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Estímulos chineses sustentam Bitcoin acima dos US$ 21 mil

Em dia de agenda fraca, a bolsa de valores brasileira encerrou a quinta-feira (25) com alta. O Bitcoin aponta ainda cautela, com o mercado chinês sustentando seu preço acima dos US$ 21 mil.

Ontem, o IBOVESPA teve leve alta de 0,04%. Hoje, o índice manteve a tendência, com subida de 0,56%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,11.

Pelo Brasil, a agenda econômica é fraca, com os investidores analisando cada passo dos candidatos à presidência. Lá fora, o Banco Central Europeu divulgou a ata de sua última reunião, demonstrando receios de que a inflação possa estar se enraizando. Na China, o governo anunciou mais um pacote de US$ 44 bilhões para estimular a economia do país. Nos Estados Unidos, o PIB do segundo trimestre teve queda de 0,6%, ante consenso de -0,8%. O número de pedidos de auxílio-desemprego também ficou abaixo do esperado. Por lá, começou hoje o simpósio de Jackson Hole. Autoridades monetárias do país disseram esperar novos dados de inflação, ainda mesclando possibilidades de aumentos de 50 a 75 pontos-base nos juros. Entretanto, há divergências sobre uma possível recessão.

Com muitos eventos no radar dos investidores, o Bitcoin permanece em certa cautela, sem forças para romper os US$ 22 mil. Após buscar os US$ 21,9 mil na última tarde, a criptomoeda de referência viu seu preço recuar logo em seguida. Entretanto, o mercado asiático comprou a queda, levando a um novo teste da resistência. A força foi arrefecida, e o ativo se ajustou. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 21,5 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 110 mil.

O mercado asiático foi um dos grandes responsáveis por sustentar o preço do Bitcoin acima dos US$ 21 mil. Segundo os analistas da Cryptal Digital, o governo chinês vem anunciando medidas constantes de estímulos à economia. O país vive não só o aumento de inflação, mas apontou uma queda em sua balança comercial, ao mesmo tempo em que enfrenta uma crise climática severa com o baixo índice de chuvas. O simpósio de Jackson Hole, hoje, é apenas uma prévia do aguardado pronunciamento do presidente do FED, Jerome Powell.

Com o clima bastante indefinido e com a possível volatilidade para amanhã, o vencimento de opções e futuros semanais e mensais se tornam uma incógnita. Nossa equipe lembra que, só nas opções, são mais de US$ 1 bilhão para expirar. Com o preço do Bitcoin acima dos US$ 22 mil, os bulls conseguem equilibrar o jogo. Abaixo disso, a vantagem é dos bears. Os dados, entretanto, são analisados de forma bruta, desconsiderando possíveis estratégias mais elaboradas.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 20,8 mil, e a resistência em US$ 21,9 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI aponta os 40%, com o mercado mais vendido, e o MACD continua com suas linhas cruzadas para baixo.

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Cautela persiste nas ações do Bitcoin

Apoiada por commodities, a bolsa de valores brasileira encerrou a terça-feira (23) com alta. O Bitcoin manteve o clima de cautela em mais um dia de pouca movimentação de preço.

Ontem, o IBOVESPA teve queda de 0,89%. Hoje, o índice reverteu, com subida de 2,13%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,09.

Pelo Brasil, os investidores seguem de olho nas campanhas e pronunciamentos dos candidatos à presidência da república. Lá fora, dados econômicos pressionaram o mercado. O comércio do G-20 desacelerou no segundo trimestre, acompanhando os PMIs de Reino Unido e Alemanha. Por lá, o índice de confiança do consumidor subiu a -24,9 pontos. Nos Estados Unidos, os PMIs industrial e composto também recuaram. Olhos e ouvidos atentos ao simpósio de Jackson Hole no final da semana. Na China, o yuan atingiu o menor nível em dois anos, com o corte de juros pelo governo.

Com o mercado ainda pisando em ovos, o Bitcoin segue sentindo os efeitos da cautela ao mostrar pouca oscilação de preços. Ainda nesta madrugada, a criptomoeda de referência fez uma nova visita aos US$ 20,8 mil, repetindo sábado e segunda-feira. O fundo mais uma vez foi comprado, com o ativo caminhando em direção aos US$ 21,7 mil. Agora, em ajuste, a moeda digital é comercializada a US$ 21,5 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 110 mil.

