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Com recuo na inflação, Bitcoin testa novamente os US$ 24 mil

A bolsa de valores brasileira acompanhou o clima positivo com indicadores econômicos no exterior e encerrou a quarta-feira (10) com ganhos. O Bitcoin se beneficiou de uma inflação aparentemente mais controlada nos Estados Unidos para retomar a luta pelos US$ 24 mil.

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 0,23%. Hoje, o índice manteve a tendência, com subida de 1,46%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,08.

Pelo Brasil, a agenda econômica é fraca, com os investidores ainda observando o risco fiscal. O indicador mais relevante do dia foi a atividade do comércio que recuou 1,4% em junho. Lá fora, a crise energética pode ficar ainda mais grave na Europa. O rio Reno, um dos pilares das principais economias da região, está com seus níveis mais baixos, impedindo o trânsito de navios que transportam diesel e carvão. Na China, a inflação ao consumidor aponta alta anual de 2,7%, com o governo admitindo que pode ultrapassar os 3%, mas mantendo a meta. Nos Estados Unidos, o mesmo indicador, o CPI, mostrou uma inflação estável, com avanço de 0,3%, contra um consenso de 0,5%.

Com os investidores respirando aliviados por conta da inflação reduzida, as ações de risco e o Bitcoin tiveram um dia de operações mistas. A falha em romper os US$ 24 mil no início da semana deu espaço para um viés corretivo, que levou a criptomoeda de referência a US$ 22,6 mil na última noite. Entretanto, os bulls compraram a queda e colocaram o ativo acima dos US$ 24 mil. Agora, em ajuste, a moeda digital é comercializada a US$ 23,6 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 119 mil.

Assim que os dados do CPI nos Estados Unidos vieram abaixo do esperado, os investidores se voltaram para as ações de risco e, consequentemente, as criptomoedas. Segundo os analistas da Cryptal Digital, a forte alta na geração de emprego recentemente levou temor ao mercado, que passou a visualizar a inflação como um termômetro para a elevação de juros no país. Com um possível controle sobre a taxa, o Bitcoin e ações tradicionais se beneficiaram do bom humor.

Já nos dados on-chain, é possível observar o movimento das baleias da criptomoeda de referência. Nossa equipe aponta que em níveis próximos a US$ 22 mil há uma concentração considerável de grandes detentores posicionados para mais compras. Em contrapartida, a atual resistência dos US$ 24 mil tem sido sustentada também por baleias, estas, porém, vendedoras. Os gráficos de acumulação, entretanto, apontam que os HODLERs estão mais ativos.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 23,1 mil, e a resistência em US$ 23,7 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 54%, com o mercado mais comprado, e o MACD cruza suas linhas para cima.

Este foi o boletim Cryptal News desta quarta-feira. Veja essa e outras análises em nosso WhatsApp e nos canais de áudio oficiais. Siga a gente também nas redes sociais para acompanhar o dia a dia de nossa equipe!

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Inflação norte-americana leva pressão de baixa ao Bitcoin

Lado a lado com o mercado internacional, a bolsa de valores brasileira apontou para queda nesta sexta-feira (10). O Bitcoin também mirou uma descida de preços, após os dados sobre a inflação nos Estados Unidos.

Ontem, o IBOVESPA teve queda de 1,18%. Hoje, o índice manteve a tendência, com descida de 1,51%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 4,98.

Pelo Brasil, além do risco fiscal, os investidores analisam os dados econômicos. O IGP-M, por exemplo, acelerou a 0,39%, enquanto as vendas no varejo, em abril, cresceram 0,9%, acima do esperado. Lá fora, os novos casos de COVID-19 em Xangai preocupam o mercado, que espera um agravamento dos gargalos logísticos. Nos Estados Unidos, o sentimento do consumidor caiu para uma mínima histórica, no levantamento preliminar. Já o Índice de Preços ao Consumidor (CPI) avançou 1%, bastante acima do esperado. Isso fez com que os rendimentos dos títulos do tesouro norte-americano disparassem para mais de 3%.

Os dados econômicos nos Estados Unidos pegaram os investidores de supressa, que viram o mercado acionário e o Bitcoin recuarem. Durante a última tarde e madrugada, a criptomoeda de referência lutou para segurar o nível dos US$ 30 mil. Entretanto, a força de vendas, pós-divulgação da inflação norte-americana, empurrou o ativo para baixo. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 28,9 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 145 mil.

