107 mil.

Com os fundamentos macroeconômicos mais calmos neste início de semana, principalmente por conta do feriado de segunda-feira nos Estados Unidos, os investidores encontraram um respiro para se arriscar um pouco mais nos mercados acionário e cripto. Segundo os analistas da Cryptal Digital, o apetite ao risco oscila, por conta das dificuldades em prever quais medidas serão adotadas pelos Bancos Centrais sobre a inflação global, ao mesmo tempo em que há grande possibilidade de recessão em grandes economias, como a norte-americana.

Em uma olhada nos dados on-chain, nossa equipe observa que, até ontem, pouco mais de 56% das carteiras de Bitcoin ainda estavam no lucro, mesmo com a baixa recente. Historicamente, o gráfico da Glassnode sugere fundos macros com este indicador abaixo deste nível, sugerindo uma possível continuação da queda. Os derivativos, entretanto, contam uma história um pouquinho diferente. O volume de contratos vendidos, ou seja, aqueles que esperam a queda do Bitcoin, segue em alta. Isso aponta para a possibilidade de um short-squeezy, quando muitos contratos shorts são eliminados, os obrigando a comprar o ativo e, assim, elevando rapidamente o preço da moeda. Algo semelhante aconteceu ao token da plataforma Celsius, que subiu 60% neste processo, após as polêmicas de falta de liquidez da última semana.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 17 mil, e a resistência em US$ 22,9 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI sobe para 32%, com o mercado ainda mais vendido, e o MACD continua com as linhas cruzadas para baixo.

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Bitcoin tenta alívio, com luta no suporte de US$ 20 mil

A bolsa de valores brasileira voltou do feriado apresentando queda acentuada nesta sexta-feira (17). O Bitcoin tenta um alívio de preços, mas mantém luta intensa no suporte dos US$ 20 mil.

Na última quarta-feira, o IBOVESPA teve alta de 0,73%. Hoje, o índice reverteu, com descida de 2,84%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,14.

Pelo Brasil, a Petrobras anunciou o aumento de R$ 0,20 para a gasolina e R$ 0,70 para o diesel, levando a novas intervenções do governo federal na estatal. O Banco Central confirmou ainda o aumento de 0,5% na SELIC, que agora soma 13,25%. Lá fora, o dia é marcado pelo vencimento de opções e futuros semanais e mensais, o que costuma levar volatilidades às ações. Os Bancos Centrais da Suíça e Inglaterra subiram, ontem seus juros, enquanto o do Japão manteve sua postura monetária flexível. Nos Estados Unidos, o governo destacou o tom preocupado sobre a inflação, com Joe Biden aprovando uma lei para reduzir os preços de frete no exterior.

Com um certo alívio no mercado acionário, o Bitcoin também apresenta um dia mais positivo, mas de intensa briga no suporte dos US$ 20 mil. Ainda ontem, a criptomoeda de referência esboçou um avanço de preços para os US$ 23 mil, conforme a volatilidade retomava ao mercado. Entretanto, a rejeição do nível levou à correção, que parou nos US$ 20,1 mil. Hoje, mais uma subida para os US$ 21,3 mil encontrou resistência. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 20,4 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 105 mil.

Assim como o mercado se comportou de forma mista após as reuniões do Banco Central norte-americano, o aumento de juros da última quarta-feira manteve a dualidade no humor dos investidores. Segundo os analistas da Cryptal Digital, há pouco o que se avaliar até o momento, já que os impactos das mudanças da política monetária nos Estados Unidos na inflação só devem ser observados no médio prazo. Até lá, o avanço de preços no mundo todo parece certo, e o apetite por risco tende a ficar cada vez mais reduzido.

Mas ao olhar diretamente para o Bitcoin, nossa equipe destaca que o número de endereços que possuem pelo menos uma unidade da criptomoeda de referência atingiram um novo recorde histórico. Pode-se entender, portanto, que o valor atual de US$ 20 mil ou abaixo é uma grande zona de interesse de compra. Essa perspectiva vai de encontro ao indicador de fluxo de dormência da Glassnode, que indica um Bitcoin, tecnicamente, sobrevendido, em níveis não vistos desde 2011.