As perspectivas para os próximos dias seguem nubladas, mesmo diante de um certo “alívio” entre os investidores na sessão de hoje. Segundo os analistas da Cryptal Digital, os PMIs globais recuaram acentuadamente e em um nível mais rápido desde maio de 2020. Especificamente sobre os Estados Unidos, o movimento aumenta a possibilidade de uma elevação mais expressiva na taxa de juros, mesmo contra um consenso de que a subida será de 50 pontos-base. Por isso, o simpósio do final de semana será um evento importante para que o mercado possa fisgar qualquer pista sobre o tema.

Até mesmo os fundamentos do Bitcoin estão pressionados e pouco parecem sugerir dados confiáveis sobre a movimentação de preços. Nossa equipe destaca que a recente queda está focada praticamente no cenário macroeconômico, com os investidores preferindo produtos de renda-fixa nos últimos dias. O retorno, entretanto, colocou muitas carteiras da criptomoeda novamente em prejuízo. Geralmente, esses níveis mais altos de perdas não realizadas apontam possíveis fundos de correção.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 20,7 mil, e a resistência em US$ 21,6 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 39%, com o mercado mais vendido, e o MACD continua com suas linhas cruzadas para baixo.

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Cautela dos mercados tradicionais segura preço do BTC

Com expectativa alta para simpósio monetário nos Estados Unidos, a bolsa de valores brasileira apontou para queda nesta segunda-feira (22). O Bitcoin, também em meio a cautela, manteve os níveis da correção do final de semana.

Na última sexta-feira, o IBOVESPA teve alta de 0,09%. Hoje, o índice reverteu, com descida de 0,89%. O dólar recuou levemente, ficando cotado a R$ 5,16.

Pelo Brasil, o cenário político se intensifica com os candidatos à presidência participando de sabatinas. Nos indicadores, os economistas estimam que a inflação ficará em 7% este ano, enquanto o PIB avançará 2,02%. Lá fora, o Banco Central da China decidiu por reduzir os juros para empréstimos de 1 e 5 anos. Na Europa, o preço da energia disparou, com a possibilidade de que a oferta russa se torne ainda mais restrita. Nos Estados Unidos, o índice de atividade nacional subiu para 0,27 em julho. Quinta e sexta-feira acontece o simpósio de Jackson Hole entre as autoridades monetárias norte-americanas.

Com a cautela marcando todos os mercados, o Bitcoin manteve seu nível estável após a queda de sexta-feira. Depois de beliscar os US$ 20,8 mil no final da última semana e neste domingo, a criptomoeda de referência ficou estagnada nos níveis mais baixos dos US$ 21 mil até esta segunda-feira. Com pouca oscilação de preços, a moeda digital é comercializada, agora, a US$ 21,1 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 109 mil.

O simpósio em Jackson Hole, no final desta semana, está sendo o grande foco dos investidores, o que deve intensificar a cautela. Segundo os analistas da Cryptal Digital, o mercado está em busca de qualquer pista que possa sinalizar a intensidade do aumento de juros pelo Federal Reserve na próxima reunião. Há uma grande ala de economistas que esperam um avanço de 50 pontos-base, após os dados de inflação mais favoráveis. No outro lado, há os que defendem mais um aumento de 75 pontos.

Com os fundamentos macroeconômicos fervilhando, nossa equipe se volta para os dados do Bitcoin. Mesmo com o mercado de baixa, o número de posições abertas compradas da criptomoeda de referência é o mais alto dos últimos 12 meses. Ao mesmo tempo, a retirada do ativo das corretoras é intensa, com a saída de 30 mil unidades em apenas quatro dias, marcando o menor saldo dos últimos quatro anos nas corretoras.

Na análise técnica, o suporte do Bitcoin fica em US$ 20,7 mil, e a resistência em US$ 21,6 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. As hash ribbons cruzaram para cima, indicando que os mineradores pararam de vender. Entretanto, a média móvel de 200 semanas foi perdida no fechamento de domingo. O RSI aponta os 37%, com o mercado mais vendido, e o MACD mantém suas linhas cruzadas para baixo.

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Inflação pressiona, mas baleias seguram preço do BTC

Instável, a bolsa de valores brasileira encerrou a quinta-feira (18) com ganhos. O Bitcoin seguiu o cenário macroeconômico inflacionado, apontando cautela na movimentação de preços.