Após uma semana de certos ganhos e manutenção dos US$ 30 mil, o Bitcoin perdeu a força do suporte, com os investidores cada vez mais preocupados com a inflação global. Segundo os analistas da Cryptal Digital, não só os problemas da cadeia de suprimentos acertam em cheio as ações, mas a alta do índice de preços ao consumidor, nos Estados Unidos, sugere que as próximas reuniões do Banco Central norte-americano apresentem um tom bem mais agressivo sobre o aumento de juros. Neste caso, os títulos do tesouro acabam se valorizando, forçando os investidores a migrarem suas participações.

Outro ponto negativo para o Bitcoin, nesta sexta-feira, foi o avanço do índice dólar (DXY). Com quase 1% de ganho, hoje, a moeda norte-americana costuma ter uma correlação inversa ao desempenho da criptomoeda de referência. Ao mesmo tempo, a paridade do Bitcoin com o mercado acionário, principalmente S&P500 e Nasdaq continua bastante fortalecida. Em contrapartida, a descida de hoje não foi o suficiente para tirar o ativo digital de seu estreito canal de negociação entre US$ 28 mil e US$ 32 mil.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 28,8 mil, e a resistência em US$ 29,7 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI desce para 41%, com o mercado mais vendido, e o MACD continua com as linhas cruzadas para cima.

Este foi o boletim Cryptal News desta sexta-feira. Veja essa e outras análises em nosso WhatsApp e nos canais de áudio oficiais. Siga a gente também nas redes sociais para acompanhar o dia a dia de nossa equipe!

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Biden X Trump: Qualquer resultado pode ser positivo ao Bitcoin

As eleições presidenciais sempre movimentam as perspectivas para a economia local. Quando pensamos em países de forte influência econômica, como os Estados Unidos, esses processos são ainda mais intensos e promovem uma expectativa ainda maior no setor financeiro. (mais…)

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Ex-ator é atual candidato à presidência e adepto das criptomoedas

As eleições norte-americanas estão se aproximando e muitas pessoas começam a anunciar suas candidaturas. Essa é uma ótima forma dos aspirantes medirem sua aceitação do público, assim como seus planos de governo. A definição do novo chefe do executivo dos Estados Unidos é extremamente importante, já que o país é a primeira economia do mundo e tem grande influência global. (mais…)

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Política dos Estados Unidos pode quebrar o dólar e favorecer o Bitcoin

Assim como em 2008, os Estados Unidos passam uma crise sanitária e financeira gigantesca – junto com boa parte do mundo. Além de tentar dar alento às pessoas contaminadas e famílias que perderam algum parente, há ainda a necessidade em manter a economia em funcionamento. E isso está dando muito trabalho. Dependendo dos passos, pode acontecer até mesmo uma quebra do dólar e, consequentemente, de muitas economias mundo afora. (mais…)

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Estados Unidos registra segunda maior semana de movimentação cripto

Enquanto boa parte do mundo ainda enxerga o Bitcoin apenas como um ótimo ativo e investimento, outras pessoas conseguem ver outras funções para a criptomoeda. Quando criada, a moeda digital apresentou o propósito de substituir o dinheiro físico em todas as atividades do dia a dia, como pagamento de produtos e serviços. contas e até transações financeiras entre pessoas. (mais…)

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Dinâmica política dos EUA influencia o Bitcoin

Há alguns anos, parece que as disputas políticas ficaram ainda mais tensas e acirradas. Os “opostos” ficaram mais aflorados, assim como as discordâncias e a dificuldade em administrar. Como se isso não bastasse, ainda caiu a pandemia do novo coronavírus para levar ainda mais caos ao mundo. Tudo isso junto afeta todos os setores globais e, claro, o econômico. (mais…)

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Casa de câmbio brasileira aceita trocar Dólar por Bitcoin

Para quem vai viajar ou precisa trocar seus Reais brasileiros por Dólares norte-americanos precisa de muita paciência e atenção. Afinal, a disparidade entre as moedas atualmente é bem grande, sendo, hoje, quase 4x o valor da moeda do Brasil. Assim, antes de comprar seus Dólares, é necessário observar as oscilações e esperar uma queda de preço interessante que torne menos dolorosa a missão de comprar a moeda norte-americana. (mais…)

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Quase 60% dos norte-americanos conhecem Bitcoin

Os últimos dias do mercado de criptomoedas foi bastante agitado, principalmente para o Bitcoin. Após uma sequência de altas, as barreiras mais fortes parecem ter ficado para trás, e o preço da criptomoeda mais famosa do mundo bateu a casa dos US$ 11 mil em poucas horas. (mais…)

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