Uma visão expandida do indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas, coloca o suporte do Bitcoin em US$ 13,8 mil, enquanto a resistência mirando os US$ 21 mil. O RSI aponta os 23%, com o mercado beirando a sobrevenda, e o MACD continua com as linhas cruzadas para baixo.

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Bitcoin opera misto em dia de anúncio do FED

Com perspectiva de aumento da SELIC, a bolsa de valores brasileira apontou para ganhos nesta quarta-feira (15), após oito dias seguidos de quedas. O Bitcoin seguiu o movimento misto dos índices norte-americanos, na véspera de anúncio do FED.

Ontem, o IBOVESPA teve queda de 0,52%. Hoje, o índice reverteu, com subida de 1,47%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,03.

Pelo Brasil, após a sessão, o Banco Central vai divulgar a nova SELIC, que deve subir 0,5%, levando a taxa para 13,25%. Em novo estudo, o preço do diesel aponta defasagem de 18% nas bombas. Lá fora, a produção industrial da China avançou 0,7%, contra expectativa de queda de 1%. Na Europa, o Banco Central fez uma reunião de emergência para discutir as condições atuais do mercado. A instituição disse que desenvolverá uma ferramenta para ajudar membros endividados do bloco. À tarde, foi divulgado, pelo Federal Reserva, um aumento de 0,75 pontos-base nos juros, seguindo a perspectiva mais agressiva da instituição. O presidente Jerome Powell disse ainda que a inflação preocupa bastante e espera uma demanda mais moderada, e um mercado de trabalho mais balanceado. A autoridade ainda destacou a possibilidade de 0,50 a 0,75 pontos de elevação nos juros na próxima reunião.

Em meio aos conflitos dentro dos mercados, o Bitcoin também manteve as perdas, com alguns movimentos de recuperação. A sessão asiática, na última noite, empurrou a criptomoeda de referência para um novo fundo, agora, em US$ 20 mil. Neste nível, uma barreira de compras impediu novas descidas e promoveu uma recuperação acima dos US$ 22 mil. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 21,6 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 109 mil.

Essa volatilidade do Bitcoin desde a última noite não era necessariamente esperada, pois esperava-se um mercado mais cauteloso no dia do anúncio do Banco Central norte-americano sobre sua taxa de juros. Entretanto, como lembram os analistas da Cryptal Digital, a queda expressiva de domingo e segunda-feira já indicavam que o evento estava precificado pelos investidores. À tarde, o anúncio oficial do FED até esboçou uma recuperação de preços, mas não fora forte o suficiente.

As métricas on-chain continuam piscando um forte nível de cautela, principalmente em relação ao volume de Bitcoin nas bolsas. Nossos especialistas apontam que, ontem, mais de 59 mil unidades da criptomoeda foram enviadas para as exchanges. Este número só fica atrás da entrada de 83 mil Bitcoins, em 30 de novembro de 2018. Pode-se observar, portanto, que há uma pressão de vendas se preparando no horizonte. Ao mesmo, a comparação sugere que alguns holders ainda não estão dispostos a desistir de seus ativos.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 21,1 mil, e a resistência em US$ 25,4 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 22%, com o mercado em território de sobrevenda, e o MACD mantém as linhas cruzadas para baixo.

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Com preço do Bitcoin estável, mercado aguarda anúncio do FED

A bolsa de valores brasileira acompanhou o mercado internacional e seguiu com as perdas nesta terça-feira (14). O Bitcoin tenta se estabilizar, após a forte pressão de vendas de ontem, pré-anúncio do Banco Central norte-americano sobre a taxa de juros.

Ontem, o IBOVESPA teve queda acentuada de 2,73%. Hoje, o índice manteve a tendência, com descida de 0,52%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,13.

Pelo Brasil, o Senado aprovou o projeto que limita a cobrança de ICMS sobre combustíveis, gás e energia elétrica. A medida preocupa os cofres estaduais e traz riscos ao ambiente fiscal. Nos indicadores, o setor de serviços cresceu 0,2%, em abril, operando acima do patamar pré-pandemia. Lá fora, o PIB do G20 avançou 0,7%, no primeiro trimestre deste ano, segundo a OCDE. Já a inflação ao produtor nos Estados Unidos subiu 0,8%, em maio, em linha com o esperado. Mesmo assim, o Banco Central norte-americano segue observando a inflação ao consumidor, que disparou na última semana. O mercado não descarta um avanço de 0,75 na taxa de juros, na próxima quarta-feira.