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 0,17%. Hoje, o índice manteve a tendência com leve subida de 0,09%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,17.

Pelo Brasil, inicia-se o processo de leilão de Congonhas e mais 14 aeroportos nacionais. Lá fora, a inflação na zona do euro subiu para 8,9% na base anual. Embora seja um recorde, o indicador veio em linha com o esperado pelos economistas. Após a ata da última reunião do Banco Central norte-americano, alguns representantes da instituição deram entrevista hoje. Foi consenso entre os formuladores de que ainda é cedo para dizer que a inflação está arrefecendo e que aumentos entre 50 e 75 pontos-base podem continuar sendo adequados nos próximos encontros. Entretanto, essa intensidade ainda deverá ser debatida.

Com o mercado em cautela, o Bitcoin também manteve sua oscilação de preços pouco volátil. Durante a madrugada, a criptomoeda de referência ficou estagnada até, pela manhã, avançar aos US$ 23,5 mil. Sem força, porém, o ativo voltou ao seu suporte. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 23,4 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 120 mil.

Os breves ganhos do Bitcoin nesta manhã acompanham um clima um pouco mais positivo no mercado, após os dados de inflação na zona do euro estarem dentro das expectativas. Segundo os analistas da Cryptal Digital, entretanto, adivinhar o comportamento do Banco Central norte-americano é uma tarefa difícil. Conforme os juros aumentam, as empresas tendem a sofrer com financiamentos e investimentos, o que impacta diretamente nas ações de risco. Com paridade alta com Nasdaq e S&P500, o Bitcoin também é afetado pela decisão do Federal Reserve.

Enquanto o macroeconômico não se resolve, nossa equipe destaca que os fundamentos do próprio Bitcoin apresentam um possível suporte de preços. Dados do WhaleMap indicam que há um canal entre US$ 22,8 mil e US$ 23,3 mil onde há um grande acumulado de baleias realizando HODL. Este nível pode indicar uma barreira para novas descidas. Pelo lado dos derivativos, amanhã ocorre o vencimento semanal de opções. Os bulls terão vantagem, caso a criptomoeda se posicione acima dos US$ 23,5 mil. Caso contrário, a expiração favorece os bears.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 23,1 mil, e a resistência em US$ 23,7 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 51%, com o mercado equilibrado, e o MACD mantém suas linhas cruzadas para baixo.

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Com cautela de volta, o Bitcoin mantém disputa nos US$ 24 mil

A bolsa de valores brasileira acompanhou o clima positivo no exterior e encerrou a sexta-feira (12) com alta. O Bitcoin reduziu sua força, mas segue ainda lutando pela consolidação dos US$ 24 mil.

Ontem, o IBOVESPA teve queda de 0,47%. Hoje, o índice reverteu, com subida de 2,78%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,07.

Pelo Brasil, a taxa de desocupação foi para 9,3%, no segundo trimestre. Mesmo assim, o cenário atual, com juros altos, desemprego ainda elevado e preocupações com a dívida pública seguem pautando as decisões do mercado. Lá fora, o FMI afirmou que o PIB global deve cair nos próximos 12 meses, com chances de recessão. No Reino Unido, o PIB recuou 0,1% em relação ao ano anterior, mas ainda melhor do que as expectativas. Nos Estados Unidos, os investidores ainda tentam analisar e prever os próximos passos do Banco Central sobre seus juros.

Com a aproximação do final de semana, o Bitcoin reduz sua força, mas ainda segue os mercados tradicionais. A subida rápida para os US$ 25 mil, ontem, deu espaço para um movimento corretivo, que levou a criptomoeda de referência a uma mínima de US$ 23,6 mil nesta manhã. Os bulls compraram a baixa, mas ainda seguem lutando para recolocar e manter o ativo acima dos US$ 24 mil. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 24,1 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 123 mil.

As indefinições macroeconômicas têm colocado pressão sobre os ativos de risco, inclusive, nas criptomoedas. Segundo os analistas da Cryptal Digital, os traders estão na esperança de que os Bancos Centrais sinalizem que o aperto monetário acabou para, então, se voltarem com maior certeza a ativos mais voláteis. No atual momento, mesmo que os retornos não compensem a inflação, os títulos do tesouro norte-americano ainda continuam sendo atraentes para boa parte do mercado.

Esse cenário é observado nos fundamentos do próprio Bitcoin, que ainda indicam cautela dos investidores. O prêmio Okex Tether (USDT), por exemplo, indica a demanda do comerciante de criptomoedas chinês. Atualmente, o prêmio está com desconto de 2%, sugerindo uma neutralidade, com uma pequena dose de pressão de vendas ainda. Ao mesmo tempo, o índice Fear and Greed entrou na área neutra ontem, após uma tendência de baixa de quatro meses. O nível também aponta a cautela prevalecendo no mercado.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 23,7 mil, e a resistência em US$ 24,7 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 55% com o mercado ligeiramente mais comprado, e o MACD continua com suas linhas cruzadas para cima.

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Com recuo na inflação, Bitcoin testa novamente os US$ 24 mil

A bolsa de valores brasileira acompanhou o clima positivo com indicadores econômicos no exterior e encerrou a quarta-feira (10) com ganhos. O Bitcoin se beneficiou de uma inflação aparentemente mais controlada nos Estados Unidos para retomar a luta pelos US$ 24 mil.

Ontem, o IBOVESPA teve alta de 0,23%. Hoje, o índice manteve a tendência, com subida de 1,46%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,08.

Pelo Brasil, a agenda econômica é fraca, com os investidores ainda observando o risco fiscal. O indicador mais relevante do dia foi a atividade do comércio que recuou 1,4% em junho. Lá fora, a crise energética pode ficar ainda mais grave na Europa. O rio Reno, um dos pilares das principais economias da região, está com seus níveis mais baixos, impedindo o trânsito de navios que transportam diesel e carvão. Na China, a inflação ao consumidor aponta alta anual de 2,7%, com o governo admitindo que pode ultrapassar os 3%, mas mantendo a meta. Nos Estados Unidos, o mesmo indicador, o CPI, mostrou uma inflação estável, com avanço de 0,3%, contra um consenso de 0,5%.

Com os investidores respirando aliviados por conta da inflação reduzida, as ações de risco e o Bitcoin tiveram um dia de operações mistas. A falha em romper os US$ 24 mil no início da semana deu espaço para um viés corretivo, que levou a criptomoeda de referência a US$ 22,6 mil na última noite. Entretanto, os bulls compraram a queda e colocaram o ativo acima dos US$ 24 mil. Agora, em ajuste, a moeda digital é comercializada a US$ 23,6 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 119 mil.

Assim que os dados do CPI nos Estados Unidos vieram abaixo do esperado, os investidores se voltaram para as ações de risco e, consequentemente, as criptomoedas. Segundo os analistas da Cryptal Digital, a forte alta na geração de emprego recentemente levou temor ao mercado, que passou a visualizar a inflação como um termômetro para a elevação de juros no país. Com um possível controle sobre a taxa, o Bitcoin e ações tradicionais se beneficiaram do bom humor.

Já nos dados on-chain, é possível observar o movimento das baleias da criptomoeda de referência. Nossa equipe aponta que em níveis próximos a US$ 22 mil há uma concentração considerável de grandes detentores posicionados para mais compras. Em contrapartida, a atual resistência dos US$ 24 mil tem sido sustentada também por baleias, estas, porém, vendedoras. Os gráficos de acumulação, entretanto, apontam que os HODLERs estão mais ativos.

Nas métricas, o suporte do Bitcoin fica em US$ 23,1 mil, e a resistência em US$ 23,7 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 54%, com o mercado mais comprado, e o MACD cruza suas linhas para cima.

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Com commodities em baixa, Bitcoin tenta ficar dos US$ 21 mil

Com avanço do petróleo, a bolsa de valores brasileira voltou a apontar ganhos nesta sexta-feira (24). O Bitcoin seguiu o humor positivo no mercado acionário e queda em algumas commodities para continuar sua luta acima dos US$ 21 mil.

Ontem, o IBOVESPA teve queda de 1,75%. Hoje, o índice reverteu, com subida de 0,61%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,25.

Pelo Brasil, o presidente da república sancionou o projeto de lei que limita a cobrança de ICMS sobre os combustíveis por estados e municípios, mas vetou alguns mecanismos de compensação, colocando ainda mais pressão nas contas públicas. Nos indicadores, o IPCA-15 de junho subiu 0,69%, pouco acima do 0,62% esperado. Lá fora, um representante do Banco Central norte-americano disse que a instituição deve agir agressivamente contra a inflação, abrindo a possibilidade para aumentos mais expressivos dos juros. A confiança do consumidor por lá caiu a 50 pontos, mas em linha com as expectativas. No Reino Unido, as vendas no varejo recuaram em 0,5%, em maio, enquanto o vice-presidente do Banco Central Europeu disse que a sinalização sobre uma alta de 25 pontos-base nos juros por lá, no próximo mês, é bastante “firme”.