Enquanto os mercados desaceleram as perdas, o Bitcoin tenta se posicionar em um nível de estabilidade, no que parece ser um comportamento em uma possível pós-precificação do próximo aumento de juros no Federal Reserve. A queda de ontem de estendeu até a abertura do mercado asiático, quando o ativo chegou a uma baixa de US$ 20,8 mil. Ali, o nível pareceu atraente aos bulls, que compraram e arremessaram o preço próximo dos US$ 23 mil nesta manhã. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 22,2 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 115 mil.

Embora apontando muitas dificuldades e menor volatilidade, houve certo alívio de preços para o Bitcoin nesta terça-feira. Segundo os analistas da Cryptal Digital, a venda intensa não só da criptomoeda de referência, mas de outras ações ontem, parece ter sido um movimento de pânico e de antecipação ao anúncio do Banco Central norte-americano sobre sua taxa de juros. Em outras palavras, os investidores, embora não tenham certeza de um aumento de 0,75 pontos-base, não quiseram se arriscar e esperar por um posicionamento mais agressivo da instituição.

Os problemas sofridos ontem pela Celsius, plataforma de empréstimos lastreados em criptomoedas, ajudaram na pressão de vendas. Nossa equipe destaca, porém, que o risco de congelamento de saques está na própria plataforma, não na criptomoeda. Mesmo assim, o cenário já caótico para o mercado, aumentou ainda mais o noticiário pessimista, também conhecido como FUD. Em contrapartida, nossos especialistas observam alguns indicadores on-chain que sinalizam compra. Entre eles, a atividade baixa dos mineradores. Em ciclos de quedas passados, uma rede subutilizada foi de encontro aos fundos das correções. Ao mesmo tempo, camarões e baleias seguem absorvendo parte da demanda vendedora.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 21,1 mil, e a resistência em US$ 25,4 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 23%, com o mercado colado em território de sobrevenda, e o MACD mantém as linhas cruzadas para baixo.

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Ao lado das bolsas, Bitcoin corrige e quebra canal de negociação

A inflação global voltou a azedar o humor dos investidores, que viram os mercados internacionais e a bolsa de valores brasileira cair forte nesta segunda-feira (13). O Bitcoin também seguiu o sentimento negativo das ações de risco e quebrou o estreito canal de negociação para baixo.

Na última sexta-feira, o IBOVESPA teve queda de 1,51%. Hoje, o índice manteve a tendência, com descida de 2,73%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,11.

Pelo Brasil, o mercado aguarda, na próxima quarta-feira, a elevação de 50 pontos-base, levando a SELIC para 13,25%, em uma tentativa de conter a inflação. O preço dos combustíveis também pode voltar a subir, com dados indicando que há uma defasagem entre 17% e 18% na gasolina. Lá fora, o PIB do Reino Unido encolheu 0,3%, em abril, ante previsão de alta de 0,1%. A produção industrial do país recuou 0,6% no período. Nos Estados Unidos, o Banco Central, também na quarta-feira, deve anunciar uma subida de 50 pontos-base na taxa de juros. Entretanto, os dados fortes da inflação na última sexta-feira aumentam as perspectivas de que o governo eleve o indicador em 0,75, em meio aos receios de recessão. A China voltou a colocar milhões de pessoas em lockdown, por conta da COVID-19.

O Bitcoin, por sua vez, acompanhou a intensa queda dos mercados tradicionais, quebrando o estreito canal de negociação. Ainda nas primeiras horas do domingo, a criptomoeda de referência já havia iniciado seu processo de flerte com os US$ 27 mil. A abertura do mercado asiático, ontem, completou a descida, que se seguiu até esta manhã, com uma mínima de US$ 22,6 mil. Tímidos, os bulls tentam recuperar parte das perdas. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 23,2 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 120 mil.