Enquanto isso, o Bitcoin aproveitou o bom humor nas ações tradicionais para tentar sustentar sua luta pelos US$ 21 mil. Embora tenha passado por uma pressão de vendas durante o mercado asiático, a força não foi o suficiente para empurrar a criptomoeda de referência para abaixo dos US$ 20,7 mil. Para cima, a volatilidade também não foi alta, com o ativo atingindo um topo em US$ 21,4 mil. Em ajuste, a moeda digital é comercializada, no momento, a US$ 21,2 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 111 mil.

As falas mais agressivas sobre os juros nesta sexta-feira dos representantes de Bancos Centrais importantes, como o norte-americano e o europeu, poderiam ter colocado uma pressão maior nas ações tradicionais e no Bitcoin, aumentando a aversão ao risco. Entretanto, como comentam os

analistas da Cryptal Digital, a confusão do mercado sobre a inflação global e o aumento de juros pouco mudou o comportamento dos investidores, que focaram na queda de algumas commodities e mantiveram os ganhos das principais bolsas estrangeiras, assim como levaram um dia de baixa para o índice dólar (DXY).

Ao mesmo tempo, algumas compilações de dados on-chain sugerem que a capitulação de Bitcoin pelos mineradores já ocorreu ou, então, estaria em processo final. Esse evento se baseia em uma venda considerável de moedas de grandes detentores, em um preço próximo do valor de compra ou de mineração. O encerramento das capitulações, geralmente, coincide com os fundos dos mercados. Há, inclusive, um grande movimento de retirada da criptomoeda das exchanges, principalmente da Coinbase. Entretanto, isso acontece em um momento com mudanças no método de utilização da plataforma, principalmente por operadores mais profissionais, o que abre dúvidas sobre o objetivo real destas movimentações.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 21 mil, e a resistência em US$ 23,2 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI vai para 34%, com o mercado ainda em território de maior venda, e o MACD continua com suas linhas cruzadas para baixo, mas em constante aproximação.

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Correlacionado com ações, Bitcoin aponta baixa volatilidade

Os temores ficais seguiram pautando o desempenho da bolsa de valores brasileira, que fechou a quinta-feira (23) com queda. O Bitcoin manteve sua correlação com mercado de ações, e apontou uma baixa variação de preços.

Ontem, o IBOVESPA teve queda de 0,16%. Hoje, o índice manteve a tendência, com descida de 1,46%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,22.

Pelo Brasil, os temores fiscais seguem em jogo em relação às medidas em cima do preço dos combustíveis e a um possível aumento do Auxílio-Brasil de R$ 400 para R$ 600, em pleno ano eleitoral. O Banco Central projetou um aumento para 1,7% do PIB este ano, mas o presidente da instituição flexibilizou a meta de 3,25% para a inflação, em 2023. Lá fora, os dados econômicos da Zona do Euro vieram abaixo do esperado, mesmo ainda apontando expansão da economia. Nos Estados Unidos, os pedidos de auxílio-desemprego atingiram 229 mil na última semana, apenas dois mil acima do previsto. A aprovação do governo de Joe Biden caiu pela quarta semana consecutiva, o que pode levar a uma perda de força do mandatário no Congresso. Jerome Powell, presidente do Banco Central norte-americano, falou novamente ao Senado hoje, pontuando as dificuldades em manter o crescimento econômico e empregos simultaneamente e destacando a caótica dívida do país. Em contrapartida, ele disse acreditar que o PIB do segundo semestre deve ser bastante forte.

Com o mercado em cautela e pouco volátil, o Bitcoin seguiu a mesma perspectiva de baixa oscilação de preços. Uma correção no final da última tarde, colocou a criptomoeda de referência de volta na casa dos US$ 19 mil. Os bulls impediram novas descidas, e devolveram o ativo para a casa dos US$ 20,8 mil. O nível, porém, não foi sustentado, e um novo ajuste se consolidou ao longo da tarde. Entretanto, a moeda digital testa um novo avanço, no momento, sendo comercializada a US$ 20,8 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 108 mil.

As falas de Jerome Powell ao Senado hoje trouxeram mais morosidade do que qualquer outro tipo de sentimento ao mercado. Segundo os analistas da Cryptal Digital, o discurso do presidente do FED apenas sinalizou que o movimento hawkish deverá ser mantido nas próximas reuniões, por conta das dificuldades econômicas locais e globais. Nada muito diferente do que fora dito ontem pela autoridade. Mesmo assim, foi o suficiente para o mercado não se interessasse por movimentos abruptos. As ações tradicionais operaram entre leves baixas e altas, enquanto o índice dólar (DXY) avançou, mas também de forma moderada, mostrando que o risco não estava no cardápio dos investidores.

Para o Bitcoin, a correlação com as ações de tecnologia coloca a criptomoeda de referência em um cenário relativamente semelhante ao de pouca emoção nesta quinta-feira. Nossa equipe destaca, porém, que o vencimento de opções, na próxima sexta-feira, coloca uma vantagem considerável aos bears em vários níveis de preços. Entretanto, dados on-chain mostram que o valor realizado pelos detentores de curto prazo de Bitcoin foi de US$ 31,7 mil, enquanto os de longo prazo US$ 22,2 mil. Essa aproximação e já precificação podem dar sinais de que o fundo da correção pode ter sido atingido ou está relativamente próximo.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 17,6 mil, e a resistência em US$ 22,9 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI mira os 33%, com o mercado mais vendido, e o MACD continua com as linhas cruzadas para baixo.

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Falas do FED acentuam volatilidade do Bitcoin

Ainda de olho na Petrobras, a bolsa de valores brasileira apontou para queda nesta quarta-feira (28). O Bitcoin acentuou sua volatilidade de preços, em meio aos fundamentos confusos e falas do presidente do Banco Central norte-americano.

Ontem, o IBOVESPA teve queda de 0,17%. Hoje, o índice manteve a tendência, com descida de 0,16%. O dólar avançou, ficando cotado a R$ 5,17,

Pelo Brasil, os conflitos políticos em cima da Petrobras seguem sendo o foco dos investidores. Já a Aneel reajustou em até 63% os valores das bandeiras tarifárias na energia elétrica. Lá fora, o Vice-presidente do Banco Central Europeu disse que a inflação tende a desacelerar após o verão no continente, enquanto o presidente chinês prometeu fortalecer políticas para cumprir metas econômicas e sociais. Nos Estados Unidos, o representando do Federal Reserve, Jerome Powell, disse que indicadores recentes de inflação mostraram que o governo precisava acelerar o ritmo da alta de juros e que novos avanços são apropriados, a depender da rapidez com que os preços caem. Cada possível elevação será discutida reunião a reunião, sem descartar um avanço acima do patamar considerado neutro, que é 2,5%. Entretanto, a autoridade não acredita que a elevação da taxa conseguirá reduzir os preços de gás e alimentos, mas afastou a possibilidade de uma recessão. A demanda pelo trabalho continua forte, enquanto a oferta segue apertada. Joe Biden pediu ainda ao Congresso que suspendessem os impostos federais sobre os combustíveis, por 90 dias.

Em meio a tantos fundamentos contraditórios e pouco conclusivos, o Bitcoin acentuou sua volatilidade nesta quarta-feira. Após a rejeição dos US$ 21,7 mil na última manhã, uma tendência de baixa de curto prazo se formou, até buscar uma mínima de US$ 19,9 mil. O mercado, então, amanheceu comprado, devolvendo o ativo para próximo dos US$ 21 mil, mas sem forças para se sustentar. Agora, a moeda digital é comercializada a US$ 20 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 104 mil.

A quantidade de fundamentos que envolveram o mercado tradicional foi a grande responsável pelo aumento da volatilidade do Bitcoin, hoje. Segundo os analistas da Cryptal Digital, a fala de Jerome Powell não só sinaliza que os aumentos de juros continuarão, mas indica que, em alguns setores, como o de energia, a medida não será o suficiente para reduzir a inflação: grande foco do governo no atual momento.