Os mercados globais amanheceram completamente avessos ao risco. Os índices europeus e norte-americanos registraram perdas acima de 3% na sessão de hoje. Segundo os analistas da Cryptal Digital, o impacto disso foi visto nos rendimentos dos títulos dos Estados Unidos de dois anos, que subiram para 3,2%, maior patamar desde outubro de 2007. Enquanto isso, os papéis de dez anos se estabilizavam, em um sinal bastante intenso de recessão para o país. Isso ajudou, claro, na queda desta segunda-feira do Bitcoin, que viu seu canal estreito entre US$ 28 mil e US$ 32 mil ser quebrado.

Nossa equipe aponta que, só hoje, mais de US$ 1 bilhão foram liquidados em contratos futuros, intensificando ainda mais a descida de preços. O índice dólar (DXY) voltou a acumular quase 1% de valorização, mostrando mais uma vez a aversão ao risco. A Binance chegou a interromper saques de Bitcoin da corretora, garantindo as moedas por meio de um fundo de segurança, mas, mesmo assim, azedando ainda mais o humor dos investidores.

Alguns sinais técnicos observados por nossos analistas sugerem que a bola da vez é a média móvel de 200 semanas, que marca os US$ 22,3 mil. Este nível, historicamente, fora quebrado para baixo apenas uma vez, em agosto de 2015. O índice de força relativa (RSI) também está em seus níveis mais baixos de bear-markets anteriores, enquanto uma atividade consistente e a banda de Bollinger indicam um

suporte secundário e possível fundo macro em US$ 19,3 mil. A acumulação também segue contínua entre os camarões (carteiras com menos de 1 BTC), e baleias (wallets com mais de 10 BTCs).

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 21 mil, e a resistência em US$ 25,4 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI vai para 25%, com o mercado já beirando o território de sobrevenda, enquanto o MACD cruza suas linhas, agora, para baixo.

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Perspectiva de mais juros corrige Bitcoin

Lado a lado com o mercado internacional, a bolsa de valores brasileira apontou para queda nesta sexta-feira (3). O Bitcoin entrou em correção, com a perspectiva de mais juros nos Estados Unidos.

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 0,98%. Hoje, o índice reverteu, com descida de 1,15%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 4,77.

Pelo Brasil, o IBGE divulgou que a produção industrial subiu apenas 0,1%, em abril, mas em linha com o esperado. Lá fora, os dados do payroll mostraram que os Estados Unidos criaram 390 mil vagas de emprego, contra uma expectativa de 325 mil. A taxa de desemprego se manteve em 3,6%. Já o PMI composto aponta 53,6, em maio, ante consenso de 53,8. Na Zona do Euro, o PMI de serviços, em maio, ficou abaixo da prévia, em 56,1.

Com um dia mais negativo nas ações tradicionais, o Bitcoin também reverteu em correção. Após um teste dos US$ 31 mil, na última noite, a criptomoeda de referência entrou em queda de curto prazo no início desta manhã. A pressão de vendas levou o ativo para os US$ 29,2 mil, antes de estabilizar. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 29,5 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 141 mil.

O Bitcoin segue operando dentro do canal de negociação entre US$ 28 mil e US$ 32 mil com os avanços sendo interrompidos, assim como acontece no mercado tradicional. Segundo os analistas da Cryptal Digital, embora os dados de emprego nos Estados Unidos tenham sido positivos, isso aumenta a perspectiva do mercado de que a inflação persista e, portanto, exija mais aumentos de juros pelo Banco Central. A medida, embora controle o avanço de preços momentaneamente, dificulta o empréstimo e financiamento para empresas.

Mesmo com a queda das ações tradicionais e do próprio Bitcoin, os investidores institucionais continuam acumulando a criptomoeda em fundos regulados em bolsa, os chamados ETFs. Nossa equipe destaca que, juntos, esses fundos registram um recorde de 205 mil Bitcoins sob controle. Boa parte deste volume foi comprada em maio, indicando que nem todos os investidores institucionais sentem a moeda digital como um grande risco.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 25,3 mil, e a resistência em US$ 30,2 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 43%, com o mercado mais vendido, e o MACD continua com as linhas cruzadas para cima.

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