Desta forma, a liquidez nos mercados se acentuou. No caso específico do Bitcoin, trouxe oscilação brusca de preços em um curto período de tempo. Mesmo assim, os dados on-chain apontam que os mineradores públicos venderam 100% das unidades obtidas pela tarefa em maio, após triplicarem o número de moedas mineradas. Entretanto, esse número totaliza 46 mil Bitcoins vendidos. Assim, não é um volume necessariamente significante aos 800 mil que todo esse grupo possui. Mesmo assim, indica um certo sentimento dos operadores da rede. Ao mesmo tempo, as baleias também andaram um pouco mais participativas no processo de vendas, depositando 50 mil unidades da criptomoeda de referência nas bolsas entre 20 e 21 de junho. Assim, nossa equipe acredita que pavios de preços mais agressivos podem ser observados nos próximos dias.

Nas métricas desta quarta-feira, o suporte do Bitcoin fica em US$ 17 mil, e a resistência em US$ 22,9 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI desce para 28%, com o mercado mais vendido, e o MACD continua com as linhas cruzadas para baixo.

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Cauteloso, Bitcoin mantém recuperação de preços

A bolsa de valores brasileira não acompanhou o humor positivo do mercado internacional e fechou a terça-feira (21) em queda. O Bitcoin aproveita também os fundamentos mais controlados para manter a recuperação de preços, mas ainda na presença de cautela.

Ontem, o IBOVESPA teve leve subida de 0,03%. Hoje, o índice reverteu, com descida de 0,17%. O dólar recuou, ficando cotado a R$ 5,15.

Pelo Brasil, as atenções continuam voltadas para o futuro da Petrobras, que recentemente viu a renúncia de seu terceiro presidente. O risco fiscal, na tentativa de controlar o preço dos combustíveis e gás de cozinha também pesam. O ministro da Economia disse ainda que os servidores devem ter um aumento salarial apenas no próximo ano, enquanto a ata da última reunião do Copom mira a manutenção da elevação da taxa de juros. Lá fora, a agenda econômica é fraca nos Estados Unidos, na retomada das atividades pós-feriado. Na China, a incorporadora Evergrande espera anunciar um plano de reestruturação financeira até o fim de julho, após o calote de dívidas no último ano.

Enquanto os mercados tradicionais operam de forma positiva nesta terça-feira, o Bitcoin segue a recuperação de preços, mas ainda em território de cautela. Após perder brevemente os US$ 20 mil na última manhã, a criptomoeda de referência voltou ao suporte e, durante a sessão asiática, empurrou ainda mais o preço para cima, buscando uma máxima de US$ 21,7 mil. Agora, em ajuste, a moeda digital é comercializada a US$ 20,7 mil. No Brasil, a média de negociação é de R$ 107 mil.

Com os fundamentos macroeconômicos mais calmos neste início de semana, principalmente por conta do feriado de segunda-feira nos Estados Unidos, os investidores encontraram um respiro para se arriscar um pouco mais nos mercados acionário e cripto. Segundo os analistas da Cryptal Digital, o apetite ao risco oscila, por conta das dificuldades em prever quais medidas serão adotadas pelos Bancos Centrais sobre a inflação global, ao mesmo tempo em que há grande possibilidade de recessão em grandes economias, como a norte-americana.

Em uma olhada nos dados on-chain, nossa equipe observa que, até ontem, pouco mais de 56% das carteiras de Bitcoin ainda estavam no lucro, mesmo com a baixa recente. Historicamente, o gráfico da Glassnode sugere fundos macros com este indicador abaixo deste nível, sugerindo uma possível continuação da queda. Os derivativos, entretanto, contam uma história um pouquinho diferente. O volume de contratos vendidos, ou seja, aqueles que esperam a queda do Bitcoin, segue em alta. Isso aponta para a possibilidade de um short-squeezy, quando muitos contratos shorts são eliminados, os obrigando a comprar o ativo e, assim, elevando rapidamente o preço da moeda. Algo semelhante aconteceu ao token da plataforma Celsius, que subiu 60% neste processo, após as polêmicas de falta de liquidez da última semana.

Nas métricas do dia, o suporte do Bitcoin fica em US$ 17 mil, e a resistência em US$ 22,9 mil, segundo o indicador de Fibonacci, em um tempo gráfico de 24 horas. O RSI sobe para 32%, com o mercado ainda mais vendido, e o MACD continua com as linhas cruzadas para baixo.

Este foi o boletim Cryptal News desta terça-feira. Veja essa e outras análises em nosso WhatsApp e nos canais de áudio oficiais. Siga a gente também nas redes sociais para acompanhar o dia a dia de nossa equipe!

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